Desejo que Desperta na Travessia

Duas safadas de látex e couro se esfregam os pés no ônibus e descem pra lamber, chupar e gozar juntas num 69 fetish bem safado.

19 min read August 23, 2026New

O ônibus da linha noturna vinha lotado pra caralho, cheirando a suor, borracha molhada e perfume barato. Eu, Priya, vinte e oito anos, me espremia no banco do corredor com o casaco preto aberto o bastante pra deixar escapar o brilho do meu uniforme de látex colado no corpo — aquele macacão justo de trabalho que eu usava nas noites de eventos privados, o material frio e pegajoso lambendo cada curva das minhas tetas, da cintura e da bunda. Por baixo, meias de seda pretas subiam até a raiz das coxas e os sapatos de salto fino apertavam meus pés já quentes. Do meu lado, uma mulher de uns trinta e dois anos ocupava o assento da janela: Simone. Botas de couro alto até o joelho, meia-calça preta brilhante, saia de couro tão justa que marcava o desenho da buceta. O casaco dela estava aberto também. Nossos olhares se cruzaram no reflexo sujo da janela e eu senti o cu contrair.

Ela baixou os olhos devagar, parou nos meus saltos, nas meias de seda esticadas sobre os pés, e sorriu de canto — um sorriso safado, de quem já sabia exatamente o que queria. O ônibus deu uma arrancada e meu joelho encostou no dela. Em vez de afastar, Simone deslizou a bota de couro contra a minha panturrilha, devagar, testando. Eu retribuí na hora, pressionando o peito do pé enfaixado em seda e látex contra a canela dela. O couro era quente, um pouco suado, e o cheiro subiu até mim misturado com o perfume amadeirado dela.

— Gosta de olhar, é? — sussurrei, inclinando o corpo só o suficiente pra ela ouvir no meio do barulho do motor.

— Gosto de mais do que olhar — ela respondeu, a voz rouca. O pé com a bota subiu um pouco mais, a sola grossa raspando meu tornozelo por cima da meia. — Esses pés seus estão me deixando molhada desde que você sentou. Látex e seda… porra, Priya. Posso te chamar de Priya? Vi o crachá escondido no casaco.

Eu ri baixo, o coração batendo na garganta.

— Pode. E você é?

— Simone. E eu quero lamber esses dedinhos até você gozar só com a boca no pé.

O desejo subiu quente entre as minhas pernas. Eu abri um pouco mais os joelhos, deixando o látex estalar suave, e esfreguei a ponta do salto na lateral da bota dela, subindo até a carcaça do zíper. O ônibus entrou na travessia da ponte, balançando nas curvas, as luzes da cidade tremendo do lado de fora. Cada solavanco fazia nossos pés se esfregarem com mais intenção. Simone tirou a ponta da bota de dentro do estribo e passou a sola inteira por cima do meu peito do pé, pressionando, massagando os ossinhos através da seda. Eu gemi baixinho, sem me importar se o cara do banco da frente ouvia.

— Porra… seus pés devem estar suados pra caralho dentro dessas botas — confessei, a voz falhando. — Quero cheirar. Quero enfiar o nariz na meia-calça e lamber até o gosto de couro e pezinho suado ficar grudado na língua.

Ela mordeu o lábio inferior e deslizou a mão por baixo da saia por um segundo, só pra se ajeitar.

— Então desce comigo no próximo ponto. É deserto. Banco grande. Ninguém vai aparecer essa hora. Eu te faço ajoelhar e chupo cada dedo desses enquanto você geme pra mim. Depois você tira minha bota e faz o mesmo. Combinado?

— Combinado, sua puta — respondi, esmagando meu pé de látex contra o dela com força, sentindo o calor subir pela meia. — Quero sua boceta no meu rosto e seus pés na minha cara ao mesmo tempo.

O ponto chegou rápido demais e devagar demais. A gente desceu juntas, o vento frio da madrugada batendo no látex exposto quando abri o casaco de vez. O ponto era só um abrigo de concreto rachado, banco de madeira comprido, uma lâmpada amarela piscando. Nenhuma alma viva na avenida. Simone me puxou pelo cinto do casaco, me fez ajoelhar na frente dela ali mesmo no chão frio, e levantou um dos meus pés. Tirou o salto com dedos firmes, trouxe o peito do pé coberto de seda até a boca e lambeu de uma vez só, da base dos dedos até o arco.

