Presa pelada no banheiro da festa
Imani, a hacker pelada, é comida com força pelo ciborgue Lorenzo no banheiro antigrav da festa orbital.
Eu sou a Imani, hacker de vinte e dois anos, e juro que aquela noite no arranha-céu orbital da Neocorp ainda lateja na minha buceta toda vez que eu fecho os olhos. Eu tinha invadido a festa corporativa de elite com um traje de camuflagem holográfica que basicamente me deixava completamente pelada: a pele brilhando sob as luzes ultravioletas, os seios pesados e livres, os mamilos duros de frio e adrenalina, a boceta raspada exposta e já úmida de pura ousadia. Ninguém via nada além de um brilho iridescente até o sistema falhar por um milissegundo — e foi exatamente aí que ele me viu.
Lorenzo. Agente de segurança ciborgue de vinte e oito anos, ombros largos, implantes de prazer piscando em azul sob a pele do pescoço e ao longo das veias dos antebraços. Ele me encurralou no banheiro high-tech assim que detectou meu sinal ilegal. A porta deslizou com um sibilo hermético, as paredes de plasma se fecharam, e eu fiquei ali, peitos erguidos, respiração curta, esperando o protocolo de prisão. Em vez disso, ele soltou um gemido baixo, quase um grunhido, e confessou sem rodeios:
— Porra, Imani… eu te vi há minutos. Esse corpo pelado brilhando me deixou louco de desejo. Meus sensores de prazer tão gritando desde então. Eu deveria te algemar. Mas eu quero te foder.
A tensão explodiu. Eu ri, nervoso e molhado, e passei a língua nos lábios.
— Então para de me olhar como se eu fosse contrabando e me toca, ciborgue.
Flertamos com olhares famintos. Ele se aproximou, as pontas dos dedos — metal quente sob a pele sintética — roçando de leve nos meus seios expostos. Os mamilos latejaram. Ele circundou um, apertou de leve, e eu arquejei. Lorenzo ativou o modulador feromônico dele, mas só depois de me olhar nos olhos e eu acenar com a cabeça, consentindo alto e claro. O ar ficou denso, doce e sujo ao mesmo tempo. Meu clitóris pulsou imediatamente, inchado, latejando como se alguém tivesse ligado um vibrador direto no nervo. A boceta escorreu, fios transparentes escorrendo pela parte interna da coxa.
— Eu quero ser fodida ali mesmo — eu admiti, voz rouca. — Agora. Sem frescura.
Eu o puxei para o cubículo antigrav. A gravidade baixou num instante; nossos corpos flutuaram um centímetro, o suficiente para o atrito ficar delicioso e escorregadio. Começamos a nos beijar com língua, molhado, faminto. Eu abri a boca pra ele, chupei a língua metálica dele que vibrava de leve, e esfreguei minha boceta molhada no volume crescente da calça inteligente dele. O tecido se abriu sozinho com um clique suave, liberando o pau ciborgue: grosso, veias pulsando em azul, a cabeça já brilhando de lubrificante sintético e pré-porra. Eu gemí contra a boca dele e continuei esfregando, o clitóris inchado deslizando no tronco quente, empurrando-nos para o limite do tesão.
— Porra, você tá encharcada — ele rosnou. — Meu sensor tá lendo cada gota.
Eu me virei, me apoiei no lavatório de plasma que brilhava em azul-claro, e empinei a bunda pelada. As nádegas abertas, a boceta exposta, o cuzinho apertado. Lorenzo não pediu de novo. Ele encaixou a cabeça grossa na minha entrada e me penetrou por trás de uma vez só, fundo, até a base. O pau vibrante latejou dentro de mim, esticando as paredes, tocando o fundo do útero. Eu gritei de prazer, unhas cravadas no lavatório.
— Isso… mete fundo, caralho.
Ele agarrou minha cintura e começou a foder rápido e fundo, estocadas secas e úmidas ao mesmo tempo, o som molhado ecoando no cubículo. Cada investida fazia meus seios balançarem. Ele se inclinava, apertava meus mamilos com força, puxava, torcia, enquanto o pau ciborgue vibrava em padrões que mudavam sozinhos — curto, longo, pulsante. Eu empurrava a bunda pra trás, engolindo cada centímetro, a boceta engasgando no volume. Suor brilhava na minha pele sob a luz UV residual. Ele me comeu assim por longos minutos, sem piedade, sem pausa, só o barulho de pele contra metal e meus gemidos cada vez mais altos.
