Crush Confessado na Festa à Fantasia

Laura, vestida de gatinha, reencontra o crush nigeriano Jamal na festa e acaba levando uma foda bem gostosa com creampie.

28 min read August 25, 2026New

Eu nunca pensei que ia contar isso pra ninguém, mas porra… preciso desabafar. Meu nome é Laura, tenho vinte e dois anos, sou brasileira, branca, cabelo castanho ondulado até o meio das costas, peitos fartos e uma bunda que sempre chamou atenção demais. Aquela noite da festa à fantasia da universidade mudou tudo.

Eu cheguei vestida de gatinha sexy: body preto colado que mal cobria a buceta, orelhinhas de gato na tiara, rabo de pelúcia preso bem no meio da bunda e meia-arrastão preta até a raiz da coxa. O salto alto fazia meu rabo balançar a cada passo. A festa tava lotada, luzes roxas e vermelhas, música alta, cheiro de álcool e perfume barato. Eu bebi um copo de vodka com energético, sentindo o líquido descer quente, e aí eu vi ele.

Jamal. Meu crush nigeriano de vinte e quatro anos. Alto pra caralho, uns um e noventa, ombros largos, peito largo e braços musculosos que pareciam ia arrebentar a camisa social preta da fantasia de vampiro. A capa preta caía pelas costas dele, os dentes postiços de vampiro apareciam quando ele sorria, e a pele preta lisa brilhava sob as luzes. Eu já tinha ficado olhando ele no campus tantas vezes… na biblioteca, na cantina, no corredor. Sempre quieta, molhada só de imaginar aquele corpo em cima do meu.

Ele me viu. Os olhos escuros dele percorreram meu corpo inteiro, parando nos peitos apertados no body, na cintura fina, nas coxas abertas pelo salto. Um sorriso safado nasceu nos lábios dele. Ele veio direto, atravessando a pista como se ninguém mais existisse.

— Laura? Porra… olha só pra você — a voz dele era grave, sotaque carregado, fazendo meu clitóris latejar. — Gatinha, hein? Esse corpo… caralho, tá ainda mais gostoso do que eu lembrava.

Eu ri, nervosa, passando a língua nos lábios.

— E você de vampiro, Jamal. Vai me morder?

Ele se aproximou mais, o cheiro dele — madeira e algo masculino — me invadiu. O volume na calça preta dele já tava marcado. Eu senti a buceta escorrer no tecido fino do body.

— Se você deixar… eu mordo onde eu quiser — ele murmurou, olhos descendo pro meu decote. — Sempre te achei uma putinha branquinha deliciosa. Hoje você veio pronta pra ser comida, né?

O flerte explodiu ali mesmo. A gente ficou colado na beira da pista, ele elogiando minhas pernas, eu confessando baixinho que sempre olhava o pau dele marcado na calça de moletom nas aulas. As mãos dele roçavam minha cintura, eu passava os dedos no peito duro sob a camisa. Os dois claramente duros e molhados, querendo. A tensão era tão grossa que eu mal conseguia respirar direito.

Aí veio a escalada. Jamal puxou minha mão e me arrastou pra um canto escuro perto das escadas de serviço, longe das luzes principais. A música ainda batia no peito, mas ali o barulho diminuía. Ele me virou de costas contra a parede fria e colou o corpo inteiro no meu. O pau duro dele — grosso pra caralho, eu sentia pelo volume — encaixou bem na fenda da minha bunda. A gente começou a dançar colado, rebolando devagar, sujo.

Ele baixou a cabeça, lábios quentes colados na minha orelha.

— Sempre quis comer uma branquinha gostosa como você, Laura… essa bunda branquinha, essa buceta apertada. Queria te foder até você gritar meu nome.

Eu gemi, esfregando a buceta molhada no volume da calça dele, sentindo o tecido fino do body encharcar de tesão.

— Eu também… porra, Jamal, eu fantasiava com o pauzão preto grosso teu. Imaginava ele me arrombando, me enchendo. Queria tanto.

Os beijos vieram quentes, molhados, famintos. A língua dele invadiu minha boca, chupando a minha, mordendo meu lábio inferior. As mãos enormes dele desceram, apertaram minha bunda com força por baixo da fantasia, os dedos enfiando sob o body e agarrando a carne nua. Eu abri as pernas um pouco mais e esfreguei a xoxota pingando direto no pau dele, rebolando em círculos lentos. O rabo de gatinha balançava entre nós. Eu tava tão molhada que fazia barulhinho úmido cada vez que eu esfregava.

— Sobe comigo — ele rosnou contra minha boca. — Tem um quarto vazio no segundo andar. Agora.

A gente subiu quase correndo, mãos em todo lugar, beijando no corredor escuro. Ele abriu a porta de um quarto de estudante vazio — cama bagunçada, luz fraca do abajur — e trancou. No segundo seguinte ele me joga na cama e tira o body pra baixo, liberando meus peitos. As orelhinhas e o rabo ficaram. Eu fiquei de quatro na colcha, rabo de pelúcia erguido, buceta inchada e brilhando de tesão virada pra ele.

