Amiga de Confiança no Provador

A esposa de 29 anos e a amiga vendedora de 28 metem gostoso no provador enquanto o corno manso do marido assiste tudo.

13 min read September 19, 2026New

Hugo, um vendedor de 32 anos que passava os dias atendendo clientes chatos em uma loja de eletrônicos, arrastava os pés ao lado da esposa Danielle, de 29 anos, uma morena de corpo escultural que fazia qualquer um babar. Os seios dela, cheios e empinados, balançavam de leve sob o vestido leve, e a bunda redonda parecia implorar por atenção a cada passo. Eles entraram na loja de lingeries do shopping porque Danielle queria renovar o gaveto de peças sensuais. Quem os recebeu foi Hana, a melhor amiga dela, de 28 anos, vendedora ali há quatro anos e conhecida por seu jeito direto e safado. Hana usava uma blusa justa que marcava os mamilos e uma saia curta que deixava as coxas grossas à mostra.

— Danielle! Minha gostosa! — Hana exclamou, puxando a amiga para um abraço demorado demais, os corpos se encaixando de um jeito que Hugo achou suspeito. — Vim comprar o quê hoje? Quer deixar o corno aqui babando enquanto a gente te deixa ainda mais safada?

Hugo piscou, sentindo o rosto esquentar. Corno? Ela me chamou de corno na frente da minha própria mulher? Ele abriu a boca para responder, mas Danielle riu, jogando os cabelos para trás.

— Quero várias lingeries bem safadas, Hana. Aquelas que mal cobrem a buceta e deixam os peitos quase pulando fora.

Hana sorriu, os olhos brilhando de malícia enquanto olhava Hugo de cima a baixo como se ele fosse um enfeite de loja.

— Perfeito. O provador grande do fundo é espaçoso, cabe nós duas fácil. Você, Hugo, pode sentar ali naquela poltrona desconfortável e esperar como um bom menino. Não vai querer atrapalhar, né?

Hugo se viu sentado do lado de fora do provador, as pernas cruzadas tentando esconder o volume que já começava a crescer na calça. A cortina ficava semiaberta de propósito, ele tinha certeza. Hana ia e voltava trazendo peças, e cada comentário era uma facada bem-humorada na masculinidade dele.

— Olha esse body vermelho, amiga — Hana dizia alto o suficiente para todo mundo ouvir. — Vai ficar perfeito nos seus peitos grandes. Os mamilos rosados vão marcar tanto que o Hugo vai ficar com o pau duro só de imaginar. Ou será que já está, corno?

Danielle ria de dentro do provador, a voz abafada pela cortina.

— Para com isso, Hana! O coitado está aí sentado como um idiota.

— Idiota gostoso — Hana provocou, piscando para Hugo. — Mas olha, Danielle, essa sua bunda… caralho, como ficou mais redonda desde a última vez que te vi de calcinha. Aposto que o Hugo nem consegue dar conta direito. Eu colocaria minhas mãos aí sem pensar duas vezes.

Hugo engoliu em seco, o pau latejando dentro da cueca. Elas estão falando de mim como se eu fosse um cachorro na coleira. E o pior é que tô ficando excitado com isso. Ele via as sombras se mexendo atrás da cortina: Danielle tirando o vestido, o corpo nu refletido no espelho grande, Hana passando as mãos nas alças das lingeries como se estivesse medindo cada centímetro da pele da amiga.

Hana trouxe uma calcinha fio-dental preta minúscula.

— Essa aqui vai desaparecer entre essas nádegas gostosas. Deixa eu entrar pra te ajudar, amiga. Sozinha você vai demorar e o corno aí fora vai ficar com dor no pescoço de tanto esticar.

Antes que Hugo pudesse protestar, Hana deslizou para dentro do provador grande. A cortina ficou entreaberta o suficiente para ele ver perfis, silhuetas, movimentos. O coração dele batia forte. Ele ouviu risinhos nervosos, o som de tecido caindo no chão.

