Sabor Proibido da Viúva

A viúva Helena, de 42 anos, e a advogada Juliana, de 38, se entregam a um safado e molhado sexo lésbico no apartamento de Cop

11 min read September 15, 2026New

O apartamento de Helena no décimo segundo andar de um prédio de frente para a praia de Copacabana cheirava a madeira encerada e a um leve toque de jasmim que ela costumava pulverizar nos cantos da sala. Às sete da noite, o mar batia distante e as luzes da orla piscavam através das cortinas semiabertas. Helena, de quarenta e dois anos, viúva há pouco mais de um ano, abriu a porta com um sorriso cansado mas sincero quando Juliana apareceu no corredor, elegante no tailleur escuro que ainda carregava o ar profissional do escritório.

— Entrou, gata. Estava te esperando — disse Helena, puxando a amiga para um abraço demorado. Juliana, trinta e oito anos, advogada de prestígio, soltou o cabelo castanho dos prendedores e soltou um suspiro ao sentir o perfume familiar da outra.

— Que alívio sair daquele tribunal. Trouxe um vinho tinto bom. Achei que a gente merecia — respondeu Juliana, erguendo a garrafa.

Elas se acomodaram no sofá de couro largo da sala. Helena serviu as taças com mãos firmes, o decote da blusa solta revelando a clavícula e o início dos seios ainda altos, firmes apesar dos anos. O vestido de linho bege marcava a cintura e as coxas torneadas. Juliana bebeu o primeiro gole sem tirar os olhos dela.

— Você tá linda, Helena. Sério. O corpo ainda parece o de quando a gente se conheceu. Firme, gostoso… — a voz dela baixou, carregada. — Não sei como você aguenta essa solidão. Eu te olho e penso que qualquer um mataria pra te ter.

Helena riu baixo, um riso rouco, e cruzou as pernas. O vinho esquentava a garganta, mas a cabeça permanecia clara; elas bebiam devagar, só o suficiente para afrouxar a conversa, nunca para embriagar.

— Solidão dói, Ju. Às vezes acordo e a cama parece um oceano vazio. O Roberto se foi, e eu fiquei com o apartamento, o dinheiro… e esse corpo que ninguém toca direito. — Ela pousou a taça, os olhos escuros presos nos de Juliana. — Você fala do meu corpo como se quisesse pôr a mão. Tá flertando comigo, safada?

Juliana não desviou o olhar. A língua passou devagar pelo lábio inferior.

— E se eu estiver? A gente se conhece há anos. Eu sempre te achei uma puta gostosa escondida atrás da viúva elegante. Hoje eu resolvi falar.

A tensão cresceu entre elas como calor de verão. Helena sentiu o peito apertar de desejo antigo, aquela atração que nunca ousara nomear enquanto o marido vivia. Agora, livre, ela se inclinou.

— Confessa logo, então.

— Eu sempre fantasiou com você — disse Juliana, a voz rouca. — Com essa boca, esses peitos, essa boceta que deve ficar molhada só de pensar. Sempre quis te chupar até você gritar meu nome.

Helena engoliu em seco. O desejo latejou entre as pernas, quente e molhado já.

— Porra, Juliana… eu também sinto. Desde sempre. Fico molhada só de imaginar sua língua em mim. Vem cá.

Elas se aproximaram no sofá. O primeiro beijo foi leve, só lábios testando, mas em segundos se aprofundou. Línguas quentes se encontraram, saliva trocada com fome. Helena mordeu o lábio inferior de Juliana e puxou o cabelo dela, puxando-a para mais perto. O beijo ficou molhado, barulhento, gemidos baixos escapando enquanto as mãos começavam a explorar. Juliana apertou o seio de Helena por cima da blusa; o mamilo endureceu na palma.

— Quero você agora — sussurrou Helena contra a boca da outra. — No quarto. Vamos.

Elas se levantaram de mãos dadas, taças esquecidas. No corredor até o quarto principal, com a cama king size de lençóis brancos e a vista do mar pela janela, Helena empurrou Juliana contra a parede por um instante e beijou o pescoço dela, chupando a pele até marcar.

— Fala que você quer — exigiu Helena, a voz grave.

