Silêncio de Vinil, Olhar do Marido
Em Copacabana, a professora de 32 anos Rosa pede ao marido Xavier para amarrá-la, vendá-la e usar seu corpo com força enquanto o vinil toca.
No apartamento alto de Copacabana o silêncio quase doía. Só o mar batendo longe e o chiado baixinho da agulha no vinil. Rosa, professora de trinta e dois anos, acabara de colocar o disco antigo de jazz; o saxofone entrava manso pela sala, como se o próprio ar se curvasse. Xavier, engenheiro de trinta e oito, observava a mulher do sofá. A camisa aberta no peito, o cinto ainda afivelado. Ele notou o olhar dela: preso no colar de couro pregado na parede, o mesmo colar que ela usava só quando pedia para sumir por completo.
— Rosa.
A voz dele era baixa, firme. Ela engoliu em seco, as coxas já úmidas por baixo do vestido leve.
— Quero que você me amarre hoje — confessou, a voz rouca, sem rodeio. — Me vende. Usa meu corpo com força. Eu tô pedindo. Eu quero.
Ele se levantou. O pau já marcado na calça. Aproximou-se, pegou o queixo dela e beijou a boca com fome controlada.
— Ajoelha.
Rosa desceu no chão frio. O vinil continuava, saxofone gemendo. Xavier estendeu o pé calçado na bota de couro preto.
— Beija.
Ela obedeceu. Lábios quentes na ponta da bota, depois na canela, subindo um pouco, cheirando o couro, a submissão que já conheciam há anos e que ainda ardia. Xavier puxou as cordas de seda vermelha da gaveta. Prendeu os pulsos dela atrás das costas, aperto firme o bastante para marcar, não o bastante para cortar. Depois a venda preta, cobrindo os olhos. O mundo dela virou só cheiro de Xavier, o jazz e a expectativa.
— Seios pra fora.
Ele puxou o decote, libertou os peitos cheios. O flogger de tiras macias cantou no ar e mordeu de leve a carne. Rosa arquejou.
— Mais — pediu, a voz já quebrada. — Me humilha. Me dói.
Mais estalos. Nos seios, no ventre, na parte interna das coxas. Cada golpe fazia o clitóris latejar. Xavier sussurrava sujo perto do ouvido dela:
— Minha puta. Minha professora safada que goza quando eu mando. Implora direito.
— Por favor, senhor… usa a sua vadia. Fode a minha boca. Me trata que nem objeto.
Ele abriu o cinto. O pau pesado e duro saiu. Xavier empurrou a cabeça dela para baixo. Rosa, de quatro no tapete, amarrada e vendada, abriu a boca e engoliu. Ele meteu fundo, segurando o cabelo, fodendo a garganta com força rítmica. Ela babava, engasgava, mas empurrava o rosto contra ele, faminta. O gosto salgado, o cheiro de homem, o controle total — tudo a deixava encharcada entre as pernas.
Quando a retirou, um fio de saliva e pré-porra ligava a boca dela à cabeça do pau.
— Viradinha. Assento pra cima.
Rosa obedeceu às cegas. Xavier ajoelhou atrás, espalhou as nádegas e enfiou de uma vez na buceta quente e escorregadia. O gemido dela saiu alto, abafado pelo saxofone. Ele metia duro, puxando o cabelo com uma mão, a outra estapeando a bunda com força. Marcas vermelhas apareciam.
— Puta submissa do marido. Vadia que pediu pra ser usada. Essa buceta é minha.
— É sua… caralho, é toda sua…
Ele tirou, passou a cabeça grossa no cu dela, cuspiu e empurrou. Rosa gritou no prazer-dor. Xavier fodia o cu com o mesmo domínio bruto, intercalando com a buceta, mantendo o ritmo de dono. A mão dele desceu e esfregou o clitóris.
— Goza. Agora.
O primeiro orgasmo a sacudiu inteira, cordas puxando nos pulsos, venda molhada de lágrimas de prazer. Ele não parou. Continuou metendo no cu, tapas na bunda, xingando baixo:
— Outra. Goza de novo pra mim, sua putinha.
Rosa gozou a segunda vez gemendo o nome dele, o corpo todo tremente, o cu se contraindo no pau grosso. Só então Xavier enterrou fundo na buceta novamente e gozou, jorrando quente lá dentro, gemendo gutural, segurando os quadris dela com força de posse.
O vinil chegou ao fim da faixa. Chiado. Silêncio.
