A Divorciada Me Observa na Festa à Fantasia
A divorciada Marta me observava escondida na festa à fantasia e me chamou pra eu me masturbar pra ela antes de comer sua buceta molhada.
Eu tinha vinte e oito anos e uma cicatriz fresca no peito quando aceitei o convite. Terminei um namoro de quatro anos naquela mesma semana — aquela merda de “a gente precisa de um tempo” que todo mundo sabe que é enterro com música suave — e meu amigo Gideon, um dos donos da casa, me arrastou pra festa à fantasia. “Vem, porra. Se não vier, você vai ficar em casa cheirando a camiseta dela.” Eu fui. Fantasia mínima: calça preta justa, camisa aberta no peito, máscara simples de lobo barata da loja de R$15. Só pra não parecer o ex-namorado depressivo no canto.
A casa tava lotada, luz baixa, música grossa batendo no peito. Bebida barata e cara ao mesmo tempo, gente fantasiada de tudo. E aí eu vi ela.
Marta. Quarenta e dois anos, divorciada, ex-mulher do outro dono da casa — o Dante, que agora vivia com a nova namorada em outro cômodo fingindo que não existia história. Marta tava vestida de gata sexy: vestido preto curtíssimo que subia quando ela andava, ouro nos ombros, orelhinhas de gato e uma máscara estreita que só cobria os olhos. Corpo de mulher que sabe o que tem. Seios pesados apertados no decote, coxas firmes, bunda que o vestido mal conseguia esconder. Eu notei ela notando eu.
Não era olhar casual. Era vigília. Ela ficava perto da coluna da sala, copo na mão, e me seguia com os olhos enquanto eu dançava mal e bem no meio da pista improvisada. Cada vez que eu virava, lá estava o brilho daquelas pupilas atrás da máscara. Tesão subiu devagar, daquele jeito sujo de quem tá sendo devorado em silêncio. Eu, recém-solteiro, com o pau ainda aprendendo a esquecer outra pessoa, e aquela divorciada gostosa me mastigando de longe.
Comecei a dançar pra ela. Não abertamente — sutil. Movimento de quadril mais lento, mão passando no peito aberto, olhar se perdendo de propósito na direção dela e depois fingindo que não. A tensão engrossou como mel quente. Em determinado momento nossos olhares travaram de verdade. Ela sorriu. Lenta. Passou a língua no lábio inferior, devagarinho, e eu senti o pau endurecer dentro da calça numa urgência quase dolorosa. Meu Deus.
Ela fez um sinal discreto com a cabeça — um aceno mínimo em direção ao corredor escuro que levava aos quartos dos fundos — e sumiu entre as pessoas. Eu esperei uns trinta segundos, coração martelando, e segui.
O corredor tava quase vazio, só a batida abafada da festa vazando pelas paredes. Marta tava encostada numa porta entreaberta, metade do corpo na sombra. Eu me encostei na parede do lado oposto, olhando pra ela. Sem falar nada. As mãos foram sozinhas pra frente da calça. Apertei o volume duro por cima do tecido, passei a palma devagar, sentindo o calor e a tensão. Os olhos dela não desviaram. Vi o peito dela subir e descer mais rápido. Vi a língua de novo no lábio. Eu continuei me tocando por cima da calça, esfregando o pau grosso contra o zíper, gemendo baixo o suficiente pra só ela ouvir. O corredor cheirava a perfume caro e álcool. Eu tava molhando a cueca só de ser observado daquele jeito — escondido, sujo, consentido no silêncio.
Ela abriu um pouco mais a porta com o ombro e entrou no quarto de hóspedes. Deixou a porta só encostada, uma fresta generosa. Convite claro. Eu entrei atrás, fechei quase — mas não totalmente, porque a brincadeira dela era essa: continuar me vendo, ser vista vendo.
O quarto era pequeno, cama de casal arrumada, abajur fraco no canto. Eu fiquei de pé no meio do tapete, tirei a máscara de lobo e joguei numa cadeira. Olhei pra ela. Marta tirou as orelhinhas de gato, manteve a máscara nos olhos. O vestido preto subiu quando ela se sentou na beira da cama.
— Tira — ela disse, voz rouca, baixa. — Quero ver você se masturbar pra mim.
Eu abri o zíper. Puxei a calça e a cueca juntos até as coxas. O pau saltou pra fora, duro pra caralho, veias marcadas, a cabeça já brilhando de pré-gozo. Enrolei os dedos na base e comecei a bater. Devagar no começo. Longas puxadas da base até a glande, polegar espalhando o líquido. Os olhos dela estavam pregados no meu pau. Eu gemia baixo, quadril empurrando a própria mão, e ela abriu as pernas no vestido.
Marta enfiou as mãos por baixo do tecido, puxou a calcinha preta pra baixo pelas pernas e deixou cair no chão. Sem cerimônia. Depois puxou o vestido até a cintura e se abriu pra mim — buceta raspada, lábios inchados, já brilhando de molhada. Enfiou dois dedos nela mesma sem pressa, o polegar esfregando o clitóris em círculos preguiçosos.
— Continua — pediu. — Mais forte. Quero ver você gozar de tesão só de me olhar.
