Chuva Forçada no Escuro com a Amiga da Mãe

Renata, a amiga gostosa da mãe, molhada e safada, fodeu o Bruno sem piedade no sofá escuro durante a tempestade.

4 min read August 22, 2026New

A tempestade rebentava contra as janelas da casa quando Renata apareceu na porta, encharcada da cabeça aos pés. A blusa branca colava-se aos seios grandes e pesados, o sutiã transparente deixando adivinhar os mamilos escuros. Bruno, de vinte e dois anos, abriu-lhe a porta e engoliu em seco.

— Renata… entra, por favor. Minha mãe saiu de última hora. A viagem dela não podia esperar.

Ela riu baixo, sacudindo os cabelos molhados. Aos quarenta e cinco, divorciada, o corpo curvilíneo ainda fazia qualquer homem perder o juízo. Bruno conhecia-a desde miúdo, a melhor amiga da mãe, mas agora os olhos dele não conseguiam descolar das coxas grossas marcadas pela saia molhada.

— Que noite de merda, hein? Não tenho onde dormir. O carro morreu a dois quarteirões daqui.

As luzes piscaram e apagaram-se de vez. A casa ficou engolida pelo escuro, só o trovão iluminando por segundos o rosto dela, a boca carnuda, o sorriso safado. Bruno trouxe toalhas. Renata secou os braços devagar, puxando a blusa para cima o suficiente para ele ver a barriga macia e o começo dos seios. Ele sentiu o pau endurecer dentro da calça.

— Cresveste tanto — murmurou ela, passando a toalha pelo decote. — Lembro-me de ti magrinho. Agora és um homem.

Ele acendeu duas velas no sofá da sala. A chama tremeluzia nos seios dela enquanto se aproximava. O cheiro de chuva e perfume barato subia-lhe à cabeça. Anos de tensão proibida pairavam entre os dois: olhares demorados em festas de família, comentários a brincar que nunca eram só brincadeira.

— E tu continuas a mesma gostosa de sempre — respondeu Bruno, a voz rouca. — Sempre te achei o máximo. Tipo… o corpo da puta mais perfeita que já vi.

Renata soltou uma gargalhada baixa e tocou-lhe o braço de propósito, dedos escorregando até ao antebraço.

— Sabes que eu fantasiava contigo, não sabes? Às vezes, quando te via a sair da piscina… pensava em te chupar até gozares na minha boca.

Bruno não aguentou. Segurou-lhe a nuca e beijou-a com fome, língua grossa invadindo a boca dela. Renata gemeu, apertando o peito dele contra os seios moles. As mãos dele desceram, apertaram a bunda grande e redonda por cima da saia molhada. Ela puxou-lhe a t-shirt, arrancou-a. Ele desabotoou-lhe a blusa, libertou os seios pesados, mamilos duros apontando na penumbra.

— Porra, Renata…

Ela ajoelhou-se no tapete perante o sofá, abriu-lhe o cinto e puxou a boxer. O pau grosso de Bruno saltou, veias saltadas, cabeça brilhante de pré-gozo. Renata lambeu dos ovos até à glande, depois engoliu fundo, engasgando-se de propósito, saliva escorrendo pelo queixo. Gemia com a boca cheia, chupando com vontade de puta experiente, uma mão massageando os ovos dele enquanto a outra se enfiava entre as próprias pernas.

— Assim… fode a minha boca — pediu ela, puxando-o pela base. — Sem piedade.

Bruno segurou-lhe o cabelo e fodeu-lhe a garganta em estocadas curtas. Ela engolia tudo, olhos marejados de prazer, até ele estar quase a rebentar. Então ela empurrou-o para trás no sofá e subiu em cima, montando-o de cara. Enfiou o pau grosso na buceta molhada de uma só vez, gemendo alto quando as paredes apertadas engoliram cada centímetro.

— Ai, caralho… que pau grosso — rosnou ela, quicando com força, seios saltando na cara dele. — Mama aqui, porra.

Bruno chupou os mamilos duros com voracidade, uma mão apertando a bunda enorme dela enquanto a outra batia leve na carne macia. Renata cavalgava como uma louca, o pau entrando e saindo molhado, o barulho obsceno misturado com a chuva lá fora. A casa escura cheirava a sexo e suor. Ela rebolava a anca, esfregando o clitóris contra a base dele, gemendo sem vergonha.

— Vira-te — ordenou Bruno, a voz rouca de tesão.

Ela desceu, ajoelhou-se de quatro no sofá, costas arqueadas, bunda empinada. Bruno agarrou-lhe a cintura e enterrou o pau até ao fundo numa estocada brutal. Renata gritou, pedindo mais. Ele fodeu-a sem dó, puxando o cabelo molhado, a outra mão batendo na bunda grande até ficar vermelha. Cada embate fazia os seios balançarem para a frente. Ela empurrava para trás, engolindo tudo, xingando e pedindo mais fundo, mais forte.

— Goza dentro… enche esta buceta, Bruno… porra, mais!

Ele acelerou, estocadas profundas e pesadas, até ela tremer toda, gozando com um grito longo, a buceta contraída a espremer o pau dele. Bruno soltou-se logo a seguir, jorrando porra quente lá dentro, gemendo o nome dela enquanto se descarregava até a última gota. Os dois ficaram ofegantes, suados, colados um ao outro no sofá escuro.

Renata virou-se devagar, beijou-lhe a boca com paixão lenta, lambendo-lhe o lábio inferior. Sussurrou contra a pele dele, ainda com a voz rouca:

— Isto não pode ser a última vez…

Depois disso, só restou o silêncio. A chuva lá fora. A respiração deles a acalmar. A chama fraca da vela. Nenhum dos dois falou mais nada.

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