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Desejo Anônimo Revelado no Baile de Fim de Ano

Larissa, 34 anos, trai o marido distraído e leva a porra quente de Marco, 29, no terraço do baile.

14 min read October 09, 2026New

Aos 34 anos, casada há oito anos com Omar, meu marido distraído que mal me tocava há meses e vivia mergulhado em relatórios e reuniões intermináveis, eu me arrumei com todo o cuidado para o baile de fim de ano da empresa dele. Escolhi um vestido vermelho-escuro, justo no corpo, que marcava meus quadris largos e apertava meus seios cheios de 34 anos, deixando um decote generoso que mostrava o vale entre eles. O tecido sedoso roçava na minha pele sensível, e por baixo eu vestia apenas uma calcinha de renda preta, fina, que mal cobria minha buceta depilada. Omar, com seus 42 anos, mal olhou para mim quando saímos de casa. “Está bom”, murmurou, ajustando a gravata, e passou a viagem inteira no celular. Eu me sentia invisível, mas também livre. No fundo, eu sabia que aquela noite poderia ser diferente.

O salão do último andar do prédio corporativo estava lotado. Luzes douradas giravam no teto, a banda tocava uma versão lenta de um samba moderno e casais rodopiavam na pista de dança. Cheiros de perfume caro, whisky e suor se misturavam no ar quente. Omar me deixou sozinha em menos de dez minutos, indo direto para o bar com os diretores. “Fica à vontade, Larissa. Vou falar com o pessoal”, disse sem nem me olhar nos olhos. Eu sorri como a esposa perfeita, acenando para conhecidos, mas por dentro meu corpo já vibrava de tédio e algo mais. Foi quando nossos olhares se cruzaram pela primeira vez.

Marco estava do outro lado da pista, aos 29 anos, gerente de projetos recém-promovido que trabalhava direto com Omar. Eu só o conhecia de fotos no grupo do WhatsApp e de conversas rápidas pelo celular, quando ele ligava para meu marido e eu acabava atendendo. Na tela ele já me parecia atraente, mas ao vivo era devastador. Alto, pele morena, cabelo preto bem cortado, ombros largos dentro de um terno preto que não escondia o peito definido. Seus olhos castanhos escuros me encontraram no meio da multidão dançante e ficaram presos. Senti um choque quente descer pela minha espinha até o meio das pernas. Meu rosto esquentou. Ele não desviou. Pelo contrário, me avaliou devagar: desceu o olhar pelos meus seios, pela curva da cintura, parou na minha bunda e subiu de novo. O desejo era cru, proibido, impossível de disfarçar. Meu coração batia tão forte que eu jurava que ele conseguia ver. “Meu Deus, Larissa, o que é isso?”, pensei, apertando as coxas uma na outra. Minha buceta pulsou uma vez, como se já soubesse o que viria. Ele sorriu de canto, um sorriso safado que fez meus mamilos endurecerem contra o tecido do vestido. Nenhum dos dois conseguia fingir que não estava acontecendo. O ar entre nós parecia carregado de eletricidade, mesmo com dezenas de pessoas dançando ao redor.

Enquanto Omar ria alto no bar, já no terceiro copo de whisky com os chefes, Marco atravessou a pista com passos decididos. Ele me pegou pelo cotovelo, firme mas sem violência, e me puxou para um canto escuro atrás de uma coluna de mármore, onde a luz mal chegava e a música virava apenas um pulsar grave. Meu corpo inteiro reagiu ao toque dele. Senti o calor da palma da sua mão através do tecido fino do vestido.

— Larissa… porra, você é muito mais gostosa pessoalmente — murmurou ele, a voz baixa e rouca, o corpo alto se inclinando sobre mim. Seu perfume amadeirado invadiu meu nariz.

Eu respirei fundo, sentindo a calcinha já úmida.

— Marco, você é louco? Meu marido está ali do lado…

— E mesmo assim eu passo semanas inteiras fantasiando com você nas reuniões online — confessou ele sem rodeios, os olhos fixos na minha boca. — Quando você aparecia atrás dele na câmera, de robe ou com aquela blusa decotada, eu ficava de pau duro debaixo da mesa. Imaginava você de joelhos, chupando minha rola enquanto ele falava de metas.