Xavier desamarrou com cuidado, massageou os pulsos marcados de vermelho. Tirou a venda. Os olhos de Rosa estavam brilhantes, satisfeitos, ainda turvos de submissão. Ele trouxe uma toalha quente do banheiro, limpou o sêmen que escorria pelas coxas dela, limpou o próprio pau, o suor. Depois colocou o disco de novo no início, volume baixinho. Os dois no sofá, ela no colo dele, nua, o colar de couro agora afivelado no pescoço por escolha dela.
— Entregou perfeito — ele murmurou contra o cabelo dela, beijando a têmpora. — Minha Rosa. Linda quando some assim pra mim.
Ela sorriu, rouca, o corpo mole e marcado.
— Quero de novo. Logo. Mas… — os dedos dela traçaram o peito dele, a voz baixando num segredo quente — quero que da próxima você me deixe assim a noite inteira. Amarrada. Sem me soltar. E que chame o Malik. Quero que ele veja. Quero que ele… use também. Se você mandar.
Xavier apertou a nuca dela, o polegar no colar. O pau dele já reagia de novo contra a coxa dela. O jazz subia devagar. Fora, o mar de Copacabana batia mais forte, como se também esperasse o que viria.
Ele não respondeu ainda. Só a beijou fundo, demorado, dono, e o polegar apertou um pouco mais o couro no pescoço dela — promessa muda, tensão viva, a noite longe de acabada.
Xavier puxou o polegar do colar com mais força, a boca ainda grudada na dela, mastigando o lábio inferior até ela gemer. Quando soltou o beijo, a voz saiu rouca e baixa contra a orelha quente.
— Você pediu. Vai ter a noite inteira. Amarrada. Sem soltar. E o Malik vem. Ele vai ver cada buraco seu e usar o que eu mandar. Confirma de novo.
Rosa arquejou, o corpo mole no colo dele, a buceta ainda escorrendo a porra quente.
— Confirmo, senhor. Me deixa assim. Chama ele. Quero que foda a sua puta também. Usa a gente.
Xavier levantou do sofá com ela no colo, carregou até o quarto e jogou no colchão. Pegou as mesmas cordas de seda vermelha, amarrou os pulsos dela de novo atrás das costas, depois os tornozelos juntos, puxando forte até as pernas dobrarem e o cu e a buceta ficarem expostos, abertos. Passou outra corda pelo colar de couro e prendeu na cabeceira, forçando o pescoço dela a ficar erguido. A venda preta voltou aos olhos. Ele enfiou um plug grosso de silicone no cu ainda frouxo da fodida anterior, girando até ela gemer alto, e deixou a buceta pingando livre.
— Fica aí. Vadia pronta.
Ele pegou o celular, discou. Malik, trinta e cinco anos, arquiteto do escritório ao lado, amigo de anos que já sabia dos jogos do casal, atendeu na segunda toque.
— Vem agora. Rosa tá amarrada, vendada, pedindo pra você ver e foder. Porta aberta.
Malik chegou em vinte minutos. Xavier abriu a porta já pelado, o pau semiduro balançando. Os dois entraram no quarto. Rosa ouviu os passos, o cheiro de outro homem misturado ao de Xavier, o saxofone baixo ainda rodando no outro cômodo. O coração dela martelava.
— Olha pra essa puta — Xavier falou, a voz de dono. — Professora de trinta e dois que implorou pra ficar assim a noite toda. Buceta e cu pra usar. Manda nela.
Malik riu baixo, tirou a camisa, a calça. O pau dele era grosso, veias saltadas, já duro. Ajoelhou na beira da cama, passou a mão nas coxas abertas de Rosa, esfregou o clitóris inchado até ela tremer e gemer.
— Cheiro de porra do marido. Safada mesmo.
Ele enfiou dois dedos fundo na buceta escorregadia, mexeu, tirou e enfiou na boca dela. Rosa chupou com fome, babando nos dedos.
— Fode a boca dela primeiro — Xavier ordenou. — Fundo. Até engasgar.
Malik se posicionou na frente do rosto dela, segurou o cabelo e enfiou o pau grosso na garganta. Rosa engasgou, a baba escorrendo no queixo, no colar, nos peitos. Ele metia com força, as bolas batendo no nariz dela, o gosto salgado enchendo a boca. Xavier atrás abriu as nádegas, tirou o plug de uma vez e cuspiu no cu, enfiando o pau duro de novo no buraco aperto. Rosa gritou abafada no pau de Malik, o corpo puxado pelas cordas, o colar apertando o pescoço a cada estocada.
— Puta de dois. Engole esse pau enquanto eu arrombo o cu.
