Dare da Amiga que Virou Beijo no Telhado
Duas amigas safadas se pegam no telhado da festa, lambendo buceta até gozarem na cara uma da outra.
O barulho da festa subia pelas paredes como um motor cansado, batidas graves, risadas altas, alguém gritando o nome de quem já estava bêbado demais. Aline, vinte e quatro anos, puxou Júlia pela mão no corredor estreito e apontou a escada de serviço que levava ao terraço. O shortinho jeans dela subia a cada degrau, o tecido grosso raspando a bunda redonda; a regata branca colava nos peitos, mamilos marcando sem sutiã. Júlia, um ano mais nova, vinha atrás rindo baixo, o shortinho preto quase sumindo entre as coxas grossas, a regata vermelha molhada de suor no meio das costas.
— Se a gente ficar mais um minuto ali embaixo eu mato alguém — murmurou Aline, empurrando a porta enferrujada. O ar quente da madrugada bateu no rosto delas, cheiro de asfalto quente e cigarro velho. O telhado era plano, cimento quente ainda guardando o calor do dia, e as luzes da cidade piscavam longe. Elas se sentaram lado a lado, ombros se tocando, pernas dobradas.
Desde o ensino médio as duas se provocavam. Comentário safado no grupo, olhar demorado no espelho do banheiro, mão “sem querer” na cintura na balada. Nunca tinham cruzado a linha. Naquela noite a linha parecia ter derretido. Aline sentia o calor subindo entre as próprias coxas, a calcinha já úmida só de olhar o decote aberto da amiga. Júlia passava a língua no lábio inferior sem perceber, os olhos escuros fixos na boca da Aline.
— Cigarro? — Júlia acendeu um, puxou fundo e passou. Os dedos se tocaram. Aline tragou, soltou a fumaça devagar e sentiu a mão da amiga pousar na própria coxa, sem disfarce, polegar desenhando círculos na pele quente logo acima do joelho.
— Porra, Aline… esse corpo. — A voz de Júlia saiu rouca. — Sempre te olhei escondida no vestiário. Essas coxas, essa bunda… tô molhada só de sentar aqui do teu lado.
Aline soltou uma risada safada, baixinha, e abriu um pouco mais as pernas. A mão de Júlia subiu mais um pouco, unhas raspando a parte interna da coxa.
— Sempre quis provar o gosto da tua boca, Júlia. Sério. De noite eu penso nisso e me toco. Quero saber se tu beija igual fala putaria.
Elas se aproximaram devagar, o cigarro esquecido entre os dedos de Aline. O primeiro beijo foi quente e molhado, lábios se abrindo logo, línguas se encontrando no meio. Júlia gemeu dentro da boca da amiga, um som curto e faminto. Aline mordeu o lábio inferior dela, chupou a língua, puxou o ar pelo nariz. O gosto de cigarro e cerveja se misturou com saliva. Nenhuma das duas puxou pra trás. As mãos de Aline foram pro cabelo de Júlia, puxando com força; a mão de Júlia subiu por baixo da regata, pegando o peito firme, apertando o mamilo já duro.
— Porra… — Aline sussurrou contra a boca dela. — Não para. Não quero parar.
— Nem eu. — Júlia beijou o pescoço, chupou a pele logo abaixo da orelha. — Quero te comer aqui mesmo.
Elas se beijavam com fome agora, respiração pesada, corpos se virando um pro outro no cimento quente. Aline puxou a regata de Júlia pra cima, expôs os peitos cheios, mamilos escuros e duros. Baixou a cabeça e chupou um, depois o outro, língua girando, dentes raspando de leve. Júlia arqueou as costas, a mão na nuca da amiga, empurrando mais. Aline enfiou a mão dentro do shortinho apertado de Júlia, por baixo da calcinha fina, e encontrou a buceta encharcada, lábios inchados, clitóris duro sob o dedo. Esfregou em círculos apertados enquanto chupava o mamilo.
— Assim… porra, Aline, mais forte — gemeu Júlia, abrindo as pernas. O shortinho limitava o movimento; Aline puxou o elástico pra lado e meteu dois dedos devagar, sentindo as paredes quentes apertarem. O polegar continuava no clitóris. Júlia gozava prévios nos dedos dela, um fio viscoso escorrendo.
