Última Travessia com a Madrasta

Lucas e a madrasta Sofia cedem ao desejo proibido na última travessia de balsa.

26 min read August 30, 2026New

O motor da balsa roncava baixo, um zumbido constante que se misturava ao chapinhar da água negra contra o casco. Lucas encostava no corrimão gelado do convés superior, o vento da noite batendo no rosto e bagunçando o cabelo curto. Vinte e dois anos, diploma ainda fresco na mochila jogada aos pés, e aquela sensação estranha de estar sozinho demais com ela. Sofia. A madrasta. Quarenta e um anos de curvas que o jeans justo e a blusa de decote profundo não faziam o menor esforço para esconder. Casada com o pai dele há oito anos. Oito anos de jantares forçados, de cheiro de perfume caro no corredor, de toalhas molhadas no banheiro e de um desejo que ele engolia todo santo dia.

O pai ficara retido no escritório. “Vocês dois vão na frente, eu pego o carro depois.” Frase simples. Frase que deixara o convés quase deserto às onze da noite, só o farol da balsa cortando o escuro e dois ou três caminhoneiros fumando longe, no outro lado. Sofia parara ao lado dele, próxima demais. O olhar dela descia, demorava nas coxas firmes marcadas pela calça jeans, subia devagar pela virilha, detinha-se um segundo a mais do que qualquer madrasta devia. Lucas sentiu o pau mexer só com aquilo. Culpa quente subindo pelo peito, misturada com um tesão sujo que ele conhecia bem demais.

— Tá frio pra caralho — murmurou ela, voz rouca de quem fumara um cigarro escondido minutos antes. Os seios subiam e desciam sob o tecido fino. Sem sutiã. Ele notou. Sempre notava.

— Pois é. — Lucas engoliu seco. As mãos suavam. — Última travessia dessa viagem, né? Amanhã a gente já tá em casa.

Sofia riu baixo, um som que vibrava entre os dentes. Virou o corpo, encostou o quadril no corrimão de propósito, a bunda redonda quase roçando a perna dele.

— Em casa. Com teu pai. De novo. — Os olhos escuros prenderam os dele. — Você sabe que eu fico te olhando, né? Há anos. Desde que você começou a treinar naquela porra de academia e ficou com esse corpo de homem feito.

O ar ficou pesado. Lucas sentiu o coração bater na garganta. A confissão saíra crua, sem rodeio. Sofia não era de meias palavras quando o vinho ou a solidão apertavam.

— Eu… porra, Sofia. — A voz dele saiu rouca. — Eu bato punheta pensando em você desde os dezoito. Toda vez que você saía de toalha da banheira, toda vez que se bentava pra pegar algo na prateleira alta… eu gozava escondido no banheiro imaginando enfiar a porra do pau nessa boceta casada.

Ela mordeu o lábio inferior até ficar branco. O balanço da balsa os empurrou de repente; o casco bateu numa onda e os corpos se chocaram. Peito dele contra os seios dela. Mãos de Lucas agarraram a cintura dela por instinto, dedos cravando na carne macia sob a blusa. Quente. Perfume de baunilha e algo mais sujo, suor leve na nuca. Sofia arquejou contra a boca dele, quase um beijo que não aconteceu.

— Me fode logo antes que eu me arrependa — sussurrou ela, quente, direta no ouvido. — Me fode aqui, nessa merda de balsa, como a vadia que eu sou por querer o filho do meu marido. É errado pra porra. E é isso que me deixa encharcada.

Lucas não pensou. Puxou-a pelo pulso até o canto mais escuro do convés, atrás de uma pilha de coletes salva-vidas e uma estrutura de metal que cobria o vento. Ninguém. Só o ronco do motor e a água. Sofia já abria o botão da calça jeans com pressa, puxava o zíper, empurrava o tecido junto com a calcinha preta até as coxas. A boceta apareceu lisa, inchada, brilhando de tesão no escuro. Lucas cuspiu na mão, passou os dedos entre os lábios molhados dela e sentiu o calor pegajoso.

— Porra, tá pingando — rosnou ele.

Levantou uma perna dela, enfiou o pau grosso de uma vez só, fundo, até as bolas baterem. Sofia gritou abafado; ele tapou a boca dela com a palma livre, metendo forte, seco, o pau sumindo e saindo brilhando de porra dela. Cada estocada fazia a bunda dela bater no metal frio. Ela gemia contra a mão dele, olhos revirando, unhas cravando nos ombros do enteado.

