Laços que Não se Rompem
Helena, advogada de 34 anos, reencontra o ex-noivo fotógrafo e implora para ele amarrá-la e foder como sua submissa.
Eu me chamo Helena, tenho 34 anos e sou advogada em um dos maiores escritórios de São Paulo. Passo os dias vestindo terninhos impecáveis, negociando acordos milionários e fingindo que controlo cada aspecto da minha vida. Mas a verdade é que, desde que terminei com Sergio há oito anos, uma parte de mim ficou presa, amarrada a memórias que eu nunca consegui desfazer. Ele tinha 28 anos na época, eu 26. O noivado durou dois anos intensos, cheios de cordas, ordens sussurradas e orgasmos que me deixavam tremendo por horas. Quando terminei tudo, disse a ele que precisava de uma vida mais “normal”. Mentira. Eu fugi do que realmente queria.
Naquela noite de quinta, entrei na galeria particular no bairro da Vila Madalena sem imaginar que o reencontraria. A exposição era fechada, só para convidados: fotografias em grande formato de shibari artístico, corpos suspensos em padrões geométricos perfeitos, luz dramática, sombras que pareciam acariciar a pele. Eu vestia um vestido preto justo na altura dos joelhos, saltos altos, o cabelo preso em um coque severo. Estava admirando uma imagem de uma mulher com os braços torcidos para trás, cordas vermelhas cruzando os seios, quando senti o perfume dele atrás de mim. Madeira escura, couro, o mesmo de sempre.
— Helena.
A voz grave me atravessou como uma corda puxada com força. Virei devagar. Sergio estava ali, 36 anos agora, mais largo nos ombros, o cabelo castanho levemente grisalho nas têmporas, barba bem aparada. Usava camisa social preta com as mangas dobradas, calça jeans escura e botas de couro que eu reconheci imediatamente — as mesmas que eu havia beijado tantas vezes. Seus olhos castanhos me prenderam no lugar.
— Sergio... não esperava te ver aqui. Essas fotos... são suas?
Ele sorriu de lado, aquele sorriso perigoso que sempre fazia meus joelhos fraquejarem.
— Todas elas. Especializado em bondage artístico agora. Quer uma sessão privada? Tem uma sala nos fundos com algumas peças que ainda não estão expostas.
Meu pulso disparou. A galeria estava quase vazia; os últimos convidados saíam. Aceitei o convite com a voz mais firme que consegui. Caminhamos em silêncio até uma sala ampla, paredes brancas, uma coluna central de concreto aparente e cordas penduradas com cuidado em ganchos no teto. A porta se fechou atrás de nós com um clique suave.
Ali, sozinhos, a confissão saiu antes que eu pudesse segurar.
— Eu nunca te superei, Sergio. Passei esses anos todos tentando ser a advogada perfeita, a mulher independente... mas toda noite, quando fecho os olhos, é você que eu vejo me amarrando. Eu imploro, na minha cabeça, para você me dominar de novo. Quero ser sua submissa. Completamente. Quero sentir as cordas apertando minha pele, quero que você me use como quiser. Nunca parei de desejar isso. Nunca parei de desejar você.
Ele se aproximou devagar, parando a poucos centímetros. Seu peito subia e descia mais rápido agora. A voz saiu rouca, controlada:
— Eu também nunca te esqueci, Helena. Depois que você foi embora, tentei encontrar outras subs, mas nenhuma se entregava como você. Nenhuma implorava com essa fome nos olhos. Se vamos fazer isso, tem que ser claro. Consentimento total. Palavra de segurança é “vermelho”. Você diz em qualquer momento e eu paro imediatamente. Entendido?
— Entendido. Eu quero isso. Por favor... me guie de volta.
O ar entre nós ficou pesado, elétrico. Sergio ergueu uma mão e passou o polegar pelo meu lábio inferior, pressionando de leve.
— Então tire o vestido. Devagar. E se ajoelhe.