Dentro, Hana se aproximou por trás de Danielle, que estava só de sutiã e completamente nua da cintura para baixo. A vendedora pegou a fio-dental e se ajoelhou devagar, passando as mãos espalmadas pelas coxas grossas da amiga. Os dedos subiam lentos, apertando a carne macia, subindo até a bunda empinada.

— Caralho, Danielle… sua pele é tão quente — Hana murmurou, a voz rouca. As duas se olharam pelo espelho. Danielle mordeu o lábio, rindo nervosa, mas o riso morreu quando Hana apertou as nádegas com as duas mãos, abrindo-as de leve.

— Hana… — Danielle sussurrou, a respiração acelerando.

— Sempre quis comer você, sabia? — Hana confessou, colando o corpo nas costas da amiga, os lábios roçando a orelha dela. — Desde aquela viagem que dormimos juntas e eu fiquei molhada só de sentir seu cheiro. Quero enfiar a língua nessa buceta gostosa até você tremer.

Danielle gemeu baixinho, empinando a bunda contra a amiga.

— Eu também quero, Hana. Quero pra caralho. Sempre fingi que era só amizade, mas eu fico molhada quando você me elogia na frente do Hugo. Me come. Agora.

As duas se olharam com fome verdadeira. Hana enfiou a mão entre as coxas de Danielle, sentindo a umidade escorrendo.

— Então vamos mostrar pro seu marido manso como se faz. Hugo! Vem aqui ver como ficou a lingerie da sua mulher!

Hugo entrou tropeçando, o pau tão duro que doía. O provador era amplo, com banco acolchoado e espelhos em três paredes. Danielle estava nua, os seios pesados subindo e descendo, a buceta inchada e brilhando. Hana, ainda vestida, tinha uma mão possessiva na bunda da amiga.

— Senta aí, Hugo — Hana ordenou, apontando o banco do canto. — E tira o pau pra fora. Mas não ousa bater punheta. Só segura ele latejando enquanto eu como sua esposa bem gostoso. Você virou corno hoje, mansinho. E pelo jeito que seu pau pulou, você quer isso tanto quanto a gente.

Hugo obedeceu, envergonhado e excitado, abaixando a calça. Seu pau pulou para fora, roxo e babando pré-gozo. Eu sou um idiota. Um corno completo. E não consigo parar de olhar.

Hana não perdeu tempo. Empurrou Danielle contra o espelho, chupou um mamilo com força, sugando e mordiscando enquanto enfiava dois dedos grossos na buceta encharcada da amiga. O som molhado ecoava no provador. Danielle jogou a cabeça para trás, gemendo alto.

— Isso, Hana… deda minha buceta… ai, porra, que delícia!

Hana lambeu o vale entre os seios, depois fez Danielle virar e ficar de quatro no banco acolchoado, a bunda empinada bem na direção do marido. Hana se ajoelhou atrás, abriu as nádegas com as mãos e enfiou a língua fundo, lambendo da buceta até o cuzinho, sugando o clitóris inchado com barulho obsceno. Danielle gritava de prazer, o corpo tremendo.

— Hana! Sua língua… caralho, você come tão bem! Mais fundo!

Hugo segurava o pau latejante, uma gota grossa escorrendo pelos dedos, mas não ousava se tocar. Hana olhava para ele enquanto comia a amiga, os olhos cheios de deboche.

Depois de deixar Danielle à beira do orgasmo, Hana tirou o próprio vestido num movimento rápido. Seus seios médios e firmes pularam livres, os mamilos escuros duros. Ela sentou no banco, abriu as pernas e puxou Danielle pelo cabelo.

— Agora senta na minha cara, safada. Quero beber toda essa porra que você tá pingando.