Jamal abriu a calça. O pau preto saiu grosso, veias saltadas, cabeça larga e brilhando de pré-gozo, maior do que eu tinha imaginado. Ele segurou o rabo de gatinha como se fosse uma alça, posicionou a cabeça gorda na minha entrada escorregadia e meteu fundo de uma vez.

— Ahh, caralho! — eu gritei, sentindo ele abrir minhas paredes, me esticando até o fundo.

Ele começou a foder por trás com força, quadris batendo na minha bunda branca, a mão puxando o rabo da fantasia pra me forçar a arquear mais. Cada estocada fazia meus peitos balançarem, o pau dele saindo encharcado e entrando de novo até as bolas baterem no meu clitóris. Eu gemia alto, a buceta engolindo ele inteiro.

— Que buceta apertada, porra… sua putinha branca — ele rosnou, segurando meu cabelo com a outra mão.

Depois ele me virou de frente, levantou minhas pernas nos ombros largos dele e enfiou de novo, mais fundo ainda. A posição fazia ele acertar meu ponto com cada soco de quadril. Eu olhava o pau preto sumindo na minha buceta rosada, o contraste me deixando ainda mais louca. Ele me fodia com força, a cama batendo na parede, chamando:

— Isso, toma esse pau preto, sua putinha branca. Abre essa buceta gostosa pra mim.

Eu gozei gemendo alto, pernas tremendo nos ombros dele, a buceta contraindo em espasmos violentos, esguichando um pouco nele.

— Goza dentro, Jamal… por favor, enche minha buceta… quero sua porra quente!

Ele rosnou, cravou fundo e gozou. Jatos quentes e grossos de porra preta explodiram dentro de mim, enchendo minha buceta até transbordar pelas laterais do pau grosso. Eu apertei os músculos em volta dele, ordenhando cada gota, sentindo o calor se espalhar no meu útero.

A gente ficou ofegante, suados, ainda unidos. Ele se inclinou e me beijou devagar, línguas preguiçosas, o gosto de suor e desejo. Depois tirou o pau devagar; eu senti a mistura escorrer. Abri as pernas bem abertas pra ele ver o creampie — a porra branca-leitosa escorrendo da minha buceta inchada, misturada com meu mel, descendo pelo meu cu e molhando o lençol.

— Sempre quis isso… desde a primeira vez que te vi no campus — confessei, voz rouca. — Agora quero repetir sempre que puder. Toda vez.

Jamal sorriu aquele sorriso safado de vampiro, desceu entre minhas pernas e passou a língua larga na minha buceta lambuzada, limpando a própria porra, chupando devagar, fazendo eu tremer de novo. Quando subiu, os lábios brilhando, ele disse:

— Amanhã. Meu apartamento. Sem fantasia… só essa buceta branquinha engolindo meu pau de novo. E dessa vez eu quero te foder até você não conseguir andar direito.

Eu ri, ainda com as pernas abertas, sentindo mais porra escorrer.

— Combinado. Mas me avisa se trouxer correntes… ou se quiser me chupar de novo enquanto a porra ainda tá quente.

Ele me puxou pra um beijo sujo, a mão já apertando meu peito de novo, o pau começando a endurecer outra vez contra minha coxa. Lá embaixo a festa continuava barulhenta, mas ali no quarto a gente já tava planejando a próxima rodada — e eu sabia que amanhã ia ser ainda mais sujo.

Eu ainda tava com as pernas abertas quando senti o pau dele endurecer de novo contra a minha coxa, quente e pesado, já pingando de novo. O beijo sujo que ele me deu não durou nem dez segundos — a mão dele apertou meu peito com força, o polegar riscando o mamilo endurecido, e eu gemi dentro da boca dele. A porra ainda escorria devagar da minha buceta, molhando o lençol sob a bunda, e o cheiro de sexo tava tão grosso no quarto que eu mal conseguia pensar direito.

— Porra, Laura… olha o que você faz comigo — ele rosnou, voz grave contra meus lábios. — Acabei de te encher e já quero meter de novo. Essa buceta branquinha tá viciando.

Eu ri baixinho, confessional pra caralho, porque naquele momento eu já sabia que ia contar isso depois pra alguém, do jeito que tava arrebentada e pedindo mais. Passei a mão no pau grosso dele, sentindo as veias saltadas, a cabeça inchada e escorregadia de pré-gozo misturado com a porra que ainda vazava de mim. Enrolei os dedos e puxei devagar, de cima a baixo, enquanto ele mordia meu pescoço bem onde a orelhinha de gato esbarrava.

— Então mete de novo, Jamal. Eu aguento. Quero sentir esse pau preto me arrombando outra vez enquanto a sua porra ainda tá quente lá dentro.

