Reencontro Amarrado
Depois de anos sem se ver, Ingrid reencontra o ex-Dom Silas numa festa e acaba amarrada com a gravata dele, levando palmadas e sendo fodida com força enquanto implora
Anos sem te ver e, de repente, você estava ali, no meio da festa da Petra, com aquele mesmo olhar que sempre me desmontava. Silas. Meu ex-Dom. O homem para quem eu me ajoelhava sem pensar duas vezes, o único que sabia exatamente onde apertar, onde morder, onde mandar. Eu segurei a taça com mais força do que o necessário quando nossos olhares se cruzaram por cima da multidão. Ele não sorriu de imediato. Só inclinou a cabeça, lento, deliberado, como se ainda tivesse o direito de me estudar. E eu senti o estômago revirar daquele jeito antigo, molhado, faminto.
Me aproximei porque não conseguia ficar longe. Porque o corpo já tinha decidido antes da cabeça. Ele estava de camisa preta, mangas dobradas, gravata frouxa no colarinho — a mesma elegância severa de sempre. Quando cheguei perto o bastante para sentir o cheiro dele, madeira e algo amargo, ele murmurou baixo, só para mim:
— Ainda lembro como você implorava para ser amarrada e usada, Ingrid. Como a sua voz quebrava quando pedia mais.
O calor subiu na minha cara e desceu direto para entre as pernas. Não havia rodeios com Silas. Nunca houve. Eu engoli em seco e respondi, confessional até para mim mesma:
— E eu ainda lembro de como você gostava de me deixar molhada só com a voz. Continua o mesmo filho da puta confiante.
Ele riu baixo, o som rouco que eu sentia na nuca. A tensão sexual voltou inteira, pesada, explícita. Não era nostalgia suave. Era vontade crua de ajoelhar de novo. De entregar. Os amigos em comum falavam ao redor, a música batia, mas o mundo tinha encolhido para o espaço entre a minha boca e a dele. Ele encostou os dedos de leve na parte de dentro do meu pulso, exatamente onde as cordas costumavam marcar, e eu quase gemi ali mesmo.
— Você ainda treme quando eu te toco assim — disse ele. — Ainda quer.
Não era pergunta. Eu balancei a cabeça mesmo assim, honesta:
— Quero. Porra, Silas, eu quero.
A conversa virou flerte pesado sem aviso. Ele falou do jeito que eu costumava abrir as pernas sob comando, do gosto da minha buceta quando eu já estava encharcada de antecipação, de como eu pedia para ele me foder mais fundo enquanto as mãos ficavam presas. Cada palavra era um puxão na coleira invisível que eu ainda carregava no pescoço. Quando ele se inclinou e sussurrou “vem comigo”, eu segui. Sem hesitação. Subi as escadas atrás dele, o coração batendo na garganta, a calcinha já desconfortavelmente úmida.
O quarto no fundo do corredor estava vazio, só uma cama grande, uma cadeira e a luz amarela do abajur. Silas fechou a porta com o pé e se virou para mim. O Dom estava de volta por completo — postura reta, olhar firme, voz que não pedia, mandava.
— Ainda quer sentir as cordas apertando seus pulsos enquanto eu mando em você, Ingrid? Responde direito.
Eu respirei fundo, as pernas fraquejando de puro tesão.
— Sim. Quero. Preciso disso. Preciso que você me amarre e me use como antes. Por favor.
Ele assentiu uma vez, satisfeito.
— Tira a roupa. Devagar. Quero ver cada pedaço enquanto você se oferece.
Minhas mãos tremeram, mas obedeci. Passei o vestido pelos ombros, deixei cair. Depois o sutiã. A calcinha por último, descendo pelas coxas molhadas. Fiquei nua na frente dele, peitos erguidos, buceta latejando, exposta. Silas andou em volta de mim como se avaliasse uma posse reencontrada. Puxou a gravata do próprio pescoço com um movimento fluido.
— Pulso nas costas. Agora.
Cruzei os braços atrás do corpo. Ele enrolou a gravata com precisão cruel — aperta o bastante para eu sentir a restrição a cada respiração, mas sem cortar a circulação. O tecido sedoso mordia a pele. Quando ele deu o nó final, um gemido escapou da minha garganta. Estar amarrada de novo, pelas mãos dele, era como voltar para casa e ao mesmo tempo cair de um penhasco.
— Boa menina — murmurou. — Agora vai receber o que pediu.
Ele me virou de frente para a cama e me empurrou de leve até eu ficar curvada, bunda para cima, mãos presas na lombar. A primeira palmada estourou na carne da minha nádega direita sem aviso. O estalo ecoou. A dor quente se espalhou e virou ardor delicioso. Eu gemi alto.
— Conta — ordenou.
— Um… obrigada.
Segunda palmada, mais forte, no outro lado. Minha buceta contraiu, escorrendo. Eu já molhava as coxas, o líquido escorrendo devagar pela pele interna.
— Dois… porra, Silas…
Ele riu daquele jeito escuro e continuou. Palmadas firmes, ritmadas, disciplinando a minha bunda até ela arder e ficar vermelha sob as mãos dele. Entre um tapa e outro ele enfiava os dedos entre as minhas pernas, verificava o quanto eu estava encharcada, espalhava minha própria umidade pelos lábios inchados.