— Isso… assim… me come toda, Lucas… filho da puta gostoso…

Ele fodia sem piedade, o ritmo marcado pelo balanço da balsa. A culatra molhada ecoava baixo. Depois puxou para fora, o pau latejando, veias saltadas. Sofia caiu de joelhos na hora, sem pedir. Abriu a boca e engoliu o pau sujo da própria boceta até a garganta. Enjoada de vontade. Lambia a cabeça, chupava fundo, babando, mãos apertando as coxas dele. Lucas segurou o cabelo dela e fodeu a boca, sentindo a garganta apertar.

— Engole tudo, madrasta puta… isso…

Ela puxou o pau de fora só pra cuspir nele e chupar de novo, olhando pra cima, olhos marejados de tesão. Quando não aguentou mais, se levantou, empurrou Lucas pra sentar no banco enferrujado e montou. Encaixou o pau devagar, gemendo quando sentou até o fundo. Começou a rebolar com força, a bunda batendo nas coxas dele, seios saltando pra fora da blusa. Lucas mordeu um mamilo duro, chupou com fome, língua girando, dentes puxando. A outra mão desceu, molhou dois dedos na boceta dela e enfiu no cu apertado. Sofia gritou baixo, rebolando mais rápido, cavalgando como se quisesse quebrar o pau dele.

— Mete o dedo… assim… porra, tô gozando…

Os dois explodiram juntos. O cu dela apertou os dedos, a boceta latejou engolindo o pau, e Lucas jorrou grosso lá dentro, jatos quentes enchendo a madrasta enquanto ela gozava em cima dele, pernas tremendo, boceta escorrendo porra mista pelo saco dele. Ofegantes. Suados. O cheiro de sexo forte no ar salgado.

A balsa já se aproximava do porto; luzes distantes, o motor mudando de tom. Se arrumaram rápido, jeans puxados, blusa ajeitada. Sofia ainda com porra escorrendo pela coxa interna. Parou na frente dele, deu um beijo sujo, língua lambendo a boca de Lucas como se quisesse guardar o gosto. Depois passou o dedo na própria coxa, recolheu o esperma branco e levou à boca, chupando devagar, olhando nos olhos dele.

— Melhor travessia da minha vida — sussurrou, voz rouca. — Teu pai nunca pode saber. Nunca. Mas isso… isso não acabou aqui. Quando a gente chegar em casa e ele dormir…

O barulho da atracação cortou a frase. Lucas ainda sentia o gosto dela na língua, o pau mole e melado dentro da calça, e a certeza suja de que a casa que os esperava agora era um campo minado.

O farol da balsa varreu o cais e o motor engasgou ao atracar. Lucas sentia o pau ainda melado, a calça grudando na pele, o cheiro de porra e boceta impregnado nos dedos. Sofia caminhava na frente, o jeans marcado na bunda, a blusa torta, um fio branco escorrendo devagar pela coxa interna a cada passo. Ninguém olhou. Os caminhoneiros já desciam, engolindo o fim da noite. Ela abriu a porta do carro sem dizer nada. Ele jogou a mochila no banco de trás e sentou. O silêncio dentro do veículo era grosso, cheio de respiração e de culpa queia.

Sofia ligou o motor, saiu do pátio da balsa e pegou a estrada estreita que cortava o mato. Cinco minutos. Dez. A mão dela saiu do volante e pousou na coxa dele, subiu devagar, apertou o volume ainda semi-duro sob o jeans.

— Continua latejando — murmurou, voz rouca. — Eu sinto teu gozo escorrendo. Toda vez que aperto as pernas, ele sai mais.

Lucas engoliu seco. A mão dela abriu o botão, puxou o zíper, enfiou os dedos e pegou o pau ainda sujo, escorregadio. Ela masturbou lento, polegar esfregando a cabeça sensível, enquanto dirigia com a outra mão. O carro balançava nas curvas.

— Porra, Sofia… a gente quase chegou.

— Exato. — Ela tirou a mão, chupou os próprios dedos com barulho molhado e devolveu no volante. — Teu pai manda mensagem quando sair do escritório. Ainda tem pelo menos uma hora. Talvez mais.

A casa apareceu no fim da estrada de terra: luzes apagadas, portão aberto. Sofia estacionou na garagem, matou o motor. O silêncio bateu de novo. Lucas olhou pro relógio do celular. Nenhuma mensagem do pai. Ela já abria a porta, entrava pela lateral, sem acender luz nenhuma. Ele seguiu. O cheiro de casa — café velho, perfume dela no corredor — misturou com o cheiro de sexo que ainda carregavam.

Sofia largou a bolsa no sofá e se virou. A blusa saiu num movimento só, seios pesados caindo livres, mamilos duros de frio e tesão. O jeans e a calcinha já estavam nas coxas outra vez. Ela se encostou na mesa da sala, abriu as pernas e puxou os lábios da boceta com dois dedos, mostrando o buraco ainda rosado, inchado, pingando o resto do porra dele misturado com o próprio mel.