Ele não precisou de mais convite. Me virou de lado na cama bagunçada, ergueu uma das minhas pernas e encaixou a cabeça gorda na entrada encharcada. Empurrou devagar dessa vez, sentindo a mistura escorrer pra fora enquanto ele entrava centímetro por centímetro. Eu soltei um gemido longo, a buceta ainda sensível do primeiro gozo, paredes latejando ao redor da grossura dele. O contraste — a pele preta sumindo na minha carne rosada e suja — me deixava molhada pra caralho. Ele começou a foder em estocadas profundas e lentas, a mão enorme segurando minha coxa aberta, o rabo de pelúcia da fantasia balançando entre nós a cada embalo.

— Isso… caralho, tá ainda mais escorregadia — ele murmurou, sotaque carregado fazendo meu clitóris latejar. — Tá cheia da minha porra e ainda pede mais, sua putinha. Adoro como essa buceta branca engole tudo.

Eu rebolei pra trás, encontrando cada soco de quadril, gemendo alto demais pro quarto pequeno. A cama rangia, a música da festa lá embaixo pulsava abafada, e eu só conseguia pensar em como aquele pau grosso me preenchia completo, a cabeça batendo no fundo, as bolas pesadas batendo na minha pele. Ele acelerou, quadris batendo forte na minha bunda, a mão descendo pra esfregar meu clitóris com o polegar. Círculos rápidos, sujos, enquanto fodia sem piedade. Eu gozei de novo em menos de dois minutos, pernas tremendo, a buceta contraindo em espasmos que ordenhavam ele, esguichando um pouco mais na mistura que já escorria.

— Ahh, porra, Jamal! Tô gozando de novo… não para, não para…

Ele riu baixo, safado, e me puxou pelo cabelo pra me beijar enquanto continuava metendo. Quando eu ainda tava tremendo, ele saiu de repente, o pau pingando, e se ajoelhou na cama. Me virou de barriga pra cima, abriu minhas pernas bem largas e desceu a boca direto na minha buceta lambuzada. A língua larga dele chupou a porra que escorria, lambendo devagar, sujo pra caralho, empurrando o líquido de volta pra dentro com a ponta da língua antes de chupar de novo. Eu gritei, mãos nos cabelos curtos dele, quadris se erguendo contra a boca faminta.

— Chupa essa porra, porra… limpa minha buceta com a língua — eu pedi, voz rouca, confessa. — Adoro ver você comendo a sua própria porra da minha xoxota.

Ele gemeu contra mim, vibração mandando choque direto no clitóris. Chupou forte, dois dedos grossos entrando e saindo enquanto a língua trabalhava, e eu gozei pela terceira vez em poucos minutos, esguichando na boca dele, o corpo inteiro arqueando na cama. Quando subiu, os lábios brilhando de porra e mel, ele me beijou de novo, me fazendo provar o gosto salgado e grosso da gente misturado. Eu chupei a língua dele com fome, a mão descendo pra acariciar o pau que batia duro na minha barriga.

— Minha vez — eu sussurrei, empurrando o peito largo dele pra trás. — Quero chupar esse pau preto até ele gozar na minha garganta.

Ele se recostou na cabeceira, capa de vampiro ainda meio jogada no ombro, e eu fiquei de quatro entre as pernas abertas dele. O pau tava enorme na minha frente, veias latejando, coberto da nossa mistura. Passei a língua na cabeça larga, lambendo o pré-gozo e a porra que ainda restava, depois abri a boca e engoli o máximo que consegui. A grossura esticou meus lábios, a cabeça batendo no fundo da garganta, e eu engasguei um pouco, saliva escorrendo pelo queixo enquanto subia e descia. As mãos enormes dele seguraram meu cabelo, guiando o ritmo, fudendo minha boca devagar no começo.

— Isso, gatinha… engole esse pau. Olha só a branquinha chupando gostoso — ele rosnou, quadris empurrando pra cima. — Mais fundo. Quero ver você babando toda.

Eu obedevi, relaxando a garganta, lágrimas nos cantos dos olhos de tanto engolir. A cada descida eu sentia o gosto dele, salgado e masculino, e a buceta pingava de novo só de sentir o pau latejando na minha língua. Chupei com vontade, mão apertando as bolas pesadas, dedos roçando o saco enquanto a boca trabalhava. Ele puxou meu cabelo com mais força, estocando mais fundo, e eu engasguei de propósito, garganta contraindo ao redor dele, adorando o jeito que ele gemía meu nome.

Quando ele tava perto, puxou pra fora com um estalo molhado. Eu ofegava, saliva e porra escorrendo pelo queixo até os peitos.

— Sobe em cima — ele mandou, voz rouca. — Quero ver essa bunda branca quicando no meu pau.

Eu montei nele de frente, segurando o pau grosso e encaixando na entrada inchada. Desci devagar, gemendo alto enquanto ele me abria de novo, a porra antiga facilitando a entrada até eu estar sentada até o fundo, bolas apertadas na minha bunda. Comecei a quicar, peitos balançando na cara dele, o rabo de gatinha batendo nas coxas dele a cada movimento. Ele segurou minha cintura com as duas mãos, ajudando a me erguer e me puxar pra baixo com força, metendo pra cima ao mesmo tempo. O barulho molhado enchia o quarto — pele batendo em pele, gemidos, a cama batendo na parede.

