A Amiga de Couro que nos Seduziu

A amiga dominatrix de couro seduziu o casal com suas botas e meias de látex.

13 min read August 27, 2026New

Selena chegou pontual, o salto das botas batendo no piso do corredor como um anúncio. Dante abriu a porta e travou a respiração. Ela tinha vinte e seis anos, o corpo esculpido sob o uniforme de couro preto brilhante que colava nos seios firmes, na cintura estreita e nas ancas. A saia curta de couro mal cobria o começo das meias de látex até as coxas, o brilho úmido sob a luz do hall. Luvas longas subiam pelos braços. O cabelo preso, o batom vermelho escuro, o olhar que já sabia exatamente o que fazia com os dois.

— Boa noite, casalzinho — disse ela, entrando sem pedir licença, o perfume de couro e algo doce invadindo a sala.

Fiona, a namorada de Dante, fechou a porta atrás dela. Tinha o rosto quente. Os dois tinham vinte e três anos e, nas noites em que o tesão misturava confissão e risada, tinham falado de Selena mais de uma vez: a amiga dominatrix do clube fetish, as histórias de botas, de clientes de joelhos, de látex estalando. Agora ela estava ali, real, cheirando a poder.

Dante não conseguiu disfarçar o olhar que desceu pelas meias brilhantes até as botas de salto alto. Selena notou na hora. Sorriu de lado, passou a ponta da língua no lábio inferior e se virou de propósito, deixando o couro da saia esticar sobre a bunda.

— Olha só esse olho, Dante. Fiona me contou que vocês dois já gozaram pensando em mim. Não precisa fingir agora.

Fiona engoliu seco, mas não negou. — A gente… falou sim. Bastante.

— Que bom — Selena tirou as luvas devagar, dedo por dedo, e as jogou no sofá. — Porque eu vim faminta.

Eles abriram uma garrafa de vinho. Sentaram-se na sala, Selena na poltrona de frente, pernas cruzadas com lentidão deliberada. O látex das meias rilhou quando uma coxa deslizou sobre a outra. A bota de couro tocou primeiro a panturrilha de Fiona, subindo um pouco, esfregando o couro frio contra a pele quente. Fiona tremeu e não afastou a perna. Depois a mesma bota deslizou até o joelho de Dante, o salto raspando por dentro da calça.

— Vocês estão duros e molhadas só de me ver assim, não estão? — Selena girou o pé, a sola quase tocando a virilha dele por cima do tecido. — Esse uniforme de látex e couro… eu uso no clube para fazer homem e mulher se ajoelharem. Vocês querem provar?

Dante sentia o pau latejando, preso na calça. Fiona apertava as coxas uma na outra. O vinho mal tinha descido e o ar já estava pesado.

— A gente quer — admitiu Fiona, a voz rouca. — Eu quero ver como você domina com os pés. Me mostra.

Selena riu baixo, satisfeita. Bebeu um gole, pousou a taça e apontou o chão com o queixo.

— Então ajoelhem. Os dois. Agora. E beijem minhas botas. Sem pressa. Com língua, se tiverem coragem.

Não houve hesitação. Dante e Fiona desceram para o tapete, joelhos no chão, o coração batendo no pescoço. Selena estendeu primeiro a bota direita. O couro cheirava a graxa fina e a pele quente dela por baixo. Fiona beijou a biqueira, depois a canela, a boca abrindo, a língua saindo para lamber o brilho preto. Dante fez o mesmo na outra bota, chupando a lateral, sentindo o sal e o couro sob a língua. O tesão era óbvio: a ereção dele deformava a calça, o cheiro da buceta molhada de Fiona já pairava no ar quando ela se mexeu.

— Isso… bonitos assim — murmurou Selena, a mão nos cabelos dos dois, guiando. — Mais fundo. Lambe o salto, Dante. Fiona, chupa a biqueira como se fosse pau.

Eles obedeceram, babando no couro, o som úmido enchendo a sala. Selena puxou a saia um pouco para cima, revelando o começo das meias de látex e a ausência deliberada de calcinha. A buceta dela já brilhava, os lábios inchados.

— Tira as botas com a boca, Dante. Só as botas. As meias ficam.

Ele obedeceu, dentes e língua trabalhando as fivelas e o zíper lateral até o couro sair. Os pés dela apareceram envoltos no látex fino, os dedos marcados sob o material brilhante, o cheiro mais forte agora — suor limpo, látex e desejo. Selena ergueu um pé e pousou a sola contra a boca dele.