Meu corpo obedeceu antes da mente. Deslizei as alças pelos ombros, o tecido caiu aos meus pés. Fiquei só de sutiã de renda preto, calcinha combinando e os saltos. Ajoelhei no piso frio de madeira, sentindo o olhar dele percorrer minha pele como se já estivesse traçando padrões de shibari. Ele estendeu uma bota.
— Beije.
Curvei-me sem hesitar, pressionando os lábios contra o couro lustroso da bota direita, depois da esquerda. O cheiro de couro me inundou, despertando cada terminação nervosa.
— Repita em voz alta, Helena. Quero ouvir você dizer o que deseja.
— Eu desejo ser amarrada por você, Sergio. Quero ser usada como sua submissa voluntária. Quero sentir suas cordas, suas mãos, seu pau... por favor.
Minha voz tremia de excitação. Ele segurou meu queixo, erguendo meu rosto. Seus olhos brilhavam com aquela dominação antiga, agora mais madura, mais precisa.
— Boa menina. Você está molhada só de dizer isso, não está?
— Estou. Encharcada.
Ele sorriu, satisfeito. Testou meus limites com toques controlados: dedos descendo pelo meu pescoço, apertando de leve a garganta, depois descendo entre meus seios. Ordenou que eu tirasse o sutiã e a calcinha, ficando completamente nua exceto pelos saltos. Eu obedeci, sentindo o ar frio tocar meus mamilos duros e minha boceta latejante. Ele circulou meu corpo ajoelhado, passando a mão pelos meus cabelos, puxando de leve.
— Vamos começar aqui mesmo. Consentimento renovado?
— Sim. Quero a cena. Quero você.
Ele pegou as cordas de juta macia, cor de terra queimada. O shibari começou devagar, quase ritualístico. Primeiro cruzou as cordas acima dos meus seios, apertando-os até ficarem inchados e sensíveis. Cada nó era dado com precisão, os dedos dele roçando minha pele, me fazendo gemer baixinho. Depois passou as cordas pelas minhas costas, pelos braços, prendendo-os juntos atrás de mim em um pattern intrincado que forçava meus ombros para trás e empinava meus seios. Ele me guiou até a coluna central. Com habilidade, criou suspensões parciais — cordas presas em ganchos no teto sustentando parte do meu peso pelos quadris e coxas, deixando meus pés mal tocando o chão, o corpo inclinado para frente, exposto, vulnerável.
Eu me sentia flutuando, o aperto das cordas uma pressão deliciosa e constante. Minha boceta escorria, os fios brilhando na luz baixa da galeria. Sergio deu um passo atrás, admirando seu trabalho.
— Olha só pra você... perfeita. Minha advogada durona, agora uma putinha amarrada só pra mim.
Ele começou a disciplina. A primeira palmada estalou forte na minha bunda exposta. O som ecoou. A dor veio quente, seguida de prazer imediato. Outra, e outra, alternando nádegas. Eu gemia alto, sem vergonha, o corpo balançando levemente nas cordas.
— Mais forte... por favor...
Ele pegou o cinto de couro que usava na calça. Dobrou-o. O primeiro golpe foi preciso, ardente, atravessando minha pele. Gritei de prazer, lágrimas de alívio escorrendo. Ele alternava palmadas com o cinto, marcando minha bunda e coxas, enquanto murmurava:
— Isso, geme pra mim. Mostra quanto você precisava disso.
Minha mente era só sensação: o ardor, a pressão das cordas nos pulsos, nos seios, a humilhação deliciosa de estar nua e suspensa numa galeria, sendo disciplinada pelo homem que eu abandonei anos atrás.
Quando minha bunda estava vermelha e quente, ele abriu a calça. Seu pau grosso, venoso, já duro, saltou livre. Ele segurou meus cabelos e guiou para minha boca.
— Chupa. Garganta fundo.
