Primeiro Toque no Estúdio com a Produtora
No estúdio, a produtora Marina de 32 anos vira o primeiro toque da virgem Lucas de 19 anos.
No estúdio de gravação aconchegante e cheio de equipamentos de última geração no bairro de Pinheiros, em São Paulo, a produtora Marina, uma mulher de 32 anos com quadris largos, seios fartos e uma presença que misturava autoridade com pura sensualidade, ajustava os knobs da mesa de som enquanto tamborilava as unhas vermelhas no console. Seus cabelos castanhos caíam em ondas soltas até o meio das costas, a blusa de seda preta colada no corpo marcava os mamilos que já apontavam de leve por baixo do tecido, e a saia lápis justa envolvia sua bunda redonda como um convite silencioso. Marina era experiente pra caralho, tinha colocado no mapa metade dos artistas novos da cena paulista, mas hoje sentia um formigamento diferente na barriga. O contrato fresquinho do garoto que estava para chegar prometia diversão.
Lucas empurrou a porta de vidro com o ombro, 19 anos recém-completados, alto e desengonçado, cabelo preto bagunçado caindo na testa, camiseta simples colada no peito magro e calça jeans que não escondia o volume tímido que já começava a dar sinal só de imaginar o dia. Ele tinha assinado o primeiro contrato da vida dois dias antes e ainda parecia que ia desmaiar de tanta ansiedade. “Oi, Marina… eu sou o Lucas. Desculpa o atraso de dois minutos, o Uber me deixou no prédio errado”, disse ele, voz saindo rouca e as bochechas já corando.
Ela girou na cadeira, cruzou as pernas devagar e abriu um sorriso que era metade acolhedor, metade predador. “Relaxa, Lucas. 19 anos e já com assinatura no papel? Isso é foda. Senta aqui, vamos ouvir a instrumental e depois você entra na cabine. Sua voz no vídeo que viralizou tem um grave que me deu arrepio. Quero ver isso ao vivo.” Enquanto falava, Marina notou como os olhos dele deslizaram rápido pelos seus peitos antes de fugirem para o chão. ‘Coitado. Tá mais nervoso que virgem em putaria. E olha que ele provavelmente é mesmo’, pensou ela, sentindo um calor gostoso subir pela coxa.
Eles passaram para a cabine. Lucas colocou o fone, o microfone bem na frente da boca, e a batida suave da balada que ele mesmo havia escrito começou a tocar. A letra falava de desejo escondido, toques proibidos, corpo tremendo. Na primeira tentativa, o desastre foi imediato. “Meu corpo pede o teu… ah, caralho, errei a entrada.” A voz dele falhou no agudo, virou um guincho e ele cobriu o rosto com as mãos. Do outro lado do vidro, Marina riu alto, o riso rouco ecoando no interfone. “Lucas, pelo amor de Deus, respira. Você tá parecendo que viu assombração. De novo, vai.”
Ele tentou de novo. Segunda tomada. Agora a voz saiu bonita nos primeiros versos, grave e quente, mas quando chegou no refrão — “quero sentir sua mão descendo devagar” — Lucas gaguejou, lembrou da própria letra e imaginou a mão de Marina literalmente descendo nele. O pau deu uma pulsada dentro da cueca, ele ficou vermelho até a orelha e errou feio o tom. “Porra, Marina, sua risada tá me distraindo”, reclamou ele, rindo de nervoso enquanto tirava um dos fones.
“Minha risada? Ou é outra coisa que tá te distraindo, seu safado?”, provocou ela pelo interfone, inclinando o corpo para frente e deixando os seios quase saltarem do decote. Lucas viu e engoliu seco. ‘Essa mulher vai me matar antes mesmo de eu gravar um verso inteiro. Olha o jeito que ela morde o lábio… eu nunca fiquei com ninguém que tivesse peitos assim, caralho.’
Terceira tomada. Ele se empolgou, gesticulou demais e o cabo do fone enrolou no braço. Quando tentou se soltar, tropeçou no próprio pé e quase caiu de cara no microfone. O estrondo foi tão engraçado que Marina precisou pausar a gravação e apoiar a testa na mesa, rindo até lágrimas escorrerem. “Ai, Lucas, você é um perigo ambulante! Para de rir que eu tô rindo junto e não consigo apertar os botões.” Ele riu também, o som nervoso e juvenil enchendo o estúdio, mas por dentro pensava: ‘Ela tá me achando ridículo ou bonitinho? Porque se continuar rindo assim com essa voz rouca, meu pau não vai mais caber na calça.’
