Descobrir que era ele no quarto do aeroporto
Yara, morena brasileira, fodeu gostoso com o Errol negro musculoso no quarto ao lado do aeroporto.
Eu sou a Yara, brasileira de vinte e oito anos, pele morena de quem cresceu no sol de Salvador, cabelo cacheado preso num coque bagunçado de quem já não aguenta mais o dia. O voo atrasou seis horas. Seis. Cheguei naquele hotel de aeroporto fedendo a cansaço, mala arrastando, a blusa branca colada nas costas suadas e o short jeans marcando a bunda de um jeito que eu nem ligava mais. Só queria um banho e uma cama. Ou pelo menos era o que eu pensava.
O corredor era longo, carpete bege, luz amarelada de lâmpada barata. Eu contava os números das portas quando ele saiu do elevador no mesmo instante em que eu virava o canto. Alto. Negro americano, daqueles de ombros largos que enchem a camisa social escura mesmo depois de um voo. Trinta e dois anos, eu soube depois. Na hora só vi o corpo: peito largo, braços musculosos marcando sob o tecido, coxas grossas apertadas na calça social. Errol. O nome dele eu descobri minutos depois, mas o olhar… o olhar eu senti na mesma hora.
Nossos olhos se cruzaram. O dele, castanho escuro, desceu devagar pelo meu decote aberto, pela cintura fina, pelas pernas morenas até o short curto, e voltou subindo sem pressa nenhuma. Eu não desviei. Cansada pra caralho, mas o corpo inteiro acordou de um jeito sujo. Ele parou na porta ao lado da minha. Porta a porta. Tipo, o quarto 412 e o 414. Dá pra ouvir tudo se alguém gemer alto o suficiente.
— Long flight? — a voz dele era grave, sotaque americano arrastado, um sorrisinho no canto da boca.
— Delayed as fuck — respondi em inglês meio quebrado, apoiando a mala na parede. — You too?
Ele riu baixo, aquela risada de homem que sabe o efeito que causa.
— Yeah. Connection in the morning. Looks like we’re neighbors for the night.
A tensão bateu ali, quente entre as pernas. Mundos diferentes: eu, a brasileira bagunçada de short e chinelo; ele, o executivo negro alto e cheiroso que ainda cheirava a perfume caro misturado com aeroporto. Proibido de um jeito delicioso. Eu senti o peito apertar e a buceta latejar só de imaginar o que aquele corpo podia fazer.
Fiquei na porta abrindo a mala pra achar o cartão-chave, enrolando de propósito. Ele não entrou. Ficou ali, de braços cruzados, me olhando.
— Damn — murmurou, o sorriso safado abrindo de vez. — That body doesn’t look exhausted at all. Curves like that should be illegal after a red-eye.
O elogio desceu direto pro meu clitóris. Eu virei de lado, encostei no batente, e deixei ele ver bem o peito subindo e descendo.
— E você acha que pode ficar me olhando assim só porque a gente é vizinho de porta? — falei em português primeiro, depois repeti em inglês mais lento, provocando. — Porque eu tô olhando de volta, sabia? Esses braços… essa boca. Eu quero tanto quanto você tá querendo.
Os olhos dele escureceram. Ele deu um passo, fechando a distância até o calor do corpo dele bater no meu. O corredor vazio, só o zumbido distante do ar-condicionado.
— Say that again — pediu, voz baixa.
— Que eu quero. Que desde que você saiu do elevador eu tô molhada imaginando sua mão na minha bunda e sua boca no meu pescoço. Que a gente é de mundos completamente diferentes e isso só deixa mais gostoso.
Ele não pediu mais nada. A mão grande dele subiu na minha nuca, puxou meu cabelo solto do coque e a boca dele desceu na minha com fome. Beijo de quem não tem tempo a perder. Língua quente, lábios firmes, dente puxando meu lábio inferior. Eu gemi baixinho contra a boca dele, o som abafado, e ele aproveitou pra apertar minha bunda com as duas mãos, dedos enterrando na carne macia, puxando meu corpo contra o dele. Senti o pau duro já marcado na calça, grosso, longo, pressionando minha barriga.
