Medida Justa Entre Casais
Um casal de 32 e 29 anos decide explorar BDSM pela primeira vez e acaba com ela amarrada, levando palmadas e sendo dominada com força na cama.
Theo, engenheiro de trinta e dois anos, esticou as pernas na espreguiçadeira de concreto quente e olhou o reflexo da água da piscina tremer no peito nu. Ao lado, Camila, advogada de vinte e nove, passava protetor solar nas coxas com movimentos lentos, quase distraídos. Casados havia seis anos, casa própria, contas em dia, sexo de sexta à noite que começava com beijo na boca e terminava em orgasmo educado, silencioso, sempre no mesmo ângulo. Nada quebrava. Nada sangrava de vontade.
O sol de fim de tarde batia no ombro dela. Theo encheu o peito de ar.
— Você tá quieta demais hoje.
Camila soltou um riso curto, sem humor de verdade.
— Estou pensando em merda. Em como a gente fode sempre igual.
Ele virou o rosto. O tom dela não era briga; era confissão pronta para sair.
— Fala.
Ela demorou, os dedos apertando o frasco de protetor. A voz baixou, mas não hesitou:
— Eu fantasio em ser amarrada. De verdade. Corda nos pulsos, você mandando, me usando do jeito que quiser. Palmada, puxão de cabelo, me chamando de puta. Eu quero isso há meses e fico com vergonha de pedir.
O pau de Theo retesou dentro do short de banho antes mesmo de ele processar a frase inteira. O calor subiu pelo pescoço. Ele se sentou, cotovelos nos joelhos, olhando direto nos olhos castanhos dela.
— Camila. Eu quero isso há anos. Desde antes da gente casar. Eu via você de quatro e imaginava corda, a sua boca aberta pedindo pra ser fodida forte, eu controlando cada porra de segundo. Nunca falei porque achei que você ia achar nojento.
O silêncio entre eles virou eletricidade. A água da piscina batia suave na borda. Camila engoliu em seco; os mamilos marcavam o biquíni preto.
— Então a gente experimenta. Hoje à noite. Eu quero. Você quer. A gente marca o limite agora: se eu falar “vermelho”, para tudo. Fora isso, eu quero que você me domine de verdade. Sem medo de me machucar um pouco.
Theo assentiu, a voz já mais grossa.
— Combinado. Vermelho para tudo. Fora isso, você é minha. A gente comprou aquelas cordas de seda mês passado “por brincadeira”. Vão servir.
Ela sorriu, um sorriso molhado, sujo.
— Então me leva pra dentro quando o sol baixar. Eu quero ajoelhar pra você.
Eles tomaram banho separados, de propósito, pra segurar a ansiedade. No quarto, a luz amarela do abajur. Camila entrou de roupão curto; Theo já esperava de calça jeans aberta na cintura, torso nu, as cordas de seda pretas dobradas na mão. O tecido brilhava macio sob a lâmpada.
Ela parou no meio do tapete, tirou o roupão e deixou cair. Ficou nua. Peitos firmes, bunda redonda, buceta já brilhando entre as coxas. Sem pedir licença, sem drama, Camila se ajoelhou. Joelhos no chão, costas retas, mãos abertas sobre as coxas, olhar erguido.
— Usa. Por favor. Me usa do jeito que você sempre quis. Eu tô pedindo.
Theo andou até ela. O pau duro marcava a calça. Ele enrolou a corda nos dedos, sentindo o peso leve da seda.
— Abre a boca.
Ela abriu. Ele passou a ponta da corda pelos lábios dela, só pra sentir a textura quente. Depois deu a volta, ajoelhou atrás dela e puxou os braços para trás com calma firme. Os pulsos se tocaram. Ele amarrou em laçada dupla, justa o bastante pra marcar a pele sem cortar circulação, o nó preso entre as omoplatas. Camila puxou; a corda segurou. Um gemido saiu da garganta dela, puro alívio.
— Repete alto o que você é hoje — mandou Theo, boca perto da orelha dela.
— Eu quero ser a sua puta submissa.
— De novo. Mais alto. Olha pra frente.
— Eu quero ser a sua puta submissa! — a voz dela tremeu de tesão, não de medo. — Pode me amarrar, me bater, me foder como quiser. Eu sou sua.
A excitação estourou nos dois ao mesmo tempo. Theo sentiu o pau latejar, pesado, a cabeça já molhada de pré-gozo. Camila arquejava de joelho, peitos subindo e descendo, a buceta pingando no próprio calcanhar. Ele puxou o cabelo dela pra trás, forçou o rosto dela a olhar pra cima, e beijou a boca com força — dentes, língua, saliva. Ela gemeu dentro do beijo, incapaz de usar as mãos, só podendo receber.