— Porra, que vista… esses peitos brancos, essa buceta engolindo tudo — ele falou, chupando um mamilo com força enquanto eu rebolava. — Mais rápido. Quero te ver gozar cavalgando.

Eu acelerei, suando, o cabelo castanho grudado na nuca, orelhinhas tortas na tiara. Cada descida fazia ele acertar aquele ponto fundo que me deixava enxergando estrelas. A mão dele desceu pra esfregar meu clitóris de novo, e eu gozei gritando, buceta apertando o pau dele em ondas violentas, o corpo inteiro tremendo em cima dele. Ele não parou — me segurou no lugar e fodeu pra cima com força, estocadas curtas e brutais, até eu sentir os jatos quentes explodirem de novo lá dentro. Mais porra, grossa, enchendo o que já tava cheio, transbordando pelas laterais enquanto eu ainda contraía ao redor dele.

A gente ficou assim um tempão, eu caída no peito largo dele, ofegante, o pau ainda latejando dentro de mim. Ele acariciava minhas costas, beijando meu cabelo, mas o sorriso safado já tava voltando.

— Ainda não acabou, Laura — ele murmurou no meu ouvido. — Amanhã no meu apê eu quero te amarrar nessa cama e te foder até você implorar pra parar. Quero ver essa buceta inchada, cheia, e depois te chupar de novo enquanto você goza na minha cara. E se você aguentar… eu te fodo no cu também. Essa bundinha branca tá pedindo.

Eu gemi só de ouvir, a buceta contraindo de novo no pau semi-duro. Levantei o rosto, olhei nos olhos escuros dele e confessei baixinho, porque era verdade pra caralho:

— Eu quero tudo isso. Quero você me usando do jeito que quiser. Me manda mensagem cedo. Eu vou chegar molhada só de imaginar.

Ele tirou o pau devagar, mais porra escorrendo em fio grosso da minha entrada aberta. Me virou de quatro de novo só pra olhar, espalhou a mistura com dois dedos e enfiou eles fundos, me fazendo gemer e rebolar pra trás.

— Olha só como tá destruidinha… e ainda quer mais — ele riu. — Veste essa fantasia de novo. Vamos descer um pouco. Quero dançar colado com você suja da minha porra, quero que todo mundo sinta o cheiro de sexo em você. Depois a gente sobe de novo ou vai direto pro meu apê. Decide.

Eu ri, ainda tremendo, e comecei a puxar o body de volta pro corpo suado, o tecido fino grudando na buceta encharcada. O rabo de pelúcia voltou pro lugar, as orelhinhas tortas. Quando me levantei, senti a porra escorrendo pela coxa interna, descendo até a meia-arrastão. Jamal puxou a calça sem se preocupar em limpar o pau, a capa de vampiro bagunçada, e me beijou mais uma vez, mão apertando minha bunda por cima do body.

— Anda, gatinha. A noite ainda é nossa. E eu ainda não cansei de te foder.

A gente saiu do quarto de mãos dadas, o corredor escuro cheirando a gente, a música batendo mais forte conforme desciamos. Cada degrau fazia mais porra vazar, e eu já tava molhada de novo só de sentir o olhar dele na minha bunda. Lá embaixo a festa continuava lotada, luzes roxas piscando, e eu sabia que a gente não ia durar nem meia hora na pista antes de ele me arrastar de novo — ou pior, me foder em algum canto ainda mais arriscado. O pau dele já tava marcando a calça outra vez quando chegamos perto da multidão, e a mão dele deslizou pela minha cintura, dedos roçando bem embaixo, perto demais da buceta ainda latejando.

— Dança pra mim — ele falou no meu ouvido, voz baixa. — Rebola nessa porra que tá escorrendo. Quero ver.

Eu obedi, colando a bunda nele ali mesmo na beira da pista, sentindo o volume duro encaixar de novo na fenda. A festa inteira ao redor, ninguém sabendo que eu tava cheia da porra dele, e eu já planejando o quanto mais sujo a gente ia ficar antes do sol nascer.

Eu rebolei devagar na beira da pista, a bunda colada no pau duro dele por cima da calça, sentindo o volume grosso se esfregar bem no meio da minha fenda encharcada. A porra ainda escorria devagar pela coxa, molhando a meia-arrastão, e o tecido fino do body grudava na buceta latejando como se tivesse uma segunda pele molhada. As luzes roxas piscavam no peito dele, no suor brilhando na pele preta, e eu já tava confessa pra caralho — sabia que ia contar cada detalhe depois, do jeito que meu corpo inteiro pedia mais.