Eu bati mais rápido. O barulho molhado da mão no pau misturava com o barulho dos dedos dela entrando e saindo. O quarto ficou quente. Eu via os seios dela quasi saltando do decote a cada respiração. Via os dedos sumindo naquela buceta rosada e voltando brilhantes. Minha porra subia na base da espinha.
— Vem cá — ela falou de repente, tirando os dedos e chupando um deles com um sorriso safado. — Mas primeiro... ajoelha. Come essa buceta molhada que você deixou assim só de se exibir pra mim.
Eu caí de joelhos entre as coxas dela como se tivesse nascido pra isso. O cheiro dela me bateu — almíscar, excitação crua. Abri os lábios dela com os polegares e lambei de baixo pra cima, língua larga, devagar. Ela arqueou. Segurei as coxas e chupei o clitóris, chupando de verdade, lambendo em círculos, enfiando a língua dentro o máximo que dava. Marta puxou meu cabelo, rebolou na minha boca, molhou meu queixo inteiro.
— Isso... caralho, isso — ela ofegava. — Sua língua... mais fundo. Mama essa porra.
Eu comi ela com fome de homem que passou a semana inteira se sentindo rejeitado e agora tinha uma mulher madura escorrendo na boca. Chupei, lambi, enfiei dois dedos enquanto a língua trabalhava o clitóris inchado. Ela tremeu, prendeu um grito no fundo da garganta pra não chamar atenção da festa, e gozou na minha cara com as coxas apertando minha cabeça. Eu continuei lambendo devagar enquanto ela descia, bebendo cada espasmo.
Quando ela puxou meu cabelo pra cima, o olhar dela tava selvagem atrás da máscara.
— Me come. Agora.
Virei ela de quatro na beira da cama. O vestido amontoado na cintura, a bunda redonda exposta, a buceta pingando. Segurei o pau na base e esfreguei a cabeça nos lábios molhados dela, pra frente e pra trás, sujando tudo. Depois enfiei de uma vez só — fundo, até o saco bater nela. Marta soltou um gemido rouco, abafado no cobertor.
— Porra... grosso — ela resmungou. — Socá. Não faz carinho não.
Eu socava. Mãos firmes na cintura dela, puxando pra trás a cada estocada. O pau sumia inteiro naquela buceta quente e apertada, saindo brilhante de porra dela. A cama batia na parede num ritmo indecente. Eu batia a pélvis na bunda dela com um estalo molhado, fundo, fundo, fundo. Ela empurrava pra trás pedindo mais, pedindo mais forte, pedindo pra eu foder aquela divorciada como se não houvesse amanhã.
— Mais fundo, porra. Usa esse pau — ela gemia. — Me fode até eu esquecer o nome do ex.
Troquei de posição sem sair de dentro. Deitei de costas na cama e puxei ela pra cima. Marta montou, encaixou o pau de novo e sentou até o fim com um suspiro gutural. Começou a cavalgar. Primeiro devagar, rebolando gostoso, sentindo cada centímetro. Depois forte. Mãos no meu peito, seios balançando pra fora do decote, máscara torta no rosto. Eu segurava a bunda dela e empurrava pra cima, encontrando cada descida dela com uma estocada seca. O barulho era obsceno — pele molhada, respiração ofegante, a festa lá longe como se fosse outro planeta.
— Vai gozar dentro? — ela perguntou, voz quebrada, rebolando em círculos no meu pau.
— Se você quiser.
— Quero. Enche essa buceta.
Acelerei. Segurei os quadris dela e fodi pra cima com tudo que tinha. Ela esfregava o clitóris contra a base do meu pau a cada descida, a cara contorcida de prazer. Senti o ápice dela chegar primeiro — as paredes apertando, pulsando, um gemido longo abafado no meu ombro enquanto ela gozava de novo, molhando minhas bolas. Isso me puxou junto. Gozei fundo, jatos quentes enchendo ela, quadril travado, um grunhido baixo saindo da minha garganta enquanto eu despejava tudo.
Ficamos parados um tempo, suados, ofegantes, o pau ainda latejando dentro dela. Marta riu baixinho contra meu pescoço, a máscara torta, o cabelo grudado na testa.
— Porra — ela murmurou, satisfeita. — Melhor que qualquer acordo de divórcio que eu já assinei.
Eu ri também, ainda dentro dela, a realiadade da festa voltando aos poucos pelos sons abafados do corredor.
A gente se arrumou devagar. Ela achou a calcinha no chão, eu fechei o zíper com o pau ainda sensível. Antes de sair, Marta ajeitou minha camisa e deu um beijo rápido, sujo de saliva e resto de gozo, no canto da minha boca.
— Se o Gideon perguntar onde você tava — ela disse, já na porta, recolocando as orelhinhas de gato com a dignidade de quem acabou de ser comida no quarto de hóspedes —, fala que tava ajudando a divorciada a achar o rabo da fantasia. Tecnicamente não é mentira. O rabo tava bem ali... enfiado até o fundo.
Eu saí rindo sozinho no corredor escuro, com gosto dela na boca e a certeza absurda de que meu pós-término tinha acabado de ganhar uma upgrade bem mais interessante do que qualquer terapia.
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