— Quero. Quero sua boca na minha boceta, quero gozar na sua cara. Tudo. Com consentimento total, porra. Me fode com a língua.

No quarto, as luzes baixas, elas se despiram com urgência mas sem pressa cega. Helena puxou o blazer e a blusa de Juliana, revelando os seios fartos em sutiã preto; chupou um mamilo por cima do tecido antes de tirar tudo. Juliana abriu o vestido de Helena, as mãos deslizando pela barriga firme, descendo até a calcinha já úmida. Quando ficaram nuas, se olharam: corpos maduros, seios pesados, bundas redondas, bucetas depiladas e inchadas de tesão.

Helena dominou de forma clara e consensual. Empurrou Juliana na cama, abriu as coxas dela com firmeza e ajoelhou entre elas.

— Vou te devorar, puta gostosa.

Enterrou o rosto na boceta molhada de Juliana. O cheiro forte de tesão a deixou louca. Lambidas profundas da entrada até o clitóris inchado, chupando o botão com força, puxando com os lábios enquanto a língua vibrava. Juliana gemeu alto, as mãos nos cabelos de Helena, segurando a cabeça contra si.

— Isso, chupa essa boceta, viúva safada… porra, sua língua… mais fundo!

Helena enfiou dois dedos enquanto chupava, curvando-os contra a parede interna, sentindo a parede esponjosa. O suco escorria pelo queixo dela. Juliana rebolava, molhada pra caralho, os gemidos sujos enchendo o quarto.

— Me come, me come… vou gozar na sua boca se continuar assim.

Depois de longos minutos devorando, Helena se afastou só o suficiente para trocarem de posição. Deitou de costas e puxou Juliana para cima.

— Senta na minha cara agora. Quero me afogar nessa buceta.

Juliana obedeceu com um sorriso lascivo, ajoelhou sobre o rosto de Helena e desceu. A viúva abriu a boca e chupou com fome, a língua metendo fundo enquanto Juliana rebolava, esfregando o clitóris no nariz e na boca dela. O líquido escorria, molhando o rosto todo de Helena. Sons molhados, chupadas barulhentas, gemidos abafados.

— Isso, mama essa boceta, puta… rebolo gostoso pra você… sua língua é uma delícia, caralho.

Helena segurava as nádegas de Juliana, puxando-a com força, lambendo tudo — lábios, clitóris, entrada. Quando Juliana quase gozou, elas mudaram de novo, se ajeitando na cama em tesoura. Pernas entrelaçadas, bucetas molhadas e inchadas se esfregando com força uma contra a outra. Clitóris batendo em clitóris, lábios escorregadios deslizando, o atrito quente e sujo.

— Olha pra mim, safada — grunhiu Helena, rebolando com força, apertando a coxa de Juliana. — Esfrega essa buceta na minha. Sente como eu tô encharcada pra você.

— Porra, Helena… sua boceta quente… você é uma puta gostosa, viúva safada… me faz gozar assim, esfrega mais forte!

Elas gemiam alto, sujas, chamando uma à outra de puta, de safada, de vadia deliciosa. O cheiro de sexo preenchia o quarto. Os corpos suados, seios balançando, unhas cravadas nas coxas. O ritmo acelerou, o atrito molhado ficando quase violento de tesão mútuo, até o orgasmo vir juntos — um estalo de prazer que fez as duas gritar, contrair, gozar em jatos quentes uma contra a outra, os corpos tremendo, bocetas latejando.

Ofegantes e suadas, elas se soltaram devagar e se beijaram de novo, agora lento, saboreando o gosto uma da outra na boca. Helena passou a mão pelo cabelo úmido de Juliana e sorriu, ainda com o rosto brilhando de gozo alheio.

— Essa noite… que seja só o começo de um caso secreto e delicioso. Ninguém precisa saber. Só a gente, quando der vontade, nesse apartamento ou onde for.

Juliana olhou para ela com fome ainda acesa nos olhos, o peito subindo e descendo.

— Concordo. Eu quero mais. Quero te foder de novo, quero acordar com sua boceta na minha cara. O sabor proibido da viúva agora é meu… e a gente mal começou a provar.

