Rendição no Museu: Seu Melhor Amigo Finalmente Tomou Meu Cu

Aisha, historiadora de 28 anos, finalmente entrega o cu virgem pro melhor amigo Xavier no museu vazio.

12 min read September 22, 2026New

Aisha tinha vinte e oito anos e o corpo curvilíneo de quem passava o dia inteiro inclinada sobre vitrines e papéis antigos, seios generosos sob o vestido justo preto que usava para o trabalho de historiadora no museu. Xavier, o melhor amigo de trinta anos, fotógrafo oficial das exposições, carregava a câmera e a pasta de fichas enquanto os dois caminhavam pelo salão principal depois que a última porta de segurança se fechou. O museu estava vazio, só o eco das próprias passadas e o cheiro frio de pedra e cera. À sua frente, a nova exposição de esculturas eróticas romanas brilhava sob a luz amarela baixa: corpos de mármore em poses explícitas, falos eretos, bundas abertas, bocas abertas em êxtase eterno.

— Ainda não acredito que a gente tenha que catalogar isso sozinho — murmurou Aisha, parando diante de um sátiro que segurava as nádegas de uma ninfa. Os dedos dela roçaram o catálogo. — Olha o detalhe da penetração. Eles não tinham vergonha de nada.

Xavier riu baixo, a voz rouca que ela conhecia desde a faculdade. Ele se aproximou por trás, o peito quase tocando as costas dela.

— E você tem? — perguntou ele, sem pressa. — Porque eu passo anos olhando essas porra e só consigo pensar numa coisa.

Ela virou o rosto, o coração batendo mais forte. O vestido colava nas curvas, a calcinha já úmida só pela proximidade dele e pelo ar denso do salão.

— Que coisa, Xavier?

Ele não desviou o olhar. Os olhos castanhos estavam escuros, honestos, famintos.

— Foder o seu cu, Aisha. Há anos. Toda vez que você se abaixa pra ajustar uma peça, toda vez que ri e essa bunda balança, eu imagino abrindo você devagar, sentindo você apertar meu pau enquanto geme no meu ouvido. Sem pressa. Até você gozar só com o cu. Eu fantasio nisso desde que a gente era só amigos que tomavam café até tarde. E hoje, aqui, sozinhos… eu não aguento mais guardar.

A confissão caiu entre eles como um peso quente. Aisha sentiu o calor subir do pescoço até as coxas. A calcinha colou de verdade, molhada, a buceta latejando só de ouvir a voz dele descrevendo o que ela mesma tinha escondido tantas noites. Ela engoliu seco, as mãos apertando o catálogo contra o peito.

— Porra, Xavier… — a voz saiu rouca. — Eu também. Eu quero. Quero ser completamente rendida por você esta noite. Quero que você tome o que é virgem e faça o que quiser. Eu já estou molhada só de escutar você falar isso. Me usa. Me fode o cu até eu não aguentar mais ficar em pé.

O ar entre eles ficou elétrico. Xavier soltou a pasta no chão com um baque suave. A mão dele desceu pela lateral do vestido justo, subiu de novo e apertou a bunda dela por cima do tecido, os dedos cravando na carne macia, puxando uma nádega pra abrir o caminho imaginário. Ele se curvou, o queixo roçando a orelha dela.

— Então escuta bem, sua safada gostosa — sussurrou, o hálito quente. — Eu vou abrir esse cuzinho virgem devagarzinho. Vou cuspir nele, chupar, enfiar o dedo até você implorar pelo pau. Vou te foder em cima dessas estátuas se precisar, com a bunda pra cima, gemendo baixo pra ninguém ouvir se o segurança passar. Você vai sentir cada centímetro entrando, vai apertar, vai gozar com o cu cheio. E vai me pedir mais.

Aisha gemeu baixinho, o som preso na garganta. O quadril empinou sozinho contra a mão dele, a bunda esfregando a palma quente, pedindo pressão. O vestido subiu um pouco com o movimento, a barra subindo nas coxas carnudas.

— Mais fundo — pediu ela, a voz trêmula de tesão. — Aperta mais fundo, caralho. Sente como eu estou molhada só de imaginar. Enfia a mão, Xavier. Me toca de verdade.

Ele obedeceu. Os dedos desceram entre as nádegas por cima do vestido, pressionando o tecido fino contra o rabo dela, encontrando o sulco e esfregando ali com força deliberada. Aisha arqueou as costas, as mãos apoiadas na base de mármore de uma escultura de um casal romano em plena penetração. O frio da pedra contrastava com o calor que subia entre as pernas. Xavier mordeu de leve o lóbulo da orelha dela, a outra mão subindo pra apertar um seio por cima do vestido, o mamilo já duro.