Quarta e quinta tentativas foram quase iguais: voz bonita por dez segundos, depois tropeço na letra, suor escorrendo na testa, ereção teimosa marcando a calça e ele precisando ajustar discretamente enquanto fingia que coçava a coxa. Marina observava tudo, o profissionalismo lutando contra o tesão que crescia. Aquele menino de 19 anos, virgem na música e provavelmente na vida, estava mexendo com ela de um jeito que nenhuma sessão de estúdio tinha mexido antes.
Depois de quase uma hora de erros hilários, ela apertou o botão. “Pausa, Lucas. Vem pra sala de descanso. Vamos beber água, comer um salgadinho e voltar com a cabeça no lugar.” Ele saiu da cabine com as pernas bambas. Na salinha com sofá de couro preto e luz baixa, Marina estava sentada com as pernas cruzadas, uma garrafa de água gelada na mão. Quando ele sentou ao lado, o joelho dela roçou na perna dele de propósito.
“Sua voz é linda de verdade, sabia?”, disse ela, tom carinhoso, quase um ronronar. “Quando você não tá tropeçando ou imaginando coisa suja, ela desce fundo. Me arrepia inteira.” Marina passou a ponta da língua no lábio inferior. Lucas sentiu o ar faltar.
“Obrigado… você tá sendo gentil demais. Uma mulher de 32 anos, toda experiente, produzindo um moleque como eu… deve ser chato pra caralho”, respondeu ele, rindo baixo e passando a mão no cabelo.
“Chato? Pelo contrário. Tá me dando um tesão danado ver você todo nervoso assim.” Ela inclinou o corpo, o joelho pressionando mais firme contra a coxa dele. “Me conta uma coisa, Lucas… você já ficou com uma mulher mais velha? Ou nunca nem chegou perto?”
Ele soltou uma risada nervosa, o pau agora completamente duro e latejando dentro da calça. “Nunca. Na real… eu sou virgem. Total. Beijei duas meninas da minha idade que não sabiam nem onde colocava a língua. Ver você aqui, com esse corpo, essa voz, esse jeito de me olhar… tô me sentindo um idiota completo, mas ao mesmo tempo tô louco.”
Marina sorriu devagar, deliciada. Os olhos dela desceram sem vergonha para o volume evidente na calça dele. “Virgem… ai, que delícia. Sua timidez tá me deixando molhada, Lucas. Sério. Eu adoro isso. Adoro a ideia de ser a primeira que vai te tocar de verdade, que vai te mostrar como é bom quando uma mulher sabe o que faz.” A mão dela subiu devagar pela coxa dele, unhas arranhando de leve o jeans. “Olha pra você… já tá duro só de conversa. Que pau grande pra um menino tímido desse.”
Lucas gemeu baixinho, o som escapando sem permissão. “Marina… você tá falando sério? Porque se for brincadeira, eu vou morrer de vergonha aqui.”
“Não é brincadeira não, gostoso.” Ela se aproximou mais, os seios roçando o braço dele, hálito quente contra o ouvido. “Eu quero ser o seu primeiro toque. Quero colocar minha mão dentro dessa calça, sentir você pulsar, te ensinar a gemer meu nome antes mesmo de a gente gravar outro verso. Quero te chupar devagar até você implorar. Aqui mesmo no estúdio. Você quer?”
O coração dele batia tão forte que parecia que ia sair pela boca. Lucas virou o rosto, os lábios quase colando nos dela, o cheiro de perfume caro misturado com o calor da pele dela deixando ele tonto. “Quero. Porra, eu quero pra caralho, Marina. Pode me tocar. Pode fazer o que quiser comigo. Eu aceito animado, feliz da vida. Só… vai devagar que eu acho que vou gozar só de você falando.”
Ela riu, um riso baixo e safado, e a mão finalmente subiu até o volume latejante, apertando por cima do jeans com firmeza. Lucas soltou um gemido rouco, o corpo inteiro tremendo. Os dedos dela traçaram o contorno da rola dura, sentindo o calor, o pulsar, enquanto os olhos dela brilhavam de desejo e diversão. “Então vamos começar, meu virgem. Mas devagar… porque depois que eu te tocar de verdade, essa sessão de gravação nunca mais vai ser a mesma.”