Suas palavras me acertaram como um tapa quente. Eu me molhei ainda mais, sentindo um fiozinho de excitação escorrer. Meu interior confessava o mesmo: nas videochamadas, eu saía da sala, trancava a porta do quarto e metia dois dedos na buceta pensando naquele homem mais novo, imaginando ele me comendo enquanto Omar trabalhava no escritório ao lado.

— Eu também fantasiava, Marco — admiti, a voz tremendo de tesão. — Tocava minha buceta casada pensando em você me fodendo. Isso é traição pura, mas eu quero. Quero pra caralho.

Ele soltou um gemido baixo e se aproximou mais, colando o corpo no meu. Senti sua ereção grossa pressionando minha barriga através da calça. Sua mão desceu pela minha cintura, apertando minha bunda por cima do vestido.

— Eu quero te foder agora, Larissa. Quero meter fundo nessa bucetinha traidora aqui mesmo, no meio da festa do seu marido.

Eu estava encharcada. Empurrei meu corpo contra o dele, roçando minha virilha na sua coxa dura, sentindo meus seios apertados contra seu peito. Meu clitóris latejava. O risco de Omar virar a cabeça e nos ver só aumentava o tesão.

— Então me leva pra algum lugar — sussurrei no ouvido dele, mordendo o lóbulo de leve. — Eu não aguento mais. Quero sentir você dentro de mim.

Sem mais palavras, ele segurou minha mão e me guiou pelos corredores laterais até o elevador de serviço. Subimos até o terraço do prédio, um espaço aberto e vazio usado só para fumantes em dias normais. Àquela hora, com a festa rolando lá embaixo, estava completamente deserto. O vento frio da noite bateu no meu rosto quente, mas não diminuiu o fogo que queimava entre minhas pernas.

Assim que a porta de acesso se fechou atrás de nós, eu não esperei. Me ajoelhei no piso frio de concreto, abri o cinto e o zíper dele com pressa e tirei aquele pau grosso para fora. Era lindo, pesado, veias grossas pulsando, a cabeça rosada brilhando de pré-gozo. Meu boca encheu de água. Eu o segurei pela base e engoli tudo, fundo, até sentir a glande bater no fundo da minha garganta. Chupei com fome, babando, subindo e descendo a cabeça enquanto minha mão massageava as bolas cheias. Marco agarrou meu cabelo com as duas mãos, gemendo rouco:

— Isso, sua vadia safada do marido. Chupa essa rola como a puta casada que você é. Olha só como engole tudo… porra, Larissa, você mama melhor do que eu imaginava.

As palavras degradantes me deixaram ainda mais molhada. Eu gemia com o pau na boca, vibrando em torno dele, sentindo meu próprio mel escorrendo pelas coxas. Chupei com vontade, lambendo as veias, sugando a cabeça inchada, olhando para cima para ver o prazer no rosto dele. Meu queixo babava, lágrimas de esforço escorriam, mas eu não parava.

Ele me puxou pelos cabelos, me levantou e me virou contra a mureta de concreto que dava vista para a cidade. Levantou meu vestido até a cintura, rasgou minha calcinha com um puxão seco — o som do tecido rasgando me fez gemer alto — e enfiou dois dedos na minha buceta encharcada só para sentir o quanto eu estava pronta.

— Molhada pra caralho… toda melada pra mim.

Então ele meteu. O pau grosso abriu meus lábios e entrou até o fundo de uma vez só. Eu gritei de prazer, agarrando a mureta. Ele começou a foder forte, de quatro, segurando meus quadris, batendo a virilha contra minha bunda com estalos molhados. Cada estocada profunda fazia meus seios balançarem dentro do vestido.

— Me fode mais, Marco! Mais forte! Quero sentir esse pau me arrombando! — implorei, a voz rouca de tesão.

Ele acelerou, uma mão subiu e apertou meu seio por cima do tecido, beliscando o mamilo. O ângulo fazia a cabeça da rola bater exatamente no meu ponto G. Eu estava perto de gozar quando ele saiu de dentro de mim, sentou num banco largo de madeira e me puxou.