— Olha pra essa estátua — mandou ele, sujo e baixo. — Ele tá enfiando nela igual eu vou enfiar em você. Só que o seu cu é meu agora. Você vai dar pra mim aqui, no meio dessas porra antigas, e vai gostar de se sujar. Diz que quer.

— Eu quero — gemeu Aisha, virando o rosto. — Eu quero seu pau no meu cu. Quero doer gostoso. Quero que você me renda de verdade.

A boca dele encontrou a dela com fome. O beijo foi molhado, profundo, línguas se enrolando, dentes roçando lábios. Aisha gemeu dentro da boca dele enquanto ele apertava a bunda com as duas mãos agora, puxando as nádegas pra cima e pra fora, abrindo-a por cima da roupa. O pau dele já estava duro contra a parte de trás da coxa dela, grosso, quente, pulsando. Ela empurrou o quadril pra trás, esfregando a bunda nele, o desejo explodindo sem freio.

Quando o beijo se quebrou por falta de ar, Aisha estava ofegante, as pupilas dilatadas. Sem esperar ordem, ela mesma baixou as mãos, puxou a barra do vestido até a cintura e enfiou os dedos na lateral da calcinha preta. Deslizou o tecido molhado pelas coxas, descendo até os tornozelos, e chutou o lado com o sapato. Ficou nua da cintura pra baixo sob o vestido erguido, a buceta lisa e brilhante de tesão, o cuzinho apertado e virgem exposto ao ar frio do museu e ao olhar faminto de Xavier.

— Toma — sussurrou ela, a voz embargada de tesão e entrega. — É seu. Me come. Me fode o cu como você fantasiou todos esses anos. Eu estou rendida.

Xavier olhou pra baixo, a mão já descendo pra tocar a pele nua, os dedos traçando o caminho entre as nádegas, roçando o buraco fechado que latejava de expectativa. Ele lambeu os lábios, o polegar pressionando de leve o anel apertado, só o bastante pra Aisha tremer e gemer de novo, o som ecoando baixo entre as estátuas de mármore.

— Porra, Aisha… tão apertado. Vai ser delicioso te abrir. Vou te preparar direito. Vou te fazer gozar antes mesmo de enfiar tudo.

Ela empinou mais, as mãos ainda na base fria da escultura, as pernas levemente abertas, o corpo inteiro oferecido. O museu silencioso guardava o cheiro de sexo começando, o suspiro dela, o roçar de pele e tecido. Xavier se ajoelhou atrás dela ali mesmo, entre as figuras romanas, o rosto na altura da bunda dela, e soprou ar quente contra o cuzinho virgem. A língua dele saiu, lenta, lambendo a primeira vez o caminho proibido, e Aisha soltou um gemido mais alto, o quadril tremendo, pedindo mais sem palavras.

Ele chupou, lambendo em círculos, a ponta da língua tentando entrar enquanto os dedos abriam as nádegas dela com força. Aisha sentia cada movimento, a vergonha doce se misturando ao tesão absurdo de estar nua no museu fechado, o melhor amigo devorando o cu dela como se fosse a exposição mais preciosa da noite. O polegar dele substituiu a língua por um instante, pressionando, entrando só a ponta, e ela arqueou as costas com um “ah” longo e sujo.

— Mais… por favor, mais fundo — pediu ela, a voz quebrada. — Me abre. Me deixa pronta pro seu pau.

Xavier subiu de novo, o peito colado nas costas dela, o pau ainda dentro da calça latejando contra a bunda nua. Ele beijou o pescoço dela, os dedos brincando no cuzinho úmido de saliva, entrando um pouco mais a cada respiração. A outra mão desceu pela frente, encontrou a buceta ensopada e esfregou o clitóris com dois dedos firmes, no ritmo certo que ele já conhecia dos relatos safados que ela soltava depois de vinho.

— Você vai gozar assim — prometeu ele no ouvido. — Com o dedo no cu e eu te masturbando. E depois eu vou te foder de verdade. Lento no começo. Até você gritar meu nome baixo pra não acordar os mortos de mármore. Aisha… seu cu é meu esta noite.