— Levanta.
Ela tentou; ele ajudou pelo cotovelo e, no segundo seguinte, a joga na cama de bruços. O colchão afundou. Camila caiu de peito, rosto de lado, braços presos nas costas, bunda erguida porque os joelhos se dobraram sozinhos. Theo abriu a calça, tirou o pau grosso, latejante, e esfregou a cabeça na fenda molhada dela só pra sentir o calor — sem entrar ainda. Ela rebolou pra trás, pedindo.
— Quieta — disse ele, e a primeira palmada caiu.
O estalo ecoou no quarto. A mão grande de Theo acertou a metade direita da bunda dela com força firme, o suficiente pra arder e deixar a pele vermelha na hora. Camila gritou um “ah!” agudo, o corpo inteiro tremendo, a buceta contraindo no ar.
— Conta.
— Um… porra, Theo—
Segunda palmada, do outro lado, mais dura. O impacto balançou a carne macia. Ela enterrou o rosto no lençol e gemeu alto, as coxas se abrindo sozinhas.
— Dois! Eu quero mais—
Ele deu a terceira e a quarta seguidas, ritmadas, firmes, a palma já esquentando. A bunda de Camila ficou marcada de vermelho, quente ao toque. Theo passou a mão aberta sobre a pele queimada, apertou, espalhou o ardor. Os dedos desceram pela fenda; ela estava encharcada, o clitóris inchado, os lábios abertos. Ele enfiou dois dedos de uma vez, fundo, e ela gozou quase na hora — um espasmo curto, molhado, que escorreu pela mão dele enquanto ela gritava com a boca aberta no tecido.
— Já gozou só de palmada, sua puta — riu ele, voz baixa, suja. — E a gente mal começou.
Ele tirou os dedos, lambeu o gosto dela, e deu mais duas palmadas fortes, bem no centro, acertando a beira da buceta. Camila se contorceu, os pulsos puxando a corda de seda, o nó segurando firme. Lágrimas de tesão no canto dos olhos, não de dor. A respiração dela saía em soluços curtos.
— Me fode — pediu ela, rouca. — Me fode agora, por favor, eu tô pedindo, eu sou sua puta—
Theo segurou a base do pau e bateu a cabeça grossa várias vezes contra o clitóris inchado dela, espalhando o líquido transparente. Cada batida arrancava um gemido novo. Ele se inclinou sobre o corpo dela, peito colado nas costas nuas, a boca na orelha:
— Ainda não. Primeiro você vai aguentar mais palmada. Depois eu vou te abrir devagar e te foder até você não conseguir falar direito. E você vai continuar repetindo que é minha putinha amarrada. Entendeu?
— Entendi… porra, entendi—
Outra sequência de palmadas: cinco, seis, sete. O estalo molhado, a bunda já quente e vermelha, o corpo dela rebolando entre fuga e pedido. Theo parava só o suficiente pra massagear a carne marcada, pra enfiar os dedos de novo e ouvir o som molhado da buceta sugando. Camila babava no lençol, os cabelos grudados na testa, os seios esmagados contra o colchão, os mamilos duros raspando o tecido a cada impacto.
Ele se afastou um passo, só pra olhar. Esposa de vinte e nove anos, advogada séria de terno de segunda a sexta, agora nua, amarrada, bunda castigada, coxas tremendo, a abertura rosada piscando, pedindo pau. O peito de Theo ardia de posse. Ele abriu a gaveta, pegou o vibrador pequeno que eles usavam às vezes, ligou no médio e encostou direto no clitóris dela sem aviso. Camila gritou, as pernas tentando fechar por reflexo; ele segurou uma coxa aberta com a mão livre e continuou.
— Não fecha. Agüenta.
O zumbido constante somado às palmadas restantes — ele intercalava tapa e vibração — fez ela gozar de novo, mais forte, o corpo inteiro engessado, um fio de gozo escorrendo até o lençol. Theo desligou o brinquedo, jogou ao lado, e ajeitou o pau entre as nádegas quentes dela, só esfregando, a glande deslizando na entrada sem penetrar de fato. A ponta afundava um centímetro e saía. Ela gemia “entra, caralho, entra” com a voz destruída.
Ele puxou o cabelo dela pra cima, forçando o pescoço a arquear, e falou rente à boca:
— Quando eu enfiar, você vai sentir cada centímetro. E vai me agradecer por cada estocada. Mas antes… mais uma rodada de palmada. Eu quero essa bunda latejando enquanto eu te fodo.
Camila assentiu o quanto o puxão permitia, os olhos vidrados de tesão, a boca entreaberta.