Quando as pernas tremeram, ele desativou a gravidade residual e me puxou para cima. Eu montei nele no modo antigrav, pernas abertas em volta da cintura larga, o pau ainda enterrado até o talo. Comecei a quicar com força, subindo e descendo, a boceta engolindo e liberando o tronco grosso. Ele chupava meus peitos com voracidade, língua vibrando nos mamilos, dentes leves arranhando. As mãos dele desceram, abriram minha bunda e ativaram os plugs anais embutidos nos dedos dele — dois monitores finos e quentes que deslizaram no meu cu já lubrificado pela excitação. Eles se expandiram, vibraram em sincronia com o pau, e eu gozei gritando, esguichando ao redor do pau dele, o orgasmo rasgando a barriga, a visão piscando.
— Porra, Imani, squirt pra mim — ele ordenou, voz distorcida de prazer.
Ainda tremendo, trocamos para a posição de frente. Minhas pernas se enrolaram na cintura dele, tornozelos travados nas costas. Lorenzo me segurou pelas coxas e me comeu com estocadas profundas, lentas no começo, depois brutais, o pau batendo no ponto certo toda vez. O cubículo antigrav fazia nossos corpos flutuarem e colidirem com força extra. Cada metida mandava um choque no clitóris. Eu gemia no ouvido dele, xingava, pedia mais.
— Mais fundo… enche essa boceta… eu quero gozar de novo…
Ele acelerou. Os implantes azuis piscavam frenéticos. Eu senti o segundo orgasmo subindo como uma onda. Quando estourou, eu esguichei no piso luminoso, jatos quentes espirrando nas coxas dele e no chão brilhante, a boceta contraíndo em espasmos violentos. Lorenzo rosnou, enterrou até o fim e gozou comigo pela segunda vez, jorrando porra quente e espessa dentro de mim. Eu senti cada jato sintético-orgânico enchendo, vazando pelas bordas, escorrendo pelo cu e pelas coxas enquanto ainda flutuávamos.
Ficamos assim, colados, ofegantes, o pau dele ainda latejando dentro da minha boceta cheia. A porra quente pingava no piso luminoso, misturada ao meu esguicho. Eu ri baixinho, a testa encostada no peito metálico dele, o coração batendo descompassado.
— Isso não acabou — eu sussurrei, a voz rouca de tanto gritar. — Tem mais gente nessa festa que pode ter detectado o sinal. E eu ainda não roubei o que vim buscar.
Lorenzo puxou o pau para fora devagar, a porra escorrendo em fios grossos da minha entrada avermelhada e aberta. Ele passou dois dedos por ali, empurrou um pouco de volta para dentro, e me olhou com os sensores azuis acesos.
— Então a gente limpa essa bagunça… ou a gente suja mais. Porque meu protocolo de prazer ainda tá no máximo, Imani. E eu acabei de colocar um bloqueio temporário nos scanners externos. Temos uns minutos. Mas se você quer o arquivo da Neocorp de verdade… vai ter que me convencer de novo. Com a boceta. Ou com a boca. Ou os dois.
Eu deslizei a mão entre as nossas pernas, peguei a mistura quente que escorria de mim e chupei o dedo na frente dele, devagar, olhando nos olhos.
— Então me leva pro próximo cubículo. Eu ainda tô pelada, molhada e invadindo. E você ainda tá duro.
Lá fora, a festa pulsava, as luzes ultravioletas piscavam, e o sinal ilegal que eu tinha mascarado começou a tremer de novo no meu implante neural. Alguém estava farejando. Lorenzo sentiu também — os olhos azuis apertaram. Ele me puxou pela nuca, beijou fundo outra vez, e murmurou contra minha boca:
— Correção: a gente fode primeiro. Depois a gente foge. Ou a gente fode enquanto foge. Escolhe rápido, hacker.
Eu sorri, a boceta latejando de novo, já querendo a terceira rodada, a porra dele escorrendo pela parte de dentro da coxa enquanto a gravidade começava a normalizar devagar.
— Me fode no corredor de serviço. Eu sei o caminho.
