Tease na Piscina, Amarração no Escuro
Na piscina da mansão, a secretária Clara de 28 anos provoca tanto o dominante Victor de 42 que ele a arrasta pro quarto escuro, amarra e fode com força como
No luxuoso quintal da mansão em São Paulo, o sol da tarde batia forte nas águas cristalinas da piscina infinita. Victor, 42 anos, empresário rico de terno ainda desabotoado no peito cabeludo e largas, observava a chegada de Clara, sua secretária executiva de 28 anos. Ela tinha viajado especialmente da capital para aquele fim de semana combinado. O biquíni minúsculo preto mal cobria os peitos fartos e o bundão redondo que balançava a cada passo no deck de madeira. Clara sabia exatamente o que fazia. Passou o óleo bronzeador nas próprias coxas carnosas, demorando os dedos entre as pernas, rebolando de propósito enquanto o olhar safado de Victor a consumia.
Ele sentia o pau endurecer dentro da bermuda. Aquela vadia provocadora mexia com o sangue dele de propósito. Clara se debruçou na espreguiçadeira ao lado, as mãos escorregadias esfregando óleo nos seios, apertando os mamilos já duros sob o tecido molhado. Olhou por cima do ombro, língua passando lenta nos lábios carnudos.
— Senhor... o senhor não vai me ajudar? — sussurrou ela, voz rouca de tesão acumulado.
Victor não respondeu de imediato. Preferiu deixar a tensão crescer até doer. Clara se levantou, caminhou até a beira, mergulhou e saiu pingando. A água escorria entre os peitos, molhava o biquíni transparente, marcava a boceta gorda. Ela se aproximou “sem querer”, tropeçou de propósito e jorrou água gelada no peito peludo dele. O corpo quente dela roçou no dele, coxas molhadas contra a bermuda inchada. Clara se enroscou de leve, boquinha no ouvido dele:
— Eu mereço ser punida por ser uma vadia provocadora assim, não mereço, senhor? Olha o que eu faço com o senhor...
Victor agarrou o cabelo molhado dela com força, puxando a cabeça para trás até ela gemer alto. Os olhos escuros dele brilhavam de domínio puro.
— Lembra das regras que a gente combinou, Clara? Você provoca, eu decido quando e como te coloco no seu lugar. Você quer isso?
— Sim, senhor — respondeu ela, voz trêmula de desejo puro, boceta latejando já. — Quero ser sua putinha pra valer.
Ele a arrastou para dentro da casa. As cortinas pesadas estavam todas fechadas; o quarto principal ficava completamente escuro, só o cheiro de cedro e couro no ar. Victor trancou a porta. Sem acender luz nenhuma, tirou o biquíni encharcado dela de um puxão. As cordas de seda pretas já estavam preparadas na cabeceira. Ele amarrou os pulsos de Clara acima da cabeça, depois os tornozelos, abrindo as pernas dela numa posição de águia suspensa improvisada com ganchos no teto reforçado. O corpo dela ficou esticado, peitos pra frente, bundão exposto, boceta aberta e pingando. Passou a venda preta nos olhos e enfiou a mordaça de bola na boca dela, prendendo o cinto atrás da nuca. Clara gemía abafado, saliva escorrendo pelo queixo.
Victor tirou a própria roupa. O pau grosso e veioso latejava. Sem pressa, passou a mão cheia na bunda dela e deu o primeiro tapa seco, estalando a carne. Depois outro, mais forte, e mais um. Trocou a mão pelo cinto de couro. O estalo ecoava no escuro. Clara se contorcia nas cordas, gemendo pela mordaça, peitos balançando a cada chicotada. Ele chupou um mamilo com violência, dentes raspando, puxando até ela gritar abafado. Enquanto chupava o outro, enfiou dois dedos grossos no cu apertado dela, abrindo devagar, girando, fodendo o cuzinho enquanto a mão livre batia forte na bunda já vermelha.
— Você é uma puta submissa que ama isso — rosnou ele no ouvido dela, tirando a mordaça só o bastante pra ouvir. — Pede por mais. Fala.
— Por favor, senhor... mete mais... fode essa putinha... bate mais forte... quero sentir o senhor me marcando — ela pediu, voz embargada de tesão e dor gostosa.
Victor enfiou o pau de uma vez só na boceta encharcada. Apertada, quente, sugando. Fodeu com força bruta, quadris batendo fundo, bolas batendo na bunda. Alternava: um tapa no peito, dois no cu com os dedos, cinto estalando na coxa, chupada violenta no mamilo, e a pica martelando o fundo dela. Clara gozava gritando, corpo inteiro tremendo nas cordas de seda, boceta esguichando no pau dele. Victor não parou. Continuou metendo duro até explodir dentro dela, jatos quentes enchendo o útero, marcando território como o dono dela.