— Isso, gatinha… rebola gostoso pra mim — Jamal murmurou no meu ouvido, a voz grave cortando a música. As mãos enormes desceram pela minha cintura e apertaram a bunda com força, os dedos enfiando por baixo do body de novo, tocando a carne nua lambuzada. — Sente como tá escorrendo? Todo mundo aqui podia sentir o cheiro se prestasse atenção. Minha putinha branquinha cheia de porra dançando no meio da festa.

Eu gemi baixinho, empurrando a bunda pra trás com mais vontade, o rabo de pelúcia balançando entre nós. O pau dele latejava contra mim, já totalmente duro de novo, e eu passava a língua nos lábios só de imaginar ele me fudendo ali mesmo. A multidão se esbarrava ao redor, corpos suados, cheiro de álcool e perfume, mas ninguém olhava direito pro canto escuro onde a gente tava. Eu girei o quadril em círculos lentos, sujos, sentindo a cabeça gorda do pau dele roçar a entrada pelo tecido fino.

— Tá duro pra caralho de novo… — confessei, a voz rouca contra o pescoço dele. — Eu quero que você me foda de novo agora. Aqui perto. Em qualquer canto. Não aguento esperar até amanhã.

Ele riu baixo, safado, e mordeu minha orelha bem embaixo da orelhinha de gato. A mão dele deslizou pra frente, por baixo do body, e dois dedos grossos encontraram minha buceta inchada, enfiando fácil na misturinha quente que ainda vazava. Eu soltei um gemido alto demais, as pernas fraquejando no salto, e ele começou a me dedar ali mesmo na pista, devagar no começo, depois mais fundo, curvando os dedos pra acertar aquele ponto que me fazia ver estrelas.

— Olha só como essa buceta tá destruída e ainda pede mais — ele rosnou, chupando meu pescoço. — Tá pingando na minha mão, Laura. Quero te ver gozar de novo no meio dessa porra toda. Rebola nos meus dedos.

Eu obedi, rebolando contra a mão dele enquanto a outra apertava meu peito por cima do body, o polegar riscando o mamilo duro. A música batia no peito, as luzes piscavam, e eu gozei em menos de um minuto, a buceta contraindo forte nos dedos dele, mais mel escorrendo misturado com a porra antiga. As pernas tremeram, eu me segurei no braço musculosos dele, e ele tirou os dedos devagar, levantou a mão e passou a língua larga neles bem na minha frente, chupando o gosto da gente com um sorriso de vampiro.

— Delícia… agora vem. Não vou esperar mais.

Ele me puxou pela mão outra vez, atravessando a pista lotada rumo ao corredor dos banheiros. O coração batia na garganta, a buceta latejando a cada passo, mais porra escorrendo pela coxa interna. Entramos no banheiro dos fundos — umas cabines apertadas, espelho sujo, cheiro de desinfetante barato misturado com perfume. Estava vazio naquele momento. Jamal me empurrou pra dentro da última cabine, trancou a porta e já tava me virando de frente pro vaso, puxando o body pro lado pra liberar a bunda e a buceta.

— Mãos na parede — ele mandou, abrindo a calça. O pau preto saiu grosso, veias saltadas, a cabeça brilhando de pré-gozo. — Quero te foder de pé, rápido e sujo. Quero que você grite meu nome enquanto a festa continua lá fora.

Eu obedi, arqueando a coluna, o rabo de pelúcia erguido. Ele se posicionou atrás, esfregou a cabeça gorda na minha entrada encharcada e meteu fundo de uma vez só. Eu gritei, o som ecoando nas azulejos, sentindo ele abrir minhas paredes de novo, a porra antiga facilitando a entrada até as bolas baterem na minha pele. Começou a foder com força logo de cara, quadris batendo na minha bunda branca com estalos molhados, a mão puxando meu cabelo pra me forçar a olhar no espelho embaçado da cabine.

— Olha só pra você… branquinha sendo arrombada no banheiro da festa — ele rosnou, estocando fundo. — Essa buceta engolindo meu pau preto inteiro. Tá ouvindo o barulho? Tá escorrendo tudo.

Eu gemia alto, vendo no espelho o contraste — a pele preta dele contra a minha branca, o pau sumindo e saindo encharcado, meus peitos balançando soltos no body puxado. Cada estocada fazia mais porra antiga vazar pra fora, molhando as bolas dele e escorrendo pela minha perna. Ele acelerou, a mão descendo pra esfregar meu clitóris com o polegar enquanto fodia sem piedade, e eu gozei de novo, pernas tremendo, a buceta apertando ele em espasmos violentos.

— Ahh, Jamal… porra, tô gozando… enche de novo… quero mais porra quente!

Ele riu baixo e tirou o pau de repente, me virou de frente e me ergueu com facilidade, pernas ao redor da cintura larga dele. Enfiou de novo ali mesmo, me segurando contra a parede fria do banheiro, e voltou a meter com força, a cabeça batendo no fundo a cada soco de quadril. Eu cravei as unhas nos ombros largos dele, beijando a boca quente, chupando a língua enquanto ele me fodia no ar. O barulho da festa entrava abafado pela porta, vozes, risadas, e eu só conseguia pensar em como era safado — cheia de porra, sendo comida no banheiro, pedindo mais.