— Fuck, baby — ele rosnou no meu ouvido quando separou um segundo pra respirar. — You taste like trouble. That ass… goddamn.
As mãos dele continuavam amassando, subindo por baixo do short, encontrando a calcinha fina já úmida. Eu abri as pernas um pouco, gemendo de novo, mais alto dessa vez, e empurrei a bunda pra trás na mão dele.
— Continua — pedi, ofegante. — Aperta mais. Me mostra o quanto você quer essa buceta brasileira.
Ele riu baixo, safado, e me empurrou de leve contra a porta do meu quarto, o corpo inteiro cobrindo o meu. O beijo voltou mais sujo, mais molhado. Língua dançando, saliva misturando. Uma das mãos dele subiu por baixo da blusa, encontrou o sutiã, puxou o tecido pra baixo e pegou meu peito moreno inteiro na palma, polegar roçando o mamilo já duro. Eu arqueei as costas, o gemido saindo abafado na boca dele.
— Vizinho de porta e já com a mão no meu peito — eu ri sem fôlego. — Rápido assim, Errol?
— You said my name like you already knew you’d be moaning it — ele mordeu meu maxilar, desceu beijos molhados pelo meu pescoço. — Rooms right next to each other. Thin walls. I want to hear every sound you make when I finally get inside you.
O desejo interracial queimava. A pele dele escura contrastando com a minha morena quando a mão dele apertava minha coxa. O cheiro de homem, suor limpo e perfume. Eu enfiei a mão entre os corpos e segurei o volume grosso na calça dele, apertando, sentindo o pau latejar contra a palma.
— Porra… — escapei em português. — Grosso pra caralho. Quero sentir isso me abrindo.
Ele gemeu no meu pescoço, um som rouco, e empurrou o quadril pra frente, fodendo de leve a minha mão por cima da roupa. As portas ainda entreabertas, o corredor ainda vazio, mas o risco de alguém aparecer só deixava tudo mais molhado. Eu já sentia a calcinha encharcada, o short colado.
— Inside — ele ordenou baixo, mas ainda me beijando. — Your room or mine. I don’t care. I need to see these tits out and this ass bent over something.
Eu puxei o cartão-chave do bolso com a mão trêmula, passei na fechadura atrás de mim sem nem olhar. A porta abriu. Ele me empurrou pra dentro sem soltar minha bunda, chutando a mala pra lado nenhum, e a porta bateu atrás de nós. Escuro quase total, só a luz do corredor vazando um segundo antes de se fechar. As mãos dele já puxavam minha blusa pra cima, eu já desabotoava a camisa social dele com pressa, botões abrindo, peito negro liso e musculoso aparecendo.
— Me come inteira — eu pedi contra a boca dele, voz rouca. — Me fode como se a gente não fosse se ver nunca mais depois de amanhã.
Ele me ergueu fácil, mãos sob minhas coxas, e eu enrolei as pernas na cintura larga dele. O pau duro esfregava bem no meio da minha buceta por cima das roupas. Cada passo dele em direção à cama fazia o atrito me arrancar outro gemido. Eu chupava a língua dele, mordia o lábio, puxava o cabelo curto da nuca.
Quando as costas da minha perna bateram na beirada da cama, ele me largou sentada e se ajoelhou entre minhas pernas abertas. Puxou o short e a calcinha de uma vez só, arrancando. O ar-condicionado gelado bateu na minha buceta molhada e exposta. Ele olhou, os olhos pretos de tesão, e passou o polegar grosso bem no meio, abrindo meus lábios, espalhando a porra de molhada que eu já estava.
— Look at that pretty brown pussy dripping for me — murmurou. — I’m gonna ruin you tonight, Yara.
Eu segurei a cabeça dele e puxei pra perto da minha boca de novo, beijando fundo enquanto ele enfiava dois dedos de uma vez, grossos, curvados, me abrindo. O gemido saiu alto, sem vergonha. A porta do quarto dele ficava logo ali do outro lado da parede. Qualquer um no corredor ouviria se eu gritasse. E eu queria gritar.