— Hnng, caralho… — eu gemo, as mãos nos joelhos dela. A língua quente dela passou entre os dedos por cima da meia, chupando, molhando o tecido até ele grudar na pele. Ela mordeu de leve o dedão e puxou, fazendo um barulho obsceno de sucção. O cheiro da minha própria meia suada misturado com a saliva dela me deixou pingando dentro do látex.

— Delícia de pé — murmurou contra a sola. — Agora o outro. Tira o salto.

Eu obedeço. Simone engole os dois pés quase juntos, lambendo entre os dedos, chupando as pontas, esfregando o nariz na seda molhada. Eu tremia, a buceta latejando, o látex colado no clitóris inchado. Quando ela afrouxou, eu é que a empurrei pro banco.

— Minha vez. Tira essa porra de bota.

Simone riu, baixa e safada, e esticou a perna. Eu puxei o zíper longo da bota de couro, sentindo o calor escapar. O pé dela saiu envolto na meia-calça preta, um pouco úmido, o cheiro forte de couro, suor e mulher batendo na minha cara. Eu enfiei o nariz direto na sola e puxei o ar fundo, gemendo como puta. A língua saiu sem pedir licença: lambi o arco, chupei os dedos um por um através da meia, rasguei um buraquinho com os dentes bem na ponta do dedão e enfiei a língua quente na pele nua.

— Isso, lambe direito, sua safada — ela ordenou, a voz grossa de tesão. A mão dela desceu, puxou meu cabelo e me fez olhar pra cima. — Deita no banco. Agora.

Eu deitei de costas no madeira fria. Simone subiu em cima de mim de quatro invertida, a saia de couro já erguida, o cu e a boceta cobertos só pela meia-calça fosca e um fio dental de látex que ela usava por baixo. Ela sentou o rabo direto na minha cara, o cheiro forte e gostoso me invadindo, e eu rasguei a meia-calça com as unhas pra ter acesso. A língua entrou na fenda molhada dela no mesmo segundo em que os pés dela — ainda de meia — desceram entre as minhas pernas e começaram a me masturbar por cima do látex.

— Chupa essa buceta enquanto eu te fodo com o pé — ela rosnou, esfregando a sola quente contra meu clitóris inchado, apertando, escorregando no lubrificante que já vazava pelo zíper da minha calça de látex. Eu gemia abafada contra o cu dela, lambendo o buraquinho apertado e descendo pra chupar os lábios inchados, engolindo o gosto ácido e doce. Os pés dela trabalhavam ritmados, os dedos apertando meu clitóris através do material brilhante, às vezes enfiando a ponta entre meus lábios por cima do látex.

Virei o corpo o suficiente pra encaixar um 69 de verdade. Minha boca na boceta dela, a dela na minha — mas os pés nunca pararam. Simone chupava minha xoxota por baixo do látex puxado pro lado e ao mesmo tempo esfregava a meia suada na minha cara quando eu pedia. Eu enfiava dois dedos nela enquanto lambia o clitóris e usava o peito do pé livre pra massagear os seios dela por cima do top de couro. O banco rangia. A gente gozava barulhento, sem vergonha.

— Vou gozar nos seus pés, porra — avisei, a voz quebrada.

— Goza. Eu também. Chupa mais fundo.

O orgasmo veio em onda quente. Eu contraí toda, gozando forte contra a boca e os pés dela, o látex encharcado por dentro. Simone tremeu em cima de mim segundos depois, esguichando um pouco na minha língua, o cu apertando contra meu nariz enquanto ela gemia meu nome. Os pés dela se enroscaram nos meus, sedas e meia-calça rasgada esfregando, dedos se enfiando entre dedos, as duas ainda pulsando.

Ainda ofegantes, a gente não parou. Limpei a boceta dela com a língua devagar, lambendo cada gota, e usei o pedaço rasgado da meia-calça dela pra secar o excesso entre minhas próprias pernas antes de oferecer o tecido molhado pra ela chupar. Simone lambeu meus pés de novo, limpando saliva e resto de porra diluída no suor, e eu fiz o mesmo com os dela — cheirando fundo a sola ainda quente, chupando os dedos limpos. Depois ela desceu o corpo, me puxou pela nuca e me beijou a boca com força. O beijo veio salgado, com gosto de pé, de buceta e de gozo misturado. Nossas línguas se enrolaram lentas, dividindo o sabor, enquanto as mãos dela ainda apertavam meu peito por cima do látex e os pés nus dela continuavam enroscados nos meus.

