Reencontro Quente no Cinema da Cobertura
No cinema da cobertura, a hotwife Estelle fodeu o pauzudo do Emmett enquanto o marido Julius assistia e gozava junto.
O elevador panorâmico subia devagar pela fachada de vidro do hotel, revelando São Paulo piscando lá embaixo como um mar de luzes sujas e quentes. Estelle ajustou a alça fina do vestido preto que mal cobria a curva generosa das tetas e descia até a metade da coxa, o tecido colado na bunda redonda. Ao lado dela, Julius passava o polegar pela cintura dela, sentindo o calor da pele. Emmett vinha do outro lado, alto, ombros largos, o sorriso safado que ela lembrava das festas de faculdade dez anos atrás — só que agora o homem estava ainda mais gostoso, a barba por fazer, o perfume caro misturado com algo animal.
— Porra, Estelle… — Emmett murmurou assim que as portas se abriram no terraço, o cinema da cobertura já meio escuro, poltronas largas e macias alinhadas diante da tela enorme. — Você tá uma puta de luxo andando. Esse corpo… caralho, Julius, como é que você não tranca essa mulher em casa?
Julius riu baixo, a mão descendo para apertar a bunda da esposa por cima do vestido, sem nenhum pudor.
— Trancar? Eu adoro quando olham pra ela desse jeito. Olha só o pau dela já me cutucando a perna só de te ouvir falando assim.
Estelle mordeu o lábio inferior, o clitóris latejando de imediato. Ela era hotwife assumida fazia três anos e adorava o jeito que o marido ficava babando quando outro homem a desejava abertamente. Vinte e oito anos, corpo treinado mas macio nos lugares certos, peitos pesados que balançavam sem sutiã debaixo do vestido, xoxota sempre depilada e molhada fácil. Emmett não disfarçava o olhar — descia do decote profundo até a fenda das coxas, onde o tecido subia um pouco demais quando ela andava.
— Continua falando, Emmett — ela provocou, a voz rouca, enquanto os três se acomodavam na última fileira, longe de qualquer outro casal que eventualmente aparecesse. A poltrona era larga o bastante para os três; Julius do lado esquerdo dela, Emmett à direita. — Quero ouvir o que você faria com esse corpo se o Julius te deixasse.
Emmett se inclinou, o joelho encostando no dela. O filme já começava — algo explícito, corpos se enroscando na tela, gemidos baixos ecoando pelos alto-falantes —, e a luz fraca dourada batia no rosto dele, destacando a mandíbula marcada.
— Eu te botava de quatro nessa poltrona e te comia até você gritar meu nome. Essas tetas… porra, Estelle, elas pedem porra quente escorrendo. E essa boceta aí embaixo deve ser apertada pra caralho. Julius te come bem, né? Mas aposto que ainda sobra espaço pra um pau grosso como o meu.
Julius engoliu em seco. A mão dele já estava no próprio volume, apertando o pau duro por cima da calça social. Estelle sentiu o marido tremer de tesão e abriu um sorriso safado, olhando de canto para Emmett.
— Ele me come muito bem. Mas gosta de ver outro me arrombando também. Não é, amor?
— Porra nenhuma mais gostosa do que ver você se entregando — Julius respondeu, a voz grossa, os olhos colados na esposa. — Mostra pra ele o quanto você tá molhada só de ouvir isso.
A tensão subiu como fumaça. Na tela, uma mulher gemia alto enquanto era fodida por trás; o som molhado de porra e pele ecoava. Emmett não esperou mais. A mão grande e quente dele pousou na coxa nua de Estelle, os dedos grossos afundando na carne macia, subindo devagar, devagar, até a barra do vestido. Ela sentiu o calor subir pela barriga, o coração batendo forte no peito. Em vez de fechar as pernas, Estelle as abriu devagar, deliberadamente, o tecido subindo e revelando a lateral da calcinha de renda preta já úmida. Olhou direto para Julius, os lábios entreabertos, pedindo sem palavras.
Julius acenou com a cabeça, discreto, o olhar ardendo. O pau dele já marcava um volume obsceno na calça.
— Isso, putinha — murmurou o marido. — Deixa ele te tocar. Eu quero ver.