Os dedos dele fodiam devagar, molhados, o polegar no clitóris girando em círculos. Eu rebolava na mão dele, peitos pra fora do sutiã, mamilos escuros duros pedindo boca. Ele chupou um, depois o outro, dente roçando, língua quente.
— Mais — pedi. — Me fode com os dedos mais forte. Quero gozar na sua mão antes de sentir esse pau.
Ele obedeceu. Os dedos entravam fundo, o som molhado enchendo o quarto silencioso. Eu já estava tremendo, a barriga contraindo, o orgasmo subindo rápido demais pra uma primeira fodida de aeroporto. Mas o corpo não mentia. Diferentes mundos, peles diferentes, sotaques diferentes, e mesmo assim a gente se encaixava naquele ritmo sujo como se tivesse combinado.
Quando ele tirou os dedos e chupou eles na minha frente, eu quase gozei só de ver. Ele se ergueu, abriu o cinto, a calça, a cueca boxer preta, e o pau saltou pra fora: grosso, veias marcadas, cabeça escura e brilhante de pré-porra, maior do que eu tinha imaginado só pelo volume na calça. Eu engoli em seco, a boca enchendo de água.
— Vem cá — eu puxei ele pela camisa aberta. — Me deixa provar.
Mas ele me deitou de costas na cama primeiro, subiu por cima de mim, o pau pesado batendo na minha barriga, e beijou minha boca de novo com aquela fome que não tinha acabado. As mãos dele prenderam meus pulsos acima da cabeça por um segundo, só o bastante pra eu sentir o domínio, e depois soltaram pra descer pelo meu corpo inteiro outra vez.
— We got all night — ele disse contra meus lábios, a voz rouca de tesão contido. — And these walls are thin enough that I’m gonna make sure you remember my name every time a plane takes off tomorrow.
Eu ri, ofegante, as pernas abertas em volta dele, a buceta latejando vazia, pedindo pra ser preenchida. O pau dele deslizava entre meus lábios sem entrar ainda, só lambuzando a cabeça no meu clitóris, me torturando de propósito. O desejo interracial queimava mais forte agora que a gente estava pelado um contra o outro, a pele dele escura cobrindo a minha morena, o contraste visível mesmo na penumbra do quarto de hotel barato.
Eu levantei o quadril, tentando enfiar ele sozinha, desesperada.
— Errol… para de brincar e me fode de verdade.
Ele sorriu aquele sorriso safado de novo, a cabeça do pau bem na minha entrada, esticando só o suficiente pra eu sentir o quanto ia doer gostoso, e parou ali. O coração batia na garganta. Do outro lado da parede fina estava o quarto vazio dele. Daqui a pouco alguém ia ouvir. E eu ia deixar.
Eu quase implorei de novo quando ele parou com a cabeça do pau bem na minha entrada, esticando só o suficiente pra eu sentir o quanto ia me abrir gostoso. O sorriso safado dele sumiu num segundo. Errol me agarrou pela cintura com aquelas mãos enormes, me jogou no meio da cama como se eu não pesasse nada e subiu em cima de mim com fome pura. A camisa social aberta balançava nos ombros largos dele, o peito negro liso contrastando com a minha pele morena suada. Eu já estava pelada da cintura pra baixo, short e calcinha jogados no chão, mas ele ainda puxou o que restava do sutiã com força, arrancando o tecido pra longe. Meus peitos saltaram livres, mamilos escuros duros pedindo boca.
— Olha essa buceta pingando — ele rosnou, a voz grave enchendo o quarto. — Vou te comer inteira antes de te foder de verdade.