Quando separamos os lábios, um fio de saliva ficou pingando entre a gente. Simone sorriu contra minha boca, a mão descendo de novo pra acariciar o contorno da minha boceta inchada através do material grudado.

— Isso foi só o aquecimento, Priya — sussurrou, a voz ainda rouca. — Meu apartamento fica duas quadras daqui. Tenho mais botas. Tenho óleo. Tenho uma coleira que vai ficar linda no seu pescoço enquanto você lamber a sola limpa e suja a noite inteira. Vem.

Eu passei a língua no lábio inferior dela, ainda sentindo o gosto dos pés, o coração disparado, o látex esfriando no corpo suado. O ônibus seguinte passava longe, os faróis cortando a avenida escura. Eu apertei os dedos dos pés contra os dela uma última vez ali no banco e respondi sem hesitar, já imaginando o que viria depois da porta fechada.

— Então anda. Porque eu ainda não cheirei o fundo da outra bota… e minha língua tá longe de estar satisfeita.

O caminho até o prédio dela foi uma tortura deliciosa. Duas quadras só, mas cada passo no salto sem um dos sapatos — eu carregava os dois na mão, pés de seda suja e saliva batendo no concreto frio — fazia o látex grudar mais fundo na buceta inchada. Simone caminhava na minha frente, a saia de couro ainda erguida de um lado, a meia-calça rasgada balançando, a bota que eu tinha tirado pendurada no ombro pelo zíper. O cheiro dela vinha no vento da madrugada: couro quente, suor de pezinho e aquele gosto azedo de gozo que eu ainda tinha na língua. Eu não conseguia parar de olhar pro balanço da bunda dela. Cada vez que ela olhava pra trás, eu via o sorriso safado e a marca úmida na parte de dentro da coxa.

— Acelera, putinha — ela mandou baixo, sem virar o rosto. — Quero te ver de quatro no tapete antes que o sol nasça.

Subimos a escada de serviço. O corredor cheirava a mofo e desinfetante barato. Simone abriu a porta do 302 com a chave escondida no decote do top de couro, me puxou pra dentro pela gola do casaco e bateu a porta com o calcanhar. A luz amarela do abajur acendeu sozinha. Apartamento pequeno, bagunçado de propósito: sofá de couro preto, tapete peludo escuro, uma estante cheia de botas enfileiradas — cano alto, salto agulha, algumas de latex brilhante. No canto, uma mesinha com frascos de óleo, uma coleira de couro largada por cima de um par de meias usadas.

Eu mal tive tempo de largar os saltos. Simone me empurrou contra a parede, a boca colada na minha, a língua suja de resto de buceta e pé entrando fundo. As mãos dela desceram, puxaram o zíper do meu macacão de látex até a altura do umbigo, libertando as tetas suadas. Os dedos frios apertaram os bicos duros enquanto o joelho dela abria minhas pernas.

— Cheira — ela ordenou, erguendo o pé ainda de meia-calça rasgada até a altura do meu rosto. A sola estava suja de calçada e saliva seca. Eu enfiei o nariz sem hesitar, puxando o ar como viciada. O cheiro subiu quente, misturado com o perfume amadeirado dela e o suor acumulado dentro da bota a noite inteira. Minha língua saiu sozinha, lambendo a curva do arco, chupando o tecido onde os dedos tinham marcado.

— Porra, Simone… isso é viciante pra caralho.

Ela riu rouco, puxou a meia-calça pra baixo com pressa e tirou o outro pé da bota restante. Agora os dois pés nus, dedos longos, unhas pintadas de preto descascado, solas rosadas e um pouco sujas. Ela me fez ajoelhar no tapete. Eu engoli o peito do pé direito dela inteiro, a língua girando entre os dedos, o gosto salgado explodindo na boca. Ao mesmo tempo, a mão dela abriu o resto do zíper do meu látex, puxou o material pro lado e enfiou dois dedos na minha buceta encharcada sem aviso. Eu gemi abafada contra a sola dela.

— Isso. Chupa enquanto eu te fodo com a mão. Depois a gente troca.

Eu obedeço, lambendo cada milímetro, chupando o dedão com força, deixando saliva escorrer pelo tornozelo. Simone se afastou só o suficiente pra pegar o frasco de óleo na mesinha. O líquido dourado escorreu quente sobre os pés dela e pingou nos meus, ainda cobertos de seda molhada. Ela esfregou as solas juntas, misturando óleo, suor e o resto da minha saliva, depois pressionou os pés oleosos contra o meu peito exposto, deslizando pra baixo até apertar as tetas. Eu tremia.