Danielle obedeceu, montando o rosto de Hana, esfregando a buceta molhada na boca da amiga enquanto rebolava. Hana segurava a bunda dela, enfiando a língua o máximo possível. Os gemidos de Danielle enchiam o provador. Hugo assistia a poucos centímetros, o cheiro de buceta excitada dominando o ar.

Hana esticou a mão para o canto do provador, pegou um strap-on grosso de silicone preto que estava em exposição na loja, daqueles bem realistas e com cinto forte. Ela o vestiu rápido, o pau de borracha balançando pesado, bem maior que o de Hugo.

— Agora vai levar vara de verdade, Danielle. E você, corno manso — ela disse olhando direto para Hugo —, vai ver sua mulher gozar gritando que eu como melhor que você, marido inútil.

Hana deitou Danielle de lado no banco, levantou uma perna dela e enfiou o strap-on grosso na buceta encharcada com um golpe só. O barulho foi obsceno. Começou a meter forte em conchinha, o quadril batendo contra a bunda redonda, o pau entrando e saindo brilhando de tesão. Depois virou de lado, uma perna de Danielle sobre seu ombro, metendo ainda mais fundo, os seios das duas se esfregando.

— Toma, Danielle! Toma essa rola grossa que seu marido nunca vai conseguir te dar! — Hana rosnava, suada, o corpo brilhando. — Diz pra ele, vai!

— Ai, Hana! Você come melhor que ele! Muito melhor! Meu marido inútil não chega nem perto! Mais forte, por favor! Me fode!

Hugo assistia hipnotizado, o pau dele pulsando dolorosamente na mão sem permissão para se masturbar. Danielle gozou primeiro, gritando, o corpo convulsionando, squirt escorrendo pelo strap-on e molhando as coxas de Hana. Hana gozou logo depois, esfregando o clitóris contra o cinto do brinquedo, gemendo xingamentos contra o pescoço da amiga.

As duas ficaram ali, ainda suadas e coladas, ofegantes, o strap-on ainda meio enterrado na buceta latejante de Danielle. Gotas de suor escorriam entre os seios delas. Hana olhou para Hugo com um sorriso preguiçoso e safado, como se a tarde estivesse apenas começando, e murmurou no ouvido de Danielle algo que fez as duas rirem baixinho. O corno manso continuava sentado, pau duro latejando, sabendo que o que viria a seguir seria ainda mais humilhante e gostoso. A cortina do provador balançava de leve com o ar-condicionado, e o shopping lá fora seguia seu movimento, completamente alheio ao que acabara de acontecer ali dentro.

Hana murmurou no ouvido de Danielle algo tão sujo que as duas caíram na gargalhada ao mesmo tempo, os corpos suados ainda colados, o strap-on grosso saindo devagar da buceta inchada e vermelha da morena com um barulho molhado e obsceno. Gotas grossas de squirt escorriam pelas coxas grossas de Danielle, pingando no banco acolchoado e formando uma manchinha brilhante no chão do provador. Aos 29 anos, casada e cheia de desejo reprimido, Danielle ainda tremia, os seios pesados subindo e descendo enquanto ela recuperava o fôlego. Hana, a vendedora de 28 anos que já tinha visto de tudo naquela loja de lingeries, lambeu os próprios lábios com ar de quem mal tinha começado.

— Corno, chega de só olhar. Levanta essa bunda da poltrona e vem segurar as pernas da sua mulher bem abertas pra mim — ordenou Hana, a voz rouca mas cheia de deboche humorado. — Quero que você sinta o cheiro de perto enquanto eu meto de novo. E continua segurando esse pau latejando sem bater punheta, hein? Senão a gente te deixa aqui dentro pelado e trancado.

Hugo obedeceu tropeçando, as pernas moles. “Caralho, eu sou mesmo um idiota completo. Elas tão me tratando como um brinquedo e meu pau tá babando mais do que nunca”, pensou ele, o vendedor de 32 anos que mal conseguia atender cliente sem bocejar agora se via reduzido a isso. Sentou no chão frio entre as pernas da esposa, segurando as coxas macias e grossas dela, abrindo tudo. O calor que saía da buceta de Danielle era quase palpável, misturado com o cheiro forte de tesão feminino que dominava o ar-condicionado do provador.