Não deu tempo de responder. Ele abriu minhas coxas com os ombros musculosos, desceu e enterrou o rosto entre as minhas pernas. A língua quente e larga passou rente no meio dos meus lábios molhados, abrindo tudo, lambendo do buraco até o clitóris num só movimento sujo. Eu gritei. Alto. Sem vergonha nenhuma. As paredes finas do hotel de aeroporto que se fodam. A boca dele sugou meu clitóris com força, chupando como se quisesse arrancar o orgasmo de dentro de mim, enquanto dois dedos grossos entravam de uma vez, curvando e fodendo fundo. O som molhado da língua dele me lambendo misturava com meus gemidos altos. Eu agarrei o cabelo curto dele, empurrei a buceta contra a boca dele, rebolando desesperada.
— Isso, porra, chupa mais forte — pedi ofegante, a voz rouca. — Lambê esse clitóris, Errol. Me faz gozar na sua boca, caralho.
Ele riu contra a minha carne, a vibração mandando choque direto pro meu útero. A língua dele rodava rápido, depois chupava devagar, molhando tudo, lambendo os lábios inchados enquanto os dedos entravam e saíam com força. Eu sentia a barba rala raspando a parte de dentro das minhas coxas, o contraste da pele dele escura entre as minhas pernas morenas. O tesão interracial queimava mais ainda assim: aquele homem negro americano devorando a buceta brasileira como se fosse a última refeição da vida. Minhas pernas tremiam. A barriga contraiu. O primeiro orgasmo veio rápido e violento, me dobrando ao meio. Eu gozei gritando o nome dele, a buceta pulsando na boca dele, escorrendo porra molhada que ele lambeu toda sem parar. Ondas fortes me sacudiram, o corpo inteiro arqueando na cama barata, os peitos balançando.
— Porra, Yara — ele falou quando subiu, a boca brilhando com meu gosto, os olhos pretos de tesão. — Essa buceta goza gostoso pra caralho. Agora monta nesse pau.
Eu ainda tremia quando ele se deitou de costas, o pau grosso e negro empinado, veias saltadas, cabeça escura pingando pré-porra. Maior do que eu esperava. Eu subi em cima dele na hora, pernas abertas, a bunda empinada. Segurei o pau dele com as duas mãos, posicionei na entrada ainda latejando do orgasmo e desci devagar. A cabeça entrou esticando tudo. Eu gemi alto, sentindo cada centímetro grosso me abrindo, me preenchendo até o fundo. Quando sentei até o fim, o pau dele batendo no meu colo do útero, eu quase gozei de novo só da sensação de estar toda esticada naquele pau negro.
— Meu Deus… que pau grosso — escapei em português, rebolando devagar pra me acostumar. — Tá me abrindo toda, Errol. Sente como eu aperto.
Ele segurou minha cintura com força, os dedos enterrando na carne macia, e empurrou o quadril pra cima, enfiando mais fundo ainda. Eu comecei a cavalgar de verdade. Subia até quase sair e descia com força, a bunda batendo nas coxas dele, o som molhado da minha buceta engolindo o pau ecoando no quarto. Cada estocada me esticava mais, o volume grosso raspando em todos os pontos certos. Eu joguei a cabeça pra trás, cabelo cacheado solto caindo nas costas, peitos balançando pra frente e pra trás enquanto eu cavalgava sem dó. Suor escorria entre meus peitos, pingava no peito largo dele. Ele subia as mãos, apertava meus peitos, beliscava os mamilos, puxava.
— Assim, baby — ele gemeu rouco, a voz americana arrastada misturada com gemidos baixos. — Sobe e desce nesse pau preto. Essa buceta morena tá me engolindo toda. Fode mais forte.
Eu obedeçi. Cavalhei com raiva, com tesão, rebolando o quadril em círculos pra sentir ele girar dentro de mim, depois subindo e descendo rápido, a cama rangendo. O contraste das nossas peles me deixava ainda mais molhada: minhas mãos morenas no peito negro dele, meu corpo mais claro cavalgando aquele pau escuro e veioso. Eu sentia cada veia, cada centímetro me abrindo, o pau latejando dentro de mim. Gemíamos os dois sem freio. Eu pedia mais em português sujo, ele respondia em inglês baixo e sujo, os dois altos o suficiente pra qualquer um no corredor ouvir.
