Amigos Amarrados na Chuva

Dois amigos se amarram e fodem gostoso na cabana durante a tempestade, com Lucas dominando Pedro sem piedade.

13 min read September 07, 2026New

A chuva batia no telhado de zinco da cabana como se quisesse entrar à força. Gotas grossas escorriam pelas frestas das janelas e o vento uivava lá fora, abalando as árvores ao redor. Lá dentro, o cheiro de madeira molhada e de corpo quente misturava-se ao barulho constante da tempestade. Lucas e Pedro estavam encalhados. A barraca não aguentara a primeira hora de chuva forte e os dois, encharcados até a roupa íntima, tinham corrido para a única construção de madeira no meio da trilha.

Tinham vinte e três anos. Amigos desde a adolescência, dividiram quarto em viagem de faculdade, jogaram futebol no mesmo time, riram das mesmas piadas sujas. Mas nunca tinham falado daquilo que pesava entre eles como um segredo quente.

Lucas secava o cabelo com uma toalha velha quando olhou para Pedro, que tentava acender o fogareiro improvisado. A camiseta molhada grudava no peito marcado do amigo, o short escorria água pelas coxas. Lucas sentiu o pau endurecer dentro da calça. Sempre endurecia perto de Pedro. Sempre.

— Para de me olhar assim — murmurou Pedro, sem levantar a cabeça, a voz rouca de frio e de outra coisa.

— Olhar como? — Lucas largou a toalha e se aproximou. A cabana era pequena: um colchão no chão, cordas de acampamento penduradas num gancho, uma mesa torta. O espaço entre eles encolheu.

Pedro ergueu o rosto. Os olhos escuros brilhavam à luz amarela da lanterna. — Como se quisesse me comer vivo.

Lucas deu uma risada baixa, sem humor. A chuva redobrou lá fora, um trovão rolou longe. Ele parou bem na frente do amigo, quase tocando.

— E se eu quiser mesmo? — A confissão saiu crua, sem rodeio. — Pedro, eu sempre quis te amarrar. Sempre. Ver você de joelhos, com as mãos atrás das costas, pedindo. Eu fico duro só de imaginar. De te ver se submetendo pra mim.

O silêncio que se seguiu foi cortado só pelo batido da água no telhado. Pedro engoliu em seco. A excitação subiu nele como um golpe: o pau inchou de uma vez só dentro do short molhado, traçando um volume óbvio. Ele não desviou o olhar.

— Porra… — a voz saiu embargada. — Eu também. Eu fantasio com isso há anos, Lucas. Você me dominando. Me amarrando. Me usando. Eu acordo gozando pensando em você me mandando calar a boca e aguentar. Eu quero. Eu quero ser o puto que se ajoelha pra você.

O ar ficou denso. Lucas sentiu o peito apertar de tesão e de alívio ao mesmo tempo. Ele estendeu a mão e tocou o maxilar de Pedro com o polegar, arrastando o dedo pela pele molhada.

— Fala direito. Diz o que você quer.

— Quero que tu me amarres — Pedro respondeu sem hesitar, a voz já mais grossa. — Com essas cordas aí. Quero ficar sem poder me mexer enquanto você decide o que faz comigo. Me domina, caralho. Sem piedade, como tu sempre foi.

Lucas sorriu de lado, o olho escuro de desejo. Pegou o short encharcado de Pedro e puxou-o para perto até os corpos se tocarem pela primeira vez de verdade: peito contra peito, pau duro contra pau duro através do tecido. Pedro soltou um gemido curto. Lucas agarrou a nuca dele e falou no ouvido, a barba raspando a pele.

— Você vai ficar todo meu essa noite. A chuva não vai parar e eu não vou te soltar enquanto eu não quiser. Entendeu?

— Entendi — Pedro ofegava. — Porra, Lucas, me toca.

