A Medida Perfeita Dele
A esposa Clara se rende ao pauzão do personal trainer Sergio enquanto o marido assiste humilhado.
Eu e a Clara tínhamos vinte e oito anos e uma vida sexual que parecia um DVD arranhado: às vezes rodava, mas o som vinha torto e a imagem tremia. No resort de fim de semana eu já desistira de esperar milagre quando ela parou no meio do corredor da piscina e murmurou, quase sem abrir a boca:
— Meu Deus, Callum… olha o volume daquela bermuda.
Sergio, o personal de trinta e dois anos que a gente conhecera no café da manhã, ria de alguma coisa com um grupo. O tecido azul-marinho desenhava o contorno grosso do pau dele com uma honestidade cruel. Clara apertou minha mão e eu senti o suor frio entre os dedos dela. Eu, excitado com a própria humilhação, confessei no ouvido dela o que vinha masturbando em segredo fazia meses:
— Eu… eu queria te ver bem comida por um pau maior que o meu. De verdade. Se você quiser.
Ela me olhou de lado, a pupila dilatada, e só disse:
— Não brinca com isso.
Mas o peito dela subia e descia rápido demais para ser brincadeira.
À beira da piscina o sol batia no abdômen marcado do Sergio. Ele se aproximou, cumprimentou a gente e elogiou o biquíni branco dela como se estivesse avaliando um treino.
— Esse corpo pede carga, Clara. Parece que aguenta bastante.
Ela riu nervoso. Quando ele se abaixou para pegar a toalha “sem querer”, o pau semi-duro roçou a coxa dela. Clara prendeu a respiração. Meu estômago revirou de vergonha e tesão ao mesmo tempo. Ela me lançou um olhar pedindo permissão; eu acenei discreto, quase imperceptível. Em segundos a boca dele estava na dela, língua lenta, mão grande descendo pela cintura. Outras pessoas na área vip fingiam não ver. Eu via tudo: o jeito que os dedos dela se cravavam no ombro dele, o gemido abafado quando ele apertou a bunda dela por cima do biquíni molhado.
— Tá encharcada, porra — ele falou baixo, só pra ela, mas eu ouvi.
Voltamos para a suíte porque o tesão já doía. Na porta, Clara me puxou e sussurrou, a voz rouca:
— Eu quero sentir o pau grosso dele me esticando de verdade. E quero que você assista. Inteiro.
Sentei na poltrona de couro com o pauzinho já latejando dentro do short, pequeno e traído. Sergio tirou a bermuda sem pressa. O pau caiu pesado, veias grossas, a cabeça escura e brilhante de pré-gozo. Clara engoliu em seco.
— Porra… é enorme.
Ele a deitou de quatro na cama king e puxou o fio dental do biquíni pro lado. Enterrou o pau num só movimento fundo. Clara gritou no travesseiro e depois ergueu a cara, os olhos marejados de prazer.
— Isso… isso, pauzão… mete fundo.
Ele metia com força, o quadril batendo na bunda dela com um som molhado e obsceno. Eu apertava o próprio pau com a mão inteira, humilhado e duro pra caralho. Cada gemido dela era uma facada doce.
— Nunca fui tão cheia — ela gemia entre as estocadas. — Meu marido nunca me fodeu assim.
Sergio puxou o cabelo dela e virou o rosto dela na minha direção.
— Fala pra ele. Fala alto.
— Esse pau é a medida perfeita… ai, caralho, Callum, olha como ele me abre…
Depois ele deitou e ela montou. Os seios dela pulavam a cada descida. Clara cavalgava com vontade, batendo a bunda na virilha dele, a buceta engolindo até o fundo. Os gemidos dela ficaram agudos, quebrados. Teve o primeiro orgasmo ali, tremendo, a boca aberta num grito longo:
— Vou gozar no pauzão… não para, não para!
Sergio segurou a cintura dela e continuou empurrando pra cima mesmo depois do orgasmo, prolongando as contrações dela até ela quase chorar. Eu gozei na mão sem nem perceber direito, o esperma escorrendo quente entre os dedos, o peito apertado de vergonha e alívio sujo.
Ele a deitou de lado, ergueu uma perna dela e encaixou de novo, mais fundo ainda. A posição deixava eu ver tudo: o pau grosso entrando e saindo brilhante de porra e lubrificação dela, os lábios esticados no limite.
— Mais um — ele ordenou.
Clara gozou de novo, o corpo inteiro em espasmo, repetindo como um mantra:
— A medida perfeita… a medida perfeita dele…
Sergio gemeu grave, enterrou até o saco e gozou dentro dela. Vi o pau latejar, vi o excesso branco escorrer pela coxa dela quando ele puxou devagar. Ele a beijou na boca com posse, mão no pescoço, língua lenta, como se assinasse o corpo dela. Clara correspondia, ainda ofegante, ainda aberta.
Quando a porta do banheiro se fechou atrás dele e o chuveiro ligou, o silêncio da suíte pesou. Clara ficou deitada de lado, a mão entre as pernas, tocando o gozo que escorria. Eu limpei a mão no short e fiquei olhando o teto. O tesão tinha ido embora e no lugar dele sobrou um buraco frio.
Ela murmurou, quase adormecida:
— Foi incrível…
Eu respondi que sim. Mas a voz saiu pequena. Pensei no tamanho do meu pau, no jeito que ela gritou que eu nunca tinha fudido ela daquele jeito, na facilidade com que ela chamou o pau dele de perfeito. Uma dúvida subiu amarga: e se, depois disso, o meu corpo nunca mais bastasse? E se a Clara, ao acordar amanhã, ainda estivesse cheirando a ele e eu fosse só o cara na poltrona?
Sergio saiu do banheiro vestido, deu um beijo possessivo na boca dela outra vez e saiu da suíte como quem sai de um treino bem feito. Clara se encolheu no lençol manchado. Eu fiquei sentado, o pauzinho mole, o peito apertado, sem saber se o que eu sentia ainda era desejo ou se já era arrependimento puro.
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