— Mais fundo — eu gemia, inclinando pra frente, as mãos no peito dele, a bunda batendo forte. — Me fode, caralho. Quero sentir esse pau me arrebentando.
Ele não aguentou ficar deitado. Num movimento só, me virou. Tirou o pau de dentro num segundo, me jogou de quatro na cama, a bunda empinada pra ele. Eu mal consegui apoiar nos cotovelos quando ele agarrou minha cintura e enfiou de uma vez por trás. Fundo. Grosso. Forte. O pau negro sumiu inteiro na minha buceta molhada e eu gritei no travesseiro, o som saindo abafado e depois alto de novo quando ele puxou meu cabelo.
— Isso — ele rosnou, começando a foder forte por trás, as bolas batendo na minha buceta a cada estocada. — Olha essa bunda brasileira. Vou deixar vermelha.
A primeira tapa veio forte na minha bunda direita. O estalo ecoou. Eu gemi mais alto, pedindo outra. Ele deu. E outra. Cada tapa ardia gostoso, a carne morena tremeu na mão dele, enquanto o pau entrava e saía com força, me abrindo sem piedade. Eu empurrava a bunda pra trás, encontrando cada estocada, pedindo mais alto:
— Mais tapa. Me fode mais forte, Errol. Dá nessa bunda. Me usa.
Ele obedeceu. Mão grande espalmando minha bunda, tapas ritmados misturados com estocadas profundas que faziam minha buceta squirtar molhada ao redor do pau dele. Os gemidos dos dois enchiam o quarto sem vergonha. Eu gemia o nome dele, ele gemia “fuck yes, take this dick”, a cama batendo na parede. Do outro lado estava o quarto vazio dele. Qualquer um passando no corredor ouviria a brasileira gritando e o americano gemendo enquanto fodia gostoso. O suor escorria pelas minhas costas, ele curvava o corpo por cima do meu, uma mão no meu peito apertando, a outra na cintura me puxando pra trás com força. Cada centímetro daquele pau grosso me esticava, me preenchia, me fazia babar de tesão. Eu sentia o orgasmo subindo de novo, a buceta apertando nele, mas ele não parava. Fodia mais fundo, mais rápido, os tapas na bunda deixando a pele quente e formigando.
— Continua — eu pedia ofegante, a voz falhando. — Não para. Me fode até eu não aguentar mais. Quero acordar amanhã ainda sentindo esse pau.
Ele riu baixo, safado, e deu uma estocada tão fundo que eu quase desabei. A mão dele desceu, encontrou meu clitóris inchado e esfregou em círculos enquanto fodia por trás. Eu tremia inteira. O quarto cheirava a sexo, suor e perfume caro misturado. Mundos diferentes, peles diferentes, e mesmo assim a gente se encaixava naquela foda intensa como se tivesse nascido pra isso. Eu rebolava contra ele, pedindo mais tapas, mais pau, mais tudo. Ele dava. Os gemidos altos, sem freio, a cama rangendo sem parar. Eu sabia que a noite ainda era longa, que aquele pau grosso ainda tinha muito pra me dar, e que quando o sol nascesse eu ia carregar as marcas das mãos dele na bunda e o gosto dele na boca. Mas agora só existia isso: ele me fodendo de quatro no quarto do aeroporto, eu pedindo mais, os dois gemendo alto nessa foda consensual e suja que não tinha a menor intenção de acabar tão cedo.
Ele continuava me fodendo de quatro com uma força que fazia a cama bater na parede fina como se quisesse derrubar o prédio inteiro. Cada estocada fundo mandava o pau grosso dele até o fundo da minha buceta, as bolas pesadas batendo molhado contra o meu clitóris inchado, e eu empurrava a bunda pra trás encontrando ele no meio do caminho. Suor escorria pelas minhas costas, pingava no lençol barato, e o cheiro de sexo já tinha tomado conta do quarto inteiro. Eu gemia alto, sem freio, pedindo mais em português sujo enquanto ele respondia com aquele sotaque americano rouco que me deixava ainda mais encharcada.
