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Vizinha Rendida nas Cordas do Iate

Aos 28 anos, a designer Mariana se rende amarrada em cordas no iate, virando a putinha submissa do vizinho dominante Lucas.

10 min read October 12, 2026New

Escrevo isso no meu diário ainda com o cheiro de sol, sal e sexo grudado na pele, as marcas vermelhas das cordas latejando nos pulsos como um segredo quente. Aos vinte e oito anos, eu, Mariana, designer de interiores que fatura bem e escolhe cada detalhe da própria vida com precisão, aluguei um iate luxuoso para um fim de semana inteiro no litoral de Angra dos Reis. Queria silêncio, mar aberto, um escape. No último instante, com o coração batendo mais forte do que admitiria em voz alta, convidei o vizinho da cobertura: Lucas, trinta e cinco anos, empresário de voz grave e olhar que sempre me desmontava no elevador. Eu o observava há meses, secreta, molhada só de imaginar aquelas mãos grandes me controlando. Ele aceitou com um sorriso lento, como se já soubesse exatamente o que eu escondia.

Mal saímos da marina e ele assumiu o comando do barco como se o deck fosse extensão do corpo dele. O motor ronronava baixo, o sol batia no convés branco, e Lucas se aproximou por trás enquanto eu fingia ajustar as almofadas. A boca dele quase tocou minha orelha.

— Você aluga iate sozinha, Mariana, mas o jeito que me olha no prédio não é de quem quer solidão. Eu sei das suas buscas. Das fantasias de corda, de ajoelhar, de ser usada até tremer. Vai continuar fingindo?

O peito apertou. A boceta latejou de imediato, traidora. Eu virei o rosto, enfrentando aqueles olhos escuros, e a confissão saiu rouca, honesta demais para o diário, mas eu preciso registrar cada palavra:

— Eu quero. Quero experimentar ser amarrada e dominada por você. Só por você. Pode me pegar do jeito que quiser, Lucas. Eu... eu peço.

Ele sorriu de canto, satisfeito, e o iate já balançava suavemente no mar aberto quando a tensão virou ordem. A voz dele baixou, grave, elogiando enquanto as mãos desciam pela minha cintura.

— Esse corpo é obra. Cintura estreita, bunda redonda que pede tapa, peitos pesados que vão balançar bonito quando eu te foder. Tira o vestido. Agora.

Os dedos tremeram, mas eu obedi. O tecido caiu. Fiquei só de calcinha branca molhada no meio, o vento salgado lambendo os mamilos duros. Lucas caminhou em volta, avaliando, e deu a primeira ordem suave que me fez escorrer mais:

— De quatro no deck de proa. Mãos pra frente. Me mostra essa boceta já pingando.

Eu obedi, o sol quente nas costas, o balanço do mar me obrigando a abrir mais as pernas para equilibrar. Ele puxou do bolso da bermuda um rolo de cordas de náilon vermelhas — eu nem sei quando guardou aquilo — e a voz ficou ainda mais baixa:

— Você pediu. Então vai ganhar. Pulso direito primeiro.

A corda apertou com precisão, não o bastante para cortar circulação, o bastante para eu sentir que não saía dali sem a vontade dele. Depois o esquerdo. Tornozelos abertos, pernas esticadas, corpo em X no deck branco. Eu era uma águia aberta sob o céu de Angra, completamente exposta, o cheiro do meu tesão subindo. Lucas deu o primeiro tapa leve na bunda. O estalo ecoou. Outro. E outro. Cada um me fazia gemer e empurrar o quadril para trás pedindo mais.

— Olha só a putinha se contorcendo. Molhada só de ser amarrada e humilhada. Diz o que você é.

— Sou sua... sua vadia rendida — gaguejei, a face queimando de vergonha gostosa. — Por favor, me usa. Me dá mais.

Ele riu baixo, satisfeito, e a humilhação verbal veio quente:

— Vadia de iate. Designer carinha que gosta de corda vermelha e tapa na bunda. Implora direito.

— Me fode, Lucas. Me chupa, me enfia, faz o que quiser. Eu aguento. Eu quero.

O desejo mútuo já não tinha freio. Ele se ajoelhou entre minhas pernas abertas pelas cordas, segurou minha bunda com as duas mãos e enfiou a língua inteira na boceta encharcada. Chupou o clitóris com força ritmada, lambendo devagar, entrando e saindo, enquanto dois dedos me abriram. Eu gozei gritando em menos de dois minutos, o corpo puxando as cordas, o orgasmo me dobrando sob o sol. Ele não parou. Continuou chupando até eu chorar de excesso e implorar de novo.