— Deita no sofá. De bruços. Agora.

O couro do sofá estava frio contra o látex quente. Eu deitei, a bunda empinada, o macacão aberto na frente e puxado pra baixo até as coxas. Simone subiu em cima de mim de novo, mas dessa vez sentou os pés oleosos na minha nuca, esfregando devagar, o calcanhar pressionando bem na base do crânio enquanto a língua dela descia pela minha coluna. Ela lambeu o cu por cima do látex primeiro, depois rasgou um pouco mais o material com os dentes e enfiou a língua quente direto no buraco apertado. Eu quase gozei ali.

— Porra nenhuma, aguenta — ela rosnou, a voz vibrando contra minha pele. Os pés dela desceram, um de cada lado da minha cabeça, e ela encaixou o 69 invertido outra vez. A boceta dela desceu molhada na minha boca ao mesmo tempo em que a boca dela engolia meu clitóris inchado. Mas os pés não pararam: ela usava os dedos oleosos pra abrir minha bunda, massagear o cu, enquanto eu chupava a fenda dela com fome, a língua entrando fundo, o nariz esmagado contra o cuzinho. O gosto dela era mais forte agora, mais ácido, misturado com o óleo que escorria pelas coxas.

Eu enfiei a língua o mais fundo que deu, chupando, engolindo, enquanto uma das mãos buscava o peito do pé dela e trazia pra perto do meu rosto. Lambi a sola ao mesmo tempo em que comia a buceta. Simone gemia alto, a voz abafada entre minhas pernas, e retribuía esfregando o peito do pé livre no meu clitóris, apertando, deslizando o dedão oleoso pra dentro da entrada por cima do látex rasgado. O sofá rangia. O cheiro de couro, óleo, buceta e pezinho suado enchia o apartamento inteiro.

— Mais fundo, sua vadia de látex — ela mandou, rebolando na minha cara. — Quero gozar escorrendo nos seus peitos.

Eu empurrei três dedos nela, curvos, enquanto a língua fodia o clitóris. Os pés dela se enroscaram no meu cabelo, puxando, e de repente ela tremeu toda, esguichando quente na minha boca e no queixo. O líquido desceu pelo meu pescoço, molhou as tetas, misturou com o óleo. Eu continuei lambendo, limpando, chupando cada gota, o cu dela pulsando contra meu nariz. Meu próprio orgasmo veio logo depois, violentamente, quando ela mordeu de leve o meu clitóris e enfiou o peito do pé inteiro contra a entrada, esfregando ritmado. Eu gozei gritando contra a boceta dela, o corpo inteiro contraindo, o látex encharcado por dentro e por fora.

Ainda tremendo, Simone virou o corpo, se deitou de lado no sofá e me puxou pra cima dela. Os pés nus se enroscaram nos meus de novo, dedos entre dedos, óleo e gozo escorrendo entre as solas. Ela me beijou fundo, dividindo o gosto dela mesma que ainda estava na minha língua, e a mão desceu pra acariciar minha buceta latejando.

— Olha pra estante — sussurrou contra minha boca. — Escolhe um par. O de cano mais alto, aquele de latex vermelho. Eu quero que você vista ele agora. Depois eu coloco a coleira e te levo pro quarto. Tenho uma cadeira baixa, espelho grande… quero te ver de joelhos lambendo a sola limpa enquanto eu gozo esfregando o pezinho suado na sua cara. E se você se comportar bem, eu deixo você enfiar a língua no meu cu enquanto eu uso as botas pra te foder a buceta até você chorar de tesão.

Eu olhei pra estante, o coração ainda disparado, a língua latejando de vontade. O par vermelho brilhava sob a luz fraca. Peguei ele com as mãos trêmulas, o material frio e pegajoso igual ao meu macacão. Simone sorriu, pegou a coleira de couro e passou devagar em volta do meu pescoço, apertando o fecho com um clique suave. A tira de metal batia entre meus peitos.

— Anda — ela disse, já se levantando, os pés oleosos deixando marcas no tapete. — O quarto tá escuro. Eu acendo só o abajur de cabeceira. Quero ver o brilho do latex nos seus pés enquanto você se ajoelha. E Priya… não limpa nada. Quero sentir o gosto do nosso gozo misturado quando você lamber de novo.