— Vem chupar, filho. Limpa o que você deixou. Quero sentir tua língua antes de te enfiar de novo.

Lucas caiu de joelhos. O chão frio. O cheiro forte subiu direto pro cérebro. Ele lambeu de baixo pra cima, grosso, recolhendo o esperma branco que escorria, chupou o clitóris inchado, enfiou a língua fundo no buraco quente. Sofia gemeu baixo, puxou o cabelo dele com força, esfregou a boceta na cara dele como se quisesse marcar.

— Isso… assim… lambendo a porra do próprio pau. Que vadia eu sou. Casada. Teu pai me fode toda semana e eu tô aqui pingando pro enteado.

Ele chupou mais fundo, dois dedos entrando fácil, curvando, procurando o ponto. Sofia tremeu, as pernas abrindo mais. Quando ela quase gozou de novo, ele parou, se levantou, puxou o pau pra fora e girou ela de costas. Empurrou o tronco dela pra frente, sobre a mesa. A bunda redonda ergueu. Ele cuspiu no cu apertado, esfregou a cabeça do pau ali, mas enfiou de novo na boceta de uma vez, fundo, até as bolas baterem.

— Ah, porra… — ela soltou, a voz abafada contra a madeira. — Mais fundo. Quebra essa boceta casada.

Lucas fodeu seco, o ritmo violento, a mesa rangendo. Cada estocada fazia os seios dela baterem na superfície. Ele segurou o cabelo dela, puxou a cabeça pra trás, meteu sem piedade. O som molhado ecoava na sala escura. Ela rebolava de encontro, pedindo mais.

— Me usa. Me fode como se eu fosse só um buraco. É isso que eu quero de ti.

Ele puxou pra fora, o pau brilhando, e enfiou o polegar no cu dela enquanto voltava a meter. Sofia gritou abafado, o corpo inteiro tensionando. Gozo escorrendo pelas coxas, pingando no chão de madeira. Lucas sentiu o aperto, a boceta latejando, e segurou, não gozando ainda. Saiu, virou ela de frente, ergueu uma perna dela sobre o ombro e enfiou de novo, olhando nos olhos.

— Tu quer que eu te encha de novo? Ou quer engolir?

— Os dois. — Ela puxou a cara dele pra um beijo sujo, dentes, saliva. — Enche e depois me faz lamber tudo.

Ele meteu até o fundo e jorrou. Jatos quentes, grosso, enchendo. Sofia gemeu no beijo, a boceta engolindo cada gota. Quando ele saiu, o esperma escorreu em fio branco. Ela se ajoelhou na hora, abriu a boca, chupou o pau mole e melado, limpou com a língua, depois abaixou a cabeça e lambeu a própria boceta, recolhendo o gozo que pingava, olhando pra cima o tempo todo.

Lucas a puxou pelo braço, a levou até o sofá. Deitou ela de bruços, abriu as nádegas e lambeu o cu. Língua girando, molhando, empurrando. Sofia arquejava, empurrando a bunda pra trás.

— Enfia. Quero teu pau no cu. Agora.

Ele cuspiu de novo, enfiou a cabeça devagar. O anel apertou, resistiu, depois cedeu. Sofia soltou um gemido longo, as unhas cravando no estofado. Lucas enterrou centímetro por centímetro, até as bolas. Ficou parado um segundo, sentindo o calor absurdo, o aperto.

— Porra, que cu gostoso… fechado pra caralho.

Começou a meter. Devagar primeiro, depois mais fundo, mais rápido. A bunda dela batendo nas coxas. Ele cuspiva na juntura, molhava mais, fodia o cu da madrasta com força crescente. Sofia gemia alto agora, sem se importar, a mão esfregando o clitóris com desespero.

— Mais… me fode o cu… assim… tô gozando de novo…

O corpo dela tremeu todo. O cu apertou o pau dele em contrações fortes. Lucas segurou, meteu até o fundo e jorrou outra vez, direto no intestino dela, enchendo. Ofegantes. Suados. O cheiro de sexo, de cu, de porra, tomava a sala.

Eles se desfizeram devagar. Sofia se virou, o cu ainda semi-aberto, gozo escorrendo. Beijou o peito dele, chupou um mamilo, depois olhou pro celular no chão.

Uma mensagem. Do pai.

“Saindo agora. Chego em quarenta.”

Sofia leu em voz alta, a voz ainda rouca de gozo. Sorriu sujo, passou o dedo no cu e recolheu esperma, levou à boca.