Mas Lucas não tocou de verdade ainda. Passou a mão aberta pelo peito do amigo, apertou um mamilo duro através da camiseta molhada, desceu devagar até a barriga. Os dedos pararam na elástica do short. Pedro empurrou o quadril pra frente, pedindo mais, mas Lucas só riu baixo e retirou a mão.

— Ainda não. Primeiro as cordas.

Ele se afastou só o suficiente para ir até o gancho. Tirou duas cordas de nylon de acampamento, as mesmas que usavam para prender a barraca. Grossas, rugosas, cheirando a terra e a chuva. Voltou e ficou diante de Pedro outra vez.

— Tira a camiseta.

Pedro obedeceu de imediato. Puxou a peça molhada pela cabeça e jogou no chão. O torso apareceu: peito largo, peitos duros de frio e excitação, a linha de cabelo que descia até o umbigo. Lucas lambeu o lábio inferior. Circulou o amigo como um predador calmamente faminto.

— Mãos pra trás.

Pedro cruzou os pulsos atrás das costas. Lucas começou a amarrar com movimentos firmes, sem pressa. A corda apertou a pele, volta após volta, o nó seguro, o nylon roçando os ossos do pulso. Pedro respirou fundo, sentindo a restrição. O coração batia forte. A submissão era voluntária e isso o deixava ainda mais puto: ele podia parar a qualquer momento, mas não queria. Queria ficar assim, exposto, à mercê.

Quando o nó final fechou, Lucas puxou a corda uma última vez, testando. Os braços de Pedro ficaram presos. Lucas deu a volta e olhou o rosto dele: boca entreaberta, pupilas dilatadas, uma gota de suor escorrendo apesar do frio.

— De joelhos.

Pedro desceu. Os joelhos bateram no chão de madeira. O short molhado marcava o volume grosso do pau ereto. Lucas ficou de pé na frente dele, abriu a própria calça devagar e puxou o pau para fora. Grosso, veias saltadas, a cabeça brilhando de pré-gozo. A ponta quase tocou o lábio de Pedro.

— Olha só o que você faz comigo — Lucas falou, a voz baixa e suja. — Anos fingindo que a gente só era amigo. Anos me segurando pra não te chupar no banheiro do vestiário. Agora você tá aí, amarrado pra mim, de joelho, babando. Fala o que você é.

— Sou teu puto — Pedro respondeu imediatamente, a respiração quente contra a glande. — Sou o amigo que quer chupar teu pau até engasgar. Me usa, Lucas. Me fode a boca. Me deixa teu.

Lucas enfiou a mão nos cabelos molhados de Pedro e puxou a cabeça para trás, forçando-o a olhar para cima. O polegar rasjou o lábio inferior dele.

— Ainda não. Quero te ouvir mais. Quero que você fique mais desesperado. A chuva tá fudendo o telhado e eu tô com o pau latejando. Mas eu mando. Você só recebe.

Pedro gemeu, frustrado e excitado. O pau dele latejava dentro do short, uma mancha escura de pré-gozo já se formando no tecido. Lucas se abaixou um pouco, passou a mão aberta pelo peito de Pedro, apertou um mamilo com força e torceu. Pedro arquejou, o corpo tremeu, mas as mãos amarradas não conseguiam se mexer.

— Porra… assim…

— Gosta de dor leve? — Lucas perguntou, já sabendo a resposta, e torceu de novo. — Responde.

— Gosto. Gosto quando tu aperta. Quando tu manda. Eu fico mais duro.

Lucas ergueu-se de novo. Deslizou o pau pela boca fechada de Pedro, pintando o lábio inferior com o líquido transparente. Pedro abriu a boca no instante, a língua saindo, pedindo. Lucas não deixou entrar. Apenas esfregou a glande quente na língua estendida e depois retirou.

— Peça direito.

— Me dá teu pau na boca — Pedro ofegava, a voz rouca de tesão puro. — Me deixa chupar. Me amarra mais se quiser, me puxa pelo cabelo, me enfia até o fundo. Eu aguento. Eu quero aguentar pra você.

