A Dominação Proibida no Farol

No farol isolado, a fotógrafa Vanessa entrega o controle pro dominante Wesley e vira sua puta submissa amarrada, amordaçada e bem fodida.

9 min read September 06, 2026New

O farol erguia-se negro contra o céu de tempestade, a pedra gasta pelo sal e pelo vento. Vanessa desligou o motor da camioneta e ficou um segundo a olhar a torre, a câmara pesada a pender do ombro. Vinte e oito anos, fotógrafa freelancer, e aquele sítio isolado era o trabalho dos sonhos — luz crua, texturas antigas, solidão. O que ela não confessava a ninguém era o nome que já conhecia de fóruns fechados de BDSM: Wesley, 32 anos, faroleiro, dominante seco e preciso nas mensagens. Nunca tinham trocado fotos do rosto. Só palavras. E agora ela estava ali, a bater à porta de ferro.

Ele abriu. Alto, ombros largos, barba por fazer, olhos escuros que a percorreram sem pressa. A camisa de flanela suja de óleo e o cheiro a maresia e a café. Não sorriu.

— Chegaste cedo.

— O tempo piorou. Posso começar já?

Wesley fez um gesto vago para o interior. Vanessa entrou, botas a ecoar no chão de pedra. Enquanto ele falava das salas de máquinas e da lanterna no topo, ela sentia o corpo a reagir à voz grave, baixa, a mesma que lia à noite nos chats. Ele sumiu por uns minutos a verificar o gerador. Ela ficou sozinha no corredor estreito.

A porta entreaberta do quarto de trás puxou-a como um íman. Empurrou com a ponta dos dedos. Dentro, a luz amarela de uma lâmpada nua revelava o que os fóruns só descreviam em texto: ganchos no teto, um baú aberto com cordas de cânhamo enroladas com precisão militar, algemas de couro forradas, um chicote de cauda única pendurado na parede, um banco baixo com correias. O ar cheirava a couro e a madeira encerada. O coração dela batia na garganta. Estendeu a mão, tocou numa corda grossa, sentiu a aspereza contra a pele.

— Gostas do que vês?

A voz veio de trás, perto demais. Vanessa deu um salto, a corda a cair-lhe dos dedos. Wesley estava encostado ao batente, braços cruzados, o olhar fixo nela. Sem raiva. Só uma intensidade fria que a prendeu no sítio.

— Eu… desculpa. A porta estava aberta. Eu não devia—

— Sabes quem eu sou.

Não era pergunta. Ela engoliu em seco, o rosto a arder.

— Dos fóruns. Sim. Eu… sempre li as tuas respostas. A forma como falas de amarração, de controlo. Fantasiei. Muitas vezes. Contigo. De verdade. Não só com palavras no ecrã.

A confissão saiu corada, a voz embargada. Wesley deu um passo para dentro do quarto secreto, fechou a porta atrás de si com um clique suave. O espaço ficou pequeno, quente apesar do vento lá fora.

— Então a fotógrafa veio caçar imagens e acabou a bisbilhotar o meu material. Olha-me.

Ela obedeceu. Ele aproximou-se até o peito quase tocar no dela. Cheiro a homem, a suor limpo, a tabaco frio. As mãos grandes agarraram-lhe os pulsos e ergueram-nos acima da cabeça, pressionando-os contra a parede fria de pedra. O choque do frio na pele fez-lhe soltar um gemido baixo. Wesley encaixou a coxa entre as pernas dela, sem pressa, só a fixá-la ali.

— Diz-me agora, sem rodeios. Queres ser amarrada e usada como a minha puta submissa esta noite? Aqui. Neste farol. Com as minhas cordas, as minhas regras. Responde.

O peito dela subia e descia depressa. O calor entre as pernas já era óbvio, a cueca húmida a colar-se-lhe. Os lábios abriram-se.

— Sim, senhor. Quero. Entrego o controlo. Por favor.

Um sorriso mínimo puxou o canto da boca dele. Soltou-lhe os pulsos, mas não se afastou.

— Então tira a roupa. Devagar. Eu mando o ritmo.

Vanessa tremia ligeiramente quando os dedos foram aos botões do casaco impermeável. Ele observava, imóvel, só a voz baixa a cortar o silêncio.

— Mais lento. Cada botão. Sente o ar frio a tocar-te.