— Faz. Me bate. Me usa. Eu sou sua puta submissa, Theo. Amarrada pra você. Só pra você.
A mão dele ergueu de novo. O estalo seguinte encheu o quarto. O pau dele latejava contra a entrada molhada dela, prestes a ceder. A corda de seda cravava marcas suaves nos pulsos. O ar cheirava a sexo e protetor solar ainda grudado na pele. Nenhum dos dois tinha chegado ao fim; o peito dos dois subia rápido demais, a noite só começando a engolir o quarto, e a promessa de foder com força ainda pairava no ar quente entre a bunda vermelha e o pau duro que se recusava a entrar — ainda.
Theo ergueu a mão mais uma vez e a palmada estalou molhada contra a bunda já vermelha de Camila. Ela arquejou no lençol, o corpo inteiro retesado, a corda de seda cravando nos pulsos enquanto ele continuava: oito, nove, dez. Cada impacto fazia a carne tremer e a buceta dela contrair no ar, pingando no colchão. Theo parou só o suficiente para massagear as nádegas quentes, sentindo o calor que ele mesmo tinha criado, e então puxou as pernas dela com força.
— Vira. Agora.
Ele a virou de costas como se ela não pesasse nada. Os braços amarrados atrás do corpo a forçavam a arquear o peito para cima, seios firmes apontando, mamilos duros e roxos de tesão. Theo pegou mais corda da gaveta — a mesma seda preta — e amarrou cada tornozelo nas extremidades da cama, abrindo as coxas dela até o limite em posição de águia. Camila ficou exposta por completo: buceta inchada, rosada, brilhando de gozo antigo e novo, o cu apertado piscando logo abaixo. Ele passou a mão aberta pela fenda dela, coletou o líquido viscoso e enfiou dois dedos fundo só para ouvir o som molhado.
— Olha só essa cadela molhada. Tá escorrendo só de palmada.
Camila gemeu, os olhos vidrados.
— Sou… sou sua cadela. Porra, Theo, me fode.
Ele tirou da gaveta o plug anal de silicone preto que tinham comprado juntos meses atrás e nunca usado de verdade. Lubrificou rápido com a própria baba dela misturada ao gel, e pressionou a ponta cônica contra o cu apertado. Camila prendeu a respiração; ele empurrou devagar, firme, sentindo o anel ceder centímetro por centímetro até o plug assentar por completo, a base larga presa entre as nádegas. Ela soltou um grito rouco, o corpo tremendo nas amarras.
— Aguenta. Respira. Agora essa buceta é minha.
Theo se posicionou entre as pernas abertas, segurou o pau grosso na base e enfiou de uma vez só. A cabeça grossa abriu os lábios molhados e o comprimento inteiro sumiu dentro dela com um estalo úmido. Camila gritou, a corda nos tornozelos esticando, o plug no cu fazendo tudo ficar mais apertado, mais cheio. Ele não deu tempo: começou a foder com força, estocadas longas e brutais que faziam a cama bater na parede. Cada vez que entrava fundo o plug se movia dentro dela; cada vez que saía ela tentava fechar as pernas e não conseguia.
Ele puxou o cabelo dela com a mão esquerda, forçando o pescoço a arquear, e com a direita deu um tapa aberto no rosto — não forte demais, mas o bastante para a pele arder e os olhos marejarem de puro tesão.
— Fala o que você é, vadia safada.
— Sua puta… sua vadia safada — a voz saiu quebrada entre gemidos. — Cadela molhada pra você usar—
Outro tapa no rosto, do outro lado, enquanto ele martelava a buceta dela sem piedade. O pau entrava até o fundo, batendo no colo do útero, o som molhado enchendo o quarto junto com o cheiro pesado de sexo. Theo puxava o cabelo, soltava, dava tapa, apertava o peito, torcia o mamilo até ela gritar. O plug fazia pressão constante; cada estocada mandava onda de prazer misturado com ardor pelo corpo inteiro dela. Camila gozou de novo sem aviso — um espasmo violento que esguichou ao redor do pau dele, molhando a barriga e as coxas. Ele riu sujo, sem parar.
— Já gozou de novo, sua cadela. E eu ainda nem comecei a foder esse cu direito.
Ele saiu de dentro dela de súbito. Camila choramingou com a perda. Theo desamarrou rápido os tornozelos, virou o corpo dela de quatro no colchão, peito esmagado contra o lençol, bunda no ar, plug ainda enfiado. Os braços continuavam presos nas costas. Ele pegou o cabelo longo dela, enrolou na mão como rédea e puxou para trás até o pescoço arquear de verdade. Com a outra mão tirou o plug devagar — ela gemeu alto com a saída — e posicionou a cabeça do pau no cu agora frouxo e lubrificado.