— Lambe. Por cima da meia. Chupa os dedos através do látex.

Dante lambeu como um faminto, a língua deslizando entre os artelhos moldados, chupando a ponta de cada um, o gosto químico do látex misturado ao sal da pele. Ao mesmo tempo Selena puxou o decote do corpete de couro, libertando os seios pesados, os mamilos escuros e duros. Fiona não precisou de ordem: subiu um pouco, agarrou um peito com as duas mãos e chupou o mamilo com fome, a língua girando, os dentes raspando de leve. Selena gemeu pela primeira vez, a cabeça jogada para trás.

— Isso, putinha. Chupa forte. Dante, não para nos pés.

Ela empurrou Fiona para trás no tapete, ergueu a saia de couro de uma vez e sentou no rosto dela sem cerimônia. A buceta molhada colou na boca de Fiona, o látex das meias esfregando nas orelhas e nas faces. Fiona lambeu de imediato, a língua entrando entre os lábios inchados, chupando o clitóris inchado enquanto Selena rebolava, usando o rosto dela como assento.

— Come direito. Mais língua. Quero sentir você se afogando em mim.

Com a mão livre e os pés ainda calçados nas meias de látex, Selena alcançou Dante, que ajoelhava ao lado com o pau já para fora, grosso e pingando. Ela prendeu o pau dele entre as plantas dos pés envoltas em látex e começou a masturbar, o material brilhante escorregando para cima e para baixo com pressão firme, os dedos apertando a glande a cada subida. Dante gemeu alto, as mãos no chão, o quadril empurrando para a frente.

— Porra, Selena… assim eu gozo.

— Então implora — ela ordenou, a voz cortante enquanto cavalgava a língua de Fiona. — Pede para eu continuar te batendo punheta com esses pés de látex.

— Por favor… continua… me fode com os pés, me deixa gozar neles — ele ofegou, o precum untando o látex, deixando-o ainda mais escorregadio.

Selena acelerou os pés e ao mesmo tempo puxou Fiona pelo cabelo, obrigando-a a respirar fundo contra a buceta. Os gemidos das duas se misturavam. Depois ela se ergueu o suficiente para mandar Dante deitar de costas no meio da sala. Montou nele em cowgirl sem tirar as meias, enfiando o pau grosso de uma vez até o fundo. O couro da saia ergueu-se na cintura; o látex das coxas brilhou com suor. Fiona, já com a boca e o queixo encharcados, sentou na cara de Dante a pedido de Selena, a buceta quente e pingando cobrindo nariz e boca dele. Ele lambeu as duas ao mesmo tempo — a de Fiona em cima, enquanto fodia Selena por baixo.

As duas se inclinaram uma para a outra. Beijaram-se com língua e dentes, babando, enquanto as mãos desciam. Selena pegou o pé enfiado em látex de Fiona — que tinha tirado o salto mas mantido a meia — e levou aos lábios, lambendo a sola brilhante. Fiona revidou, agarrando o outro pé de Selena, chupando os dedos por cima do látex, o gosto salgado e o cheiro de sexo puro. Os corpos se moviam suados, o couro grudando na pele, o látex rilhando a cada estocada. Dante gemia abafado entre as coxas de Fiona, o pau latejando dentro de Selena a cada descida dela.

— Mais fundo — Selena rosnou, rebolando em círculos, o clitóris esfregando a base do pau dele. — Fiona, senta mais. Faz ele se afogar. E lambe minha meia enquanto eu gozo.

Fiona obedeceu, a língua saindo da boca de Dante só o bastante para lamber a panturrilha de látex de Selena, subindo até a coxa, enquanto as duas se beijavam de novo, mamilos roçando. O ritmo ficou brutal: Selena cavalgando com força, o pau sumindo e aparecendo brilhante de porra e lubrificação, Fiona esmagando o rosto dele, os pés e as meias sendo chupados e lambidos sem pausa. O cheiro de couro, látex, buceta e pau enchia tudo.

Selena chegou primeiro, o corpo travando, a buceta apertando em espasmos molhados ao redor do pau de Dante, um gemido longo e sujo saindo da garganta enquanto ela segurava o cabelo de Fiona e a puxava para um beijo molhado. Fiona gozou em seguida na boca dele, as coxas tremendo, o líquido escorrendo pelo queixo de Dante. Ele não aguentou: gozou fundo dentro de Selena, jatos quentes enchendo-a, o quadril soerguendo do chão, um rugido abafado contra a buceta de Fiona.