A chuva martelava. Um trovão estalou perto. Dentro da cabana, o calor dos dois corpos contrastava com a madeira fria. Lucas desceu a mão e abriu o short de Pedro de um puxão. O pau saltou livre: grosso também, curvado um pouco para cima, a cabeça avermelhada e brilhante. Lucas fechou os dedos em volta e deu um único movimento lento, da base até a ponta, espalhando o pré-gozo. Pedro ganiu alto, o quadril empurrando para a frente, as cordas estalando nos pulsos.

— Fica quieto — ordenou Lucas. — Não goza. Não mexe. Eu ainda nem comecei a te foder de verdade.

Ele tirou a mão. Pedro quase choramingou de frustração. Lucas andou devagar ao redor dele outra vez, admirando a imagem: o amigo de longa data de joelhos, peito nu, braços amarrados atrás das costas, pau duro e pingando no chão da cabana, a boca entreaberta e os olhos vidrados de submissão consentida. O controle firmava-se no peito de Lucas como um calor gostoso. Ele sentia que podia fazer o que quisesse — e Pedro queria exatamente isso.

Lucas ajoelhou-se na frente dele, agarrou o queixo com uma mão e o pau com a outra, apertando a base para segurar o gozo que já ameaçava subir. Beijou a boca de Pedro pela primeira vez: língua grossa, dentes puxando o lábio inferior, saliva misturada. Pedro retribuía com fome, gemendo dentro do beijo, o corpo inteiro vibrando de necessidade.

Quando se separaram, um fio de saliva ligava as bocas.

— Eu vou te foder — prometeu Lucas, a voz rouca contra a boca do outro. — Vou te abrir nessa cabana enquanto a tempestade sobe. Vou te fazer gozar amarrado e depois te usar de novo. Mas primeiro quero te ver pedindo mais.

Pedro, de joelhos, as cordas queimando de leve os pulsos, o pau latejando sem alívio, olhou para o amigo e falou a verdade suja que sempre guardara:

— Me fode, Lucas. Me domina até eu não conseguir pensar. Eu sou teu. Amarra, manda, usa. Eu não quero sair dessa posição enquanto você não decidir.

Lucas passou a mão pelo cabelo molhado de Pedro mais uma vez, puxando com força o suficiente para forçar o pescoço para trás. O pau dele escorregou de novo na boca entreaberta, a glande pesada na língua. Desta vez ele deixou entrar só a ponta, só o suficiente para Pedro chupar com desespero, a língua girando, o gemido vibrando na carne.

— Assim — Lucas rosnou. — Chupa só a cabeça. Devagar. Eu mando o ritmo.

Pedro obedeceu, lambendo, chupando com fome contida, as mãos impotentes atrás das costas. A chuva continuava batendo. O cheiro de sexo já misturava-se ao de madeira úmida. Lucas sentia o corpo inteiro taut, o desejo subindo a um ponto quase insuportável. Ele retirou o pau da boca molhada de Pedro com um estalo úmido e se ergueu de novo, olhando para baixo para o amigo que ofegava, babado no queixo, olhos brilhantes de rendição.

Nenhum dos dois aguentava mais sem se tocar de verdade. O ar estava carregado demais. Lucas desceu a mão e fechou os dedos no pau de Pedro outra vez, masturbando-o com movimentos curtos e firmes enquanto falava:

— Essa noite você vai gozar pra mim várias vezes. Amarrado. De joelhos. De quatro. Como eu quiser. E eu vou gozar na sua boca, na sua bunda, no seu peito. Você pediu pra ser meu puto. Agora é.

Pedro arquejava, empurrando o pau na mão do amigo, as cordas rangeram. A tempestade lá fora só crescia. Dentro da cabana, a tensão sexual entre os dois amigos tinha explodido de vez e ainda não tinha começado de verdade. Lucas soltou o pau de Pedro bem no limite do orgasmo, deixando-o latejar no ar, recusando o alívio. Os dois se olharam, ofegantes, o desejo mútuo e consentido latejando no peito como a chuva no telhado.

