Sussurro de Látex na Noite Quente

Na noite quente, Priya ficou de quatro lambendo os pés de látex da Naomi enquanto ela cavalgava seu pau com força.

4 min read August 31, 2026New

Naquela noite de verão o calor grudava na pele como um segundo uniforme. Eu, Priya, 24 anos, confessava baixinho para mim mesma que não conseguia desviar o olhar da varanda ao lado. Naomi, 29, a vizinha que eu sabia ser dominatrix amadora, apareceu de látex preto brilhante colado ao corpo, botas de couro até o joelho e meias de seda finas por baixo. O brilho do material captava cada lâmpada da rua e o sussurro seco do látex quando ela se mexia fazia meu pau latejar dentro da calça.

Ela me viu encostada no peitoril e sorriu de canto.

— Vem tomar um vinho, Priya. Está um forno aqui fora.

Aceitei na hora. Subi os dois degraus que separavam nossas varandas e sentei na cadeira de vime. Naomi serviu tinto escuro, cruzou as pernas devagar e o látex cantou contra a meia. Meus olhos desceram direto para os pés calçados naquele material lustroso. Ela notou. Claro que notou.

— Gosta do que vê? — a voz saiu rouca, sem vergonha nenhuma.

— Demais — admiti, sentindo o rosto esquentar. — Sempre quis tocar isso.

Ela estendeu o pé e roçou a bota na minha canela.

— Então massageia. Ajoelha.

Eu desci ao chão de madeira quente sem hesitar. O cheiro de látex e couro subiu forte. Passei as mãos pela canela brilhante, subi até o joelho e desci de novo até a sola. Naomi puxou o zíper lateral da bota só o bastante para eu ver a meia de nylon fina por baixo. Lambi os dedos por cima do tecido, sentindo o sal e o calor dela. Ela pressionou a sola da bota contra meu rosto, apertando a bochecha, e riu baixo quando eu gemi.

— Porra, Priya… você está molhada só de lamber meu pé.

— E você também — contra-ataquei, porque o cheiro da buceta dela já vinha forte entre as pernas cruzadas.

O vinho ficou esquecido. Naomi abriu as pernas de propósito, deixando o látex ranger.

— Confessa logo. Quanto você quer me foder aqui mesmo?

— Tudo. Quero te comer até não aguentar mais.

Ela puxou meu cabelo e me fez olhar nos olhos.

— Então tira a roupa. Deita no chão.

Obedeci. Fiquei nua sob o céu quente, pau duro latejando contra a barriga. Naomi tirou só a calcinha de látex (o resto do uniforme ficou), montou meu rosto de 69 invertido e enfiou a boceta molhada direto na minha boca. O gosto ácido e doce explodiu na língua enquanto ela engolia meu pau até o fundo da garganta, chupando com força, babando, fazendo barulho molhado. Eu lambi, chupei, enfiei a língua no cu apertado dela ao mesmo tempo, e ela rebolou suja, esfregando o clitóris no meu nariz.

— Isso, come essa puta — ela resmungou com a boca cheia do meu pau.

Depois virou de quatro bem na minha frente, botas ainda calçadas, meias já um pouco rasgadas na ponta dos dedos. Empurrei o rosto entre as nádegas brilhantes de látex e comi a buceta e o cu dela por trás, lambendo fundo, enquanto minhas mãos agarravam os pés dentro das meias. Cheirei a sola quente, lambi entre os dedos, chupei o calcanhar suado de látex. Naomi gemia alto, empurrando o cu contra minha cara.

— Agora de quatro você, putinha.

Virei. Fiquei de quatro no chão da varanda. Naomi montou meu pau de costas, enfiando tudo de uma vez, as botas de couro plantadas dos dois lados do meu corpo. Ela cavalgou com força, o látex batendo na minha pele a cada descida, o cu dela batendo na minha barriga. Eu estiquei o pescoço e lambi os pés de látex dela enquanto ela rebolava, chupando os dedos por cima do material brilhante, sentindo o gosto de suor e borracha. Cada cavalgada fazia o pau sumir inteiro dentro da buceta quente e apertada. Naomi puxava meu cabelo com uma mão e com a outra abria a própria bunda para eu ver tudo.

— Lambe esses pés enquanto eu te monto, Priya. Mais forte.

Eu lambi, chupei, mordi de leve a sola de látex. O pau latejava, as bolas batiam, o suor escorria entre nós. Ela dominava o ritmo, subia devagar só na glande e descia seco até o fundo, gemendo meu nome. Senti o orgasmo subindo quente pela espinha.

— Vou gozar — avisei, voz quebrada.

— Goza dentro. Eu também.

Naomi apertou o cu e a buceta ao mesmo tempo, cavalgou mais rápido, botas rangendo, e gozamos juntos. Eu jorrei fundo, jatos quentes enchendo ela enquanto ela esguichava na minha barriga, gritando baixinho para não acordar a rua inteira. O corpo dela tremeu em cima do meu, látex colado, peitos suados balançando.

Ainda ofegante, ela desceu, ficou de joelhos e limpou meu pau com a língua, lambendo cada gota que escorria, o uniforme preto brilhante ainda inteiro no corpo. Depois sentou no meu colo, passou o braço no meu pescoço e sussurrou no ouvido, voz rouca de prazer:

— Essa vai ser só a primeira de muitas noites, Priya. Da próxima eu trago o chicote e faço você lamber o chão também.

Eu ri, ainda com o gosto de látex e buceta na boca, e respondi ofegante:

— Só se você lembrar de trazer toalha. Porque se o porteiro ver essa poça de gozo na varanda amanhã, a gente vai ter que inventar que foi chuva ácida com gosto de porra.

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