— Mais forte, caralho — eu ofegava, a voz falhando quando ele puxou meu cabelo cacheado e me fez arquear as costas. — Me arrebenta, Errol. Quero sentir esse pau preto me abrindo até amanhã.
Ele riu baixo, safado, e deu outra tapa estalada na minha bunda já quente e vermelha. A carne morena tremeu na palma grande dele e eu gozei quase na hora só da dor gostosa misturada com o volume que me esticava. Mas não era o segundo ainda. O corpo inteiro tremia na beira, a buceta apertando o pau dele em ondas, escorrendo porra branca que escorria pelas minhas coxas. Ele parou de repente, ainda enterrado fundo, respirando pesado contra a minha nuca.
— Porra, baby… essas paredes são finas demais e eu quero te foder sem ninguém batendo na porta — ele murmurou, a voz grave cheia de tesão. — Meu quarto. Agora. Quero te ouvir gritar meu nome sem freio nenhum.
Eu mal consegui responder. Ele tirou o pau de dentro num movimento só, me deixando vazia e latejando, e me puxou pra cima da cama. A gente se vestiu pela metade como dois desesperados — ele só a calça social aberta com o pau ainda duro e brilhante da minha buceta, eu a blusa branca jogada por cima dos peitos suados e o short nem achei. Saímos no corredor deserto de carpete bege, rindo baixinho, as mãos dele apertando minha bunda o tempo todo. A porta do 414 abriu com o cartão dele e a gente caiu pra dentro como se o mundo fosse acabar.
O quarto dele era igual ao meu, mas cheirava mais a perfume caro e homem limpo. Ele me empurrou contra a porta assim que ela bateu, beijando minha boca com fome, língua quente chupando a minha, dente puxando o lábio. As mãos grandes subiram por baixo da blusa, apertaram meus peitos, beliscaram os mamilos duros até eu gemer alto contra a boca dele. Eu desci a calça dele de uma vez, ajoelhei ali mesmo no carpete e engoli o pau grosso até a garganta. O gosto da minha buceta misturado com a pré-porra salgada dele me deixou babando. Chupei fundo, lambendo as veias, a mão apertando as bolas pesadas enquanto ele gemia e segurava meu cabelo.
— Fuck, Yara… essa boca brasileira — ele rosnou, empurrando o quadril devagar. — Chupa esse pau que te fodeu a noite toda.
Eu tirei a boca só pra falar, a voz rouca de saliva:
— Depois você goza dentro. Quero sentir quente.
Ele me puxou pra cima, me carregou até a cama e me jogou de costas. Dessa vez foi diferente. Mais fundo. Mais lento no começo. Ele abriu minhas pernas largas, ajoelhou entre elas e enfiou o pau de uma vez só, até o fundo, até eu gritar o nome dele. O contraste da pele dele escura cobrindo a minha morena me deixava maluca — as mãos negras grandes segurando minhas coxas abertas, o peito largo suado raspando nos meus peitos, o pau veioso sumindo inteiro na minha buceta molhada. Ele começou a foder de verdade, estocadas longas e pesadas que faziam a cama ranger e minha bunda bater no colchão. Cada entrada me abria de novo, raspava no ponto certo, e eu rebolava embaixo dele pedindo mais.
— Assim, porra — eu gemia, as unhas arranhando as costas largas dele. — Mais fundo. Me enche. Quero esse pau me arrebentando até eu gozar de novo.
Ele obedeceu. Acelerou. A mão desceu entre nossos corpos e esfregou meu clitóris em círculos rápidos enquanto o pau entrava e saía com força molhada. O som era obsceno — pele batendo, gemidos altos, a cama batendo na parede que agora era a do meu quarto vazio. Eu sentia o segundo orgasmo subindo pelas pernas, apertando a barriga, fazendo a buceta tremer e sugar ele com força. Meus peitos balançavam a cada estocada, suor escorria entre eles, e eu olhava nos olhos castanhos escuros dele e via o mesmo tesão sujo que eu sentia desde o elevador.
— Tô gozando — eu avisei ofegante, a voz falhando. — Não para. Goza comigo. Dentro. Me enche toda, Errol.