Hana ajustou o cinto do strap-on, o pau de silicone preto balançando pesado, bem maior e mais grosso que o de Hugo. Com um sorriso maldoso, ela cuspiu na mão, espalhou saliva na cabeça do brinquedo e empurrou tudo de uma vez na buceta encharcada de Danielle. O som foi alto, molhado, ecoando nos espelhos de três paredes. Ploc. Ploc. Ploc. Cada estocada fazia a bunda redonda e empinada de Danielle balançar bem na cara do marido.

— Ai, porra, Hana! Assim! Mete fundo nessa buceta que o meu marido nunca soube comer direito! — Danielle gritava, a voz rouca de prazer, os mamilos rosados duros como pedrinhas.

Hana ria enquanto acelerava o quadril, os seios médios e firmes dela pulando com o movimento. — Olha o corno aí, Danielle. Segurando suas pernas como um garçom segurando bandeja. Aposto que na loja dele os clientes reclamam que o produto descarrega rápido. Igual esse pauzinho dele. Olha como tá roxo, babando no chão. Coitado, deve ter uns quinze centímetros molengos no máximo.

Hugo engolia em seco, o rosto queimando. O pau dele dava pulos involuntários na mão, uma grossa gota de pré-gozo escorrendo pelos dedos e caindo no piso. “Elas tão certas. Eu nunca fiz ela gritar assim. Eu sou o corno manso da história e tô adorando ser humilhado. Que porra de homem eu sou?” O pensamento o fazia latejar ainda mais.

Hana mudou de posição, virou Danielle de lado no banco estreito, ergueu uma das pernas dela bem alto e meteu novamente em conchinha, o corpo das duas colado, seios roçando seios. O strap-on entrava e saía brilhando, coberto de creme branco que Danielle produzia sem parar. Cada estocada fazia os espelhos refletirem o casal — não, o trio — de ângulos diferentes. Hugo via o rosto de prazer da esposa, a boca aberta, os olhos semicerrados de tesão enquanto olhava direto para ele.

— Diz pra ele, Danielle. Diz alto pra todo mundo que tá no shopping ouvir — Hana provocou, suada, o cabelo colado na testa.

— Você nunca me comeu assim, Hugo! Nunca! Hana mete melhor, é mais grossa, me enche toda! Você é um marido inútil, um corno mansinho que só serve pra segurar minha perna e olhar! Ai, caralho, eu tô gozando de novo!

O corpo de Danielle convulsionou forte. O squirt jorrou ao redor do silicone, molhando a barriga de Hana e o peito de Hugo que estava colado ali. Ele sentia o líquido quente escorrer pela pele, o cheiro forte invadindo suas narinas. Hana não parou. Continuou metendo forte, o quadril batendo contra a bunda macia com tapas ritmados e altos, até que ela mesma gozou esfregando o clitóris no cinto do strap-on, gemendo xingamentos no pescoço da amiga.

— Porra, Danielle… sua buceta é viciante… toma, toma tudo, sua safada!

As duas ficaram coladas por quase um minuto, ofegantes, o provador parecendo uma sauna de tanto calor e cheiro de sexo. Hana finalmente puxou o strap-on para fora com um plop molhado e longo. O buraco de Danielle ficou aberto por alguns segundos, piscando, escorrendo uma mistura grossa de tesão.

— Agora você vai limpar tudo, corno — Hana disse, ainda rindo, empurrando a cabeça de Hugo para baixo. — Língua fundo. Quero ouvir você sugando o que eu deixei na buceta da sua mulher.

Hugo enfiou o rosto ali sem hesitar, a língua lambendo tudo: os grandes lábios inchados, o clitóris sensível, o interior quente que ainda contraía. O gosto era forte, salgado, doce, completamente dominado pelo tesão das duas. Danielle rebolava devagar no rosto dele, gemendo baixinho.