Quando soltou a boca, o pau grosso dele já estava livre, veias saltadas, a cabeça brilhando de pré-gozo. Lucas me virou nas cordas — ainda amarrada, agora de quatro o máximo que a posição permitia — puxou meus cabelos num punho firme e enfiou de uma vez só. O gemido saiu rouco da gente dois. Ele fodia forte, fundo, cada estocada batendo na minha bunda, palmadas ritmadas no mesmo compasso.

— Isso, engole esse pau com a boceta, putinha das cordas. Minha vadia rendida. Abre mais.

Ele saía de mim, me puxava pela nuca e enfiava o pau sujo de porra minha direto na minha boca. Eu chupava com fome, babando, os olhos marejados de prazer, até ele puxar de novo e voltar a foder a boceta com a mesma violência gostosa. No meio disso, ele tirou um plug anal pequeno, metal frio e liso, mostrou na minha frente.

— Você aceita?

— Aceito. Por favor, enfia. Quero ficar completa pra você.

Ele passou saliva e meu próprio tesão no plug e foi enfiando devagar enquanto continuava as estocadas. A pressão me fez gemer alto, o preenchimento duplo me deixando louca. Lucas puxava meu cabelo, dava palmada, alternava boca e boceta, dirty talk pesado saindo sem filtro:

— Minha vadia rendida. Putinha das cordas. Olha como essa boceta aperta quando eu falo merda. Você nasceu pra ser amarrada e fodida no meu iate. Goza de novo. Goza com meu pau e meu plug te abrindo.

O balanço do mar, o sol já baixando num laranja quente, o cheiro de sexo e corda, tudo junto. Eu gozei gritando o nome dele, a boceta latejando em volta do pau grosso, o plug me fazendo ver estrelas. Lucas gemeu fundo, estocou mais três vezes violentas e gozou junto, jatos quentes me enchendo enquanto ele puxava meu cabelo até a raiz. O orgasmo foi simultâneo, intenso, o corpo inteiro tremeu nas cordas vermelhas sob o entardecer.

Ainda ofegante, ele desamarrou cada nó com cuidado absurdo, beijando as marcas que as cordas deixaram nos pulsos e tornozelos. As mãos grandes massageavam a pele, restaurando a circulação, o polegar desenhando círculos lentos enquanto eu ainda tremia de residual. Meus braços doíam gostoso, a boceta latejava cheia da porra dele, o plug ainda dentro, lembrando o quanto eu tinha me entregado.

Lucas me puxou para o colo dele ali no deck, o mar batendo suave no casco, e sussurrou contra meu cabelo suado:

— Isso foi só o começo, Mariana. Você pediu cordas. Eu ainda tenho o camarote, o freio na boca, e a noite inteira pela frente. A putinha das cordas ainda não mostrou tudo o que aguenta... e eu ainda não terminei de te quebrar do jeito que você gosta.

O sol descia de vez. Eu, ainda com as pernas moles e o diário mental gritando cada detalhe, só consegui assentir, já molhada de novo só com a promessa.

Escrevo ainda com o gosto salgado da porra dele na boca e o plug frio pulsando dentro de mim, o sol laranja afundando no mar de Angra enquanto Lucas me ergueu nos braços como se eu não pesasse nada. As marcas das cordas queimavam gostoso nos pulsos. Ele não falou nada até entrar no camarote — ar-condicionado gelado contrastando com a pele quente, a cama king size de lençóis brancos, espelhos nas laterais. Deixou-me em pé no centro do cômodo e abriu um gaveteiro escondido sob o colchão. Tirou mais cordas vermelhas, um freio de boca de silicone preto com tiras de couro e uma cinta de bondage que eu nunca tinha visto de perto.

— Fica nua de verdade agora. Calcinha fora. Plug fica.

Os dedos tremeram de novo, mas eu puxei o tecido molhado pelas coxas e fiquei exposta, peitos pesados subindo e descendo rápido, a boceta ainda escorrendo misturada com o porra dele. Lucas me circundou devagar, o pau já semi-duro de novo balançando. A voz dele baixou, aquele tom de comando que me fazia pingar:

— Braços atrás das costas. Eu quero você imobilizada direito dessa vez. A putinha das cordas vai aprender a engolir tudo sem reclamar.

A corda apertou os pulsos unidos nas costas, sobiu pelos braços, contornou os peitos num arnês simples que empurrava os mamilos para frente, desceu pela cintura e abriu as coxas num ângulo forçado. Eu mal conseguia fechar as pernas. Ele passou o freio pela minha boca. O silicone grosso abriu meus lábios, a tira apertou atrás da cabeça. Babava imediatamente. O freio me calava, mas os olhos marejados dele diziam que ele lia cada gemido abafado.

— Olha só. Designer chique virando mordaça de iate. Abana a cabeça se quiser parar. Continua se quiser que eu te foda até você não conseguir pensar.