— Mais fundo… isso… arromba essa buceta — confessei contra a boca dele, a voz quebrada. — Eu adoro como você me usa. Quero que todo mundo saiba que eu sou a putinha que engole esse pau preto.

Ele gemeu grave e cravou fundo, gozando de novo. Jatos quentes e grossos explodiram dentro de mim pela terceira vez naquela noite, enchendo o que já tava cheio, transbordando pelas laterais do pau enquanto eu contraía ao redor dele, ordenhando cada gota. Ficamos ofegantes, suados, ele ainda latejando dentro de mim, a testa colada na minha.

— Caralho, Laura… você vicia — ele murmurou, beijando meu pescoço. — Ainda não cansei. Quero te chupar de novo agora. Quero lamber essa porra toda saindo.

Ele me abaixou devagar, o pau saindo com um fio grosso de porra escorrendo da minha entrada aberta. Me virou de frente pro vaso, me fez sentar na borda com as pernas bem abertas e ajoelhou entre elas. A língua larga dele desceu direto na buceta inchada, lambendo a mistura quente que vazava, chupando devagar, sujo pra caralho, empurrando o líquido de volta pra dentro antes de sugar de novo. Eu gemi alto, mãos nos cabelos curtos dele, quadris se erguendo contra a boca faminta.

— Isso… chupa tudo… limpa essa buceta com a língua — pedi, confessa e rouca. — Adoro ver você comendo a própria porra da minha xoxota. Mais fundo. Enfia a língua.

Ele obedeceu, dois dedos entrando junto com a língua, fudendo minha buceta enquanto chupava o clitóris com força. Eu gozei pela quinta vez naquela noite, esguichando um pouco na boca dele, o corpo inteiro arqueando, o rabo de pelúcia batendo na tampa do vaso. Quando subiu, os lábios brilhando de porra e mel, ele me beijou sujo, me fazendo provar o gosto salgado e grosso da gente. Eu chupei a língua dele com fome, a mão já descendo pra agarrar o pau que ainda tava semi-duro e pesado.

— Minha vez de novo — sussurrei, empurrando ele pra sentar no vaso. — Quero chupar até ele ficar duro pra me foder mais uma vez. Quero sentir esse pau na minha garganta enquanto a porra escorre da buceta.

Fiquei de joelhos no chão sujo do banheiro, o body ainda puxado pro lado, peitos pra fora, e engoli o pau preto até o fundo. A grossura esticou meus lábios, a cabeça bateu na garganta, e eu engasguei de propósito, saliva escorrendo pelo queixo misturada com o gosto da gente. As mãos dele seguraram meu cabelo, guiando o ritmo, fudendo minha boca devagar no começo e depois mais fundo. Eu chupava com vontade, mão apertando as bolas pesadas, dedos roçando o saco enquanto a boca trabalhava, a buceta pingando de novo no chão.

— Olha a branquinha engolindo gostoso… — ele rosnou, quadris empurrando pra cima. — Mais fundo, gatinha. Quero ver você babando toda nesse pau.

Eu relaxei a garganta e desci até o fundo, lágrimas nos cantos dos olhos, adorando o jeito que ele gemia meu nome. Quando ele tava perto de gozar de novo, puxou pra fora com um estalo molhado e me puxou pra cima.

— Sobe. Quero te foder de frente agora. Quero ver essa cara enquanto eu encho você de novo.

Me montei nele ali mesmo no vaso, encaixando o pau grosso na entrada destruída e descendo até o fundo de uma vez. Comecei a quicar, peitos balançando na cara dele, o rabo de gatinha batendo nas coxas a cada movimento. Ele segurou minha cintura e meteu pra cima com força, estocadas curtas e brutais, chupando um mamilo enquanto eu rebolava. O barulho molhado enchia a cabine — pele batendo em pele, gemidos, a porra antiga sendo empurrada pra fora a cada descida.

— Porra, que vista… esses peitos, essa buceta engolindo tudo — ele falou, voz rouca. — Mais rápido. Goza cavalgando meu pau preto.

Eu acelerei, suando, o cabelo grudado na nuca, e gozei gritando, a buceta apertando ele em ondas. Ele não parou — me segurou no lugar e fodeu pra cima até explodir de novo lá dentro, mais jatos quentes enchendo o que já tava cheio. Ficamos assim, eu caída no peito largo dele, ofegante, o pau ainda latejando dentro de mim, a porra escorrendo pelas laterais e molhando as bolas dele.

Mas ele já tava sorrindo aquele sorriso safado de novo, a mão apertando minha bunda e o dedo médio roçando meu cu devagar, só pressionando a entrada apertada sem entrar ainda.