Os lábios dela roçaram os dele, quase um beijo, a mão ainda apertando ritmadamente enquanto o estúdio parecia menor, mais quente, carregado de um tesão que mal começava a se desenrolar. Lucas fechou os olhos, respirando rápido, o corpo inteiro pedindo mais, sabendo que aquilo era só o primeiro toque — e que o resto viria quente, molhado e muito mais intenso do que qualquer demo que ele pudesse imaginar. A tensão pairava no ar, densa, deliciosa, esperando o próximo movimento.
Os lábios dela colaram nos dele com força total, sem mais aquela provocação de roçar. O beijo era faminto, molhado, quase desesperado. Marina enfiou a língua na boca de Lucas como quem toma posse, e ele respondeu com todo o tesão acumulado de dezenove anos de espera, gemendo rouco enquanto as mãos tremiam no ar. Ela riu dentro do beijo, achando graça do desespero dele, e agarrou uma das mãos inexperientes do garoto, enfiando direto dentro da blusa de seda preta.
“Aperta meus peitos, Lucas. Assim, com vontade. Não vai machucar, eles gostam de mão firme”, sussurrou ela, voz rouca de tesão e diversão. Os dedos dele afundaram na carne macia e pesada daqueles seios de 32 anos, sentindo o mamilo duro roçar na palma. ‘Caralho, parece que eu morri e fui pro céu. São tão grandes, tão quentes… eu vou gozar só apertando isso’, pensou ele, apertando mais forte enquanto Marina gemia baixinho, aprovando.
Com a outra mão, ela já havia aberto o botão e o zíper da calça jeans dele. O pau de Lucas pulou pra fora, duro como pedra, latejando no ar condicionado do estúdio. Marina envolveu a grossura toda com os dedos vermelhos e começou a masturbar devagar, subindo e descendo com pressão exata na cabeça rosada. “Olha o tamanho dessa rola… virgem de 19 anos e já me surpreendendo. Vou bater uma punhetinha gostosa pra você aguentar mais, tá? Senão vai pintar o teto antes de eu sentar.”
Lucas jogou a cabeça pra trás no sofá de couro, quadril tremendo. “Marina… porra… sua mão é mágica. Eu nunca… nunca senti isso. Tá bom demais, eu juro que vou explodir.” Ela riu alto, aquele riso safado e rouco que enchia o estúdio, acelerando um pouco só pra ver ele revirar os olhos. O som molhado da mão subindo e descendo no pau babado ecoava junto com a respiração pesada dele. Ele apertava os seios dela com mais confiança agora, roçando os polegares nos bicos, e Marina arqueava as costas, mordendo o lábio inferior pra não rir de novo da cara de choque dele.
Depois de alguns minutos torturantes, ela se levantou, tirou a saia lápis e a blusa num movimento só, ficando só de calcinha fio-dental preta que mal cobria a boceta inchada. Sentou no colo dele de frente, cowgirl total, roçando a entrada molhada na cabeça do pau. “Agora a aula começa de verdade, meu virgem. Eu vou descer devagar. Você sente como eu tô molhada? Isso tudo é por sua causa.” Lucas só conseguia gemer, mãos agarrando a cintura larga dela. Marina guiou a rola pra dentro, descendo centímetro por centímetro, quente, apertada, molhada pra caralho.
“Porra, Marina… você é tão quente por dentro… parece que minha cabeça vai explodir”, ele gemeu, olhos arregalados. Ela riu, balançando os quadris em círculos lentos, ensinando o ritmo. “Não vai rápido não, Lucas. Sobe devagar… isso… agora desce junto comigo. Sente como encaixa certinho? Isso é buceta de produtora experiente, gostoso. Aprende o balanço.” Os seios fartos dela batiam no rosto dele a cada movimento, e Lucas alternava entre chupar um mamilo e gemer como um idiota. Ele quase escorregou pra fora uma vez, o pau saindo com um ploc molhado, e os dois caíram na gargalhada. “Você é um desastre, menino! Para de rir que eu tô rindo também e minha boceta tá apertando mais”, disse ela, lágrimas de riso nos olhos enquanto voltava a cavalgar, agora um pouco mais fundo.