Ele riu, baixo e perigoso, e a porta do cubículo deslizou aberta. O ar da festa bateu nos nossos corpos suados e sujos. Eu saí na frente, ainda completamente pelada sob o brilho residual da camuflagem falhando, a bunda marcada pelas mãos dele, a boceta brilhando de porra. Lorenzo veio atrás, o pau ainda semi-duro e úmido, os implantes piscando como um aviso. O corredor de serviço ficava a vinte metros. O alarme silencioso no meu ouvido começou a apitar mais forte. Alguém vinha.
E a gente ainda não tinha terminado.
Eu saí na frente, a porra dele ainda escorrendo quente pela parte de dentro da minha coxa, cada passo fazendo o fio grosso pingar no chão metálico do corredor. O ar da festa batia nos meus seios suados, mamilos duros de novo, a camuflagem holográfica falhando em ondas iridescentes que mal escondiam a bunda marcada e a boceta aberta e brilhante. O alarme no meu implante neural apitava mais forte — bip-bip-bip — e eu sentia o faro dos scanners se aproximando. Lorenzo veio atrás, a mão grande na minha nuca, o pau semi-duro balançando úmido contra a coxa dele, implantes azuis piscando como um farol de tesão e perigo.
— Corredor de serviço, agora — eu sussurrei, a voz rouca. — Eu sei o atalho. Ninguém olha pra lá.
Ele riu baixo, o som vibrando no peito metálico, e me empurrou pela porta lateral que se abriu com um sibilo. O corredor era estreito, paredes de liga fosca, luzes vermelhas de emergência piscando no ritmo da minha excitação. Gravidade normal de novo, mas o ar recirculado cheirava a ozônio e sexo. Eu me virei pra ele, peitos erguidos, e desci de joelhos no chão frio antes que ele falasse. A boceta latejava, vazando a mistura dele e minha, mas eu queria a boca primeiro. Abri a calça inteligente dele de novo — o tecido cedeu — e engoli o pau ciborgue até a base num só movimento. Grosso, quente, ainda cheirando a mim. A cabeça batia no fundo da minha garganta, as veias azuis pulsando na língua. Eu chupei com força, babando, olhando pra cima enquanto ele gemia e enfiava os dedos nos meus cabelos.
— Porra, Imani… essa boca de hacker suja… — ele rosnou, estocando devagar, sentindo o fundo. — Meus sensores tão lendo o calor da tua garganta. Continua.
Eu puxei pra fora, fios de saliva e porra antiga ligando meus lábios à cabeça brilhante, e confessei no mesmo tom confessional que eu uso pra relatar invasões:
— Eu invadi essa festa pelada pra roubar o core da Neocorp, mas agora eu quero roubar cada gota que você jorrar. Me usa. Me fode enquanto a gente some.
Ele me puxou pra cima, me girou de frente pra parede e abriu minhas pernas com o joelho. Sem aviso — só o consentimento quente nos nossos olhares — enfiou de uma vez só de novo. Fundo. Até o útero. Eu gritei contra o metal, unhas cravadas, a boceta engolindo o volume grosso que ainda escorria da rodada anterior. Ele fodeu rápido, seco e molhado ao mesmo tempo, o som plap-plap-plap ecoando no corredor vazio. Cada estocada fazia meus seios baterem na parede fria. Ele ativou a vibração máxima nos implantes do pau: um zumbido profundo que fazia o clitóris latejar sem nem ser tocado. Os plugs nos dedos dele voltaram — um no cu, expandindo, o outro massageando o períneo — e eu gozei de novo, esguichando no chão do corredor, as pernas trementes.
— Isso… esguicha no meu pau, puta invadindo — ele ordenou, voz distorcida de prazer. — Eu sinto cada contração.
Ainda tremendo, eu empurrei a bunda pra trás e ele acelerou. Brutal. Fundo. O alarme no meu ouvido gritava agora — alguém a quinze metros. Eu ri, ofegante, e ativei o meu próprio bypass neural com um pensamento. O sinal ilegal tremeu, mas eu mascarei de novo por segundos preciosos.
— Lorenzo… o arquivo tá no servidor local três portas à frente — eu gemi entre as metidas. — Me fode até lá. Me carrega se precisar.
Ele tirou o pau de mim num puxão molhado, a porra escorrendo em fios da minha entrada avermelhada, e me ergueu. No modo semi-antigrav residual do corredor de serviço, nossos corpos flutuaram um pouco. Eu enrolei as pernas na cintura larga dele, tornozelos travados, e ele me penetrou de novo face a face enquanto andava. Cada passo era uma estocada. O pau batia no ponto certo, a cabeça ciborgue se expandindo levemente com o modulador de prazer. Eu chupava a língua metálica dele, molhada, faminta, gemendo na boca dele:
— Mais fundo… enche essa boceta de novo… eu quero gozar escorrendo no servidor.