Ele rosnou meu nome, fodeu mais rápido, mais fundo, as bolas batendo molhado, e no exato momento em que a onda me pegou eu gritei. O orgasmo veio violento, me dobrando inteira, a buceta pulsando e esguichando ao redor do pau grosso dele enquanto eu tremia sem controle. As pernas tremeram no ar, os pés se contraindo, e eu continuei gozando quando senti ele estocar fundo uma última vez e explodir. O gozo quente jorrou lá dentro, jato atrás de jato, preenchendo minha buceta já encharcada até transbordar e escorrer pela minha bunda. Ele gemeu rouco contra meu pescoço, o corpo inteiro rígido por cima do meu, o pau latejando e bombando mais porra quente enquanto eu ainda tremia no segundo orgasmo, apertando ele, milking cada gota.
Ficamos assim um tempão, ele ainda enterrado fundo, os dois ofegantes, suados, o peito dele colado no meu. O coração batia descompassado. Quando ele finalmente saiu, lento, o gozo dele escorreu quente pela minha coxa e eu ri baixinho, satisfeita pra caralho. Ele se jogou ao meu lado e me puxou pra cima do peito largo, os braços fortes me envolvendo. A gente ficou abraçada naquela cama bagunçada, suor misturando, o cheiro de sexo forte no ar-condicionado gelado. Eu passei a mão pelo peito negro liso dele, sentindo o coração acalmar devagar, e ele beijou minha testa com um carinho que contrastava com a foda bruta de minutos atrás.
— Damn, Yara — ele murmurou, a voz ainda rouca, o sotaque arrastado gostoso no meu ouvido. — That was… fuck. Best layover of my life.
Eu levantei o rosto e ele me beijou de verdade. Não aquele beijo faminto do corredor. Um beijo lento, carinhoso, língua macia, lábios firmes apertando os meus com uma doçura que me fez sorrir no meio do beijo. As mãos dele subiram pelas minhas costas suadas, acariciando, e eu senti o pau dele ainda semi-duro contra a minha barriga. Mas a gente não precisava de mais. Aquilo tinha sido o suficiente pra queimar na memória.
— Me passa teu número — eu pedi, a voz preguiçosa, o corpo inteiro mole e bem fodido. — Se um dia eu passar de novo por esse aeroporto merda…
Ele riu, pegou o celular na mesa de cabeceira e a gente trocou. Eu digitei o meu com o dedo ainda trêmulo e ele salvou como “Yara – airport trouble”. Eu salvei o dele como “Errol 414”. A gente ficou mais um pouco abraçada, falando merda baixa sobre voos, sobre Salvador, sobre como mundos diferentes se encaixam gostoso quando a gente para de pensar. Ele beijou meu ombro, depois minha boca de novo, devagar, e eu senti as pernas ainda bambas só de lembrar de como ele me abriu.
Depois de um tempo eu me levantei. O short eu nem achei, então vesti só a blusa branca que mal cobria a bunda e a calcinha que ele tinha jogado no chão. O gozo dele ainda escorria quente entre minhas pernas quando eu caminhei até a porta. Ele ficou deitado, nu, o corpo musculoso espalhado na cama, sorrindo aquele sorriso safado que me pegou no elevador.
— Vai com cuidado, baby — ele disse, a voz baixa. — And next time you hear a plane take off, think of me.
Eu abri a porta, olhei pra trás uma última vez e saí pro corredor silencioso. Fechei a porta do 414 atrás de mim com um clique suave. As pernas bambas mal me seguravam enquanto eu andava os poucos passos até o meu quarto. Entre na 412 sorrindo sozinha como uma idiota, o corpo inteiro marcado, a buceta latejando e cheia dele. Fechei a porta, encostei nela e ri baixinho no escuro. Descobrir que era ele no quarto do aeroporto — aquele negro alto, musculoso, de sotaque arrastado e pau grosso que me fodeu até eu tremer — tinha sido a melhor coisa que me aconteceu nessa viagem inteira.
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