Perdida de Propósito na Cabine

Ela se entregou de propósito na cabine, amarrada e bem fodida pelo Bruno.

21 min read September 01, 2026New

Eu me chamo Marisol, tenho vinte e oito anos, e sempre soube que nasci com a alma virada do avesso pro lado da submissão. Não era fetiche de revista nem curiosidade de fim de semana; era um calor baixo e constante entre as pernas toda vez que um homem de voz firme me mandava calar a boca e abrir as coxas. Naquela sexta, no clube privê do centro, eu flertei descarado com o Bruno. Trinta e cinco anos, ombros largos, barba curta, olhar que já me encharcava antes mesmo de ele abrir a boca. Fiquei de costas pro balcão, saia curta subindo quando eu cruzava as pernas, e ele veio. Cheiro de couro e perfume barato bom. “Quer se perder de verdade ou só brincar de assustada?” perguntou, baixo, quase no meu ouvido. Eu engoli seco e respondi que queria a cabine. Ele sorriu de canto e me guiou pelo corredor estreito até a porta numerada.

A cabine cheirava a limpeza e a expectativa. Banco acolchoado preto no meio, ganchos no teto, cordas vermelhas enroladas num gancho, spreader bar encostada na parede. Bruno fechou a porta com um clique seco. O barulho ecoou dentro de mim. Ele ficou de frente, braços cruzados, e me olhou de cima a baixo como se já estivesse me comendo.

— Marisol. Olha pra mim. Tu quer mesmo se entregar completamente esta noite? Amarrada, usada, sem meia vontade?

Minha boca estava seca e a calcinha já colada.

— Sim. Quero. Quero ser amarrada e fodida por ti até eu não conseguir pensar em mais nada. Por favor.

Ele assentiu uma vez só, como se tivesse selado um contrato.

— Então tira a roupa. Devagar. Quero ver cada centímetro.

Comecei pelo vestido. Puxei o zíper nas costas, desci o tecido pelos ombros, pelos seios, pela barriga, até ele cair no chão. Fiquei de sutiã preto e calcinha. Bruno deu a volta em mim, sem tocar ainda, só elogiando.

— Porra, que corpo. Cintura estreita, bunda redonda, peitos pesados. Feito pra ser marcado.

Mandei o sutiã embora. Os mamilos já duros. A calcinha desceu devagar pelas coxas. Quando fiquei nua, ele finalmente me tocou — só a ponta dos dedos, traçando a linha da clavícula, descendo entre os seios, contornando o umbigo, parando logo acima do monte. Um arrepio me sacudiu inteira. Ele pegou as cordas vermelhas macias.

— Pulso.

Estendi as mãos. Ele amarrou os pulsos juntos na frente, nó firme mas que não cortava a circulação, depois me virou e me colocou de quatro no banco acolchoado. Os tornozelos foram amarrados nas pernas do banco, afastados o suficiente pra eu não conseguir fechar as coxas. A bunda no ar, a buceta exposta, pingando já. Bruno passou a mão aberta na minha pele, aquecendo.

— Conta até dez pra mim. E agradece cada tapa.

O primeiro veio seco, quente, estalando na carne da nádega direita. Eu gemi alto.

— Um… obrigada, senhor.

Segundo, mais forte, do outro lado. A ardor subiu rápido.

— Dois… porra, obrigada.

Ele encontrou um ritmo. Tapa, pausa, tapa mais fundo. Minha bunda esquentava, latejava, e cada impacto mandava um choque direto pro clitóris. Eu gemia sem vergonha, a testa apoiada no couro do banco, babando um pouco. Na sexta palmada já estava implorando.

— Mais… por favor, mais forte…

Na oitava eu confessei, a voz embargada:

— Tô encharcada, Bruno. A buceta tá escorrendo. Preciso do teu pau. Me fode, me usa, porra…

Ele parou. Ouvi o barulho do cinto, do zíper. A cabeça grossa do pau dele esfregou entre meus lábios molhados, subindo e descendo, espalhando o meu próprio gozo. Sem avisar, enterrou de uma vez só até o fundo. Eu gritei. Ele era grosso, comprido, e eu senti cada veia. Começou a me foder de quatro com estocadas profundas e ritmadas, uma mão puxando meu cabelo pra trás, a outra apertando minha garganta com o jeito certo — pressão o bastante pra me fazer enxergar estrelas, sem me tirar o ar de verdade. Eu gozava já na terceira estocada forte, contrações apertando o pau dele, gemendo “obrigada, obrigada, me fode mais”.