— Vem cavalgar, vadia. Quero ver esses peitos enquanto você me monta.

Tirei os seios para fora do decote, os mamilos duros apontados para ele, e montei. Desci devagar no pau melado, sentindo cada centímetro me abrir. Comecei a cavalgar com força, rebolando, subindo e descendo enquanto ele chupava meus mamilos com vontade. O vento batia nos meus peitos expostos, o som da festa distante chegava como um pulsar. Eu cavalgava cada vez mais rápido, sentindo o orgasmo subir.

— Goza dentro de mim, Marco… enche essa buceta casada de porra quente!

Nós gozamos juntos. Meu corpo inteiro tremeu, a buceta apertando o pau dele em espasmos fortes. Ele gemeu alto, segurando minha cintura, e eu senti jatos grossos e quentes de porra invadindo fundo, pintando minhas paredes internas. Fiquei ali, sentada nele, pulsando, recebendo cada gota enquanto o orgasmo nos consumia.

Ofegantes, suados apesar do vento, nos beijamos de forma suja, línguas se enroscando, o gosto do meu mel e do pau dele ainda na minha boca. Ele mordeu meu lábio inferior e sussurrou:

— Isso fica nosso segredo anual, Larissa. Todo baile de fim de ano, você vai ser minha de novo. Entendeu?

Eu assenti, ainda sentindo o pau dele amolecendo dentro de mim.

— Nosso segredo… — respondi, a voz fraca.

Levantei devagar. A porra dele começou a escorrer imediatamente pela minha coxa, grossa e quente, descendo até o joelho. Minha calcinha rasgada estava no meu bolso. Ajeitei o vestido, limpei o canto da boca e voltei para o elevador com as pernas bambas, o coração disparado. Quando as portas se abriram no andar da festa, vi Omar vindo na minha direção, copo na mão, sorriso bêbado no rosto. A porra de Marco ainda vazava de mim, marcando minhas coxas por baixo do vestido vermelho. Eu sorri para meu marido como a esposa perfeita, mas por dentro meu corpo ainda latejava, sabendo que aquele desejo anônimo agora tinha nome, gosto e endereço certo. E que isso estava longe de acabar.

Enquanto eu sorria para Omar como a esposa perfeita, sentindo as pernas bambas e a porra quente de Marco ainda vazando da minha buceta e descendo pelas coxas, ele se aproximou com aquele olhar vidrado de whisky que eu conhecia tão bem. Seus 42 anos de executivo viciado em relatórios o faziam parecer distante mesmo ali, colado em mim na beira da pista. A mão dele deslizou pela minha cintura larga, apertando de leve o tecido vermelho-escuro do vestido que ainda guardava o cheiro de sexo no ar. Cada passo que eu dava fazia o sêmen grosso escorrer mais, um fio quente e viscoso que descia pela parte interna da minha coxa esquerda, ameaçando chegar até a barra do vestido. Minha buceta, aos 34 anos, ainda pulsava inchada, sensível, as paredes internas latejando com a memória do pau grosso que tinha me arrombado no terraço minutos antes.

— Você está corada, Larissa. Parece que dançou bastante — murmurou Omar, puxando-me para um abraço lento ao som da balada que a banda tocava agora, violinos misturados com um batida suave de samba. O hálito dele cheirava a bebida cara, e o corpo dele pressionava o meu sem qualquer fogo real. Eu sentia o pau dele mole contra minha barriga, contrastando com a ereção de ferro de Marco que eu ainda carregava na memória.

— Só o calor da festa, amor. Subi no terraço para pegar um ar fresco, o vento da noite ajuda — respondi, a voz doce e treinada de esposa dedicada. Por dentro, meu pensamento era puro fogo: “Se você soubesse que o ar que eu peguei foi enquanto o Marco de 29 anos, seu gerente de projetos, metia até o talo nessa buceta casada e me enchia de porra quente, você talvez acordasse do seu torpor de trabalho”. A calcinha rasgada pesava no bolso do vestido, um troféu molhado. Meu clitóris roçava no tecido a cada movimento da dança, enviando choques de tesão renovado. Eu apertava as coxas, sentindo o mel misturado com a porra dele vazar mais, molhando minha pele e talvez até o chão lustroso. O risco me deixava encharcada de novo. Trair bem debaixo do nariz dele era melhor que qualquer preliminar.