— Olha só como você fica. Toda molhada só de levar porrada. Continua a mesma putinha carente de Dom.
— Sou — confessei, a voz embargada. — Sou sua putinha. Me usa. Me fode. Preciso.
Ele puxou o cinto da calça com um puxão seco. A fivela tilintou. Passou o couro em volta do meu pescoço, apertando o bastante para eu sentir a pressão a cada engolida, improvisando a coleira que eu tanto lembrava. O excesso do cinto ele segurou como uma guia. Estar de quatro naquela cama, pulsos amarrados com a gravata dele nas costas, coleira de cinto no pescoço, bunda latejando de palmadas, era exatamente o que a tagline prometia — e eu estava desesperada por mais.
Silas se posicionou atrás de mim. Ouvi o zíper, o tecido caindo. A cabeça grossa do pau dele esfregou entre meus lábios encharcados, subindo e descendo, me provocando.
— Pede direito.
— Me fode, Dom. Me fode com força. Usa a minha buceta. Por favor, me enche —
Ele enterrou tudo de uma vez só. Fundo. Até o saco bater na minha pele. O grito que saiu de mim foi puro alívio e invasão. Ele não esperou eu me acostumar. Começou a meter com força, estocadas longas e brutais que faziam a cama ranger e meu corpo inteiro balançar para frente. A cada investida ele puxava o cinto, forçando minha cabeça para trás, controlando o ângulo, me lembrando quem mandava. A gravata nos pulsos diguia mais a cada movimento; eu não tinha para onde ir além de receber.
— Tão apertada… tão molhada… anos e a sua boceta ainda chupa meu pau como se fosse feita só pra isso.
Palmada forte na bunda já vermelha enquanto ele enfiava fundo. Outra. Outra. Eu gemia sem parar, implorando entre as estocadas:
— Mais… puxa mais… me fode mais fundo… porra, Silas, não para…
Ele alternava: metia até o fundo, puxava o cinto para me arquear, dava tapas que faziam a carne tremer, depois voltava a foder em ritmo brutal. Meu clitóris latejava sem ser tocado. O prazer subia rápido demais, perigoso.
— Você não goza até eu mandar — rosnou ele, a voz rouca de esforço e domínio. — Segura. Segura essa porra.
— Não aguento… estou tão perto… por favor…
— Aguenta. Boa submissa aguenta. Me pede permissão quando estiver no limite.
Eu chorei de tesão, o rosto enterrado no lençol, baba escorrendo, buceta sendo arrombada gostoso pelo pau grosso dele. Cada puxão no cinto me fazia contrair em volta dele. Cada tapa mandava faíscas direto para o útero. Quando o orgasmo ameaçou explodir, eu gritei:
— Posso gozar? Por favor, Dom, me deixa gozar, eu preciso, eu—
— Goza. Agora. Goza no meu pau.
Eu gozei gritando, o corpo inteiro em espasmo, buceta milimetrando o pau dele em ondas violentas, fluidos escorrendo pelas coxas e molhando o saco dele. Silas não parou. Fodeu através do meu orgasmo, estocadas profundas e possessivas, até ele mesmo gemer baixo e grosso e gozar dentro de mim — jatos quentes enchendo, marcando território exatamente como nos velhos tempos. Eu senti cada pulsada, cada gota, e solucei de satisfação suja.
Ele ficou enterrado mais alguns segundos, respirando pesado, uma mão acariciando a curva da minha bunda vermelha com uma ternura que contrastava com tudo. Depois saiu devagar. Desamarrou a gravata com cuidado, massageando os pulsos marcados. Tirou o cinto do meu pescoço e me puxou para cima, me abraçando por trás, o peito suado colado nas minhas costas.
— Você foi perfeita — murmurou no meu ouvido. — Continua sendo a minha boa submissa.
Mas ele ainda não tinha terminado. Virou-me de frente, sentou-se na beira da cama e apontou para o chão entre as pernas dele. O pau ainda semi-duro, brilhando com a mistura dos nossos gozos.
— Ajoelha. Limpa.
Eu desci de joelhos sem hesitar, as marcas da gravata ainda latejando nos pulsos, o gosto do sexo no ar. Lambei o pau dele com devoção, limpando cada centímetro, chupando a cabeça para tirar o resto de porra e do meu próprio líquido. Ele passou a mão no meu cabelo, elogiando baixo:
— Isso. Boa menina. Assim. Engole tudinho o que sobrou. Você mereceu cada segundo.
Quando terminei, ele me puxou para um beijo fundo, lambendo o próprio gosto da minha boca. Combinamos ali mesmo, ainda suados e com o cheiro de sexo impregnado:
— Isso não foi só uma vez — disse ele. — Vou te chamar. E quando eu chamar, você vem pronta para ser amarrada de novo.
— Vou — respondi, a voz rouca. — Sempre.
Saí do quarto minutos depois, o vestido no corpo de qualquer jeito, as marcas vermelhas da gravata visíveis nos pulsos quando eu movia as mãos, o gosto dele ainda forte na língua, a buceta latejando e escorrendo porra pelo caminho de volta à festa como se eu levasse um segredo sujo e delicioso colado na pele.
Nunca mais consegui gozar sem imaginar a gravata dele apertando de novo.
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