Ele me tirou do banco sem desatar os pulsos, me virou de frente, abriu minhas pernas e prendeu os tornozelos no spreader bar. Fiquei exposta, aberta, sem poder fechar nada. Bruno ajoelhou entre minhas coxas e me comeu com a boca primeiro — língua larga no clitóris, dois dedos curvados dentro — até eu implorar de novo. Depois enfiou o pau outra vez, estocadas profundas que batiam no colo do útero. Eu gozei gritando, as cordas nos pulsos rangendo, as pernas tremendo no ferro do spreader. Ele não parou. Continuou me fodendo através do orgasmo, forçando outro a subir logo atrás, e eu choramingava de prazer, babando, chamando ele de senhor.

Quando me tirou de lá, as pernas não aguentavam. Ele me pôs de joelhos no chão macio da cabine, segurando meu cabelo com as duas mãos.

— Boca aberta. Olha pra mim.

Eu abri. O pau molhado do meu gozo deslizou pela língua, foi fundo, bateu na garganta. Eu engasguei de propósito, de prazer, saliva escorrendo pelo queixo, olhos marejados cravados nos dele. Ele fodia minha boca com o mesmo domínio, gemendo baixo, e eu sugava, lambia, engolia em volta, sendo a putinha submissa que eu tinha prometido ser. Quando ele puxou pra fora, a cabeça inchada latejando na minha língua, gozou grosso e quente, jatos salgados enchendo minha boca. Eu segurei tudo, mostrei na língua aberta, e engoli devagar, ainda olhando nos olhos dele.

— Boa menina — ele disse, a voz rouca. — Que porra de entrega.

Desamarrou com cuidado. Primeiro os tornozelos, massageando onde a corda tinha marcado. Depois os pulsos. Vermelho vivo na pele, belo pra caralho. Me puxou pro colo dele no banco, me abraçou por trás, peito quente nas minhas costas. Me deu uma garrafa d’água e ficou me observando beber.

— Tu te entregou inteira. Sem reserva. Orgulhoso de ti, Marisol.

Fiquei ali mais uns minutos, sentindo o coração desacelerar, a buceta ainda latejando, aberta, usada. Quando me levantei pra vestir, as marcas das cordas ardiam gostoso sob a roupa. Saí da cabine andando meio torto, o sorriso impossível de esconder. No corredor ainda sentia o gosto dele na língua e a certeza quente de que na semana que vem eu voltaria. Mas algo no jeito que Bruno me olhou na porta — um meio sorriso, um “a gente ainda não terminou” sem palavras — me disse que a próxima vez não ia ser só mais uma foda amarrada. Tinha mais. E eu já estava molhada de novo só de imaginar o que ele ainda ia exigir de mim.

Na segunda-feira ainda ardiam as marcas vermelhas nos pulsos e na bunda. Cada vez que eu me sentava no trabalho a carne latejava e a buceta respondia na hora, molhando a calcinha como se o Bruno ainda estivesse ali atrás de mim. Passei a semana inteira me tocando no banheiro do escritório, três dedos enfiados até o fundo, lembrando do gosto dele na língua e da pressão certa na garganta. Quinta à noite eu já não aguentava mais. Mandei mensagem pro número que ele tinha rabiscado no meu braço antes de eu sair da cabine: “Preciso de novo. Por favor.” A resposta veio em menos de um minuto. “Sexta. Mesma hora. Vem sem calcinha e pronta pra sumir de verdade.”

Cheguei no clube com a saia justinha e os seios livres por baixo da blusa fina. Bruno estava no mesmo lugar do balcão, copo na mão, olhando a porta como se já soubesse o segundo exato em que eu ia aparecer. Quando nossos olhos se cruzaram o calor desceu direto pro clitóris. Ele não sorriu. Só fez um gesto curto com a cabeça e eu o segui pelo corredor sem precisar de palavra nenhuma.

A cabine cheirava diferente dessa vez — óleo, couro quente e algo metálico. No banco tinha um monte de coisas novas: uma máscara de couro preto, pinças de mamilo com correntes, uma chibata curta de tiras, um plug de aço já lubrificado e cordas pretas mais grossas. Bruno fechou a porta e ficou me olhando enquanto eu tremia de antecipação.

— Tira tudo. Agora. Sem teatro.