Eu segui ela pelo corredor estreito, a coleira puxando de leve, o par de botas vermelhas na mão, o látex do uniforme grudado em cada centímetro suado do corpo. O quarto cheirava a couro e perfume dela. A cadeira baixa esperava no meio do tapete, o espelho refletindo nossos corpos bagunçados. Simone se sentou na beira da cama, abriu as pernas e ergueu um pé ainda brilhante de óleo e saliva.

— Ajoelha. Vista as botas devagar. Quero ouvir o barulho do zíper. E depois… você vai cheirar o fundo delas antes de eu calçar. Bem fundo. Até eu mandar parar.

Eu caí de joelhos entre as pernas dela, o metal da coleira frio contra a pele quente, e comecei a deslizar o pé dela pra dentro do cano vermelho. O latex apertava, fazia um barulho molhado. Meu peito subia e descia rápido. A língua já salivava de novo. O tesão não tinha baixado; só tinha mudado de forma, mais pesado, mais sujo. Lá fora um carro passou longe. Aqui dentro só existia o cheiro de pés, o brilho do couro e a promessa de que a noite ainda estava longe de acabar.

Eu deslizei o pé dela pra dentro do cano da bota vermelha de latex, o material frio apertando a pele oleosa, fazendo aquele barulho molhado e pegajoso que me deixou com a buceta latejando de novo. O zíper subiu devagar sob meus dedos trêmulos, dente por dente, enquanto Simone me olhava de cima, as pernas abertas, a boceta ainda brilhante de gozo e saliva. A coleira no meu pescoço puxava leve quando eu me inclinava, o metal frio batendo entre as tetas suadas.

— Mais fundo o nariz, putinha — ela mandou, a voz rouca. — Cheira o fundo antes de eu calçar o outro.

Eu obedeço. Enfiei o rosto no cano vazio da segunda bota, puxando o ar até doer. Cheiro de latex novo misturado com o suor residual das outras botas dela, um cheiro quente, químico e sujo que subiu direto pro meu cu. A língua saiu sozinha, lambendo o interior, o gosto amargo e artificial grudando no céu da boca. Simone riu baixo e enfiou o outro pé, me obrigando a puxar o zíper com os dentes enquanto ainda cheirava.

— Olha só pra você — murmurou, apertando a coleira com o dedo. — Priya, a safada de látex ajoelhada cheirando bota. Gosta disso, né? Fala.

— Gosto pra caralho — confessei, a voz abafada contra o cano. — Quero lamber a sola suja depois. Quero que você me foda com o salto.

Ela se levantou, as botas vermelhas brilhando sob a luz fraca do abajur, o latex colado até o joelho, marcando cada curva do pé. Me puxou pela coleira até o meio do tapete, bem na frente do espelho. Eu me vi ajoelhada: macacão aberto, tetas de fora, buceta exposta pelo rasgo, meias de seda sujas e rasgadas, o pescoço collared. Simone se sentou na cadeira baixa, abriu as pernas e ergueu um pé calçado.

— Lambe. Começando pela sola.

A sola vermelha veio na minha cara. Eu passei a língua inteira, da ponta do salto até o arco, o latex liso e frio esquentando sob a saliva. O gosto era de óleo e de rua, de suor antigo impregnado. Chupei o bico do salto, enfiei a língua na fresta perto do calcanhar, enquanto uma mão dela descia e abria mais o meu látex, dois dedos entrando fácil na buceta encharcada. Eu gemi contra a bota, rebolando nos dedos dela.

— Isso. Chupa o dedão por cima. Mais forte.

Mordeu de leve o material, puxei, deixei a saliva escorrer pelo cano brilhante. Simone trocou de pé, me fez lamber os dois, esfregar o rosto inteiro nas solas até eu ficar babada e vermelha. Depois ela tirou uma bota devagar, só o suficiente pra expor os dedos nus oleosos, e enfiou o peito do pé na minha boca. Eu engoli, a língua girando entre os dedos, o gosto salgado e de óleo explodindo. Ao mesmo tempo, o salto da outra bota desceu entre as minhas pernas e começou a me foder por cima do clitóris inchado, pressionando, deslizando no gozo que pingava.

— Porra, Simone… me fode com a bota — implorei, a voz falhando. — Enfia.

