Confissão Sussurrada na Última Noite do Farol

Renata e Yvonne se reencontram no farol abandonado, confessam o tesão antigo e fodem gostoso a noite inteira.

4 min read September 01, 2026New

O farol erguia-se sozinho na costa, torre de pedra gasta pelo sal e pelo vento, com a lanterna ainda girando preguiçosa sobre o mar negro. Era a última noite. Amanhã lacravam tudo. Renata, vinte e oito anos, faroleira teimosa de cabelos escuros presos num coque frouxo, subia e descia a escada de ferro checando o painel quando ouviu batidas na porta de baixo. Abriu e lá estava Yvonne, trinta anos, jaqueta aberta, sorriso torto, o mesmo perfume de sempre misturado com chuva fina.

— Surpresa, porra — disse Yvonne, entrando sem pedir. — Soube que iam desligar o bicho. Vim antes que virasse só ruína.

Renata fechou a porta. O peito apertou. Quatro anos sem se ver e o corpo dela ainda reagia igual: calor subindo pelas coxas, boca seca. Subiram juntas até a sala de controle, luz vermelha piscando no vidro. A lente gigante girava, varrendo o horizonte a cada vinte segundos.

— Você sumiu — Renata falou, voz baixa. — Bloqueou, sumiu do mapa.

— Eu sabia que se ficasse ia te foder toda noite e nunca ia sair daqui. Mas olha só… — Yvonne se encostou no parapeito, olhando a outra de cima a baixo. — Continuo querendo. Essa buceta sua ainda me deixa maluca só de lembrar.

A tensão ficou grossa no ar. Renata engoliu em seco. Pegou a garrafa de vinho barato que guardava pro último brinde solitário, despejou em dois copos de plástico e entregou um. Beberam em silêncio curto, lembrando noites em que se chupavam até o amanhecer no colchão velho do depósito.

Yvonne se aproximou. Os dedos dela desceram pela lateral da calça de Renata, roçando a coxa por cima do tecido grosso.

— Sinto falta do gosto de você — sussurrou rente à orelha. — Daquela porra azedinha quando você goza na minha boca. Ainda molha fácil pra mim?

Renata respirou fundo. Já estava encharcada só de ouvir. O copo tremeu na mão.

— Para de provocação se não for fazer merda de verdade.

Yvonne riu baixo, o polegar subindo até a prega da calça, pressionando o clitóris por cima. Renata gemeu, largou o copo, agarrou a jaqueta da outra e puxou. A boca veio faminta. Línguas se encontraram grossas, dentes batendo, saliva misturada com vinho. Mãos desesperadas: Renata puxou a blusa de Yvonne por cima da cabeça, soltou o sutiã, agarrou os peitos pesados. Yvonne abriu o botão da calça dela, enfiou a mão dentro da calcinha e encontrou o culhão quente escorrendo.

— Filha da puta molhada — murmurou contra a boca. — Quatro anos e essa xota ainda lateja pra mim.

Renatas empurrou Yvonne contra a mesa de controle até as nádegas baterem no metal frio. Ajoelhou-se no chão de grade, puxou a calça e a calcinha dela de uma vez só até os tornozelos. A boceta raspada, lábios inchados, brilhando. Renata enterrou o nariz, cheirou fundo e abriu com os polegares. Língua larga, voraz, lambendo da entrada até o clitóris grosso, chupando com barulho molhado. Yvonne segurou a cabeça dela com as duas mãos, rebolou no rosto, esfregando a buceta inteira na boca quente.

— Isso, come essa porra — gemeu rouco. — Enfia a língua fundo, cari. Chupa tudo.

Renata obedeceu, enfiando a língua o mais fundo que conseguiu, chupando o clitóris com força, dois dedos entrando e saindo na buceta apertada enquanto a outra gozava no rosto dela com um grito abafado, coxas tremendo, líquidos escorrendo pelo queixo. Yvonne puxou Renata pelo cabelo, beijou a própria porra na boca dela e trocou de lugar.

Deitou Renata no chão frio de metal. A calça e a calcinha saíram rápidas. Yvonne chupou os mamilos com força, dentes raspando, puxando até Renata arquejar. Desceu a mão, enfiou dois dedos de uma vez na buceta ensopada e fodeu com estocadas rápidas e fundas, curvando as pontas no ponto certo enquanto o polegar esfregava o clitóris.

— Grita pra mim — mandou. — Quero ouvir essa puta gozar gritando.

Renata gozou gritando mesmo, corpo se contorcendo no chão, buceta apertando os dedos em espasmos, gozo escorrendo pela mão de Yvonne. Ainda trêmula, Yvonne montou por cima em tesoura, encaixou as coxas, abriu as duas bocetas e começou a esfregar clitóris em clitóris, movimentos rebolados, suadas, olhando nos olhos. O atrito molhado fazia barulho obsceno. As duas gemiam roucas, se segurando pelos quadris, acelerando até o segundo orgasmo bater juntas — um gemido longo, sujo, corpos tremerando, líquidos se misturando entre as xotas esmagadas.

Ofegantes, ainda com as pernas bambas, se vestiram devagar. Yvonne abotoou a calça de Renata por ela, beijou a boca inchada uma última vez, profunda, lambendo o resto do gosto.

— Foi a despedida perfeita — sussurrou contra os lábios. — Eu ainda te quero toda fodida e pingando.

Desceu as escadas do farol sem olhar pra trás. Renata ficou sozinha, apagou as luzes uma por uma pela última vez. O gosto da boceta de Yvonne ainda enchia a boca, salgado e quente. Enfiou a mão na própria calça, enfiou três dedos na xota latejante e se fodeu ali mesmo, de pé, gozando de novo com o cheiro da outra grudado nos dedos, lambendo limpo até o último fio de porra.

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