Emmett soltou um gemido baixo na garganta quando os dedos encontraram a pele quente por dentro da coxa. Ele apertou, arrastou a unha de leve, sentindo Estelle tremer.
— Caralho, ela tá quente pra porra — disse Emmett, virando o rosto para Julius sem parar de acariciar. — Posso ir mais longe?
— Vai. Ela quer.
Estelle arqueou as costas quando os dedos de Emmett encontraram o tecido encharcado da calcinha. Ele pressionou o clitóris por cima da renda, sentindo o inchaço, o caldo escorrendo. Ela abriu as pernas ainda mais, a respiração falhando, e girou o tronco em direção a ele. A mão dela desceu sem pressa, encontrou o volume monstruoso na calça de Emmett e apertou. Grosso. Longo. Duro pra caralho. Ela esfregou a palma inteira de cima a baixo, sentindo a cabeça do pau latejar contra o tecido.
— Porra, Emmett… — sussurrou ela, a boca perto da orelha dele, a voz embargada de tesão. — Que pauzudo do caralho. Quero sentir ele bem fundo. Quero que você me foda até eu gozar gritando enquanto o Julius assiste. Quero essa pica me abrindo toda.
Julius soltou um gemido abafado, a mão já dentro da própria calça, masturbando o pau devagar, a cabeça virada para a cena. Os olhos dele brilhavam na penumbra, fixos na mão da esposa esfregando o pau do amigo, nos dedos de Emmett que agora puxavam a calcinha de Estelle para o lado e afundavam dois dedos grossos na boceta molhada sem cerimônia.
— Aah, porra — Estelle gemeu baixinho, rebolando contra os dedos. O barulho molhado da xoxota sendo penetada se misturava aos gemidos do filme. — Assim… enfia mais. Sente como eu aperto.
Emmett enfiou até o fundo, curvou os dedos, procurou o ponto que fez as coxas dela tremerem. Com a outra mão, ele desceu o zíper devagar. O pau saltou pesado, grosso, veias saltadas, a glande já brilhando de pré-gozo. Estelle não hesitou: envolveu com as duas mãos, a saliva já juntando na boca, e começou a masturbar devagar, apertando a base, deslizando até a cabeça, espalhando o líquido viscoso.
— Olha o tamanho disso, Julius — ela disse, virando o rosto para o marido, os olhos vidrados de tesão. — Vai me destruir. Você vai gostar de ver ele me enfiando tudo?
— Vou gozar só de ver — Julius respondeu, a voz rouca, a mão batendo mais rápido no próprio pau. Ele se inclinou, beijou a boca da esposa com fome, a língua suja, enquanto Emmett continuava metendo os dedos nela e gemendo com a punheta que ela dava. — Fala pra ele o que você quer, puta. Bem alto.
Estelle puxou o ar, o cheiro de sexo já impregnando o ar entre os três. O filme projetava corpos suados na parede; o vento morno do terraço mexia no cabelo dela. Ela se inclinou mais, a boca quase tocando a orelha de Emmett, a mão apertando o pau dele com mais força, o polegar esfregando a fenda da glande.
— Quero sentar nesse pau até ele sumir dentro de mim. Quero que você me foda devagar primeiro, bem fundo, sentindo cada centímetro me abrindo… e depois me coma igual uma vadia, forte, até eu gozar escorrendo na pica. E quero o Julius bem pertinho, olhando, gozando junto quando você me encher de porra.
Emmett grunhiu, os quadris rebolando contra a mão dela. Os dedos dele saíram da boceta dela pingando e ele levou até a boca, chupando o gosto dela com um sorriso sujo.
— Doce pra caralho. Julius, sua esposa tem o gosto de puta cara. Eu vou te foder tão gostoso, Estelle… você vai sentir esse pau latejando no fundo da barriga.
Julius estava perdido. O pau latejava na mão, pré-gozo escorrendo pelos dedos, o olhar faminto indo da boceta exposta da esposa — a calcinha já de lado, os lábios inchados e brilhantes — até o pau grosso de Emmett sendo masturbado por ela. Ele se aproximou mais, a respiração quente no pescoço de Estelle.
— Continua, amor. Esfrega ele bem. Mostra como você sabe cuidar de um pau grande. Eu quero ver você engolir ele depois… quero ver essa boceta se abrindo em volta.