O casaco caiu. Debaixo, uma camisola fina de lã. Ele estendeu a mão e passou a ponta dos dedos pela clavícula exposta, um toque de leveza que a fez estremecer.

— Tira. Agora.

A camisola subiu pela cabeça, o cabelo a desfazer-se. Os seios aprisionados no sutiã preto simples. Wesley rodeou-a, as mãos apenas a pairar a centímetros da pele.

— O sutiã. Desaperta. Deixa cair.

Os seios pesados libertaram-se. Os mamilos endurecidos pelo frio e pela excitação. Ele não tocou. Apenas falou, perto do ouvido.

— Calças. Abre o botão. Desce o fecho. Empurra-as pelas ancas. Sem pressa.

Vanessa obedeceu, a respiração irregular. As calças deslizaram até aos tornozelos. Ficou só de cuecas e meias. Wesley pousou a palma quente no baixo ventre dela, por cima do tecido húmido, e manteve-a ali, a pressão firme mas leve.

— Já estás molhada só com ordens. Que puta ansiosa. Tira a cueca. Agora.

Ela puxou o tecido para baixo, o cheiro da própria excitação a subir. Nu, o corpo a tremer ligeiramente. Wesley circundou um mamilo com o polegar, mal a roçar, e depois afastou a mão. Outra ordem baixa:

— Junta as mãos atrás das costas. Peito para fora. Olhos em mim.

A pose forçou os seios para a frente. Ele desceu o olhar, apreciando, e depois subiu de novo.

— Ainda não te amarro. Ainda não te fodo. Primeiro quero ouvir-te pedir. Quero ver até onde aguentas só com a minha voz e estes toques.

Os dedos deslizaram pela parte interior da coxa dela, subindo até quase tocar nos lábios inchados, e pararam. Vanessa gemeu, as ancas a empurrar para a frente por instinto. Ele retirou a mão de imediato.

— Sem se mexer. Eu decido.

Outro toque: o polegar a passar devagar pelo mamilo, apertando só o suficiente para arrancar um suspiro. Depois a mão grande a descer pela barriga, a parar outra vez à entrada da cona, a espalmar ali, a sentir o calor, a humidade, sem entrar.

— Fala. Diz o que queres.

— Quero… quero que me amarres, senhor. Por favor. As cordas. As algemas. Usa-me. Fode-me como a tua puta. Já não aguento só isto.

Wesley deu uma palmada leve na cara interior da coxa, o estalo seco a ecoar no quarto pequeno. Vanessa soltou um grito curto, mais prazer do que dor.

— Implora direito. De joelhos.

Ela desceu, o chão frio a morder os joelhos. As mãos ainda atrás das costas. O olhar erguido para ele, os lábios entreabertos, a saliva a brilhar.

— Senhor… amarra-me. Usa as tuas cordas. Aperto-me os pulsos, as coxas, o que quiseres. Amordaça-me se for preciso. Fode-me a boca, a cona, o cu. Faz de mim a tua puta submissa esta noite inteira. Eu peço. Eu preciso. Por favor, senhor. Amara-me já. Não me deixes assim.

Wesley baixou-se à altura dela, agarrou-lhe o queixo com firmeza, o polegar a pressionar o lábio inferior.

— Boa puta. Pediste bem. Agora vais ficar exatamente assim enquanto eu escolho as cordas. Não te mexas. Não te toques. A noite ainda nem começou.

Ele endireitou-se, foi até ao baú, e o som das cordas a desenrolar encheu o quarto. Vanessa ficou de joelhos, nua, a tremer de antecipação, o corpo inteiro a gritar pelo próximo toque, pela primeira volta de cânhamo na pele. O vento uivava lá fora contra a pedra do farol, mas ali dentro só existia a respiração dela e o domínio calmo de Wesley a aproximar-se de novo, corda na mão.

Wesley aproximou-se com a corda de cânhamo grossa enrolada na mão. Vanessa continuava de joelhos, peito para fora, o corpo inteiro a tremer de antecipação. Ele puxou-a pelo cabelo até ela se erguer e arrastou-a pelo corredor estreito até à sala da lanterna. A grade de ferro enferrujada que protegia a escada em caracol brilhava à luz amarela. O vento uivava lá fora, sacudindo as janelas.