Eu abri os lábios, ansiosa. Ele meteu devagar no começo, depois com mais força, fodendo minha garganta enquanto as cordas me mantinham no lugar. Eu engasgava, saliva escorrendo pelo queixo, mas queria mais. Ele puxava os nós como rédeas, controlando o ângulo da minha cabeça.
— Isso... engole meu pau, sua submissa voluntária. Você é minha puta amarrada.
Ele tirou do minha boca com um gemido, contornou meu corpo suspenso e posicionou-se atrás. Com um puxão nas cordas que cruzavam minha cintura, me inclinou mais. Seu pau grosso pressionou minha boceta encharcada e entrou de uma vez, fundo, até o talo. Gritei de prazer. Ele começou a foder com força, a posição de cachorrinho ainda mais intensa por causa das amarrações. Cada estocada fazia meu corpo balançar nas cordas. Ele puxava os nós como rédeas de cavalo, usando-os para me trazer contra ele mais fundo.
— Fala. Quem você é?
— Sua puta submissa... voluntária... ah, caralho, me fode mais forte!
Ele alternava: saía, enfiava de novo na garganta por alguns segundos, depois voltava para minha boceta, martelando com ritmo brutal e preciso. O som molhado de pele contra pele, meus gemidos altos, os grunhidos dele. O orgasmo veio crescendo como uma onda inescapável. Ele sentiu, apertou os nós com mais força, estocando selvagem.
— Goza pra mim, Helena. Goza enquanto eu te uso.
Explodi. Meu corpo inteiro convulsionou nas cordas, boceta apertando o pau dele em espasmos violentos. Ele rosnou, meteu fundo mais duas vezes e gozou também, enchendo-me com jatos quentes enquanto puxava as cordas como se quisesse me fundir a ele. O clímax foi longo, violento, consensual, deixando nós dois ofegantes, suados, conectados.
Depois veio o aftercare. Sergio trabalhou devagar, desatando cada nó com paciência, massageando a pele marcada onde as cordas haviam deixado sulcos vermelhos. Seus dedos fortes apertavam meus ombros, meus pulsos, meus antebraços, trazendo a circulação de volta. Ele me desceu com cuidado, me envolveu num cobertor macio que pegou de um canto da sala, sentou no chão comigo no colo, beijando minha testa, meu pescoço, murmurando elogios baixos.
— Você foi incrível. Tão forte, tão entregue. Respira comigo.
Eu me aninhei contra o peito dele, o coração ainda disparado. As palavras saíram num sussurro rouco, quase quebrado:
— Sergio... os laços entre nós nunca...
Eu me aninhei contra o peito dele, o coração ainda disparado. As palavras saíram num sussurro rouco, quase quebrado:
— Sergio... os laços entre nós nunca se romperam.
Ele parou de respirar por um segundo, os dedos ainda massageando a curva dolorida dos meus ombros onde as cordas de juta haviam deixado sulcos profundos e vermelhos. Aos 36 anos, com aquelas têmporas grisalhas e o corpo mais sólido do que eu lembrava, Sergio parecia ainda mais perigoso e seguro de si. Eu, aos 34, advogada que passava o dia ditando termos em contratos milionários, me sentia completamente nua — não só de roupa, mas de alma — ali no colo dele, enrolada no cobertor macio que cheirava a madeira e couro.
— Nunca mesmo — murmurou ele, a voz grave vibrando contra minha têmpora. Beijou o alto da minha cabeça, depois desceu os lábios até o lóbulo da orelha, mordiscando de leve. — Eu tentei te odiar por ter ido embora, Helena. Mas toda vez que amarrava outra mulher, era a sua boceta molhada que eu via, era o seu gemido que eu queria ouvir. Você fugiu, mas o seu corpo sempre soube que pertencia aqui.