Malik fodia a boca com ritmo bruto, puxando a cabeça dela pra baixo até a garganta contrair. Xavier metia fundo no cu, tapas estalando na bunda já vermelha, a outra mão esfregando o clitóris com raiva. Rosa gozou primeiro assim, o corpo todo se contorcendo nas cordas, o cu apertando o pau do marido, a baba e o choro molhando a venda. Eles não pararam.
Xavier tirou do cu e empurrou Malik.
— Agora a buceta. Os dois.
Malik deitou de costas, puxou Rosa por cima, o pau entrando de uma vez na buceta quente. Xavier se ajoelhou atrás e enfiou de novo no cu. Os dois paus grossos enchendo os buracos ao mesmo tempo, batendo um contra o outro pela parede fina. Rosa gritava, a voz rouca, o peito esmagado contra o peito peludo de Malik.
— Caralho… cheios… me fodem… usam a vadia…
Xavier puxava o cabelo dela pra trás, o colar apertando, enquanto Malik mordia os seios, chupava os mamilos até doer. As estocadas sincronizavam, fundas, secas, o barulho molhado de porra e saliva enchendo o quarto. Rosa gozou de novo, o corpo tremente, o peitinho latejando contra o pau que esfregava por baixo. Malik gemeu e jorrou primeiro, enchendo a buceta dela de porra quente, jatos e jatos até vazar pelas laterais. Xavier continuou no cu até gozar também, empurrando fundo e despejando tudo lá dentro, o esperma escorrendo misturado.
Eles tiraram os paus. Xavier abriu a boca de Rosa e os dois se revezaram enfiando de novo, forçando ela a limpar cada um, chupar a própria porra e a do outro, babar e engolir. Malik estapeou o rosto dela leve, a bochecha vermelha.
— Boa putinha. Engole tudo.
Xavier desamarrou só os tornozelos, virou ela de quatro no colchão, os pulsos ainda presos, o colar preso na cabeceira. Pegou o flogger e começou a bater nas costas, na bunda, nas coxas. As tiras deixavam marcas vermelhas. Rosa soluçava de prazer, a buceta e o cu abertos, escorrendo.
— Mais forte, senhor… me dói…
Malik pegou o cinto de Xavier e chicotou a sola dos pés dela, depois as nádegas. Xavier enfiou a mão na buceta, tirou a porra misturada e espalhou no rosto dela, na boca. Depois os dois se ajoelharam de cada lado e fodiam a boca dela alternando, um safando enquanto o outro metia fundo. Rosa, vendada, só sentia os paus grossos entupindo a garganta, o cheiro de cu e buceta fodidos, o gosto de esperma.
A noite avançava. O vinil tinha travado no chiado há horas. Xavier tirou a venda só pra ela ver os dois paus duros de novo, depois colocou de volta. Amarraram as pernas dela abertas nas laterais da cama com mais corda. Malik comeu a buceta com a língua, chupando o clitóris até ela gozar gritando no travesseiro. Xavier enfiou o pau no cu dela de novo enquanto Malik enfiava os dedos na boca. Depois trocaram: Malik no cu, Xavier na buceta, estocadas profundas, tapas, xingamentos baixos.
— Olha essa professora. Pediu pra ser usada a noite toda. Buracos todos cheios de porra.
Rosa já estava mole, marcada, os pulsos roxos de corda, o colar afundado na pele. Eles gozaram mais uma vez nela: Malik jorrando no peito, Xavier no rosto, a porra escorrendo nos olhos vendados, na boca aberta. Xavier espalhou tudo com a cabeça do pau, esfregando nos lábios.
— Chupa limpo.
Ela chupou, engoliu, pediu mais. Os dois fodiam a boca dela até o sol quase nascer, os paus entrando e saindo, a garganta dela estalando, a baba pingando no colchão. Xavier puxou o cabelo dela pra cima, o pau enterrado fundo.
— Abre mais. Engole até o saco.
Malik enfiou dois dedos no cu dela e torceu enquanto Xavier gozava de novo na garganta, forçando ela a engolir cada gota. O esperma vazou pelo canto da boca. Malik se masturbou rápido e jorrou no rosto sujo dela, cobrindo a venda, o nariz, a língua pra fora.
Rosa, amarrada, tremendo, a buceta latejando vazia, o cu aberto e pingando, murmurou com a voz destruída:
— Mais porra… enfia de novo… me enche até eu não aguentar mais, seus porcos.
Xavier riu, sujo, e empurrou o pau ainda semi-duro de volta na boca dela até as bolas, enquanto Malik abria as nádegas e cuspia no cu pra meter outra vez, o quarto cheirando a sexo bruto, o mar batendo lá fora e a puta do marido engasgando gostoso com a garganta entupida de porra fresca.
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