Lucas passou o polegar pelos lábios inchados de Pedro e murmurou, a voz carregada de promessa crua:

— Ainda não acabou. A gente só começou.

A chuva martelava o zinco com força redobrada quando Lucas enfiou a mão nos cabelos molhados de Pedro e puxou a cabeça para frente de uma vez. O pau grosso entrou fundo na boca aberta, batendo na garganta. Pedro engasgou, os olhos marejaram, mas abriu mais, a língua achatada sob a carne quente. Lucas fodeu a boca dele sem piedade, quadris empurrando rítmicos, o nylon das cordas rangendo nos pulsos presos atrás das costas.

— Engole — rosnou Lucas, a voz baixa e suja. — Toma tudo. Tu pediu pra ser meu puto, agora engole até o fundo.

Pedro gemia ao redor do pau, saliva escorrendo pelo queixo e pingando no peito nu. Cada estocada fazia a glande raspar a garganta; ele engolia, tossia, mas não recuava. O pau dele latejava livre entre as coxas, pingando no chão de madeira, sem alívio. Lucas apertava os cabelos, controlava o ângulo, usava a boca como quisesse. O cheiro de sexo misturava-se ao de chuva e madeira úmida. Pedro sentia o rosto queimar de tesão e falta de ar, o corpo inteiro vibrando de submissão. Ele queria aquilo. Queria engasgar. Queria ser usado exatamente assim.

Lucas retirou o pau de um puxão úmido, um fio de saliva e pré-gozo ligando a cabeça à língua de Pedro. O amigo ofegava de joelhos, babado, olhos vidrados.

— Levanta.

Pedro obedeceu cambaleando. Lucas o empurrou até a mesa torta da cabana, virou-o de peito para a madeira fria e puxou o short o resto do caminho, descendo-o pelas coxas. As nádegas firmes ficaram expostas. Lucas pegou outra corda, amarrando os tornozelos afastados, puxando as pernas bem abertas e prendendo cada uma numa perna da mesa. Pedro ficou curvado, peito colado na superfície, bunda erguida e aberta, braços ainda amarrados nas costas, totalmente imobilizado. O pau dele pendia pesado entre as coxas abertas, latejando.

Lucas passou a mão aberta pela fenda, espalhando a própria saliva e o pré-gozo que escorria. Dois dedos entraram de uma vez, grossos, explorando. Pedro gemeu alto, o som abafado pela madeira.

— Porra, Lucas… assim…

— Cala a boca e sente — Lucas crookou os dedos, achando o ponto. Pedro tremeu inteiro. — Tu quer ser fodido de verdade? Então aguenta.

Ele retirou os dedos, posicionou a cabeça grossa do pau na entrada apertada e empurrou. Entrou de um golpe seco, fundo, abrindo Pedro sem gentileza. O grito de Pedro encheu a cabana — dor misturada a prazer puro. Lucas agarrou os quadris e começou a foder com pegada bruta, estocadas longas e profundas que faziam a mesa ranger e os pés de Pedro deslizarem no chão. A cada embalo ele dava um tapa seco na bunda, a pele vermelhando na hora, o som ecoando junto com a chuva.

— Mais — Pedro gemia, a voz quebrada. — Me fode mais forte, caralho. Me usa. Me deixa teu.

Lucas puxou o cabelo molhado para trás, forçando o pescoço de Pedro a arquejar, e meteu mais fundo ainda. A mão livre descia em tapas ritmados — bum, bum — alternando com puxões fortes que arrancavam gemidos agudos. Pedro estava aberto, rebolando o máximo que as cordas permitiam, pedindo mais. O pau dele batia contra a madeira da mesa a cada estocada, sem ninguém tocar, inchado e brilhante de líquido.