Estelle gemeu alto o bastante para se misturar ao filme, a mão acelerando no pau de Emmett, a outra descendo para se esfregar. Os dedos dela entraram fácil na própria xoxota, fazendo um barulho molhado obsceno. Emmett puxou o decote do vestido para baixo, as tetas pesadas saltando livres; ele abaixou a cabeça e chupou um mamilo duro, mordendo de leve, puxando com os dentes enquanto ela rebolava na poltrona.
— Porra, chupa minhas tetas — ela pediu, a voz falhando. — Isso… mais forte. Julius, olha como ele mama em mim. Olha o pau dele latejando na minha mão. Eu quero esse porra toda dentro.
O clima estava insuportável. O cheiro de buceta molhada, pau duro e pré-gozo misturava com o ar da noite. Emmett levantou a cabeça, os lábios brilhando, e puxou Estelle para um beijo sujo, língua profunda, enquanto a mão dela continuava bombando o pau dele de cima a baixo. Julius se masturbava sem pudor agora, o cinto aberto, o pau vermelho e duro apontado na direção dos dois.
— Eu vou te foder nessa poltrona — Emmett prometeu contra a boca dela, a voz grossa. — Com o teu marido olhando cada centímetro entrando. Você quer isso? Quer que eu te use bem na frente dele?
— Quero — Estelle ofegou, os olhos voltando para Julius, pedindo confirmação mais uma vez. Ele acenou, o peito subindo e descendo rápido, o pau latejando na mão. — Quero agora. Tira essa calcinha e me fode. Me mostra como é sentir um pau de amigo do meu marido me abrindo toda…
Emmett puxou a calcinha dela pelas pernas num movimento só, o tecido encharcado caindo no chão. Estelle se ergueu na poltrona, a saia do vestido subida na cintura, a boceta exposta, pingando, pronta. Ela ainda segurava o pau grosso dele, posicionando a glande quente contra os lábios molhados, esfregando devagar, sujando a cabeça inteira de caldo. Julius se aproximou ainda mais, quase se ajoelhando ao lado para não perder nada, a mão no pau batendo num ritmo desesperado.
— Enfia devagar — Julius pediu, a voz rouca de tesão puro. — Quero ver ela engolir tudo. Quero ver essa cara de puta que ela faz quando um pau grande entra fundo.
Estelle olhou para o marido, depois para Emmett, o coração disparado, a xoxota latejando de vontade. Ela desceu um pouco, a glande abrindo os lábios, o calor grosso pressionando a entrada. Um gemido longo escapou da garganta dela quando a cabeça entrou, esticando, enchendo. Emmett segurou a cintura dela com as duas mãos grandes, os polegares afundando na carne macia, e empurrou mais um pouco, devagar, deixando ela sentir cada veia, cada centímetro.
— Porra… que apertada — ele grunhiu. — Julius, sua esposa tá sugando meu pau por dentro. Caralho, Estelle, desce mais. Come tudo.
Ela desceu outro pedaço, a boca aberta num O silencioso, os olhos marejados de prazer. O pau de Emmett era mais grosso que o do marido, esticando as paredes dela de um jeito delicioso e dolorido ao mesmo tempo. Julius gemeu alto ao ver o pau sumindo devagar dentro da esposa, a mão dele acelerando.
— Isso, amor… toma tudo. Rebola nele. Deixa ele te foder enquanto eu gozo te vendo…
Estelle ainda não tinha engolido tudo. Metade do pau grosso ainda ficava de fora, brilhando de saliva e do caldo dela. Ela ofegava, as tetas balançando livres, o vestido amassado na cintura, as pernas abertas sobre o colo de Emmett. O filme continuava gemendo na tela, mas nenhum deles prestava mais atenção. Só existia o cheiro de sexo, o barulho molhado da boceta dela se abrindo devagar em volta da pica, e a promessa suja do que ainda ia acontecer naquela poltrona, sob o céu de São Paulo, com Julius assistindo cada segundo.
Estelle desceu mais um centímetro, o pau grosso de Emmett esticando as paredes molhadas da buceta dela com uma lentidão cruel. O calor denso preencheu tudo, veias latejando contra a carne inchada, e ela soltou um gemido rouco que se misturou aos gritos da tela. Julius se inclinava tanto que o joelho batia na poltrona, a mão batendo no próprio pau com força, olhos vidrados no ponto exato onde o pau do amigo sumia dentro da esposa.