Ele desamarrou com cuidado, um nó de cada vez, massageando os pulsos e tornozelos marcados. Pegou a toalha quente que deixara no banho-maria e limpou o corpo suado e gozado dela, passando devagar entre as pernas, limpando o cu e a boceta latejante, os peitos ardiam. Depois deitou na cama king e a puxou para o peito largo, abraçando possessivo, perna pesada por cima dela. Clara ainda tremia, respiração irregular, o gosto do orgasmo na língua.
— Obrigada, meu senhor... — sussurrou ela, voz rouca, beijando o peito dele. — Eu precisei tanto disso...
Victor passou a mão no cabelo molhado dela, apertando a nuca com carinho bruto. O pau ainda semi-duro contra a coxa dela. No escuro absoluto do quarto, o cheiro de sexo pairava grosso. Ele murmurou baixo, quase um ronronar de ameaça gostosa:
— Isso foi só o começo da noite, putinha. Você provocou o dia inteiro. Agora vai me agradecer de joelhos de novo quando eu quiser. E eu ainda não terminei de te disciplinar...
Clara sentiu o corpo reagir de novo, boceta latejando fresca sob o braço pesado dele. O coração batia forte contra o peito do homem. Lá fora a mansão permanecia silenciosa, mas dentro daquele quarto escuro a tensão só engrossava, pronta para o que viria quando ele decidisse recomeçar.
No escuro absoluto do quarto, o silêncio pesava só pelo ritmo irregular da respiração de Clara colada no peito cabeludo de Victor. O pau dele já voltava a endurecer contra a coxa dela, quente, pulsando devagar. Ela sentiu o corpo inteiro reagir outra vez — a boceta latejando fresca, ainda escorrendo misturado o gozo dele com o dela, o cu formigando da penetração dos dedos grossos. Clara passou a língua nos lábios secos e murmurou contra o mamilo dele:
— Senhor… eu ainda sinto o senhor dentro. Toda arrombada. Pronta de novo.
Victor não respondeu com carinho. Agarrou o cabelo dela com força, puxou a cabeça pra trás e a fez rolar de bruços na cama king. O colchão afundou sob o peso dele quando se ergueu por cima. No escuro ela só sentia o calor, o cheiro de sexo e couro, o peso das mãos grandes abrindo as nádegas já marcadas de vermelho.
— Fica de quatro, putinha. Joelho aberto. Agora.
Clara obedeceu na hora, gemendo baixo enquanto se posicionava. As costas arqueadas, o bundão empinado, a boceta gorda exposta e brilhando. Victor passou a mão cheia na fenda molhada, enfiou três dedos de uma vez e fodeu o buraco com violência seca, esfregando o clitóris inchado com o polegar. O barulho molhado ecoava no quarto fechado.
— Essa boceta ainda tá escorrendo meu porra. Olha só que vadia imunda. Você provocou o dia inteiro na piscina, rebolando esse cu na minha cara. Agora vai engolir tudo de novo.
Ele tirou os dedos, lambeu o gozo misturado e enfiou a pica de uma só estocada até o fundo. Clara gritou abafado no travesseiro, o corpo inteiro sacudindo. Victor segurou os quadris dela com as duas mãos e meteu com força bruta, quadris batendo seco, bolas estalando na boceta. Cada investida fazia os peitos fartos balançarem pra frente, mamilos roçando o lençol.
— Mais fundo, senhor… arrebenta essa puta… — ela gemia, voz rouca, empurrando a bunda pra trás no ritmo dele.
Victor puxou o cabelo dela com uma mão, forçando o pescoço pra cima, e com a outra deu tapas secos nas nádegas já ardidas. O estalo da carne ecoava. Depois pegou o cinto de couro que tinha deixado na beira da cama e chicoteou a coxa interna, bem perto da boceta. Clara tremeu toda, gozando de novo em jatos quentes que molharam as bolas dele.
— Goza suja assim mesmo. Esguicha no meu pau, vadia. Eu quero sentir essa porra toda escorrendo.
Ele tirou o pau de uma vez, ainda duro e pingando, e virou Clara de costas. No escuro ela só ouviu o barulho das cordas de seda sendo puxadas de novo. Victor amarrou os pulsos dela atrás das costas, depois prendeu os tornozelos juntos e puxou as pernas pra cima, dobrando o corpo dela quase ao meio. A boceta e o cu ficaram totalmente expostos, abertos, latejando. Ele passou a ponta grossa do pau no cu apertado, espalhando o gozo que ainda escorria da boceta.
— Vai entrar no seu cuzinho agora. Respira fundo e pede.
— Por favor, senhor… enfia no meu cu… fode esse buraco de puta… quero sentir o senhor me arrombando até o fundo.