Ela riu safada e encaixou o salto fino bem na entrada, empurrando devagar. O latex do meu macacão rasgou mais um pouco. O salto entrou, frio e duro, enquanto eu chupava os dedos do pé livre dela como se fosse um pau. No espelho eu me via: ajoelhada, coleira puxada, boca cheia de pé, buceta engolindo o salto vermelho. O tesão subiu violento. Eu enfiei a língua fundo entre os dedos dela e gozei pela primeira vez ali, contraindo em volta do salto, o corpo inteiro tremendo, um gemido alto abafado na sola.

Simone não parou. Tirou o salto, me puxou pra cima pela coleira e me jogou de quatro no tapete. Subiu em cima de mim de novo no 69 invertido, mas agora de botas. A boceta dela desceu molhada na minha boca ao mesmo tempo em que ela enfiava a língua no meu cu exposto e esfregava a sola vermelha no meu clitóris. Eu chupava com fome, a língua entrando na fenda, o nariz esmagado no cu dela, o cheiro forte e gostoso me deixando tonta. Os pés calçados massageavam minhas tetas, apertavam os bicos, deslizavam oleosos pelo peito.

— Mais fundo a língua, vadia — ela rosnou, rebolando. — Come meu cu enquanto eu te chupo.

Eu obedeço, enfiando a língua no buraquinho apertado, chupando, enquanto ela engolia meu clitóris e usava os dedos pra abrir minha bunda. Uma das botas desceu e ela enfiou a ponta do peito do pé (ainda calçado) entre meus lábios, me fodendo devagar junto com a boca. O latex escorregava no meu gozo. Eu gemia abafada, lambendo, chupando, o gosto dela misturado com óleo e suor. Simone tremeu primeiro, esguichando de novo na minha cara, o líquido quente escorrendo pelo queixo, molhando o tapete. Eu continuei limpando com a língua, engolindo tudo, até ela me puxar pelo cabelo e virar o corpo.

Agora ela deitada de costas na cama baixa, eu por cima no 69 clássico, mas os pés nunca pararam. Ela enfiou os dois pés de bota na minha cara enquanto eu chupava a boceta, e eu usei os meus pés de seda rasgada pra massagear os seios dela e descer até a entrada. Os dedos se enroscavam, sedas e latex se esfregando, óleo e gozo grudando. Eu enfiei três dedos nela, curvos, batendo no ponto certo, a língua no clitóris, enquanto chupava a sola de uma bota que ela pressionava contra minha boca.

— Vou gozar de novo, porra — avisei, a voz quebrada contra o latex. — Nos seus pés.

— Goza. Enfia a língua no meu cu agora.

Eu desci a boca, abri as nádegas dela e enfiei a língua fundo no cu enquanto os pés dela me masturbavam ritmados, o salto apertando meu clitóris, os dedos oleosos entrando um pouco. O orgasmo veio em onda quente e suja. Eu contraí toda, gozando forte, o corpo sacudindo, o látex encharcado por dentro e por fora, um grito abafado no cu dela. Simone gozou junto, apertando as coxas no meu pescoço, esguichando mais um pouco, os pés se enroscando nos meus com força, dedos entre dedos mesmo por cima das botas.

Ainda ofegantes, a gente não parou de imediato. Eu limpei a boceta e o cu dela com a língua devagar, lambendo cada gota, o gosto ácido e doce misturado com óleo. Simone tirou as botas vermelhas com os pés ainda trêmulos e me fez cheirar o interior quente e suado de novo, a língua passando fundo enquanto ela acariciava minha buceta latejando. Depois me puxou pra cima, me beijou com a boca suja de gozo e pé, as línguas se enrolando lentas, dividindo o sabor salgado. Os pés nus se enroscaram nos meus outra vez, óleo e saliva escorrendo entre as solas, a coleira ainda apertada no meu pescoço.

Ela passou a mão no meu cabelo suado, sorriu contra minha boca e sussurrou, a voz rouca de tanto gemer:

— Isso foi… puta que pariu, Priya. Melhor travessia da minha vida.

Eu ri baixo, ainda com o gosto dela na língua, o corpo inteiro mole e pulsando, e respondi sem pensar, olhando pro espelho onde a gente parecia duas putas atropeladas por um caminhão de latex:

— Concordo. Só próxima vez a gente pega um Uber. Meu joelho não aguenta mais carpete barato e eu acho que engoli um fiapo do tapete junto com o seu gozo.

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