— Mais fundo, porra — Emmett grunhiu, as mãos grandes apertando a cintura macia dela. — Engole essa pica inteira, Estelle. Sente como ela te arromba.
Ela tentou descer o resto, mas o tamanho doía gostoso demais. A glande batia fundo, pressionando o colo do útero, e a buceta dela fazia um barulho molhado obsceno a cada movimento mínimo. O vestido preto amassado na cintura deixava as tetas balançando livres, mamilos duros apontando pro ar morno do terraço. Julius não aguentou:
— Tira ele, amor. Chupa esse pau agora. Quero ver você babando nele pra caralho.
Estelle obedeceu na hora, o corpo tremento de tesão. Levantou os quadris devagar, o pau de Emmett saindo brilhante de caldo e pré-gozo, um fio grosso ligando a glande aos lábios inchados da buceta dela. Ela escorregou pro chão entre as pernas abertas do homem, ajoelhando na poltrona macia, e engoliu a cabeça grossa de uma vez. A boca abriu no limite, saliva escorrendo imediatamente pelos cantos dos lábios, pingando na barba por fazer de Emmett e caindo nas bolas pesadas.
Julius agarrou o cabelo dela com as duas mãos, puxando pra trás o bastante pra forçar o pescoço dela num ângulo sujo. — Isso, putinha. Engole fundo. Babaca nele. Mostra pro Emmett como a minha esposa chupa pau.
Ela engasgou de propósito, empurrando a garganta contra a glande até os olhos marejarem. O pau grosso invadia a boca inteira, a língua dela lambendo as veias saltadas enquanto ela subia e descia a cabeça num ritmo guloso. Saliva espessa escorria pelo queixo, pingava nas tetas, fazia barulho molhado a cada recuo. Emmett rebolava os quadris pra cima, fodendo a boca dela sem piedade, a mão livre apertando uma teta e puxando o mamilo com força.
— Caralho, que boca de vadia — ele rosnou. — Julius, olha essa puta engolindo meu pau até o saco. Ela tá babando pra caralho.
Estelle sentia o gosto salgado do pré-gozo misturado com o próprio caldo dela ainda grudado no pau. A boceta latejava vazia, escorrendo pelas coxas internas, e ela enfiou dois dedos nela mesma enquanto chupava, rebolando no ar. Julius puxava o cabelo dela com mais força, guiando o ritmo, a outra mão ainda batendo no próprio pau grosso e vermelho bem perto do rosto da esposa.
— Mais fundo, Estelle. Engasga de verdade. Eu quero ouvir você engasgando nessa pica.
Ela engoliu até o fundo outra vez, a garganta contraindo, lágrimas de tesão escorrendo. Quando puxou pra fora, um fio grosso de saliva ligava a boca ao pau latejante. — Porra, que delícia… — ela ofegou, a voz rouca. — Quero sentar nele agora. Quero levar tudo na buceta.
Emmett puxou ela pra cima num movimento só. Ele ainda sentado na poltrona larga, pernas abertas. Estelle virou de costas pra ele, ajoelhou na poltrona com os joelhos de cada lado das coxas dele e se inclinou pra frente, de quatro por cima do colo dele. O traseiro redondo erguido, a buceta aberta e pingando bem na cara do pau. Julius se posicionou na frente dela, o pau apontado pra boca da esposa, e segurou o cabelo dela de novo.
— Enfia tudo de uma vez — Julius mandou, a voz grossa de tesão puro. — Quero ver essa boceta engolir ele inteiro.
Emmett segurou os quadris dela e cravou. O pau grosso abriu a buceta molhada num só golpe fundo, até as bolas baterem na carne macia. Estelle gritou alto, o som ecoando no cinema da cobertura:
— Aah, porra! Me fode mais forte! Isso, arromba essa buceta, caralho!