Eu abanei que sim, com força, a boceta latejando traidora. Lucas sorriu daquele jeito lento e me empurrou de joelhos na beira da cama. O pau duro bateu no meu queixo. Ele tirou o freio só o bastante para a cabeça grossa entrar, depois recolocou o silicone por cima, me forçando a chupar ao redor do freio e do pau ao mesmo tempo — babando, engasgando, olhos marejados de prazer e falta de ar gostosa. Cada vez que eu gemia abafado ele empurrava mais fundo, as mãos nos meus cabelos suados.

— Isso. Engole. Sua boca existe pra isso agora. Minha vadia rendida de vinte e oito anos, amarrada e silenciada no meu camarote.

Quando a saliva escorria pelo queixo e pelos peitos, ele puxou o pau, recolocou o freio firme e me virou de bruços na cama. As cordas me mantinham de peito achatado, bunda erguida, pernas abertas pelo nó. O plug foi torcido devagar, puxado quase para fora e enfiado de novo enquanto ele dava palmadas firmes, o estalo ecoando no camarote fechado. Cada tapa fazia o plug tremer dentro de mim. Eu gemia no freio, o som virando um uivo abafado, o quadril empurrando sozinho para trás.

— Implora com o corpo. Quero ver essa bunda pedindo.

Eu rebolava o máximo que as cordas permitiam. Lucas lambeu dois dedos, enfiou na boceta já encharcada e abriu em tesoura enquanto o polegar pressionava o plug. Depois o pau grosso substituiu os dedos de uma vez só. A estocada me fez gritar no silicone. Ele fodia fundo, ritmado, a mão livre puxando meu cabelo até a raiz, a outra batendo na bunda no mesmo compasso. O arnês de corda apertava os peitos a cada solavanco. Eu gozei rápido demais, o corpo inteiro travando, a boceta espremendo o pau dele em espasmos violentos, o plug me deixando cheia demais. Lágrimas escorriam de puro excesso. Ele não parou.

— Mais uma. Você aguenta. A putinha das cordas ainda não mostrou tudo.

Ele saiu, tirou o plug num puxão lento que me fez tremer, lubrificou o pau com meu próprio tesão e a porra anterior e enfiou devagar no cu. A pressão me abriu. Eu gemia alto no freio, a face enterrada no lençol, enquanto ele entrava centímetro por centímetro até as bolas baterem na minha boceta vazia. Ficou parado um segundo, respirando fundo, depois começou a foder o cu com estocadas longas e profundas. A mão livre voltou para a boceta, dois dedos entrando e saindo rápido no clitóris inchado.

— Cheia dos dois jeitos. Olha no espelho. Olha a designer chique virando buraco pra mim.

Eu ergui a cabeça o máximo que deu. No espelho lateral via o corpo amarrado, o freio babando, o pau grosso sumindo e aparecendo no meu cu, os peitos marcados de corda. Gozei de novo, mais forte, a visão me empurrando por cima. Lucas gemeu rouco, estocou mais fundo e gozou dentro do cu, jatos quentes me enchendo enquanto puxava meu cabelo e xingava baixinho:

— Toma. Toma tudo, vadia rendida. Minha. Só minha.

Ele ficou embutido até o último espasmo, depois saiu devagar. O sêmen escorreu quente pela minha coxa. Com cuidado absurdo de novo, desamarrou os nós, tirou o freio, massageou pulsos, tornozelos, a marca vermelha em volta da boca. Beijou cada sulco da corda. Me virou de frente, me puxou para o peito suado dele, os dois ainda ofegantes na cama bagunçada. O pau mole descansava na minha barriga. Eu tremia residual, a boceta e o cu latejando abertos, o gosto de silicone e pau ainda na língua. O diário mental gritava cada detalhe: o cheiro de sexo fechado no camarote, o balanço suave do iate, a voz dele ainda rouca elogiando como eu tinha aguentado.

— Você foi perfeita, Mariana. Completa. A noite ainda é nossa. Daqui a pouco eu te amarro de novo, de frente pra janela, e te faço gozar olhando o mar escuro.

Eu só conseguia assentir, a cabeça no peito dele, já molhada de novo só com a promessa, os dedos traçando as linhas do abdômen suado. Ele beijou minha testa, a mão grande descendo para limpar devagar o sêmen que escorria entre minhas pernas, o polegar desenhando círculos lentos no clitóris sensível demais. O silêncio gostoso durou só alguns segundos — o suficiente para eu sentir o coração dele desacelerando contra a minha orelha, o suficiente para achar que o mundo era só aquele camarote, aquelas cordas molhadas jogadas no chão e o corpo dele me segurando.

Foi então que o rádio do iate chiou alto no painel do convés, a voz metálica de um homem cortando o ar-condicionado baixo:

— Iate Horizon, aqui é a Capitania dos Portos. Identifiquem-se imediatamente. Temos denúncia de embarcação sem luzes de navegação na área restrita. Respondam agora ou enviaremos lancha de abordagem.

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