Despi em silêncio. A blusa, a saia, os saltos. Fiquei nua e ele andou em volta de mim devagar, passando só a ponta dos dedos na pele marcada da semana passada.

— Essas marcas ainda estão aí. Gostei. Hoje vou deixar outras. Mais fundo. Tu vai sentir por dias.

Ele pegou a máscara e cobriu meus olhos. O mundo sumiu. Só restou o cheiro dele e o barulho da respiração. As cordas pretas apertaram meus pulsos atrás das costas, cotovelos quase se tocando, peitos esticados pra frente. Depois veio o spreader bar de novo, mas dessa vez com as correntes mais curtas — coxas abertas até doer um pouco, joelhos sem chance de se fechar. Senti o metal frio das pinças nos mamilos. Ele apertou devagar, primeiro o direito, depois o esquerdo, e a dor aguda virou fogo direto na buceta. A corrente entre elas balançava a cada respiração.

— Conta pra mim o que tu quer hoje, Marisol. Bem baixinho.

— Quero que tu me uses até eu não saber mais o meu nome. Me fode, me bate, me enche. Por favor, senhor.

A primeira chicotada das tiras de couro acertou bem no meio da bunda. O estalo ecoou e o ardor espalhou quente. Eu gemi alto. Segunda, terceira, quarta — ele não contava mais, só batia em ritmo irregular, às vezes na coxa interna, às vezes bem em cima da buceta exposta. Cada impacto fazia as pinças puxarem os mamilos e eu sentia o gozo escorrendo pela perna já na quinta chibatada. Ele parou só quando eu estava soluçando de prazer misturado com dor gostosa.

— Tá pingando no chão, puta. Olha o que tu virou.

Senti o plug frio pressionar minha entrada traseira. Ele empurrou devagar, girando, abrindo, até o metal grosso assentar completo. A sensação de estar cheia ali atrás enquanto a buceta pulsava vazia me deixou louca. Bruno lambeu minha orelha e sussurrou:

— Agora tu segura isso enquanto eu te fodo. Se cair, eu paro tudo e te deixo assim amarrada até o clube fechar. Entendeu?

— Sim, senhor. Não vai cair. Porra, não vai.

Ele enfiou o pau de uma vez só, sem aviso, bem fundo na buceta encharcada. O grito que saiu de mim foi quase um uivo. Estava mais grosso que na semana passada — ou eu é que estava mais sensível com o plug ocupando o outro buraco. As estocadas vieram profundas, pesadas, batendo no fundo a cada investida. Uma mão puxava meu cabelo com força, a outra apertava a garganta no ponto exato que fazia tudo ficar mais intenso. Eu gozei na quinta estocada, contrações violentas apertando o pau dele e o plug ao mesmo tempo. Ele não parou. Continuou me fodendo através do orgasmo, forçando o corpo a tremer sem descanso.

— Outro. Agora. Não peço, eu mando.

Os dedos dele acharam o clitóris inchado e esfregaram rápido enquanto o pau martelava sem piedade. O segundo orgasmo veio sujo, bagunçado, eu babando na máscara, gemendo “obrigada, obrigada, me quebra”. As pernas balançavam no spreader, os mamilos latejavam nas pinças, o plug parecia crescer a cada contração. Bruno tirou o pau de repente, me deixou vazia e latejando, e eu chorei de pura necessidade.

— Boca.

Ele tirou a máscara só o bastante pra eu ver o pau brilhando do meu gozo. Enfiou na minha garganta até eu engasgar de propósito, saliva escorrendo pelo queixo e pingando nos seios. Fodia minha boca com o mesmo ritmo bruto, gemendo baixo, me chamando de boa menina e de putinha faminta. Quando puxou pra fora eu já estava ofegante, olhos marejados, língua pra fora pedindo mais.

Ele me desamarrou só o suficiente pra me virar de costas no banco, peito pra baixo, bunda pra cima, plug ainda no lugar. As cordas agora seguravam meus braços esticados pra frente e as pernas ainda abertas. A chibata voltou, mais forte, riscando a carne já quente. Cada tapa mandava o plug se mexer e eu gemia sem vergonha nenhuma.

— Fala o que tu é.

— Tua puta. Tua submissa. Me usa, Bruno, porra, me fode até eu sumir.