Ele não teve piedade. Segurou a cintura dela com as duas mãos e meteu bruto, rápido, o pau saindo quase inteiro e enfiando de volta até o fundo. O barulho era obsceno — pele batendo em pele, a boceta dela fazendo squelch molhado a cada estocada, o som da buceta sendo arrombada se misturando aos gemidos do filme. As tetas de Estelle balançavam pesadas pra frente e pra trás. Ela rebolava pra trás encontrando cada porrada, a buceta apertando e sugando o pau grosso como se quisesse milhar ele.
— Mais forte, porra! Me fode igual uma puta! — ela gemia alto, sem nenhum pudor. — Isso, Emmett, destrói essa xoxota na frente do meu marido!
Julius se masturbava frenético, olhando a buceta da esposa esticada no máximo em volta da pica do amigo, os lábios inchados brilhando de porra e caldo. O pau dele latejava na mão, pré-gozo escorrendo pelos dedos. Ele se aproximou mais e enfiou a glande na boca aberta de Estelle no meio de um gemido dela.
— Chupa, vadia. Sanduíche safado agora. Enquanto ele te fode eu gozo na sua garganta.
Estelle engoliu o pau do marido com fome, a boca cheia, saliva escorrendo de novo. Emmett metia por trás sem parar, cada estocada fundo fazendo ela engasgar no pau de Julius. Era um vai-e-vem sujo e barulhento: o pau grosso de Emmett sumindo inteiro na buceta molhada, as bolas batendo, e o pau de Julius entrando e saindo da boca dela enquanto Julius puxava o cabelo com força. Ela era só carne e gemido abafado, o corpo tremente entre os dois homens, a buceta escorrendo tanto que molhava as calças de Emmett e a poltrona.
— Olha só essa puta — Emmett rosnava, metendo cada vez mais bruto. — Tá gozando na pica, Julius. A buceta dela tá chupando meu pau sozinha. Porra, que apertada do caralho!
Estelle gozou gritando com a boca cheia, o corpo inteiro tremendo, a buceta em espasmos apertando o pau de Emmett com força. O orgasmo veio molhado, caldo escorrendo pelas bolas dele, escorrendo pelas coxas dela. Ela não parou de rebolar. Continuou levando porrada fundo enquanto chupava Julius com vontade, a língua rodando na glande, a garganta aberta.
Julius puxava o cabelo dela e metia a boca com força. — Vou gozar, amor. Abre essa boceta pra ele encher. Quero ver porra escorrendo de você.
Emmett acelerou as estocadas até o limite, as mãos afundando na carne da bunda dela, abrindo os quadris pra cravar ainda mais fundo. — Toma, puta. Toma porra toda dentro dessa buceta casada!
Ele gozou gritando, o pau latejando e jorrando jatos quentes e grossos direto no fundo da buceta de Estelle. Ela sentiu cada espasmo, a porra quente enchendo, escorrendo pelas bordas esticadas junto com o caldo dela. No mesmo instante Julius puxou o pau da boca dela, bateu rápido na cara e gozou também — jatos quentes batendo na língua, no queixo, na bochecha, escorrendo pro decote. Estelle abriu a boca e engoliu o que pôde, a língua de fora lambendo a porra que pingava, enquanto a buceta dela ainda contraía em volta do pau de Emmett, ordenhando as últimas gotas.
Os três ofegavam, o cheiro de sexo grosso pairando no ar do terraço. O pau de Emmett ainda latejava dentro dela, semi-duro, a porra branca já começando a vazar devagar pelas bordas da buceta arrombada quando ele se mexia. Julius passou o polegar pela boca dela, espalhando a própria porra pelos lábios inchados, e Estelle chupou o dedo sujo sem hesitar, o olhar vidrado de tesão ainda não saciado.
Emmett puxou ela pra trás contra o peito dele, o pau ainda enterrado fundo, e mordeu o ombro dela. — Ainda não acabou, porra. Olha como essa buceta tá inchada e cheia… Julius, ela ainda tá latejando em volta de mim. Acho que a sua puta aguenta mais uma rodada bem gostosa antes da gente descer desse terraço.