— Quarenta minutos. Dá pra tomar banho juntos. E tu vai me foder de novo no chuveiro. Quero sentir teu pau latejando enquanto a gente lava o cheiro. Depois a gente mente. Eu finjo que tô cansada. Tu finja que dormiu cedo. Mas amanhã… quando ele for trabalhar…

Ela se levantou, nua, o corpo marcado de dedos e saliva. Lucas ainda sentia as pernas moles, o pau começando a endurecer de novo só de ouvir. A casa era um campo minado mesmo. Cada canto agora cheirava a transgressão. Ele a seguiu até o banheiro, a mão na bunda dela, o dedo enfiando de leve no cu ainda melado. A água quente logo cobriria os gemidos. Mas o relógio corria. E o desejo sujo só crescia.

A água quente caiu em jatos fortes, enchendo o box de vapor e o cheiro de sabonete barato misturado ao de porra e cu. Sofia empurrou Lucas contra o azulejo frio, a boca já no pescoço dele, mordendo, chupando a pele até deixar marca. O pau dele endureceu de novo na hora, batendo na barriga dela, escorregadio de sabão e do resto do gozo que ainda pingava do cu dela. Ela agarrou o volume grosso, masturbou rápido, o polegar esfregando a fenda da cabeça enquanto a água lavava o esperma escorrido pelas coxas.

— Quarenta minutos, porra — ela rosnou no ouvido dele, a voz rouca coberta pelo barulho do chuveiro. — Tempo pra tu me foder o cu de novo até eu não conseguir sentar amanhã. Quero que teu pai me veja mancando e ache que eu torci o pé.

Lucas riu baixo, sujo, as mãos descendo pela bunda molhada, abrindo as nádegas. O dedo médio enfiou fácil no cu ainda frouxo e melado dele mesmo. Sofia arquejou, empurrando pra trás, o anel apertando o dedo enquanto ele curvava por dentro.

— Tu é uma puta do caralho, madrasta. Casada, quarenta e um, e aqui molhando o cu pro enteado de vinte e dois. — Ele tirou o dedo, cuspiu na mão molhada e enfiou dois de uma vez. — Sente isso. Ainda tá cheio da minha porra.

Ela gemeu alto, a testa batendo no peito dele. A água escorria pelos seios pesados, pingando dos mamilos duros. Lucas abaixou a cabeça, chupou um, depois o outro, dentes puxando, língua girando enquanto os dedos fodia o cu dela no ritmo do balanço. Sofia rebolava, a boceta vazia latejando, o clitóris inchado esfregando na coxa dele.

— Enfia o pau. Agora. Quero sentir latejar fundo enquanto a gente lava. — Ela se virou de costas, as mãos no azulejo, a bunda erguida, o cu semi-aberto piscando sob a água. — Sem dó. Me arrebenta.

Lucas encaixou a cabeça grossa, empurrou. O anel cedeu de novo, quente, apertado pra caralho mesmo depois de já ter gozado ali. Enterrou devagar até as bolas, sentindo o intestino dela engolir, o calor absurdo. Sofia gritou abafado, as unhas arranhando o azulejo. Ele segurou os quadris dela, começou a meter. Fundo, seco no começo, o pau sumindo inteiro a cada estocada. A água batia nas costas dele, escorria pela juntura, molhava mais. O som molhado de pau no cu ecoava no box pequeno.

— Isso… assim… quebra esse cu casado — ela gemia, a voz tremendo. — Teu pai nunca me fode aqui. Nunca. Só tu. Só o filho puto dele.

Lucas meteu mais rápido, a bunda dela batendo nas coxas, o pau latejando já. Uma mão desceu, encontrou a boceta pingando, enfiou três dedos de uma vez, curvando, fodendo os dois buracos. Sofia gozou na hora, o corpo inteiro tremendo, o cu contraindo forte no pau dele, a boceta esguichando um pouco misturado com a água. Ele segurou, não gozou ainda, puxou pra fora, o pau brilhando, veias saltadas.

— Ajoelha. Limpa.

Ela obedeceu na hora, de joelhos no chão molhado do box, a água caindo no cabelo. Abriu a boca, engoliu o pau sujo de cu até a garganta. Chupou fundo, babando, a língua limpando a cabeça, o gosto amargo e salgado misturado com sabão. Lucas segurou o cabelo molhado dela, fodeu a boca, sentindo a garganta apertar a cada vez que ela engolia. Olhos marejados olhando pra cima, lágrimas de esforço misturando com a água.

— Engole tudo, vadia. Chupa o cu que tu me deu.

Sofia puxou pra fora só pra cuspir nele e chupar de novo, uma mão masturbando a base, a outra enfiando dois dedos na própria boceta. Quando ele quase gozou, ela parou, se levantou, se encostou de novo no azulejo e ergueu uma perna alta, segurando a coxa.

— Na boceta agora. Enche de novo. Quero sentir escorrer enquanto a gente se seca.