— De costas contra a grade. Abre as pernas. Águia aberta. Já.

Vanessa obedeceu. As costas nuas tocaram o metal frio. Wesley passou a corda pelos pulsos dela, puxou com força e amarrou-os bem altos nos barrotes de ferro. Depois desceu, prendeu cada tornozelo nas barras laterais, abrindo-a completamente. As coxas tremiam, a cona exposta, pingando no chão de pedra. Ele enfiou a mordaça de bola entre os lábios dela, apertou a fivela atrás da cabeça. A saliva já escorria pelo queixo.

— Olha para mim, puta. Vais levar tudo o que eu quiser e só vais gozar quando eu mandar.

Os dedos grossos dele entraram de uma vez na cona ensopada. Dois, depois três, estocando fundo, molhando até ao pulso. Vanessa gemeu pela mordaça, o som abafado e animal. Wesley chicoteou de leve o seio direito com a cauda de couro — um estalo seco que deixou a pele a arder e o mamilo erecto. Depois a coxa interna. Outro chicote. Outro. Ela arqueava contra as cordas, a cona a contrair-se à volta dos dedos que a fodia sem piedade.

Ele retirou a mão, lambeu os dedos e abriu o fecho das calças. O pau grosso e veioso saltou pesado. Sem aviso enfiou de uma estocada até ao fundo. Vanessa gritou pela bola, os olhos a revirar. Wesley agarrou-lhe as ancas e começou a foder com força — estocadas profundas, rítmicas, o pau a bater no colo do útero a cada embate. A grade rangia. Ele chicoteava os seios e as coxas entre as estocadas, a pele a ficar vermelha e marcada.

— Toma, putinha. Esta cona é minha. Esta puta amarrada é minha.

Virar-a foi brutal. Soltou só os tornozelos, puxou as pernas para baixo, virou-a de frente para a grade e amarrou de novo os pulsos mais baixos. Ficou de quatro forçada, o rabo no ar, a cara pressionada contra o ferro. Wesley cuspiu na mão, passou saliva no cu apertado dela e enfióu o pau de uma vez. A sodomia foi cega e brutal. Ritmo de animal, bolas a bater, mãos a puxar o cabelo com força enquanto a outra palmava a bunda — tapa atrás de tapa, a carne a tremer.

— Aperta esse cu, puta. Chupa o meu pau com o rabo. Grita. Grita mais alto.

Vanessa gozou violentamente. O corpo inteiro convulsionou nas cordas, a cona a esguichar, o cu a contrair-se em espasmos à volta do pau dele. Os gritos abafados pela mordaça ecoavam no farol enquanto ela tremia sem parar. Wesley não abrandou. Continuou a foder o cu com estocadas profundas até explodir lá dentro, jorrando porra quente, enchendo-a até escorrer pelas coxas.

Ele ficou um momento dentro dela, a respirar fundo, a sentir as contrações dela. Depois saiu devagar. Vanessa tremia ainda, o corpo mole e suado, a saliva a escorrer pela mordaça, a porra a escorrer do cu e da cona. Wesley desamarrou com cuidado cada nó. Tirou a mordaça, massajou os pulsos e os tornozelos marcados. Foi buscar uma toalha molhada em água quente e limpou-lhe o corpo inteiro — seios, barriga, coxas, a cona inchada, o cu usado. Cada toque agora era lento, possessivo.

Deitou-se no chão frio de pedra com ela, puxou-a contra o peito largo, os braços a fecharem-se fortes à volta do corpo suado e satisfeito. Beijou-lhe a testa, o cabelo colado.

— Boa puta. A minha puta. Aguentaste tudo. Ficaste linda amarrada e fodida. És minha agora. Neste farol. Sempre que eu quiser.

Vanessa, ainda a tremer de prazer, a voz rouca e baixinha contra o peito dele:

— Senhor… na próxima tempestade… repete a dose. Por favor. Amarra-me outra vez. Fode-me como agora. Eu quero…

O farol inteiro tremeu de repente. Um estrondo metálico veio de baixo, das salas de máquinas — o gerador falhou com um estalo seco e a luz amarela morreu. Escuridão total. Só o uivo do vento e, no meio do silêncio, o som nítido de passos pesados a subir a escada de ferro. Alguém estava dentro do farol.

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