Ela balançava o quadril entre as duas mãos dele, perdida, o orgasmo já subindo pela barriga, o vestido amassado na cintura, os seios pesados balançando a cada movimento. As estátuas olhavam com olhos cegos, eternos, testemunhas mudas da rendição que ela tinha escolhido. Xavier enfiou o dedo médio inteiro no cuzinho apertado dela de uma vez só, devagar mas firme, e Aisha mordeu o lábio pra não gritar, o corpo inteiro se contraindo de prazer e da promessa do que ainda viria.

O museu continuava vazio. A noite ainda era longa. E o pau duro de Xavier, preso na calça, pulsava contra a coxa dela, esperando a hora de tomar de vez o que ela tinha acabado de entregar.

Xavier sentiu o corpo de Aisha tremer inteiro quando o orgasmo a pegou de surpresa. O dedo médio enterrado até a junta no cuzinho virgem dela, os outros dois dedos molhados esfregando o clitóris inchado em círculos rápidos, e ela gozou com um gemido abafado, as unhas raspando o mármore frio da base da escultura. A buceta latejou contra a mão dele, o cu apertando o dedo numa contração quente e rítmica que quase o fez gozar na calça. Aisha arqueou as costas, o vestido amassado na cintura, os seios pesados balançando enquanto o prazer atravessava as coxas carnudas e subia pela barriga.

— Porra… Xavier… — ofegou ela, a voz rouca, ainda tremendo. — Eu gozei… só com seu dedo no meu cu. Meu Deus.

Ele tirou o dedo devagar, ouviu o barulhinho molhado, e lambeu a própria saliva misturada ao gosto dela. Depois se levantou, pegou Aisha pela cintura e a guiou poucos passos até um banco de mármore baixo, branco, polido, que ficava bem no meio do salão das esculturas eróticas. A peça era larga o bastante para ela se ajoelhar de quatro, as mãos apoiadas na borda fria, a bunda empinada para trás. Xavier puxou o vestido dela para cima até a axila, deixando os seios livres, e desceu a própria calça. O pau grosso saltou duro, veias saltadas, a cabeça já brilhando de pré-gozo. Aisha olhou por cima do ombro, os olhos escuros, a boca entreaberta.

— Me põe de quatro direito — pediu ela. — Quero sentir você me chupando antes de arrombar.

Xavier se ajoelhou atrás dela. As mãos grandes abriram as nádegas carnudas, expondo o cuzinho rosado, ainda úmido de saliva e um pouco aberto do dedo. Ele cuspiu direto no buraco, viu a saliva escorrer, e enfiou a língua com fome. Lambendo em círculos largos, chupando o anel apertado, enfiando a ponta da língua o mais fundo que conseguia enquanto Aisha gemia alto demais para um museu, o som ecoando entre os sátiros de pedra. Ao mesmo tempo ele enfiou dois dedos na buceta ensopada dela, metendo fundo, curvando as pontas para achar o ponto certo. Aisha empurrou a bunda para trás, o cabelo castanho caindo pelo rosto, o clitóris latejando de novo.

— Assim… chupa meu cu, caralho… enfia a língua… seus dedos na minha buceta estão me deixando louca — ela falava entre gemidos, o cu piscando contra a boca dele. — Eu quero seu pau. Quero doer. Quero você me abrindo.

Xavier chupou mais um pouco, o rosto enterrado, o queixo molhado, até Aisha estar molenga e pedindo sem vergonha. Então se levantou, segurou o pau grosso com uma mão e cuspiu generosamente na cabeça, espalhando a saliva com o polegar, lubrificando o tronco inteiro. A outra mão segurou o quadril dela. Ele encostou a glande quente no cuzinho virgem, pressionou devagar, e Aisha prendeu a respiração.

— Respira fundo — mandou ele, a voz rouca de tesão. — Vou entrar. Lento. Você me avisa se doer demais.

Ela balançou a cabeça, as unhas cravadas no mármore.

— Entra. Me toma. Eu quero.

Xavier empurrou. A cabeça grossa forçou o anel apertado, entrou com um pop molhado, e Aisha soltou um gemido longo, quase um grito abafado, o corpo inteiro rígido por um segundo. O cu dela engoliu só a cabeça, quente, estreito demais, pulsando. Ele parou, acariciou a lombar dela, deu tempo. Depois avançou mais um centímetro, depois outro, sentindo cada milímetro daquele anel virgem se esticando em volta do pau. Aisha gemia sem parar, a buceta pingando no mármore frio, as coxas tremendo.

— Tá… tá entrando tudo… porra, Xavier, é grosso… arromba devagar… não para — a voz dela saía quebrada, cheia de tesão e da dor gostosa que ela mesma pedia. — Meu cu é seu. Enfia fundo.