Senti um arrepio descer pela espinha. O aftercare continuava lento, quase reverente. Ele me fez beber mais água, depois virou meu rosto para cima e me beijou com uma fome contida, a língua invadindo minha boca como se quisesse lembrar cada canto meu. Suas mãos grandes deslizavam pelas minhas costas, apertando os músculos tensos, trazendo o sangue de volta para os braços que tinham ficado presos por tanto tempo. Cada toque doía e curava ao mesmo tempo. Meu clitóris ainda latejava, a boceta inchada e escorregadia do nosso gozo misturado. Eu sentia o sêmen dele escorrendo devagar pela parte interna da coxa, marcando-me como propriedade.
— Eu preciso de mais — confessei, a voz saindo trêmula. — Não acabou, Sergio. Eu esperei oito anos por isso. Quero que você me quebre de verdade hoje.
Ele ergueu uma sobrancelha, aquele sorriso predatório voltando aos lábios. Levantou-se, me carregando no colo como se eu não pesasse nada, e me colocou de pé junto à coluna de concreto. O cobertor caiu. Fiquei nua novamente, só de saltos altos, o corpo já marcado por cordas, palmadas e o cinto. Meu peito subia e descia rápido.
— Então vamos escalar, minha advogada safada. Você vai aguentar?
— Quero aguentar. Quero tudo.
Ele escolheu cordas mais grossas, de um vermelho escuro dessa vez, e começou um novo pattern. Primeiro passou uma corda por cima dos meus seios já sensíveis, apertando forte até eles incharem entre os nós, os mamilos duros e doloridos apontando para frente. Cada puxada fazia eu gemer alto. Ele trabalhava em silêncio, concentrado, os dedos roçando meus mamilos de propósito, beliscando até eu arquear as costas. Depois prendeu meus braços atrás de mim de forma mais cruel, cotovelos quase se tocando, forçando os ombros para trás e empinando meus peitos como uma oferenda. Desceu as cordas pela minha barriga, criou um harness intrincado que passava entre minhas pernas, a juta grossa roçando direto no meu clitóris inchado. Cada movimento que eu fazia pressionava a corda contra minha boceta molhada, me fazendo ofegar.
— Olha como você fica molhada só com as cordas — ele disse, enfiando dois dedos entre a corda e minha entrada, sentindo o quanto eu escorria. — Trinta e quatro anos fingindo ser dominadora no tribunal, e basta eu te amarrar que vira essa puta desesperada.
Eu tremia. Ele me suspendeu de verdade agora. Puxou as cordas para os ganchos do teto, ajustando até meus pés saírem completamente do chão. Meu corpo ficou inclinado para frente, sustentado pelos quadris, coxas e peito, completamente aberto. As cordas mordiam minha pele, o ardor era constante, delicioso. Eu me sentia flutuando, vulnerável, a boceta exposta e pingando na luz baixa da galeria. O ar frio batia direto nos meus mamilos e na entrada latejante.
Sergio deu um passo para trás, admirando. Pegou o flogger de couro que estava pendurado na parede — algo que ele não tinha usado antes naquela noite. Meu coração disparou.
— Palavra de segurança continua sendo “vermelho”. Diga se precisar.
— Eu não vou dizer. Me disciplina, por favor.
O primeiro golpe veio cruzado nas minhas nádegas já vermelhas. O couro estalou alto, mandando ondas de dor quente que viraram prazer puro. Eu gritei, o corpo balançando nas suspensões. Ele não parou. Golpes ritmados, precisos, subindo pelas coxas, descendo de novo na bunda, depois acertando de leve os seios inchados. Cada impacto fazia a corda entre minhas pernas pressionar mais forte no clitóris. Eu chorava de tesão, baba escorrendo do canto da boca, o cabelo que tinha sido um coque severo agora solto e grudado no suor do meu rosto.
— Isso, chora pra mim — rosnou ele, a voz rouca de desejo. — Você abandonou o homem que sabia exatamente como te foder, Helena. Agora aguenta a punição.
— Desculpa... por favor... me usa mais.