Ainda tremendo, Selena se ergueu devagar, o pau dele saindo dela com um fio grosso de porra escorrendo pela meia de látex e pela coxa. Fiona desceu do rosto de Dante, ofegante, a boca vermelha. Selena olhou para os dois, o sorriso ainda dominador, e apontou para a própria buceta e para o pau molhado dele.

— Agora limpem. Com a língua. Cada gota. Fiona, chupa a porra para fora de mim. Dante, lambe o que escorreu nas minhas meias e nas botas. Não desperdiça nada do que eu tirei de vocês.

Fiona ajoelhou de novo sem hesitar, a língua já buscando entre os lábios inchados de Selena, lambendo o esperma misturado aos fluidos dela, engolindo com um gemido. Dante, ainda ofegante, curvou-se e passou a língua pelas meias de látex brilhantes de sêmen, chupando o tecido onde a porra tinha escorrido, o gosto dele mesmo misturado ao látex e ao couro. Selena ficou de pé entre os dois, uma mão na nuca de cada um, guiando o ritmo da limpeza, os olhos escuros ainda cheios de fome.

— Isso… bem devagar. Eu ainda não terminei com vocês dois esta noite.

Selena manteve as mãos nas nucas deles enquanto Fiona sugava os restos de porra de dentro dela com a língua larga e ávida, engolindo cada mistura de porra e lubrificação. Dante lambeu as meias de látex até o brilho do sêmen sumir, chupando o tecido fino entre os dentes, o gosto salgado e químico subindo pela garganta. O cheiro de couro quente e sexo pairava grosso.

— Ainda não chega — murmurou Selena, a voz rouca de prazer. — Levanta, Fiona. Tira a blusa. Quero te ver nua da cintura pra cima e de meia. Dante, tira o resto da roupa. Agora.

Eles obedeceram depressa. Fiona puxou a blusa pela cabeça, os seios saltando, mamilos duros e rosados. Dante se despia por completo, o pau ainda semi-duro, brilhante de porra e saliva. Selena caminhou até a bolsa que tinha deixado perto da porta e tirou um par de botas de cano alto extras, de couro macio e preto, e um frasco pequeno de óleo de silicone. Voltou e sentou na poltrona, as pernas abertas, a saia de couro ainda erguida.

— Fiona, calça essas. Por cima das meias de látex. Quero o couro apertando o látex nas tuas coxas.

Fiona se ajoelhou e enfiou os pés nas botas. O couro estalou ao fechar os zíperes laterais, moldando as panturrilhas e subindo até quase a virilha. O contraste do látex brilhante sob o couro fosco fez Selena sorrir. Ela espalhou óleo nas próprias meias restantes e nos pés de Fiona, o líquido escorrendo entre os artelhos moldados.

— Agora os dois de quatro no tapete. Bundas pra mim. Cabeças baixas.

Dante e Fiona desceram lado a lado. Selena se pôs de pé atrás deles, o salto das botas originais — que Dante tinha tirado antes — calçadas de novo nos pés oleados. Ela pisou leve na lombar de Dante, o couro frio contrastando com a pele quente, depois deslizou a sola pela fenda da bunda dele, o salto raspando os ovos. Fiona tremeu quando a outra bota fez o mesmo nela, a sola pressionando a buceta ainda inchada, o látex das meias de Selena esfregando contra o dela.

— Cheira. Lambe se eu deixar — ordenou, empurrando o pé entre as coxas de Fiona até a sola tocar o clitóris. Fiona lambeu de imediato, a língua molhada no couro oleado, gemendo baixinho. Dante recebeu o outro pé na boca e chupou a biqueira com fome, a língua entrando sob o arco.

Selena tirou o corpete de couro por completo, ficando só com a saia erguida e as meias. Os seios pesados balançavam. Ela se ajoelhou entre os dois, pegou o pau de Dante com uma mão enluvada de novo — tinha calçado as luvas longas de couro — e masturbou-o devagar enquanto enfia dois dedos de couro na buceta de Fiona. O material frio e liso entrava fácil, o oil fazendo barulho molhado.

— Vocês dois são meus brinquedos de látex e couro esta noite — rosnou. — Fiona, rebola nesses dedos. Dante, fode a minha mão como se fosse buceta.

Eles obederam, o quadril de Dante empurrando a luva apertada, Fiona cavalgando os dedos com a bunda rebolando. Selena tirou a mão de Dante só para prender o pau dele entre as plantas dos pés de Fiona, agora enfiados nas botas de cano alto. O couro das solas esfregava o pau grosso de cima a baixo, o látex por baixo brilhando de óleo e precum. Dante gemeu alto, a cabeça caída.