Victor empurrou devagar no começo, sentindo o anel apertado ceder centímetro por centímetro. Clara gemia alto, saliva escorrendo pelo queixo, o corpo tremente nas cordas. Quando a cabeça grossa passou, ele cravou até as bolas e ficou parado lá dentro, gozando do aperto quente.
— Que cu guloso de secretária safada. Aperta. Mais.
Clara contraiu o músculo com força, sugando o pau dele. Victor começou a foder o cu com estocadas longas e profundas, cada uma saindo quase toda e entrando de uma vez. A mão livre desceu e esfregou o clitóris dela com dois dedos duros, girando, apertando. Clara gozou de novo, gritando, o corpo inteiro se contorcendo nas amarras enquanto o cu se contraía em volta da pica.
— Isso… esguicha enquanto eu arrombo seu cu. Fala o que você é.
— Sou a putinha do senhor… a vadia amarrada que gosta de apanhar e ser fodida no escuro… mete mais forte… goza dentro do meu cu…
Victor acelerou, quadris batendo seco, a mão livre tapando a boca dela pra abafar os gritos. O cheiro de sexo ficava mais grosso, suor escorrendo entre os corpos. Ele tirou o pau do cu, enfiou de volta na boceta encharcada por três estocadas brutais e voltou pro cu, alternando os buracos até Clara virar um farrapo gemendo e gozando sem parar.
— Abre a boca.
Ele desamarrou os tornozelos só o bastante pra virar o corpo dela de lado, ajoelhou na cama e enfiou o pau lambuzado de gozo e saliva na boca aberta de Clara. Ela engoliu voraz, chupando fundo, língua rodando na cabeça, engasgando de propósito pra ele gozar. Victor segurou a nuca dela e fodeu a garganta com força, bolas batendo no queixo.
— Engole tudo. Limpa meu pau de puta.
Clara chupou até o fundo, babando, lágrimas escorrendo sob a venda que ele tinha colocado de novo. Quando Victor sentiu o saco endurecer, tirou da boca, desceu rápido e cravou de novo no cu dela. Três estocadas fundas e ele gozou jorrando quente lá dentro, enchendo o intestino, gemendo baixo e gutural.
Ainda pulsando, ele tirou o pau escorrendo e esfregou a cabeça na boceta aberta, sujando mais. Depois enfiou dois dedos no cu gozado e empurrou o porra pra fora, fazendo escorrer pela fenda até a boceta. Clara gemia fraco, ainda amarrada, o corpo todo mole e latejando.
Victor não a desamarrou. Passou a língua grosso na boceta dela, chupando o próprio gozo misturado, lambendo o clitóris inchado até ela tremer e gozar de novo na boca dele, esguichando fraco. Depois lambeu o cu sujo, enfiando a língua no buraco arrombado, limpando e sujando ao mesmo tempo.
— Ainda não acabei com você, puta.
Ele se ergueu, desamarrou só os pulsos, mas manteve os tornozelos presos. Puxou Clara pelo cabelo até a beira da cama e a fez ajoelhar no chão frio. No escuro ela sentia o pau semi-duro encostando nos lábios.
— Chupa até eu ficar duro de novo. Depois eu vou foder sua boceta até você não conseguir mais andar amanhã na mansão.
Clara abriu a boca e engoliu o pau still melado de cu e gozo. Chupou com fome, baba escorrendo, mão massageando as bolas pesadas. Victor endureceu rápido na garganta quente dela. Quando estava duro de novo, puxou o cabelo, fez ela de quatro no chão e cravou a pica na boceta até o útero.
Fodeu no chão duro, o corpo dela batendo contra o carpete, peitos raspando, gemidos altos. Cada estocada fazia o gozo anterior escorrer mais. Victor deu tapas no rosto dela, puxou o cabelo, cuspiu na boca aberta e mandou engolir. Clara gozava gritando, boceta apertando, esguichando no carpete.
Ele tirou, virou ela de costas no chão, ergueu as pernas amarradas nos ombros e meteu de novo, fundo, bruto, até o saco bater. O quarto cheirava a sexo puro, suor e porra. Victor fodeu até o limite, depois puxou o pau e gozou jatos quentes na cara de Clara, no cabelo, na boca aberta, nos peitos. Ela engoliu o que caiu na língua e espalhou o resto com a mão nos seios, esfregando nos mamilos.
Ainda ofegante, Victor enfiou o pau sujo de volta na boca dela pra limpar.
— Chupa até o último pingo, vadia. Essa boca foi feita pra limpar a pica do seu senhor depois de arrombar seus buracos.
Clara chupou voraz, limpando tudo, lambendo as bolas, engolindo o gosto de cu e boceta e porra. Victor puxou o cabelo dela pra cima, olhou no escuro na direção do rosto lambuzado e rosnou:
— Amanhã você vai sentar na cadeira da secretária com o cu arrombado e a boceta escorrendo meu porra o dia inteiro, putinha suja.
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