Lucas enfiou de uma vez, fundo, as bolas batendo. Fodeu seco, violento, a mesa do banheiro ao lado tremendo com o ritmo. Os seios dela batiam, água espirrava. Ele mordeu o ombro dela, chupou a nuca, meteu sem piedade. Sofia rebolava de encontro, pedindo mais fundo, mais forte.

— Me usa… me fode como se eu fosse só carne… porra, Lucas, tô gozando de novo…

O cu dela ainda semi-aberto, a boceta latejando, engolindo. Lucas sentiu o aperto, jorrou grosso, jatos quentes enchendo o útero dela de novo. Sofia gozou junto, pernas tremendo, unhas cravando nas costas dele. Ofegantes, a água ainda caindo, lavando o excesso que escorria pelas coxas.

Eles se lavaram rápido depois. Sabonete em todo lugar, mãos esfregando corpos que ainda tremiam. Lucas passou o sabão no cu dela, enfiou o dedo de leve só pra sentir o esperma saindo misturado com espuma. Sofia riu baixo, sujo, e retribuiu, sabonando o pau mole e melado, apertando as bolas.

— Amanhã de manhã ele sai cedo. Eu vou no teu quarto. Quero acordar com teu pau na boca. — Ela beijou ele, língua suja, saliva e água. — E tu vai me foder no sofá da sala enquanto o café esfria. Com a porta aberta. Só pra sentir o perigo.

O celular vibrou no balcão. Sofia olhou, o corpo ainda pingando. “Chego em quinze.” Quinze minutos. Eles se secaram com toalhas grandes, o cheiro de sexo ainda grudado na pele mesmo lavado. Sofia vestiu um robe fino, sem nada por baixo, o tecido marcando os seios e a bunda. Lucas puxou uma bermuda e camiseta, o pau ainda semi-duro, latejando.

Desceram. A sala ainda cheirava a eles — porra, cu, suor. Sofia abriu as janelas um pouco, acendeu uma vela de baunilha pra disfarçar. Depois se jogou no sofá, abriu as pernas sob o robe, mostrou a boceta vermelha, inchada, ainda pingando um fio branco.

— Vem. Rápido. Uma chupada só. Antes dele chegar.

Lucas caiu de joelhos de novo. Lamberam devagar, a língua recolhendo o resto do gozo, chupando o clitóris inchado. Sofia gemeu baixo, puxou o cabelo dele, esfregou a boceta na cara. O gosto forte, salgado, proibido. Ele enfiou a língua no cu, limpou mais, depois voltou pra boceta. Ela quase gozou outra vez, mas parou, empurrou a cabeça dele pra longe.

— Chega. Ele vai chegar. — A voz dela saiu rouca, ofegante. — Vai pro teu quarto. Finge que dorme. Eu fico aqui, com a porra ainda escorrendo, esperando ele. Mas amanhã… amanhã a gente continua. E se ele perceber qualquer coisa… a gente mente junto.

Faróis no portão. O carro do pai entrando na garagem. Lucas subiu as escadas rápido, o coração batendo, o pau duro de novo só de pensar no risco. No quarto, deitou na cama, a porta entreaberta. Ouviu a porta da frente abrir, a voz do pai cansada, o beijo de Sofia no rosto dele — beijo de esposa. Depois passos, a conversa baixa sobre o trabalho, o jantar esquecido.

Sofia subiu minutos depois. Passou pelo corredor, parou na porta do quarto dele. O robe aberto um pouco, um seio à mostra, o cheiro dela ainda forte. Olhou pra Lucas no escuro, sorriu sujo, passou a mão na própria boceta sob o tecido e levou o dedo à boca, chupando devagar, em silêncio. Depois sumiu pro quarto do casal.

Lucas ficou ali, a mão no pau, masturbando lento, ouvindo a cama do pai ranger longe. Imaginando Sofia deitada ao lado do marido, o cu e a boceta ainda cheios do enteado, fingindo cansaço enquanto o desejo sujo só crescia. Amanhã. Quando ele saísse. A casa inteira viraria o playground deles. Cada canto, cada móvel. E o perigo de descoberta só deixava tudo mais duro, mais molhado, mais errado.

O relógio marcou meia-noite. Lucas gozou sozinho na mão, pensando nela, no gosto, no aperto. A porra escorreu pelos dedos. Lá fora, a casa dormia. Mas o campo minado estava armado. E a próxima travessia começaria ao amanhecer.

O relógio do quarto marcou seis e meia quando a cama do casal rangeu de leve. Lucas acordou de pau duro, a mão ainda grudada na barriga com o resto seco da porra da madrugada. Ouviu a voz rouca do pai no corredor, o barulho da torneira, o cheiro de café subindo. Sofia passou pela porta entreaberta de robe aberto só o suficiente pra mostrar a marca roxa que ele tinha deixado no seio. Olhou pra ele no escuro, passou a língua nos lábios e sumiu pra cozinha.