Ele enfiou de novo, agora mais fundo ainda por causa do ângulo. O pau batia no colo do útero e o plug esfregava por dentro. Eu gozei gritando o nome dele, o corpo inteiro se contorcendo nas cordas. Ele segurou meu quadril com as duas mãos e acelerou, estocadas curtas e brutais até eu sentir o pau latejar. Gozou dentro, quente, grosso, enchendo a buceta enquanto eu ainda contraía em volta dele. Continuou metendo devagar até o último jato, depois puxou pra fora e abriu meus lábios com os dedos pra ver o gozo escorrer.

— Olha isso. Toda aberta, toda marcada, cheia de porra. Perfeita.

Tirou o plug com cuidado, massageou a entrada dilata, depois me virou e me colocou de joelhos de novo. Dessa vez sem máscara. Queria que eu olhasse. Empurrou o pau ainda semi-duro na minha boca pra eu limpar tudo — o gosto misturado de nós dois. Eu chupei devagar, olhando nos olhos dele, engolindo o que sobrava.

Quando finalmente me desamarrou por completo, as marcas novas eram lindas: vermelho vivo nos pulsos, nas coxas, nos mamilos inchados. Bruno me puxou pro colo, me deu água, passou pomada fria nas partes mais ardidas. Ficamos em silêncio um tempo, o peito dele subindo e descendo contra minhas costas.

— Tu se entregou de novo. Mais fundo. Mas ainda tem coisa que eu não tirei de ti, Marisol.

Ele lambeu o suor do meu pescoço e falou baixo, a voz rouca colada na minha pele:

— Na próxima tu vem direto pra minha casa. Sem clube, sem horário de fechamento. Vou te amarrar de verdade, te deixar pendurada, te foder até o sol nascer e te fazer pedir coisas que tu ainda não sabe que quer. E tu vai vir. Molhada. Pronta. Sem reserva nenhuma.

Eu tremi inteira só de ouvir. A buceta latejou de novo, ainda escorrendo o gozo dele. Beijei a mão que segurava meu queixo e respondi com a voz rouca de quem já estava vendida:

— Eu vou. Do jeito que tu quiser. Me perde de vez, senhor.

Ele sorriu aquele meio sorriso perigoso e apertou minha garganta de leve, só pra lembrar quem mandava.

— Então se prepara. Porque a cabine foi só o aquecimento.

Eu cheguei na casa dele no sábado à noite com as pernas já tremendo antes mesmo de apertar a campainha. O endereço era um sobrado discreto num bairro quieto, janelas escuras, e quando a porta se abriu Bruno estava de camisa preta aberta no peito, calça jeans, o olhar pesado que me encharcou na hora. Sem um olá. Só me puxou pra dentro, fechou a porta e me prensou contra a parede do corredor.

— Tira. Tudo. Agora.

A blusa saiu, a saia caiu, a calcinha — eu tinha obedecido, não trouxe nenhuma — e fiquei nua sob a luz amarela do hall. Ele passou a mão aberta pela minha barriga, desceu até o monte, meteu dois dedos sem cerimônia e os tirou brilhando.

— Já molhada na calçada. Boa. Sobe.

O quarto no segundo andar cheirava a madeira, couro e óleo de massagem. No teto, ganchos de aço reforçados. No chão, um colchão grosso coberto com lençol preto, cordas longas de cânhamo, cintas de couro, um par de algemas acolchoadas, uma barra de suspensão e uma garrafa de lube grosso. Bruno me virou de costas, amarrou os pulsos na frente com o cânhamo grosso, depois passou a corda por um gancho e puxou devagar até meus braços subirem acima da cabeça, ombros esticados, peitos erguidos. Os pés ainda tocavam o chão, mas só a ponta dos dedos. Ele prendeu os tornozelos numa barra curta, abrindo minhas pernas o máximo que aguentei, e trancou tudo.

— Agora tu não foge. Não fecha. Não se esconde.

A primeira chibatada veio sem aviso na carne da bunda. Estalo seco, ardor quente. Eu gemi. Segunda na outra nádega. Terceira bem na juntura da coxa. Ele não falava, só batia em ritmo irregular, deixando a pele esquentar, latejar, marcar. Quando a décima atingiu bem em cima da buceta exposta eu solucei alto e o gozo escorreu pela coxa interna.

— Conta o que tu sente.