— Porra… os pés dela nas botas… Selena, manda ela apertar mais.

— Aperta, putinha — Selena ordenou, e Fiona fechou os artelhos sob o couro, esmagando a glande. Ao mesmo tempo Selena enfiou a língua na buceta de Fiona por trás, chupando o clitóris inchado enquanto os dedos de couro iam mais fundo, curvando-se. Fiona gritou abafado no tapete, o orgasmo subindo rápido.

Selena parou antes que ela gozasse. Levantou-se, puxou Dante pelo cabelo e fez ele deitar de costas de novo. Montou o rosto dele de frente, a buceta descendo pesada sobre a boca, o látex das meias cobrindo as orelhas. Fiona recebeu ordem de sentar no pau dele de costas, enfiando tudo de uma vez, a bota de couro e a meia de látex brilhando a cada descida. Selena agarrou os seios de Fiona por trás, beliscando os mamilos, e inclinou-se para beijá-la enquanto rebolava no rosto de Dante.

— Lambe fundo, Dante. Quero tua língua no meu cu também. Fiona, cavalga mais forte. Quero ouvir o pau batendo.

O som molhado enchendo a sala: pele contra látex, couro rilhando, gemidos. Selena puxou um pé de Fiona até a própria boca e chupou a sola da bota, a língua entrando nas costuras do couro, o gosto de óleo e suor. Depois deslizou o mesmo pé entre as coxas dela mesma, esfregando a biqueira no clitóris enquanto Fiona fodía Dante. Os três suavam. O couro grudava. O látex estalava.

Selena desceu do rosto de Dante, virou Fiona de frente e as duas se ajoelharam sobre ele, as bucetas lado a lado. Dante lambeu as duas ao mesmo tempo, a língua passando de uma para a outra, chupando clitóris inchados, bebendo o líquido que escorria. Selena enfiou os pés envoltos em látex no pau dele de novo, masturbando-o entre as solas enquanto as duas se beijavam por cima, línguas se enrolando, babando nos seios uma da outra.

— Goza nos meus pés outra vez — mandou Selena. — Quero ver jorrar no látex. Fiona, goza na boca dele agora.

Fiona rebolou mais rápido no rosto de Dante, as coxas tremendo, e gozou com um grito rouco, o líquido escorrendo pelo queixo e pelo pescoço dele. Selena acelerou os pés, o látex escorregadio apertando a glande, e Dante explodiu: jatos grossos de porra cobrindo as meias pretas, escorrendo entre os artelhos, manchando o couro das botas de Fiona. Ele gemia abafado, o corpo inteiro tensionado.

Ainda sem parar, Selena empurrou Fiona de quatro, enfiou a cara entre as bundas dela e chupou o cu com língua firme enquanto usava a mão enluvada para masturbar a buceta. Dante, recuperando o fôlego, se pôs atrás de Selena e enfiou o pau ainda duro nela de uma vez, segurando a cintura de couro da saia. As estocadas eram profundas, o barulho molhado ecoando. Selena gemeu contra a bunda de Fiona, a voz vibrando.

— Mais forte, Dante. Fode essa buceta de dominatrix. Fiona, empurra pra trás. Quero te comer com a língua enquanto ele me fode.

O ritmo ficou selvagem. Couro batendo em pele, látex rilhando a cada movimento, pés se esfregando, bocas molhadas. Selena gozou de novo com o pau de Dante batendo fundo, a buceta contraindo em ondas, um jorro quente escorrendo pelas bolas dele. Fiona gozou pela terceira vez na língua dela, as pernas cedendo. Dante segurou o máximo que pôde e gozou dentro de Selena mais uma vez, enchendo-a, o corpo colado às costas dela.

Eles desabaram no tapete num monte de membros suados, meias de látex rasgadas de tanto puxar, botas de couro ainda calçadas em Fiona, saia de Selena torcida na cintura. Por longos minutos só se ouviu a respiração pesada, o cheiro denso de sexo, couro e látex preenchendo o ar da sala.

Selena se mexeu por último. Tirou as luvas devagar, acariciou os cabelos suados dos dois sem falar. Fiona encostou a cabeça na coxa dela. Dante ficou deitado de lado, uma mão no pé enfiado em látex de Selena, o polegar traçando o contorno dos artelhos por cima do material. Ninguém disse mais nada. A luz da sala baixava. O silêncio se instalou completo, só o tick fraco do relógio na parede e o calor dos corpos se tocando no chão.

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