Chegamos à alcova do terminal. Porta trancada. Eu estendi a mão nua, dedos sujos de porra, e invadi o painel com um toque neural direto — pele contra interface. Enquanto o código corria, Lorenzo me prendeu contra a parede ao lado, ergueu uma das minhas pernas e me fodeu de lado, rápido, o pau deslizando fácil na boceta encharcada. Os seios balançavam. Ele mordia meu ombro, apertava o mamilo com força, torcia. Eu sentia o orgasmo subindo de novo, quente, inevitável.
— Quase… quase no arquivo… — eu ofegava, a visão embaçada de prazer. — Não para. Me come enquanto eu roubo.
O download começou. 78%. Ele ativou o feromônio de novo — com meu aceno claro — e o ar ficou denso. Meu clitóris latejou como se tivesse um vibrador grudado. Eu gozei gritando, a boceta apertando o pau dele em espasmos, esguichando nas coxas dele outra vez. 92%. Lorenzo rosnou, enterrou até o fim e jorrou quente dentro de mim pela terceira vez, jatos sintético-orgânicos enchendo, vazando, escorrendo pelo cu e pingando no chão enquanto o arquivo baixava completo no meu implante.
— Download completo, caralho — eu ri, a testa encostada no peito dele, a boceta latejando cheia. — Eu tenho o core da Neocorp… e a porra de um ciborgue de segurança me enchendo.
Mas os passos se aproximavam. Vozes. Scanners. Lorenzo puxou o pau pra fora devagar, a bagunça branca escorrendo da minha entrada aberta e vermelha. Ele passou os dedos, empurrou um pouco de volta, e me olhou com os sensores azuis acesos de desejo e urgência.
— A gente foge agora. Ou a gente se esconde no duto de ventilação ali e eu te fodo de novo enquanto eles passam. Escolhe, hacker.
Eu sorri, ainda completamente pelada, a pele brilhando de suor, saliva e porra, a boceta latejando, o arquivo quente no neural. O duto ficava a dois metros — estreito, escuro, antigrav fraco. Eu me abaixei, chupei o pau dele limpo num só movimento guloso, saboreando a gente dois, e depois me enfiei no duto primeiro. Ele veio atrás, o corpo grande me empurrando mais fundo. Lá dentro, a gravidade baixou de novo. Eu fiquei de quatro no espaço confinado, a bunda empinada, e ele enfiou de uma vez só, fundo, abafando meu gemido com a mão. Fodemos assim, silenciosos e selvagens, enquanto os guardas passavam do lado de fora — vozes abafadas, scanners zumbindo. Cada estocada era um risco, cada gemido engolido. Os plugs nos dedos dele voltaram ao cu, expandindo, e eu gozei quieta, o corpo inteiro tremendo, a boceta engasgando no pau grosso, esguichando devagar no metal do duto.
Ele gozou de novo dentro, enchendo, e ficamos colados, ofegantes, o pau ainda latejando enquanto o perigo passava. Eu ri baixinho, a confissão saindo rouca contra o metal frio:
— Eu vim roubar dados… e acabei roubando cada estocada, cada jato, cada segundo com esse pau ciborgue me destruindo. A festa ainda tá lá fora. O alarme vai voltar. E eu ainda tô pelada, cheia da tua porra, com o core da Neocorp no cérebro.
Lorenzo me beijou a nuca, a voz baixa e perigosa no meu ouvido, a mão ainda abrindo minha bunda:
— Então a gente some de vez… ou tu me deixa te foder no elevador de fuga enquanto a gente desce pra Terra. Porque meu protocolo de prazer ainda tá gritando o teu nome, Imani. E eu quero ver essa boceta esguichar de novo na gravidade zero do elevador.
Eu empurrei a bunda pra trás, engolindo o pau que ainda estava duro e úmido dentro de mim, e sussurrei a última linha, clara, quente, um desafio confessional que ecoou no duto escuro enquanto o alarme distante recomeçava:
— Me fode no elevador então, ciborgue… e se a gente não gozar junto antes de chegar no hangar, eu te desafio a me algemar de verdade e me usar outra vez no navio de fuga. Topas?
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