A dança durou menos de três músicas. Omar recebeu uma mensagem, franziu a testa e se afastou mais uma vez, murmurando sobre uma ligação rápida com o time da Ásia. “Fica à vontade, volto em dez minutos.” Ele nem esperou resposta. Assim que a silhueta dele sumiu entre os diretores rindo alto no bar, meus olhos encontraram Marco do outro lado do salão. Ele estava encostado numa coluna de mármore, terno preto impecável, cabelo preto ligeiramente bagunçado do nosso encontro anterior. O olhar dele desceu pelo meu corpo como antes: seios cheios pressionados no decote, quadris largos, a curva da bunda que ele tinha apertado com força. Meu coração disparou. A buceta contraiu, empurrando mais porra para fora. Eu não queria só lembrar. Eu queria mais. A escalada era inevitável, meu corpo pedia outro round ali mesmo, no meio da festa do meu marido.

Caminhei até ele devagar, fingindo interesse numa taça de champanhe no bar. O ar entre nós carregava eletricidade de novo. Marco se inclinou, voz baixa e rouca só para mim:

— Não aguentou, né, Larissa? Ainda está sentindo minha porra escorrendo? Sua bucetinha traidora de 34 anos já quer levar outra carga.

— Quero pra caralho, Marco — sussurrei de volta, mordendo o lábio inferior. — Meu marido está bêbado e distraído como sempre. Eu ainda estou melada, vazando você pelas coxas. Me leva pra algum lugar agora. Eu preciso sentir esse pau me abrindo de novo.

Ele não perdeu tempo. Segurou meu cotovelo com aquela firmeza que eu já adorava e me guiou pelos corredores laterais, evitando a multidão. Entramos num escritório vazio no mesmo andar, uma sala ampla com mesa de mogno, cadeiras de couro preto e janelas enormes que mostravam a cidade inteira brilhando lá embaixo. A porta se fechou com um clique seco. O som da festa virou apenas um pulsar distante. Marco me empurrou contra a mesa, boca colando na minha num beijo sujo, línguas se enroscando com fome. As mãos grandes dele subiram, apertando meus seios por cima do vestido, beliscando os mamilos até eu gemer na boca dele.

— Porra, você é viciada agora. Traidora safada — rosnou ele, descendo o zíper da calça. O pau grosso saltou, pesado, veias pulsando, a cabeça rosada ainda com restos do nosso gozo anterior. — De joelhos. Quero ver você limpando o que sobrou antes de eu te arrombar de novo.

Eu me ajoelhei no carpete macio, boca cheia d’água. Segurei a base grossa e engoli tudo, fundo, até o nariz encostar na barriga dele. Chupei com vontade, babando grosso, subindo e descendo a cabeça enquanto minha mão massageava as bolas cheias. O gosto salgado misturado com meu próprio mel me deixava louca. Marco agarrou meu cabelo, fodendo minha garganta devagar.

— Isso, mama gostoso, sua puta casada. Enquanto o Omar fala de metas lá fora, você está aqui engolindo a rola do amante. Olha como baba toda, vadia. Você mama melhor que qualquer mulher solteira que eu já fodi.

As palavras dele me molhavam inteira. Eu gemia vibrando no pau, uma mão entre minhas pernas esfregando o clitóris inchado, sentindo a porra dele escorrer pelos meus dedos. Meu interior confessava tudo: eu nunca tinha sido comida assim na vida. Omar mal me tocava há meses; Marco, aos 29, me tratava como a puta que eu descobria que queria ser.

Ele me puxou pelos cabelos, me virou e me curvou sobre a mesa fria. O vestido subiu até a cintura, bunda empinada. Ele se ajoelhou atrás de mim, língua invadindo minha buceta melada sem piedade. Lambeu tudo — a porra que ele mesmo tinha deixado, meus sucos, o mel que escorria sem parar. O som molhado enchia a sala, obsceno, delicioso. Eu empinava mais, rebolando no rosto dele.