Elas se abraçaram na cama bagunçada, pernas ainda entrelaçadas, o mar batendo lá fora. O desejo não tinha se apagado; latejava debaixo da pele, prometendo que a madrugada ainda guardava fome, dedos, línguas e segredos molhados pela frente.

Elas ainda estavam abraçadas na cama bagunçada quando o desejo latejou de novo, quente e insistente entre as coxas. Helena escorregou a mão pela curva da cintura de Juliana, desceu até a bunda redonda e apertou com força, puxando o corpo dela para cima do seu. Os seios se esmagaram um contra o outro, mamilos duros roçando, pele suada colando.

— Ainda tô molhada pra caralho — murmurou Helena contra o pescoço da outra, mordendo de leve. — Quero mais. Quero te foder até a madrugada acabar.

Juliana riu baixo, um som rouco e safado, e rebolou os quadris, esfregando a boceta já inchada na coxa firme de Helena. O suco escorria quente, deixando um rastro brilhante.

— Então me fode, viúva gostosa. Usa esses dedos longos. Enfia tudo.

Helena obedeceu sem hesitar. Rolou Juliana de costas, abriu as pernas dela com os joelhos e enfiou três dedos de uma vez na boceta escorregadia. O líquido engoliu os dedos até a base. Ela fodia com força, curvando as pontas contra aquele ponto esponjoso lá dentro, enquanto o polegar esmagava o clitóris inchado em círculos rápidos. Juliana arqueou as costas, seios pesados balançando, e soltou um gemido alto que ecoou no quarto.

— Porra, assim… mais fundo, puta. Arromba essa buceta. Chupa meu peito enquanto mete.

Helena baixou a cabeça e mamou o mamilo grosso, puxando com os dentes, lambendo em volta enquanto os dedos entravam e saíam num ritmo molhado e barulhento. O cheiro de sexo subia forte, misturado ao jasmim fraco que ainda pairava no ar. Juliana cravou as unhas nas costas de Helena, rebolando contra a mão, gozando o primeiro jato quente que escorreu pelo pulso da viúva.

— Continua, caralho… não para.

Helena não parou. Tirou os dedos só para chupar o gosto dela — salgado, forte, delicioso — e depois enfiou de novo, agora quatro, esticando a boceta até Juliana gritar. Quando a advogada estava tremendo na beira, Helena se afastou, lambeu os dedos limpos e se ajoelhou sobre o rosto dela de costas, descendo a própria buceta molhada direto na boca faminta.

— Agora mama a minha, safada. Quero gozar na sua língua enquanto te chupo.

Juliana agarrou as nádegas de Helena e puxou para baixo, enterrando o rosto. A língua meteu fundo na entrada, chupando o clitóris com força, mastigando os lábios inchados. Helena gemeu alto e se curvou para a frente, abrindo as coxas de Juliana de novo e devorando a boceta que escorria. Ficaram em 69 apertado, corpos maduros suados, seios pendurados, bundas rebolando. Sons de chupada molhada, saliva e gozo misturados, gemidos abafados contra a carne. Helena rebolava no rosto de Juliana, esfregando o clitóris no nariz dela, enquanto chupava e enfiava a língua o mais fundo que dava. O gosto era viciante, o cheiro deixava as duas loucas.

— Isso, chupa essa boceta encharcada… porra, Juliana, sua língua é uma puta delícia — grunhiu Helena, a voz abafada entre as coxas. — Vou gozar na sua cara de novo. Engole tudo.

Juliana respondeu só com um gemido vibrando contra a boceta dela e meteu dois dedos na entrada de Helena enquanto chupava. O ritmo acelerou. Elas se foderam assim por longos minutos, sujas, urgentes, até Helena gozar primeiro, o corpo inteiro contraindo, jatos quentes escorrendo pela boca e pelo queixo de Juliana. A advogada engoliu o que pôde, lambendo até a última gota, e gozou logo depois, pernas tremendo em volta da cabeça de Helena, o grito abafado na buceta da viúva.

Ofegantes, elas se separaram só o bastante para se beijarem de novo, trocando o gosto uma da outra na língua. O beijo era molhado, lento, salgado. Helena passou a mão pelo cabelo suado de Juliana e desceu até os seios, apertando, beliscando os mamilos.