— Pede.
— Mete no meu cu… por favor, Theo, mete fundo—
Ele empurrou. A glande abriu o anel e o pau grosso foi entrando, centímetro por centímetro, até estar completamente enterrado no cu quente e apertado dela. Camila gritou, o som abafado no lençol, o corpo inteiro tremendo. Theo puxou a rédea de cabelo e começou a foder o cu com força, estocadas profundas e ritmadas que faziam a bunda bater contra o quadril dele. Cada avanço arrancava um “ah!” agudo dela; cada recuo fazia o cu sugar o pau.
— Mais alto. Pede mais, vadia.
— Mais… caralho, mete mais fundo… usa meu cu… eu sou sua puta, sua cadela molhada, fode esse cu até o fundo—
Ele obedeceu. A mão na rédea puxava o cabelo com força constante, a outra descia para dar palmadas na bunda já marcada enquanto fodia. O pau entrava até as bolas baterem, o cu de Camila se abrindo e fechando voraz. Ela babava no lençol, os olhos revirando, o clitóris latejando sem ser tocado. Theo sentia o orgasmo subindo quente pelas bolas, o cu dela apertando a cada estocada.
— Vai gozar de novo com pau no cu, sua safada. Goza agora.
Ele soltou a rédea só o bastante para enfiar a mão por baixo e esfregar o clitóris inchado com dois dedos grossos, rápido e bruto. Camila explodiu. O orgasmo veio em grito aberto, o corpo inteiro se contorcendo nas amarras, o cu contraindo em spasmos violentos ao redor do pau dele. Theo gozou no mesmo instante — jatos quentes e grossos disparando fundo no cu dela enquanto ele empurrava até o talo e rugia contra a nuca suada. Ele continuou fodendo devagar enquanto esvaziava tudo dentro, sentindo o sêmen vazar ao redor do pau a cada movimento residual.
Os dois ficaram assim por longos segundos, ofegantes, suados, o cheiro de sexo e pele quente impregnando o ar. Theo saiu devagar do cu dela, viu o gozo branco escorrer pela fenda e pela coxa interna, e só então começou a desamarrar com cuidado. Primeiro os pulsos: a seda saiu deixando marcas rosadas circulares. Ele massagou cada pulso com os polegares, circulando a pele, restaurando a circulação, beijando a parte interna onde o nó tinha apertado. Depois os ombros: as mãos grandes deslizaram pelos músculos tensos, amassando, aliviando a pressão de ter ficado presa tanto tempo. Camila soltou um suspiro longo, o corpo mole contra o colchão.
Theo deitou ao lado, puxou ela para o peito nu e beijou a boca devagar — língua mansa, lábios inchados, gosto de suor e saliva. Ela retribuía fraca, sorrindo contra a boca dele. Os dedos dele continuavam massageando a nuca, os ombros, descendo pelas costas suadas.
— Tudo bem? — perguntou ele, voz rouca, ainda ofegante.
Camila abriu os olhos castanhos, brilhando de satisfação pura. O sorriso que nasceu foi largo, sujo e feliz ao mesmo tempo.
— Mais que bem. Porra, Theo… eu quero isso toda semana. Toda porra de semana. Marca na agenda. Eu quero acordar sabendo que sexta à noite você vai me amarrar de novo e me foder até eu não conseguir andar direito.
Ele riu baixo, o peito vibrando contra o dela, e selou o acordo com um beijo profundo, demorado, cheio de língua e promessa. As mãos dele ainda acariciavam os pulsos marcados enquanto os corpos suados se encaixavam.
— Combinado. Toda semana. E na próxima eu já tenho ideia de deixar você amarrada mais tempo… talvez com o plug a noite inteira antes de te foder.
Camila estremeceu de tesão só de ouvir, o sorriso ainda colado nos lábios dele. Eles se levantaram juntos, pernas bambas, e foram para o banheiro de mãos dadas. A água quente do chuveiro caiu sobre os dois, lavando o suor, o gozo, as marcas vermelhas. Theo ensaboou as costas dela com cuidado; ela se encostou nele sob o jato, satisfeita, o corpo latejando de um jeito novo e delicioso. Enquanto a água escorria, Camila já pensava na sexta seguinte: as cordas de novo, talvez uma mordaça, ele entrando no cu dela logo de cara, ela pedindo mais alto ainda. O plano já girava na cabeça dela quente e molhada, o sorriso impossível de apagar enquanto os dois se beijavam de novo sob a água quente, felizes pra caralho com a dinâmica suja que tinham acabado de descobrir e que agora era só deles.
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