— Ainda não acabou, Laura — murmurou no meu ouvido, a voz baixa e suja. — Vamos dançar mais um pouco lá fora. Quero que você sinta essa porra escorrendo enquanto rebola em mim. Depois a gente sobe pro meu apê agora mesmo. Lá eu quero te amarrar de verdade. Quero lamber esse cu branquinho até você implorar, e aí eu meto devagar enquanto a buceta ainda tá cheia. Se você aguentar… eu gozo nos dois buracos essa noite. Decide se quer correntes ou se prefere que eu te foda no sofá primeiro com a porta aberta pra alguém ouvir.

Eu gemi só de ouvir, a buceta contraindo no pau semi-duro, o dedo dele ainda brincando no meu cu. Levantei o rosto, olhei nos olhos escuros dele e confessei baixinho, porque era verdade pra caralho e eu já tava planejando cada segundo:

— Eu quero tudo. Me leva agora. Me usa do jeito que quiser. Mas primeiro… me faz dançar suja de novo. Quero que a festa inteira sinta o cheiro de sexo em mim antes da gente sumir.

Ele tirou o pau devagar, mais porra escorrendo em fio grosso, e me ajudou a ajeitar o body. O tecido grudou na buceta destruída, o rabo de pelúcia voltou pro lugar, as orelhinhas tortas. Quando saímos da cabine de mãos dadas, o corredor ainda tava meio vazio, e a cada passo eu sentia o líquido quente descer pela coxa. A mão dele deslizou pela minha cintura de novo, dedos roçando bem embaixo, e o pau já marcava a calça outra vez quando chegamos perto da pista lotada.

— Dança pra mim de novo — ele falou no meu ouvido, colando o corpo atrás do meu. — Rebola nessa porra toda. E pensa no que eu vou fazer com esse cu branquinho daqui a pouco. A noite ainda é nossa… e eu ainda não cansei de te arrombar.

Eu rebolei com mais força na beira da pista, a bunda encaixada no pau duro dele por cima da calça, sentindo o volume grosso se esfregar bem no meio da minha fenda encharcada. A porra ainda escorria devagar pela coxa, molhando a meia-arrastão até o joelho, e o body fino grudava na buceta latejando como uma segunda pele molhada. As luzes roxas piscavam no peito largo dele, no suor brilhando na pele preta, e eu já tava confessa pra caralho — sabia que ia contar cada detalhe depois, do jeito que meu corpo inteiro pedia mais daquela foda suja.

— Isso, gatinha… rebola gostoso pra mim — Jamal murmurou no meu ouvido, a voz grave cortando a música. As mãos enormes desceram pela minha cintura e apertaram a bunda com força, os dedos enfiando por baixo do body de novo, tocando a carne nua lambuzada e roçando o cu apertado. — Sente como tá escorrendo? Todo mundo aqui podia sentir o cheiro se prestasse atenção. Minha putinha branquinha cheia de porra dançando no meio da festa. Pensa no meu pau entrando nesse cuzinho daqui a pouco.

Eu gemi baixinho, empurrando a bunda pra trás com mais vontade, o rabo de pelúcia balançando entre nós. O pau dele latejava contra mim, já totalmente duro de novo, e eu passava a língua nos lábios só de imaginar ele me abrindo ali mesmo. A multidão se esbarrava ao redor, corpos suados, cheiro de álcool e perfume, mas ninguém olhava direito pro canto escuro onde a gente tava. Eu girei o quadril em círculos lentos, sujos, sentindo a cabeça gorda do pau dele roçar a entrada pelo tecido fino.

— Tá duro pra caralho de novo… — confessei, a voz rouca contra o pescoço dele. — Eu quero que você me foda de novo agora. Me leva pro teu apê. Não aguento mais esperar. Quero esse pau preto no meu cu também.

Ele riu baixo, safado, e mordeu minha orelha bem embaixo da orelhinha de gato. A mão dele deslizou pra frente, por baixo do body, e dois dedos grossos encontraram minha buceta inchada, enfiando fácil na misturinha quente que ainda vazava. Eu soltei um gemido alto demais, as pernas fraquejando no salto, e ele começou a me dedar ali mesmo na pista, devagar no começo, depois mais fundo, curvando os dedos pra acertar aquele ponto que me fazia ver estrelas enquanto o polegar pressionava meu cu.

— Olha só como essa buceta tá destruída e ainda pede mais — ele rosnou, chupando meu pescoço. — Tá pingando na minha mão, Laura. Quero te ver gozar de novo no meio dessa porra toda. Rebola nos meus dedos e imagina eles no teu cu.

Eu obedi, rebolando contra a mão dele enquanto a outra apertava meu peito por cima do body, o polegar riscando o mamilo duro. A música batia no peito, as luzes piscavam, e eu gozei em menos de um minuto, a buceta contraindo forte nos dedos dele, mais mel escorrendo misturado com a porra antiga. As pernas tremeram, eu me segurei no braço musculosos dele, e ele tirou os dedos devagar, levantou a mão e passou a língua larga neles bem na minha frente, chupando o gosto da gente com um sorriso de vampiro.