Emmett ainda latejava fundo dentro dela, o pau grosso semi-duro pulsando devagar contra as paredes inchadas e escorregadias da buceta de Estelle. A porra quente já começava a vazar em filetes grossos, escorrendo pela base do pau dele, molhando as bolas e descendo devagar pela coxa interna dela até pingar na poltrona. O ar do terraço cheirava a sexo puro — sêmen, buceta molhada, suor e o perfume caro que agora se misturava tudo. Estelle ofegava de costas contra o peito largo dele, as tetas pesadas subindo e descendo, o vestido amassado na cintura, as pernas ainda abertas sobre o colo do amigo. Julius se ajoelhou bem perto, o próprio pau ainda pingando os últimos fios de porra no queixo sujo da esposa, e passou a mão pela coxa dela, sentindo o calor da porra alheia.
— Caralho… — murmurou Julius, a voz rouca, os olhos brilhando na penumbra dourada. — Olha como ela tá cheia. Tá escorrendo tudo, amor.
Estelle girou o rosto devagar, o corpo ainda tremendo em espasmos leves. A boceta dela se contraiu uma última vez em volta do pau de Emmett quando ele começou a sair devagar, centímetro por centímetro, soltando um ploc molhado quando a glande escapou. Um jato branco e grosso de porra escorreu imediatamente pela fenda inchada, escorrendo pela coxa macia dela em um fio grosso e quente que descia até o joelho. Ela sentiu o vazio gostoso, a carne latejando aberta, e soltou um gemido baixo, quase um riso satisfeito.
Emmett agarrou a própria pica suja e passou a cabeça gorda pela fenda dela de novo, espalhando mais porra, sujando os lábios inchados da boceta casada. — Ainda tá quente pra caralho por dentro — ele disse, a barba por fazer roçando o ombro dela. — Sua puta engoliu tudo, Julius. Até as bolas.
Estelle se ergueu devagar, as pernas bambas, a porra escorrendo mais forte agora que ela se mexia. O filete branco descia pela coxa interna, brilhando sob a luz fraca do cinema da cobertura, misturado com o caldo dela. Ela se virou para o marido, ajoelhada ainda entre os dois, o cabelo bagunçado grudado no pescoço suado, a boca inchada e suja de sêmen. Julius estava ali, o pau mole e brilhante ainda na mão, o peito subindo rápido. Estelle se inclinou e beijou ele com fome, a língua profunda, metendo na boca dele o gosto grosso e salgado da porra do Emmett misturada com a dele. Julius gemeu contra os lábios dela, chupando a língua suja, lambendo o queixo dela, engolindo o próprio gosto e o do amigo sem hesitar. A mão dele desceu e apalpou a coxa molhada dela, os dedos entrando no fio de porra quente, espalhando mais.
— Obrigada — sussurrou Estelle contra a boca do marido, a voz rouca, ofegante, o coração ainda disparado. Os olhos dela brilhavam de tesão e de algo mais fundo, aquela gratidão safada que sempre vinha depois. — Obrigada por deixar o Emmett me foder tão gostoso. Porra, amor… ele me arrombou inteira. Eu senti cada veia, cada jato quente enchendo. Você viu como eu gozei nele? Como a buceta chupou tudo? Eu adoro quando você me empresta assim. Adoro ser a puta de vocês dois.
Julius puxou o cabelo dela com carinho bruto e beijou de novo, lambendo o canto da boca dela onde ainda tinha porra seca. — Eu que agradeço, vadia. Ver você engolindo o pau dele… caralho, eu gozei só de olhar. Tu é minha putinha perfeita.
Emmett riu baixo, ainda sentado, o pau sujo descansando na coxa, brilhando de porra e de buceta. Ele passou a mão pela bunda redonda de Estelle, apertando, e depois subiu até as tetas, beliscando um mamilo ainda duro. — Essa mulher é um tesão do caralho. Julius, se tu continuar me emprestando ela desse jeito, eu viro viciado. Apertada pra porra. E essa boca… foda.
Estelle se afastou um pouco, ainda ajoelhada, e olhou para os dois. A porra continuava escorrendo devagar pela coxa, um fio grosso que agora chegava quase no joelho, esfriando no ar morno da noite. Ela enfiou dois dedos na própria boceta inchada, sentindo o creme quente, e puxou para fora, mostrando a porra branca escorrendo pelos dedos. Levou à boca e chupou, os olhos cravados no marido.
— Ainda tem bastante aqui dentro — murmurou ela, a voz suja. — Queria que vocês dois me comessem de novo, mas… acho que a gente precisa arrumar essa bagunça antes que alguém apareça.