Ele esperou. Coração batendo, pau latejando de novo só de imaginar o cu dela ainda frouxo da noite anterior. Desceu de bermuda, o volume marcado. O pai estava na mesa, engolindo pão com café, celular na mão. Sofia servia, o robe escorregando no ombro, o perfume de baunilha misturado com o cheiro de sabonete barato que não apagava totalmente o de sexo.

— Bom dia, filho — o pai disse, sem levantar os olhos. — Viagem cansativa, né? Dorme o dia todo se quiser.

Lucas murmurou algo, sentou. Embaixo da mesa, o pé de Sofia encontrou a coxa dele, subiu devagar, o calcanhar esfregando o pau semi-duro. Ele engoliu seco, o café quente queimando a língua. Ela sorria pra frente, conversando sobre a conta de luz, o pé apertando o volume, massagando lento. O pai falou de reunião, de atraso no projeto. Sofia assentiu, rebolou o pé com mais pressão.

— Saiu cedo hoje, né? — ela perguntou, voz doce de esposa.

— Oito e meia. Volto só à noite. Talvez nove.

O pé dela sumiu. Lucas quase gemeu de alívio e fome. O pai beijou a testa dela, pegou a pasta e saiu. O carro engatou, os faróis sumiram na estrada de terra. O silêncio bateu na casa inteira.

Sofia trancou a porta da frente, virou. O robe caiu no chão. Nua, boceta já brilhando, seios pesados com mamilos duros. Caminhou até ele, puxou a bermuda num movimento só, o pau saltando grosso e veias saltadas. Ajoelhou ali mesmo na cozinha, engoliu até a garganta sem aviso. Lucas agarrou o cabelo dela, meteu fundo, sentindo a língua quente, a saliva escorrendo pelo saco.

— Porra, Sofia… ele acabou de sair.

Ela puxou pra fora, babando, a voz rouca.

— Exato. E a casa é nossa até a noite. Quero que tu me foda em cada canto. Começa aqui. Me come no chão como a puta que eu sou.

Lucas a derrubou de quatro no azulejo frio. Cuspiu na boceta inchada, enfiou o pau de uma vez, seco, fundo, as bolas batendo. Ela gritou, unhas arranhando o chão, rebolando de encontro. Cada estocada fazia os seios balançarem, o som molhado ecoando. Ele segurou os quadris, meteu violento, o pau sumindo inteiro, saindo brilhando de mel.

— Mais fundo… arrebenta essa boceta casada… teu pai me fode mole, tu fode como homem.

Ele puxou pra fora, enfiou a língua no cu ainda meio aberto da noite, limpou o resto amargo, depois voltou pra boceta. Sofia gozou rápido, o corpo tremendo, esguichando um pouco no peito dele. Lucas não parou. Virou ela de costas, ergueu as pernas nos ombros e enterrou de novo, olhando nos olhos escuros.

— Tu quer que eu te encha aqui? Ou no sofá? Ou na cama dele?

— Na cama dele. Agora. Quero sentir teu gozo no lençol onde ele dorme.

Ele a carregou pelas escadas, o pau esfregando na barriga dela. Jogou na cama de casal. O cheiro do pai ainda no travesseiro. Sofia abriu as pernas largas, puxou os lábios, mostrou o buraco rosado pingando. Lucas montou, enfiou fundo, fodeu com raiva suja, a cama rangendo alto. Cada estocada fazia a cabeceira bater na parede. Ele mordeu o pescoço, chupou os seios, deixou marcas. Sofia gemia alto, sem se importar.

— Isso… fode a esposa do teu pai… me usa… enche de porra…

Lucas sentiu o aperto, jorrou grosso, jatos quentes enchendo. Sofia gozou junto, a boceta latejando, engolindo tudo. O esperma escorreu quando ele saiu, manchando o lençol azul. Ela riu sujo, passou os dedos, recolheu e chupou.

— Mais. Quero no cu de novo. Aqui. Nessa cama.

Ele cuspiu no anel, enfiou a cabeça devagar. O cu cedeu quente, apertado pra caralho. Enterrou até as bolas, ficou parado sentindo o intestino engolir. Sofia arquejou, a mão esfregando o clitóris.

— Move… me fode o cu até eu não aguentar mais.

Lucas meteu. Fundo, rápido, a bunda dela batendo. Cuspia na juntura, molhava, fodia com força crescente. O cheiro de cu e porra tomava o quarto. Sofia gritou, gozou de novo, o cu contraindo forte. Ele segurou, meteu até o fundo e jorrou direto lá dentro, enchendo o intestino dela pela segunda vez em doze horas. Ofegantes, suados, o esperma escorrendo pelo cu semi-aberto.