O suor já brilhava nos corpos. Marina acelerou só um pouquinho, rebolando no pau dele, ensinando como apertar o clitóris dela com o polegar enquanto ela subia e descia. Lucas estava no paraíso, pensando ‘Eu tô transando. Eu, o Lucas desengonçado, tô com 19 cm enterrados na produtora mais gata de Pinheiros. E ela tá rindo… rindo de tesão!’
Depois de uns minutos cavalgando gostoso, Marina virou de costas no colo dele, reverse cowgirl, empinando aquela bunda redonda e grossa. “Agora segura aqui. Agarra minha bunda enquanto eu rebolo.” Ela começou a descer de novo, rebolando forte, a carne macia batendo contra as coxas dele. Lucas cravou os dedos na bunda dela, abrindo as bandas, hipnotizado pelo jeito que o pau desaparecia inteiro na boceta molhada. “Marina, sua bunda é uma obra de arte… eu quero apertar pra sempre”, disse ele, voz falhando. Ela riu por cima do ombro, jogando o cabelo castanho pra trás. “Então aperta e dá um tapinha, vai. Mas não muito forte que eu ainda quero gravar música depois.” Ele deu um tapa leve, o som ecoando no estúdio, e ela gemeu alto, rebolando mais rápido, a bunda tremendo deliciosamente.
O tesão subia rápido demais. Marina sentiu que ele estava perto e parou, levantando. “Vem, vamos mudar. Deita de lado aqui no sofá, conchinha. Quero sentir você por trás enquanto a gente goza junto.” Eles se ajeitaram no sofá largo, ela de lado, uma perna levantada. Lucas encaixou o pau babado na entrada de novo, empurrando devagar por trás. A posição era íntima, quente, o corpo dela colado no dele. Ele passou o braço por baixo, apertando um seio enquanto começava a meter.
“Assim, Lucas… mete fundo mas devagar. Sente como minha boceta tá pulsando? Tá perto… eu tô quase.” Ele metia com mais confiança agora, o suor pingando, o som molhado de saco batendo contra bunda enchendo o ar. ‘Eu vou gozar dentro dela… primeira vez na vida… caralho, isso é bom demais’, pensou ele, mordendo o ombro dela de leve. Marina gemia cada vez mais alto, a voz rouca ecoando entre os equipamentos: “Isso, gostoso… mete mais… ai, porra, tô gozando!”
O corpo dela tremeu inteiro, boceta apertando o pau dele como um punho quente. Lucas não aguentou. Com um gemido longo e quase cômico, ele gozou pela primeira vez dentro de uma mulher, jatos grossos e quentes enchendo Marina enquanto ele tremia inteiro, cara de choque puro, boca aberta, olhos vidrados. “Marina… eu… porra… tô gozando… dentro… caralhooo!”
Os dois ficaram ali ofegantes, suados, rindo baixinho depois do clímax. Marina virou o rosto, viu a expressão dele — mistura de êxtase, choque e pura felicidade — e caiu na gargalhada. “Olha essa cara! Parece que você acabou de descobrir que o mundo é redondo, Lucas! Que delícia de virgem.”
Ela pegou uma toalha limpa que ficava no estúdio pra limpar equipamentos, limpou o pau ainda meio duro dele com carinho e depois passou entre as próprias pernas, rindo o tempo todo. “Pronto, agora tá apresentável. E olha… agora você tem material de verdade pra compor a próxima letra. Aquela história de ‘primeiro toque’ vai ganhar uns versos bem molhados, hein?”
Ainda nus, eles voltaram pra cabine entre beijos e risadas. Lucas gravou o refrão de primeira, voz grave e satisfeita, sem tropeçar. Marina ajustava os knobs do outro lado do vidro, mandando beijinhos e fazendo caretas engraçadas que o faziam rir no meio da tomada. Depois de três takes perfeitos, a música estava pronta, sensual pra caralho, exatamente como a letra pedia. Eles se vestiram devagar, trocando carinhos, combinando tudo.
“Semana que vem a gente repete essa sessão de produção, então? Mesma hora, mesmo sofá”, disse Marina, piscando enquanto fechava o zíper da saia.
Lucas sorriu, ainda com cara de quem ganhou na loteria, e respondeu com a voz rouca de quem tinha acabado de virar homem: “Repetir? Marina, eu topo gravar disco inteiro assim. Mas me responde uma coisa… da próxima vez você me deixa te comer em pé contra o vidro da cabine?”
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