— Dor gostosa… ardor… buceta latejando… por favor, senhor…

Ele pegou as pinças de novo, mas dessa vez com peso nas pontas. Apertou o mamilo direito até eu gritar, depois o esquerdo, e a corrente pesada balançava a cada respiração, puxando. Em seguida o plug — maior que o da cabine, de silicone grosso com base larga. Empurrou devagar, girando, abrindo, até eu gemer com a boca aberta e o metal frio do gancho ranger acima de mim. Quando assentou completo me senti absurdamente cheia, vulnerável, exposta.

Bruno se ajoelhou na minha frente e me chupou o clitóris com a língua larga e quente enquanto dois dedos entravam na buceta e faziam pressão no plug por dentro. Eu gozei em menos de um minuto, as pernas balançando no ar, saliva escorrendo pelo queixo, gritando “obrigada”. Ele não parou. Continuou lambendo e dedando até o segundo orgasmo me arrancar um soluço feio, corpo inteiro se contorcendo nas cordas.

— Ainda não pediu o que eu quero ouvir.

Ele se levantou, tirou o cinto, a calça, e o pau saltou grosso e duro. Esfregou a cabeça nos meus lábios molhados, subiu e desceu, molhou tudo, e enfiou de uma vez. O grito que saiu de mim foi rouco. Com o plug no cu e o pau enchendo a buceta eu me sentia rebentada de prazer. Ele segurou meus quadris e fodeu com estocadas longas e pesadas, cada uma batendo fundo, fazendo o corpo balançar no gancho. A corrente das pinças puxava os mamilos a cada movimento. Eu gozei de novo, apertando ele por todos os lados, e ele só riu baixo e continuou.

— Outro. Eu mando.

Os dedos dele acharam o clitóris inchado e esfregaram em círculo rápido enquanto o pau martelava sem piedade. O quarto orgasmo veio bagunçado, eu choramingando, babando, pedindo mais forte. Bruno puxou pra fora de repente, me deixou vazia e latejando, e empurrou o pau na minha boca. Eu engoli fundo, engasgando de propósito, saliva escorrendo pelos seios, olhos marejados cravados nos dele. Ele fodia minha garganta com o mesmo domínio bruto, gemendo “boa puta, engole tudo”.

Quando puxou pra fora estava latejando. Me virou no gancho, peito pra baixo, bunda pra cima o máximo que as cordas permitiam, e enfiou de novo na buceta. O ângulo era cruel e perfeito. Cada estocada fazia o plug se mexer e o pau bater no colo do útero. Eu gozei gritando o nome dele, o corpo inteiro se sacudindo. Ele segurou firme e acelerou até gozar quente e grosso dentro de mim, enchendo, pulsando, gemendo baixo contra minha nuca.

Mas não tirou. Continuou metendo devagar, espalhando o gozo, até ficar semi-duro de novo. Depois puxou pra fora, tirou o plug com cuidado e enfiou o pau no meu cu num só movimento fundo. Eu gritei de novo — a dor gostosa misturada com a sensação de estar completamente tomada. Ele fodeu meu cu com estocadas ritmadas e profundas, uma mão no cabelo, a outra apertando a garganta no ponto exato. Eu gozei mais uma vez só com aquilo, as contrações violentas, o corpo pendurado e tremendo.

Quando finalmente me baixou do gancho as pernas não aguentavam. Bruno me deitou no colchão, desamarrou os pulsos e os tornozelos com calma, massageou onde as cordas tinham marcado, passou pomada fria nos mamilos inchados e na bunda vermelha. Me deu água, me puxou pro peito dele, e ficou em silêncio enquanto meu coração desacelerava.

— Tu se entregou mais fundo hoje. Pendurada, cheia, gritando. Mas ainda tem uma coisa que eu quero de ti, Marisol. Uma coisa que tu ainda não pediu.

Ele lambeu o suor do meu pescoço e falou rouco no meu ouvido:

— Amanhã cedo eu te amarro de novo. Dessa vez de joelhos no chão o dia inteiro, com o plug grosso e um vibrador no clitóris no modo mais baixo, sem poder gozar até eu permitir. E tu vai me pedir pra te usar de qualquer jeito que eu quiser — boca, buceta, cu, tudo — enquanto eu te deixo à beira o tempo que eu decidir. Vai doer de vontade. Vai me implorar coisas que tu nunca falou em voz alta. E eu só libero se eu achar que tu mereceu.

Eu tremi inteira, a buceta ainda escorrendo o gozo dele, o cu latejando, os mamilos latejando. Beijei o peito dele e respondi com a voz rouca de quem já estava perdida de vez:

— Eu peço. Do jeito que tu quiser. Me deixa à beira, me usa, me quebra mais, senhor. Eu quero.