Os três riram juntos, o som baixo e safado ecoando no terraço quase vazio. O filme ainda rodava na tela enorme — gemidos artificiais agora distantes —, mas ninguém prestava mais atenção. Estelle se levantou devagar, as pernas trêmulas, e puxou o vestido preto para baixo, o tecido grudando na bunda suada e na coxa molhada de porra. O decote ainda estava aberto, as tetas de fora; ela ajeitou devagar, enfiando os peitos pesados de volta, os mamilos marcando o tecido fino. Emmett se ergueu, o pau ainda semi-duro balançando, e puxou a calça e a cueca para cima com dificuldade, enfiando o volume grosso de volta. Julius fechou o cinto, o pau mole agora guardado, mas o olhar ainda faminto.
Estelle se abaixou, pegou a calcinha de renda preta encharcada do chão e a cheirou de propósito antes de guardar no bolso da bolsa pequena que tinha deixado ao lado da poltrona. — Não vou pôr isso de novo. Quero sentir a porra escorrendo a noite inteira. Quero chegar em casa assim, suja de vocês dois.
Emmett se aproximou por trás e abraçou ela pela cintura, a mão grande apertando a barriga macia, o pau já duro de novo pressionando a bunda dela por cima do vestido. — Tu é doente de gostosa. Olha o estado dessa poltrona… a gente deixou um lago de porra aqui.
Julius riu, passando o braço pelos ombros do amigo e beijando a têmpora da esposa. — Valeu cada gota. Porra, Emmett, valeu por foder ela tão bem. Eu quase gozei de novo só de ver ela engasgando no teu pau.
Eles se olharam, os três, o clima ainda quente mas agora mais leve, rindo baixinho como se tivessem acabado de cometer o crime mais delicioso do mundo. Estelle passou a mão pela barba de Emmett, depois pelo peito do marido, sentindo o coração dos dois ainda acelerado.
— A gente tem que repetir isso — disse ela, a voz baixa, segura, o sorriso safado abrindo. — Em breve. Não daqui a dez anos de novo, caralho. Quero o Emmett me fodendo na nossa cama enquanto tu me chupa, Julius. Ou no carro. Ou de novo aqui. Eu quero mais dessa pica grossa me abrindo na tua frente. Quero gozar gritando o nome dos dois.
Emmett assentiu, o sorriso sujo, os olhos descendo pelo corpo dela de novo. — Pode marcar. Eu topo tudo. Essa buceta casada ficou viciada no meu pau agora. E eu fiquei viciado nela.
Julius puxou a esposa para um beijo mais calmo, lambendo devagar o gosto de sêmen que ainda restava na boca dela. — Combinado. Semana que vem. Ou amanhã, se a gente aguentar. A noite ainda tá só começando, amor. A gente desce, toma uma, e se o Emmett topar… a gente continua em outro lugar. Quero ver tu de quatro de novo, engolindo ele enquanto eu meto na tua boca.
Estelle sentiu a boceta latejar de novo só de ouvir. A porra ainda escorria devagar pela coxa, um lembrete quente e viscoso de tudo que tinham feito. Ela ajeitou o cabelo com os dedos, limpou o canto da boca com o polegar e olhou para os dois homens — o marido que adorava compartilhá-la e o amigo de faculdade que acabara de enchê-la de porra na frente dele.
— Vamos — murmurou ela. — Antes que eu peça pra vocês me foderem de novo bem aqui.
Os três se ajeitaram pela última vez. Emmett puxou a camisa para baixo, Julius passou a mão pelas costas da esposa, e Estelle sentiu o vestido colar na coxa molhada a cada passo. Eles caminharam devagar até o elevador panorâmico, o corpo dela ainda latejando, a buceta aberta e suja, a certeza gostosa de que aquilo não tinha sido só uma foda — tinha sido o começo de algo bem mais sujo e frequente. As portas de vidro se abriram. São Paulo piscava lá embaixo, suja e quente. Eles entraram juntos, o elevador desceu em silêncio, e por um instante longo ninguém falou nada. Só o som baixo do mecanismo, o cheiro de sexo ainda impregnado na pele deles, e o silêncio confiante de quem sabia exatamente o que viria depois.
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