— Delícia… agora vem. Não vou esperar mais. Meu apê fica a cinco minutos daqui.

Ele me puxou pela mão outra vez, atravessando a pista lotada rumo à saída. O coração batia na garganta, a buceta latejando a cada passo, mais porra escorrendo pela coxa interna e manchando a meia. No carro dele — um carro preto simples — ele já meteu a mão sob o body assim que ligou o motor, dedos enfiados fundo enquanto dirigia rápido pelas ruas escuras perto do campus. Eu abri as pernas no banco do passageiro, gemendo, rebolando na mão dele, e gozei de novo antes mesmo de chegarmos, esguichando um pouco no estofado.

O apartamento dele era pequeno, bagunçado de estudante, cheiro de homem e café. Assim que a porta bateu ele me jogou no sofá, puxou o body pro lado e enterrou o rosto na minha buceta. A língua larga chupou a porra que ainda vazava, lambendo devagar, sujo pra caralho, enfíando a ponta no meu cu enquanto dois dedos fodiam a buceta. Eu gritei, mãos nos cabelos curtos dele, quadris se erguendo.

— Isso… chupa tudo… limpa e depois mete no cu — pedi, confessa e rouca. — Adoro ver você comendo a própria porra da minha xoxota. Prepara esse cuzinho branquinho.

Ele gemeu contra mim, vibração mandando choque direto no clitóris, e me virou de quatro no sofá. Cuspiu na entrada apertada do meu cu, massageou com o polegar e enfiou devagar o dedo médio, abrindo. Eu gemi alto, empurrando pra trás, a buceta pingando no estofado. Depois ele tirou, posicionou a cabeça gorda do pau preto na minha entrada traseira e empurrou centímetro por centímetro.

— Ahh, caralho, Jamal… tá grande demais… arromba devagar — eu gemi, sentindo ele abrir minhas paredes, a dor misturada com tesão puro enquanto a porra da buceta escorria. Ele entrou até o fundo, bolas batendo, e começou a foder meu cu com estocadas profundas e lentas no começo.

— Que cuzinho apertado, porra… sua putinha branca engolindo meu pau preto no cu — ele rosnou, segurando o rabo de pelúcia pra me arquear mais. Cada estocada fazia meus peitos balançarem, o contraste da pele preta sumindo na minha bunda branca me deixando louca. Ele acelerou, a mão descendo pra esfregar meu clitóris, e eu gozei gritando, o cu contraindo forte ao redor dele.

Ele tirou, enfiou na buceta de uma vez só pra molhar de novo, depois voltou pro cu e fodeu com força, a cama — o sofá — rangendo. Gozei de novo quando ele cravou fundo e encheu meu cu de porra quente e grossa, jatos latejando lá dentro até transbordar. Ficamos ofegantes, ele ainda dentro, beijando minhas costas.

Mas não parou. Me virou, me fez cavalgar o pau sujo de porra e cu, descendo até o fundo na buceta. Quiquei até gozar outra vez, peitos na cara dele, e ele gozou de novo dentro, mais creampie escorrendo. Depois me levou pro quarto, me amarrou as mãos na cabeceira com o cinto da calça dele e me fodeu devagar, alternando buracos, lambendo a mistura que vazava, me fazendo provar. Eu implorava por mais, confessando baixinho o quanto amava ser usada assim por ele.

Quando o sol já raiava fraco pela janela, a gente tava suado, destruído, a porra escorrendo dos dois buracos enquanto eu deitava no peito largo dele. Ele acariciava minha bunda marcada, o dedo brincando no cu ainda aberto.

— Amanhã de noite você volta — ele murmurou, voz rouca. — Sem fantasia. Quero te amarrar de verdade, te foder no chuveiro, te encher os dois buracos de novo e te deixar dormir com a porra escorrendo. E se aguentar… chamo um amigo pra te ver engolindo.

Eu ri baixinho, ainda tremendo, a mente já acelerada. Levantei o rosto, beijei a boca dele e confessei, porque era verdade pra caralho e eu já tava planejando cada segundo da próxima:

— Eu quero. Mas eu já tô pensando além. Na sexta tem outra festa no centro. Vou de gatinha de novo, mais ousada, body com a bunda de fora. Te encontro lá, deixo você me foder no banheiro lotado, no carro, e depois a gente volta pra cá. Quero que você me amarre na cadeira da sala e me use até eu não conseguir fechar as pernas. E se o amigo for tão gostoso quanto você… deixa ele gozar na minha boca enquanto você mete no cu. Eu já tô molhada só de imaginar. Me manda mensagem cedo. Eu chego pingando.

Ele sorriu aquele sorriso safado de vampiro, a mão apertando minha buceta cheia, e eu fechei os olhos sentindo mais líquido escorrer, já scheming o vestido, o horário, o quanto eu ia provocar ele na pista antes de ele me arrastar de novo. A noite tinha acabado, mas a próxima já tava vivida na minha cabeça — e eu mal podia esperar pra ser a putinha branquinha dele outra vez.

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