Ele largou o flogger, abriu a calça novamente. O pau dele estava duro como pedra, a cabeça grossa brilhando de pré-gozo. Contornou meu corpo suspenso e parou na minha frente. Segurou meus cabelos com força e enfiou o pau inteiro na minha garganta de uma vez. Eu engasguei, lágrimas escorrendo, mas chupei com fome, a língua trabalhando na veia grossa enquanto as cordas me mantinham imóvel. Ele fodia minha boca com estocadas profundas, as bolas batendo no meu queixo, murmurando:
— Engole tudo, sua submissa voluntária. Isso... que garganta gostosa. Você nasceu pra ser minha puta amarrada.
Ele tirou do minha boca, saliva grossa ligando meus lábios ao pau dele, e foi para trás. Com um puxão nas cordas que cruzavam minha cintura, me inclinou ainda mais. Posicionou a cabeça grossa na minha boceta encharcada e meteu com tudo. O ângulo da suspensão fazia ele entrar mais fundo do que antes, batendo direto no meu ponto G. Eu gritei, o corpo inteiro sacudindo nas cordas. Ele começou a foder com força brutal, as mãos puxando os nós como rédeas, me trazendo de volta contra cada estocada. O som molhado ecoava na galeria vazia — ploc, ploc, ploc — misturado aos meus gemidos desesperados e aos grunhidos dele.
— Quem é você agora, Helena?
— Sua puta... sua submissa... caralho, me fode mais fundo, Sergio! Me rasga!
Ele alternava: saía, enfiava na minha boca para eu limpar nosso melado, depois voltava para minha boceta, martelando sem piedade. O harness apertava meus seios a cada movimento, os mamilos roxos de tanto tesão. O segundo orgasmo veio como um trem. Senti ele crescer no fundo da barriga, as cordas vibrando com meus tremores.
— Goza, vadia. Goza enquanto eu te uso como uma cadela suspensa.
Explodi. Meu corpo convulsionou violentamente nas amarrações, boceta apertando o pau dele em espasmos tão fortes que eu quase desmaiei. Gritei o nome dele até a voz falhar. Sergio rosnou, meteu mais três vezes fundo e gozou também, enchendo-me de novo com porra quente, o pau pulsando enquanto ele puxava as cordas com tanta força que parecia querer me partir ao meio.
O clímax durou uma eternidade. Quando finalmente parou, ele me desceu com cuidado infinito. Desatou cada nó devagar, beijando cada marca vermelha que as cordas deixaram na minha pele — nos seios, na barriga, nas coxas, nos pulsos. Massageou meus braços, meus ombros, minhas pernas, trazendo a circulação de volta. Me deitou no colchão que havia no canto da sala, cobriu meu corpo suado com o cobertor e se deitou atrás de mim, o peito colado nas minhas costas, o pau ainda semi-duro descansando contra minha bunda marcada.
— Você foi perfeita — sussurrou, beijando minha nuca. — Nunca vi ninguém se entregar tanto.
Eu sorria, exausta, o corpo todo latejando de uma forma deliciosa. Mas minha mente de advogada já estava trabalhando, acelerada, enquanto ele me acariciava. Na próxima vez não seria numa galeria. Eu ia preparar tudo na minha cobertura no Itaim, com vista para a cidade. Compraria cordas de seda e juta novas, um flogger melhor, talvez um cane de bambu. Cancelaria todos os meetings de sexta e segunda, diria ao escritório que estava com uma virose. Mandaria uma mensagem para o Sergio amanhã mesmo: “Quero ser sua por um fim de semana inteiro. Chega às 20h na sexta. Sem piedade.” Eu ia deixar um bilhete na porta, nua, ajoelhada no hall de entrada com as cordas ao lado, pronta para ser amarrada assim que ele entrasse. Os laços que não se rompem iam ser ainda mais apertados. Dessa vez eu não ia fugir. Dessa vez eu ia implorar para ele nunca mais me soltar.
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