Ele apertou minha garganta de leve, só o bastante pra eu sentir de novo quem mandava, e sorriu aquele meio sorriso perigoso.

— Então dorme agora. Porque quando o sol nascer a gente começa de verdade. E dessa vez não tem horário pra acabar.

Eu acordei com a luz fraca do domingo entrando pelas frestas da cortina e com a mão dele já no meu cabelo, puxando devagar até eu abrir os olhos. Bruno estava sentado na beira do colchão, nu da cintura pra cima, o olhar calmo e absoluto.

— Levanta. De joelhos. Agora.

As pernas ainda doíam da noite anterior, a bunda latejava sob a pomada, o cu ardia gostoso. Mesmo assim eu desci do colchão e me ajoelhei no chão de madeira fria, mãos atrás das costas sem ele precisar mandar. Ele pegou o plug grosso de silicone negro, passou lube generoso e empurrou devagar na minha entrada ainda sensível. Eu gemi baixo quando a base larga assentou, me enchendo por completo. Em seguida o vibrador pequeno, oval, foi colado no clitóris com uma fita macia e ligado no modo mais baixo — um zumbido constante, cruel, que me fez contrair na hora.

— Braços.

Ele amarrou os pulsos atrás com o cânhamo grosso, cotovelos quase se tocando, peitos pra frente. Depois passou uma corrente leve entre as pinças que voltaram aos mamilos, o peso puxando a cada respiração. Fiquei ali, de joelhos abertos, plug no cu, vibrador torturando o clitóris inchado, cordas nos pulsos, e ele se sentou numa cadeira na minha frente, pernas abertas, pau já semi-duro à mostra.

— Tu não goza. Não pede pra gozar. Só pede pra ser usada. Boca, buceta, cu — o que eu quiser, quando eu quiser. E tu agradece. Entendeu, Marisol?

— Sim, senhor.

O vibrador zumbia sem parar. Em dez minutos eu já estava molhada até a coxa, o plug se mexendo a cada contração involuntária. Em vinte eu tremia. Em meia hora a buceta latejava vazia e faminta, o clitóris latejando sob o plástico. Bruno só me olhava, mexendo no celular de vez em quando, como se eu fosse móvel da sala.

Quando a necessidade ficou feia demais eu abri a boca e pedi, a voz rouca:

— Usa minha boca, senhor. Por favor. Me fode a garganta.

Ele se levantou sem pressa, enfiou o pau na minha língua e foi fundo de uma vez. Eu engasguei de propósito, saliva escorrendo pelo queixo e pingando nos seios, os olhos marejados cravados nos dele. Ele fodia minha boca com estocadas lentas e profundas, uma mão no cabelo, controlando o ângulo. O vibrador não parava. Eu gemia em volta do pau dele, apertando o plug com o cu, pedindo mais com o olhar. Quando ele puxou pra fora eu já estava babando, ofegante.

— Boa. Continua.

Voltei à posição. O zumbido baixo me mantinha à beira o tempo todo. Horas se arrastaram. O sol subiu. Minhas joelheiras doíam. Os mamilos latejavam nas pinças. O gozo escorria pela perna interna e formava uma poça pequena no chão. Toda vez que o orgasmo ameaçava subir demais eu mordia o lábio e pedia outra coisa.

— Buceta, senhor. Me fode a buceta. Preciso.

Ele me deitou de lado no chão mesmo, puxou uma perna pra cima e enfiou de uma vez. O pau grosso abriu a buceta encharcada enquanto o plug pressionava por dentro. Estocadas pesadas, ritmadas, a mão dele apertando minha garganta no ponto exato. O vibrador esfregava entre nós. Eu gritei de necessidade, o corpo inteiro se contorcendo nas cordas, mas ele parou antes do gozo, puxou pra fora e me deixou vazia, latejando, choramingando.

— Ainda não.

Me colocou de joelhos de novo. O tempo passou. Eu pedi o cu. Ele tirou o plug, passou mais lube e enfiou o pau no meu cu num movimento fundo e lento. Eu gemi alto, a dor gostosa misturada com a sensação de estar completamente tomada. Ele me fodeu ali com estocadas profundas, puxando meu cabelo pra trás, me chamando de puta boa, de submissa perfeita. O vibrador continuava. Eu estava à beira de novo, soluçando, pedindo permissão com a voz quebrada.