— Ainda não acabou — disse ela, a voz grave de tesão. — Quero te comer de pé. Vem.

Puxou Juliana da cama. As duas caminharam nuas até a janela grande que dava para a orla de Copacabana. As luzes da praia piscavam lá embaixo, o mar batendo distante. Helena empurrou Juliana de frente para o vidro frio, seios achatados contra a superfície, e ajoelhou atrás dela. Abriu as nádegas redondas e enterrou o rosto de novo, lambendo da boceta até o cu, a língua quente e insistente. Juliana gemeu batendo a testa no vidro, as mãos espalmadas.

— Chupa meu cu também, vadia… porra, sua língua safada.

Helena obedeceu, chupando o buraco apertado enquanto enfiava os dedos de novo na boceta pingando. Fodia os dois buracos ao mesmo tempo, a mão livre apertando a coxa de Juliana. Depois se levantou, colou o corpo suado nas costas dela e esfregou a própria boceta molhada na bunda da outra, rebolando com força, clitóris roçando a fenda quente. As duas se olharam pelo reflexo no vidro — olhos escuros, bocas abertas, seios balançando.

— Esfrega essa buceta na minha bunda, puta viúva — ofegou Juliana. — Me faz gozar olhando o mar.

Helena agarrou o cabelo castanho, puxou a cabeça para trás e beijou o pescoço dela enquanto rebolava mais rápido, a fricção molhada e quente. Depois girou Juliana de frente, ergueu uma perna dela e encaixou as bocetas de novo, tesoura em pé, quase caindo de tesão. Clitóris batendo em clitóris, lábios escorregadios deslizando com força, unhas cravadas nas costas. Elas se foderam ali, contra a vista de Copacabana, gemendo alto, chamando uma à outra de puta, de vadia gostosa, de boceta deliciosa. O ritmo ficou violento de vontade, corpos batendo, suor escorrendo entre os seios.

— Olha pra mim enquanto goza — ordenou Helena, a voz rouca. — Quero ver essa cara de safada quando eu te fazer squirtar.

Juliana não desviou o olhar. Rebolou mais forte, a boceta latejando, e gritou quando o orgasmo bateu. Gozo jorrou quente entre elas, molhando as coxas, o chão, o prazer estalando nos nervos. Helena veio logo atrás, o corpo inteiro tremendo, boceta contraindo em espasmos longos contra a da amiga, um gemido gutural saindo da garganta enquanto o segundo jato escorria.

Elas deslizaram para o chão, ainda abraçadas, pernas fraquejando, peitos subindo e descendo descontrolados. O sexo acabou ali, corpos mole e satisfeitos, o cheiro forte de gozo preenchendo o ar perto da janela. Helena beijou a testa suada de Juliana, os lábios demorados, e as duas riram baixinho, exaustas.

— Porra… você me comeu toda — sussurrou Juliana, a voz rouca de tanto gemer. — Essa noite vai ficar marcada.

Helena sorriu contra a pele dela, os dedos traçando círculos preguiçosos na barriga macia. Elas se levantaram devagar, voltaram para a cama king size e se acomodaram sob o lençol amarrotado, corpos ainda colados, o mar batendo lá fora como um fundo distante. O desejo tinha se acalmado num calor gostoso residual. Juliana fechou os olhos primeiro, a respiração indo embora em sono leve, um sorriso no rosto.

Helena ficou acordada um pouco mais, olhando o teto escuro, a mão ainda pousada na coxa da outra. O segredo queimava quieto atrás dos olhos dela: desde o funeral do Roberto ela sabia que o marido deixara uma carta escondida na gaveta da mesa de cabeceira — uma confissão curta em que admitia ter visto o jeito que as duas se olhavam anos atrás e pedia, se alguma vez a solidão apertasse demais, que Helena fosse atrás de Juliana sem culpa. Helena lera aquilo sozinha na madrugada seguinte ao enterro e guardara a folha dobrada no cofre. Juliana dormia agora sem saber de nada disso. O sabor proibido tinha começado muito antes daquela noite, e só a viúva carregava a verdade inteira no peito enquanto o corpo da advogada esquentava o lado vazio da cama.

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