Eles desceram pro sofá. Sofia montou de costas, encaixou o pau na boceta ainda cheia e rebolou devagar, a bunda batendo nas coxas. Lucas abriu as nádegas, enfiou o polegar no cu melado, fodeu os dois buracos. Ela gozou mais uma vez, o corpo todo tremendo, boceta escorrendo mistura branca. Ele puxou pra fora, ela ajoelhou e limpou com a boca, chupando o pau sujo de cu e boceta, engolindo o resto.

O celular vibrou. Mensagem do pai: “Almoço de trabalho. Atrasado. Chego dez da noite.”

Sofia leu alto, sorriu, a boca ainda melada.

— Mais tempo. Vem pro quintal. Quero que tu me foda contra a cerca, com o sol quente. Se o vizinho olhar… foda-se.

Eles saíram nus. O gramado quente nos pés. Lucas a empurrou de frente pra cerca de madeira, ergueu uma perna e enfiou na boceta de lado. Meteu seco, o sol batendo nas costas, o suor escorrendo. Sofia gemia baixo, olhando pra rua vazia, o perigo deixando ela mais molhada. Ele enfiou dois dedos no cu enquanto fodia, depois trocou, meteu o pau no cu de novo sob o sol. O aperto absurdo, o calor. Ela gozou gritando no ombro dele, o corpo mole. Lucas jorrou lá dentro mais uma vez, o gozo escorrendo pelas coxas até a grama.

Voltararam pra dentro. Tomaram água na cozinha, o pau dele ainda latejando. Sofia se sentou na bancada, abriu as pernas.

— Chupa. Limpa tudo. Quero tua língua no cu e na boceta até eu gozar na tua cara.

Lucas ajoelhou. Lamberam grosso, recolhendo esperma, enfiando a língua fundo no cu, chupando o clitóris inchado até ela tremer e gozar de novo, esfregando a boceta na boca dele. O gosto salgado, amargo, proibido.

Eles foram pro banheiro de novo. Chuveiro frio dessa vez. Sofia se ajoelhou, chupou o pau duro sob a água, babando, olhando pra cima. Depois ele a virou, meteu na boceta de pé, fodeu até as pernas dela fraquejarem. Gozo escorrendo misturado com água. Ela limpou com a mão, levou à boca dele, fez ele chupar o próprio gozo.

— Amanhã ele trabalha de novo — ela sussurrou, mordendo a orelha. — Mas hoje à noite… quando ele chegar… eu vou deitar do lado dele com teu gozo ainda dentro. E tu vai ouvir a cama ranger e bater punheta pensando em mim. Mas se ele dormir cedo… eu venho no teu quarto. Quero teu pau na boca enquanto ele ronca do lado.

Lucas a puxou pro sofá de novo. Deitou ela de bruços, abriu a bunda e fodeu o cu devagar, profundo, falando putaria no ouvido.

— Tu é minha puta agora. Casada, mas o cu é meu. A boceta é minha. Toda vez que ele te comer, tu vai sentir falta do meu pau grosso.

Ela gemia, rebolava, pedia mais. Eles gozaram juntos mais uma vez, o cu dela engolindo o jato quente. Ficaram abraçados, suados, o cheiro de sexo impregnado em cada móvel.

O relógio marcou quatro da tarde. Sofia se levantou, o corpo marcado de dedos e chupões. Vestiu o robe de novo, sem calcinha.

— Vai pro teu quarto. Descansar. Eu limpo a casa um pouco. Quando ele chegar, a gente finge. Mas o tesão não para. Eu já tô molhada de novo só de pensar nele entrando e eu com teu gozo escorrendo na calcinha.

Lucas subiu, o pau mole e melado. Deitou na cama, ouvindo ela mexer embaixo. A casa cheirava a eles. O campo minado estava mais armado. Cada segundo até a noite era fome. Ele fechou os olhos, a mão no pau de novo, imaginando a porta do quarto abrindo no escuro, o robe caindo, a boca dela quente enquanto o pai dormia a metros de distância. O desejo só crescia. E a próxima hora ia doer de tanto esperar.

O carro do pai entrou na garagem às dez e sete. Lucas ouviu o motor morrer, a porta bater, os passos pesados no corredor. Ficou deitado na escuridão do quarto, pau ainda semi-duro de tanto esperar, a mão suja de ressecado da tarde. Embaixo, a voz cansada do homem misturou com o tom doce de Sofia.

— Cansado pra caralho. Reunião interminável. — Vai tomar banho. Eu esquentei comida.