— Isso, meu corno… lambe bem gostoso… limpa a bagunça que a Hana fez… você serve pra isso agora.

Enquanto ele lambia, Hana sentou no banco, abriu as coxas grossas e puxou Danielle pelo cabelo. A esposa de 29 anos, ainda tremendo, começou a chupar a buceta da amiga com fome, a língua entrando e saindo, sugando o clitóris inchado. Os sons eram altos, molhados, obscenos. Hugo, de joelhos, via tudo a centímetros: a boca da mulher trabalhando, a saliva escorrendo pelo queixo dela, o quadril de Hana rebolando.

Para continuar escalando, Hana pegou um segundo brinquedo — um vibrador roxo grosso que estava em exposição — e ligou no máximo. Enfiou devagar na buceta de Danielle enquanto a morena continuava chupando. O zumbido misturado com os gemidos encheu o provador. Danielle gritava abafado contra a buceta de Hana, o corpo inteiro tremendo.

— Caralho, eu vou gozar de novo! Hana, não para! Hugo, continua lambendo meu cu agora, vai!

Hugo subiu a língua até o cuzinho piscante da esposa, lambendo em círculos enquanto o vibrador entrava e saía da buceta. Danielle explodiu num orgasmo violento, o corpo sacudindo tanto que quase caiu do banco. Hana gozou logo depois, apertando a cabeça da amiga contra sua buceta e xingando alto.

O silêncio que veio depois foi pesado. Os três respiravam com dificuldade. O ar estava denso, quente, cheirando a buceta, suor e silicone. Hana tirou o cinto devagar, limpou o strap-on com um pano qualquer e começou a se vestir, ajeitando a blusa justa sobre os mamilos ainda duros. Danielle, pernas bambas, vestiu o vestido leve, mas evitava olhar direto para Hugo. O riso fácil de antes tinha sumido.

Hugo se levantou por último, puxando a calça com dificuldade por causa do pau ainda duro e dolorido que ninguém tinha tocado. Ele esperava algum comentário engraçado, alguma piada final sobre corno manso. Mas Danielle apenas passou a mão no cabelo, o olhar distante, mordendo o canto do lábio inferior como fazia quando estava preocupada. Hana deu um beijo rápido na boca da amiga, mas o beijo foi mais leve, quase cauteloso.

— Foi… intenso — murmurou Danielle, a voz baixa, sem o tom safado de minutos atrás.

Hugo sentiu um frio na barriga. A excitação evaporou de vez, deixando um buraco. “Eu deixei isso acontecer. Deixei elas me humilharem, me transformarem em palhaço. E agora? Ela gozou tanto que mal olha pra mim. Será que amanhã ela vai querer isso de novo? Será que eu acabei de abrir uma porta que não vai fechar nunca mais? Porra, e se ela gostou demais da Hana e agora me vê só como o corno que segura a perna?”

Ele forçou um sorriso amarelo, tentando manter o tom humorado da tarde.

— Então… a gente leva o body vermelho e a fio-dental?

Danielle apenas assentiu, pegando as peças no chão sem entusiasmo. Hana arrumou a cortina, o rosto mais sério do que o normal. Ninguém riu. O provador, que minutos antes vibrava com gemidos e tapas, agora parecia pequeno e desconfortável. Hugo sentiu o peso no peito crescer. O tesão tinha ido embora, mas a dúvida ficou, forte, latejando mais que o pau que ainda doía dentro da calça. Algo estava errado. Ele tinha virado corno de verdade, e pela primeira vez não tinha certeza se conseguiria viver com isso. O shopping lá fora continuava barulhento, alheio, enquanto os três saíam do provador em silêncio, o ar entre eles agora carregado de arrependimento e perguntas que ninguém queria fazer em voz alta.

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