— Não — ele disse só. — Aguenta.

Quando tirou, enfiou o plug de volta e me deixou ali mais uma hora. Eu tremia sem parar. O chão estava molhado. Minha mente já não formava frases longas — só necessidade, corda, pau, ordem. Pedi a boca de novo. Pedi a buceta. Pedi pra ele me bater. A chibata curta acertou a bunda, as coxas, o lado externo dos seios. Cada estalo mandava um choque direto pro clitóris e eu gemia “obrigada, senhor” com a voz embargada.

No meio da tarde ele me suspendeu de novo no gancho do teto, braços esticados, pontas dos pés mal tocando o chão, pernas abertas na barra. O vibrador ainda no lugar. O plug ainda dentro. As pinças balançando. Bruno me chupou o clitóris até eu gritar de quase-orgasmo, depois parou e enfiou o pau na buceta, me fodendo pendurada, o corpo inteiro balançando. Eu gozei sem permissão — um orgasmo sujo, bagunçado, contrações violentas que apertaram ele e o plug ao mesmo tempo. Ele riu baixo, me deu dois tapas na cara molhada de saliva e lágrimas, e continuou me fodendo através do castigo.

— Isso vai te custar. Mas continua pedindo.

Eu pedi. Pedi o cu de novo. Pedi pra ele gozar na minha boca. Pedi pra ele me deixar à beira até eu não aguentar mais. Ele fez tudo. Me usou de joelhos, de quatro no colchão, contra a parede, o pau entrando e saindo da buceta, do cu, da garganta, o gozo dele escorrendo pelo queixo, pela coxa, pingando no chão. Cada vez que eu chegava perto demais ele parava, me olhava, e esperava o tremor passar. Eu chorava de vontade. A cabeça já não pensava em nada além da próxima ordem.

Quando o sol começou a baixar ele me baixou do gancho pela última vez, me deitou de peito no colchão, bunda pra cima, e tirou o plug. Enfiou o pau no cu num só movimento fundo e começou a me foder com força real — estocadas curtas, brutais, a mão no cabelo, a outra no quadril. O vibrador ainda zumbia no clitóris. Eu gozei gritando o nome dele, o corpo se sacudindo, o gozo escorrendo em fios pela perna. Ele não parou. Continuou até gozar quente e grosso dentro do meu cu, pulsando, gemendo baixo contra minha nuca, enchendo, reclamando espaço.

Ficou ali um tempo, ainda dentro, respirando pesado. Depois puxou pra fora devagar, abriu minha bunda com as duas mãos e observou o gozo escorrer. Passou os dedos, empurrou de volta um pouco, depois me virou e enfiou o pau sujo na minha boca pra eu limpar. Eu chupei tudo — o gosto de cu, de porra, de mim mesma — olhando nos olhos dele como a putinha que ele tinha feito de mim o dia inteiro.

Quando finalmente me desamarrou as marcas eram profundas: vermelho vivo nos pulsos, nos tornozelos, nos mamilos inchados e roxos, a bunda e as coxas riscadas de chibatadas, o cu dilatado e latejando, a buceta inchada e aberta. Bruno passou pomada com cuidado, me deu água, me puxou pro peito dele no colchão. O coração dele batia calmo sob minha orelha. Ficamos em silêncio enquanto a noite caía de verdade.

Eu deveria ter sentido só o vazio gostoso de depois, a satisfação de ter sumido por completo. Em vez disso, deitada ali com o gosto dele ainda na língua e o corpo inteiro doendo do jeito certo, uma pontada estranha subiu do estômago. Olhei as marcas nos meus pulsos — belas, profundas, minhas — e de repente achei que talvez eu tivesse dado demais. Que o “me perde de vez” saiu fácil demais da boca. Que amanhã, no escritório, quando a cadeira apertasse a bunda latejante e a calcinha molhasse só de lembrar, eu ia sentir falta de alguma coisa que não sabia nomear. Bruno afagava meu cabelo, orgulhoso, satisfeito, e eu beijei o peito dele por reflexo. Mas por dentro a pergunta já estava formada, quieta e gelada: e se eu não quisesse mais voltar inteira? E se a próxima vez eu pedisse pra parar e descobrisse que não sabia mais como? Fechei os olhos e finji dormir, a buceta ainda escorrendo, o corpo entregue, e o arrependimento começando a latejar mais fundo que qualquer corda.

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