Lucas escutou o chuveiro ligar no banheiro do casal. Cinco minutos depois a cama rangeu. Conversa baixa. Silêncio. Depois o ronco curto, irregular. Ele contou os minutos no relógio do celular. Vinte. Trinta. Quarenta.

A porta do quarto dele abriu sem barulho. Sofia entrou de robe, o tecido aberto o bastante pra mostrar os seios e a boceta ainda inchada da tarde. Cheiro de sabonete e de algo mais sujo por baixo. Ela fechou a porta com cuidado, veio até a cama, ajoelhou.

— Ele ronca. Tomou dois comprimidos. — A voz rouca, quase sussurro. — Agora é teu.

A boca dela engoliu o pau de Lucas de uma vez, quente, molhada, descendo até a base. Ele arquejou, mãos no cabelo dela, metendo fundo na garganta enquanto ela engolia sem engasgar. Saliva escorreu pelo saco. Ela chupou com fome, olhando pra cima no escuro, a língua girando na cabeça sensível, a mão apertando as bolas. Lucas sentiu o tesão sujo subir rápido demais — o perigo a metros de distância, o marido dela dormindo na cama onde ele tinha gozado horas antes.

— Vem pra cima — ele puxou.

Sofia montou, encaixou o pau na boceta de uma vez só, sentou até o fundo. Gemeu baixo contra o peito dele, rebolando devagar no começo, depois mais forte. A cama rangeu. Lucas segurou a bunda dela, abriu as nádegas, enfiou o polegar no cu ainda frouxo. Ela arquejou, cavalgou mais rápido, seios batendo no rosto dele. Ele chupou um mamilo, mordeu, deixou outra marca.

— Mais quieto… porra… — ela sussurrou, mas o corpo pedia o contrário.

Lucas virou ela de quatro na cama estreita. Enfiou de novo na boceta, meteu seco, fundo, a culatra molhada abafada pelo travesseiro que ela cravava a cara. Depois puxou pra fora, cuspiu no cu e empurrou a cabeça grossa. O anel cedeu devagar. Sofia mordeu o lençol pra não gritar. Ele enterrou centímetro por centímetro até as bolas, ficou parado sentindo o intestino quente apertar.

— Move… me fode o cu… devagar…

Lucas meteu. Fundo, ritmado, a bunda dela batendo nas coxas com um som úmido. Uma mão desceu pra boceta, dedos no clitóris, esfregando em círculos. Sofia gozou primeiro, o cu contraindo em espasmos fortes ao redor do pau dele, o corpo todo tremendo, um gemido abafado escapando mesmo assim. Ele segurou, meteu mais uns segundos e jorrou grosso direto no fundo, enchendo. O esperma escorreu quando ele saiu, branco no escuro, manchando a coxa dela.

Eles ficaram ofegantes. Sofia se virou, beijou a boca dele suja, língua lenta. Depois desceu, limpou o pau com a língua, chupou o resto amargo do cu, engoliu. Levantou, o robe ainda aberto, gozo escorrendo pela perna interna.

— Amanhã de novo — sussurrou, passando o dedo no cu e chupando. — Ele sai cedo. Eu venho antes do café.

Ela saiu. Lucas ouviu a porta do casal abrir e fechar. Ficou ali, pau mole e melado, o cheiro de sexo impregnado no quarto pequeno. O coração ainda batia rápido. Lá fora o ronco continuava.

Mas algo mudou no peito. Não era só o tesão. Era o gosto amargo que veio depois, misturado com o salgado dela. Ele limpou o pau na camiseta, deitou de costas, olhando o teto. A casa inteira cheirava a eles agora — sofá, cama do casal, banheiro, cerca, chão da cozinha. Cada canto carrega a prova. E o pai dormia a metros, inocente, cansado, confiando.

Lucas fechou os olhos. Imaginou o homem descobrir. A cara. A voz. O casamento de oito anos virando pó num segundo. Sofia perdendo tudo. Ele mesmo perdendo o pai. A culpa quente subiu devagar, misturada com o cansaço do corpo. O pau latejou uma última vez e depois ficou mole de verdade. Ela tinha falado “amanhã”. Mas ele já não sabia se aguentava mais um dia daquilo. O desejo ainda estava lá, sujo, latejando na memória do aperto dela. Só que agora vinha junto com um buraco no estômago.

Lá embaixo a cama do casal rangeu de leve. Sofia se ajeitando ao lado do marido. Lucas ouviu o sussurro baixo dela — talvez um “boa noite” fingido — e o ronco retomando. Ele ficou acordado até as primeiras luzes. O campo minado não era só o risco de serem pegos. Era o que sobrava depois que a porra esfria e o silêncio volta. E pela primeira vez desde a balsa, ele se perguntou se valia a pena.

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