— Eu sou teu — soluçava Pedro. — Me marca. Goza dentro. Me fode até eu não aguentar.

Lucas sentia o aperto quente sugar cada centímetro. Acelerou, as bolas batendo nas coxas abertas, o suor escorrendo pelas costas apesar do frio da tempestade. Um tapa mais forte, outro puxão de cabelo, e Pedro gritou. O corpo dele travou, o cu se fechando em volta do pau de Lucas como um punho. Ele gozou sem tocar em si mesmo: jatos quentes espirrando na madeira da mesa e no chão, o orgasmo arrancado só pela penetração bruta, só pela dominação. As pernas tremeram nas cordas, o peito ofegava contra a mesa.

— Isso — Lucas rosnou no ouvido dele, ainda fodendo através das contrações. — Goza amarrado pra mim. Só do meu pau. Tu é meu.

Ele não parou. Continuou metendo fundo enquanto Pedro ainda tremia no afterglow, até o próprio limite explodir. Lucas enterrou até o fundo, agarrou os quadris com força e gozou dentro, jatos quentes enchendo Pedro, marcando-o por dentro. Gemeu baixo, animal, o corpo colado nas costas do amigo, o pau pulsando enquanto esvaziava tudo. A chuva batia lá fora como se aplaudisse.

Ficaram assim um momento, ligados, ofegantes. Lucas beijou a nuca suada de Pedro, o contraste com a brutalidade anterior quase terno. Depois, devagar, puxou o pau para fora. O gozo escorreu pela fenda aberta, escorrendo pelas coxas. Lucas desamarrou primeiro as pernas, massajando os tornozelos marcados, depois os pulsos. As cordas caíram. Pedro ficou mole, ainda curvado, o corpo todo tremendo de prazer e exaustão.

Lucas o virou com cuidado, limpou o peito e a barriga com a própria camiseta molhada, depois limpou entre as pernas dele com gestos firmes mas gentis. Limpou a si mesmo. Os dois estavam suados, sujos de sexo, cheirando a porra e a chuva. Lucas puxou Pedro até o colchão no chão. Deitaram abraçados, peito contra peito, a tempestade ainda uivando lá fora. Pedro tremia nos braços dele, o cu latejando gostoso, o pau mole e saturado.

— Porra… — murmurou Pedro contra o pescoço de Lucas, a voz rouca. — Quero repetir. Sempre que chover. Sempre que a gente ficar sozinho. Me amarra de novo. Me fode assim de novo.

Lucas sorriu no escuro, a mão subindo e descendo pelas costas nuas do amigo. — Da próxima eu trago algemas de verdade. E plugues. Vou te deixar com o cu cheio o dia inteiro, andando por aí com a lembrança. A gente começa isso direito. Secreto. Só nosso. Tu é meu puto agora, Pedro. De verdade.

Pedro riu baixinho, ainda tremendo, e se apertou mais. — Eu quero. Porra, eu quero tanto.

Ficaram em silêncio ouvindo a chuva. O calor dos corpos ia esfriando devagar. Lucas sentia o coração ainda acelerado, o gosto de domínio ainda na boca. Mas algo nascia no peito, frio, diferente do tesão. Ele olhou para o amigo adormecendo quase, o rosto relaxado, as marcas vermelhas dos nós nos pulsos. Amigos desde a adolescência. Viagens. Futebol. Piadas. Agora aquilo. O gozo ainda escorria dentro de Pedro, a promessa de algemas pairava no ar, e de repente Lucas pensou: e se amanhã a gente se olhar e não conseguir rir igual? E se isso comer a amizade por dentro até sobrar só a corda e o pau? Pedro murmurou algo dormindo, se aconchegando. Lucas ficou acordado, ouvindo a tempestade, o prazer ainda latejando no corpo, mas uma dúvida suja e silenciosa se instalando fundo — a sensação clara de que alguma coisa tinha quebrado de vez e talvez não tivesse conserto.

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