Ele obedeceu. Foi entrando centímetro por centímetro até o pau sumir inteiro dentro do cu apertado de Aisha, as bolas encostando na buceta molhada dela. Ficou parado um instante, sentindo as contrações quentes esmagarem o tronco, o calor absurdo, o aperto que quase doía de tão bom. Aisha ofegava, a testa apoiada no antebraço, o cabelo grudado no suor do pescoço.

— Move — pediu ela. — Fode. Me fode o cu de verdade.

Xavier puxou quase até sair e meteu de novo, mais fundo. Começou devagar, estocadas longas e pesadas, abrindo caminho, ouvindo o barulho molhado de saliva e pele. A cada investida o cu dela afrouxava um pouco mais, aceitava, pedia. Ele aumentou o ritmo. As mãos firmaram nos quadris largos dela, os dedos cravando na carne macia, e ele passou a meter mais forte, mais fundo, o pau sumindo até a raiz. Aisha empurrava a bunda para trás no mesmo compasso, gemendo baixo e sujo.

— Mais forte… puxa meu cabelo… arromba meu rabo, Xavier… quero sentir você destruindo meu cu virgem — ela implorava, a voz embargada de prazer. — Fode sem dó. Me usa. Goza dentro. Enche meu cu de porra.

Ele agarrou o cabelo castanho dela com uma mão, puxou a cabeça para trás, arqueando ainda mais as costas dela, e meteu com força. As estocadas viraram batidas profundas, o barulho de pele batendo em pele ecoando no salão vazio, misturado aos gemidos dela e aos grunhidos dele. O pau grosso martelava o cuzinho agora dilatado, abrindo e fechando em volta dele a cada retirada. Aisha estava perdida, os seios balançando pesados, a buceta escorrendo banho de lubrificação natural, o orgasmo subindo de novo, diferente, mais fundo, vindo do cu.

— Vou gozar… meu cu tá gozando… Xavier, enche… jorra tudo dentro — ela gritou baixo, o corpo se contraindo.

Xavier meteu até o fundo uma última vez, o pau latejando, e gozou com um gemido gutural. Jatos quentes e espessos encheram o cu apertado de Aisha, jorrando fundo, uma onda atrás da outra enquanto ele continuava a meter curto, esvaziando as bolas nela. Aisha gozou no mesmo instante, o cu contraindo em espasmos fortes em volta do pau dele, a buceta esguichando um pouco no mármore, o prazer branco estourando atrás dos olhos. Os dois ficaram travados assim, ofegantes, suados, o pau ainda latejando dentro do cu cheio.

Demorou para o mundo voltar. Xavier tirou o pau devagar, centímetro por centímetro, vendo o cuzinho de Aisha tentar fechar e falhar. Quando saiu por completo, um filete grosso de sêmen branco escorreu imediatamente do buraco piscando, escorrendo pela perineu até a buceta. Ele se ajoelhou de novo, segurou as nádegas abertas e lambeu. A língua larga limpou o creme quente que vazava, chupou o buraco frouxo, enfiou a ponta para recolher o que ainda restava dentro. Aisha tremeu toda de novo, um segundo orgasmo menor e agudo explodindo só com a sensação da língua quente limpando o cu recém-fodido.

— Caralho… você me fez gozar de novo… lambendo sua porra no meu cu — ela riu ofegante, a voz rouca.

Xavier subiu, beijou a boca dela com gosto de sexo, e os dois se vestiram rindo baixinho, atrapalhados, o vestido dela amassado, a calça dele suja de saliva e gozo. Aisha puxou a calcinha de volta, sentindo o sêmen ainda escorrer devagar entre as nádegas. Xavier guardou a câmera e a pasta.

— Isso foi só o começo — disse ele, a voz ainda rouca, puxando-a pela mão. — Seu cu agora é oficialmente meu. Vamos repetir em casa, no carro, em qualquer lugar. Quantas vezes você aguentar.

Ela entrelaçou os dedos nos dele, o sorriso safado e satisfeito.

— Combinado. Eu me rendi. Pode tomar de novo quando quiser.

Eles saíram do museu de mãos dadas pelo corredor escuro, o cheiro de sexo ainda grudado na pele, as estátuas romanas ficando para trás como testemunhas mudas. A porta de segurança se fechou atrás deles com um clique suave.

E só então Aisha se deu conta de que a câmera de Xavier nunca tinha saído da pasta — todas as fotos eróticas daquela noite existiam apenas na memória dos dois, e era exatamente assim que ela queria que ficasse para sempre.

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