— Ah, caralho, Marco… lambe tudo que você gozou dentro de mim… eu sou sua vadia, só sua… meu marido nunca me comeu assim — gemi, voz rouca, corpo tremendo. Ele sugava meu clitóris, enfiava a língua fundo, dois dedos abrindo meu cu de leve só para me provocar. O orgasmo me acertou forte, pernas tremendo, buceta esguichando no queixo dele enquanto eu mordia o próprio braço para não gritar.

Sem me dar descanso, Marco se levantou e meteu o pau até o fundo de uma vez. O estalo molhado ecoou. Ele segurou meus quadris largos, metendo forte, rápido, a virilha batendo na minha bunda com tapas ritmados. Cada estocada fazia meus seios balançarem soltos dentro do decote, mamilos roçando no mogno da mesa. A vista da cidade piscava lá fora, mas eu só sentia ele me abrindo, me possuindo.

— Toma essa rola, Larissa. Sente como eu te arrombo melhor que o seu marido distraído. Essa buceta casada foi feita pra mim — ele grunhia, uma mão descendo para esfregar meu clitóris enquanto metia. Eu gozei de novo, apertando o pau dele em espasmos, mel escorrendo pelas bolas dele.

Ele me virou, sentou na cadeira do diretor e me puxou para cima, de frente. Meus seios pularam para fora do vestido inteiro agora, pesados, mamilos duros apontados para a cara dele. Eu desci no pau melado devagar, sentindo cada centímetro me esticar novamente. Comecei a cavalgar forte, rebolando, subindo até quase sair e descendo com tudo. Marco chupava meus mamilos com fome, mordendo, sugando, mãos apertando minha bunda aberta.

— Rebola mais, puta. Mostra como você quer trair. Goza no pau que te enche enquanto o Omar espera lá fora — ele ordenava entre chupadas. Eu cavalgava cada vez mais rápido, suor escorrendo entre meus seios, o som molhado da buceta engolindo a rola enchendo o escritório. O terceiro orgasmo me rasgou por dentro, corpo inteiro convulsionando, buceta apertando tanto que ele não aguentou.

Marco gemeu rouco, segurou minha cintura com força e gozou pela segunda vez, jatos grossos e quentes pintando minhas paredes mais fundo ainda. Eu fiquei sentada nele, pulsando, recebendo cada gota, sentindo o volume aumentar dentro de mim. Nós nos beijamos sujos, línguas enroscadas, baba misturada, ofegantes e suados.

Depois de minutos, nos arrumamos rápido. Eu limpei as coxas com lenços de papel da mesa, mas era inútil — a porra dele continuava vazando, marcando minha pele. Ajeitei o vestido, passei a mão no cabelo bagunçado e saí primeiro. Voltei para o salão com as pernas moles, um sorriso satisfeito que eu mal conseguia disfarçar. Omar me esperava perto da saída, copo vazio na mão, olhar cansado mas carinhoso.

— Vamos pra casa, Larissa? A noite foi longa demais.

No carro, dirigindo pelas avenidas escuras da madrugada, eu cruzava as pernas com força, sentindo o fluxo constante de porra escorrendo e manchando o banco de couro. Meu corpo doía gostoso, buceta inchada, seios marcados, mente cheia de imagens sujas. Eu olhava pela janela, a cidade passando, pensando que aquilo não ia parar no baile. Marco tinha meu número agora. Eu queria mais. Queria ele na minha cama, no meu carro, em todo lugar onde Omar não olhasse.

Chegamos em casa. Omar fechou a porta da sala, acendeu a luz baixa e me olhou com um brilho que eu nunca tinha visto nos oito anos de casamento. Ele não parecia mais bêbado. Parecia lúcido, calmo, quase... satisfeito. Meu coração deu um salto quando ele sorriu devagar e disse:

Eu sei de tudo, Larissa. Na verdade, fui eu que pedi ao Marco para te seduzir esta noite no terraço e no escritório, porque o desejo anônimo sempre foi o meu presente pra te fazer feliz de novo.

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