Júlia não aguentou ficar só recebendo. Empurrou Aline de costas no telhado, o cimento quente na pele da lombar. Puxou o shortinho jeans e a calcinha de uma vez só, descendo pelas pernas. A buceta de Aline brilhou à luz fraca da rua, lábios rosados abertos, clitóris saltado, mel escorrendo até o cu. Júlia lambeu o próprio lábio e desceu a boca sem cerimônia. Língua larga passando de baixo pra cima, chupando os lábios, enfiando a ponta na entrada e puxando pra fora. Depois fechou a boca no clitóris e chupou com vontade, gemendo vibração, saliva misturando com o gosto azedo e doce da amiga.
— Caralho, Júlia… come essa buceta — Aline puxou o cabelo dela, rebolando contra a boca. — Mama esse clitóris, porra. Tô gozando já.
Júlia enfiou a língua fundo, depois dois dedos, curvou, achou o ponto e massageou enquanto chupava. Aline tremia, coxas apertando a cabeça da amiga. Mas ela queria mais. Puxou Júlia pra cima, beijou a boca lambuzada de porra dela mesma, e virou o corpo. Em segundos estavam no 69, Aline por cima, joelhos ao lado da cabeça de Júlia, boceta pingando na cara da amiga. Júlia segurou as nádegas, abriu e enterrou a língua de novo. Aline baixou a cabeça entre as coxas de Júlia, puxou o shortinho pra baixo de vez e devorou a buceta molhada com a mesma fome — língua fundo, nariz no clitóris, dedos entrando e saindo, curvados, molhando até o pulso.
Os gemidos saíam altos demais pro telhado, mas foda-se. Cada uma chupava e enfiava língua e dedos na outra, sucos escorrendo no queixo, no nariz, molhando o cabelo. Aline sentia a língua de Júlia tremer dentro dela e respondia enfiando três dedos na amiga, fudendo com força enquanto chupava o clitóris inchado. Júlia rebolava pra cima, enfiando a cara mais fundo na buceta da Aline, gemendo abafado, saliva e mel escorrendo pela garganta.
— Vou gozar na tua cara — Aline avisou, a voz quebrada. — Toma tudo.
— Goza, porra. Enche minha boca — Júlia murmurou contra a carne molhada e chupou mais forte, dedos entrando e saindo rápido.
Aline gozou primeiro, o corpo inteiro travando, buceta pulsando na língua da amiga, um jato quente molhando o queixo e a boca de Júlia. Ela continuou chupando enquanto gozava, gemendo alto demais, e em poucos segundos Júlia veio atrás — coxas tremendo, dedos da Aline enfiados até o fundo, língua lambendo o clitóris sem parar. O gozo dela escorreu grosso na cara de Aline, melando lábios, nariz, pingando no peito. As duas ficaram se engasgando nos sucos uma da outra, lambendo devagar enquanto os espasmos ainda batiam.
Quando o tremor passou, elas se desvencilharam devagar, corpos suados colados no cimento quente. Aline se virou e beijou Júlia de novo, agora mais lento, lambendo o próprio gosto da boca da amiga. Júlia chupou os dedos de Aline, um por um, limpando a porra que ainda brilhava neles. Riram baixinho, felizes, ofegantes, o peito subindo e descendo.
— Porra… — Aline passou a língua no lábio de Júlia de novo. — Isso foi melhor do que eu imaginava.
Júlia puxou ela pra perto, perna jogada por cima da coxa da amiga, mão ainda acariciando a buceta úmida de leve, só pra sentir o calor. Beijou o ombro suado.
— Isso vai virar o nosso vício, Aline. Eu já tô pensando na próxima. Quero te foder com a língua de novo amanhã. E quero que tu me foda também… com os dedos, com a boca, do jeito que tu quiser. Mas tem uma coisa — a voz dela baixou, safada, colada no ouvido. — Lá embaixo ainda tem gente. Se a gente descer agora cheirando a buceta uma da outra, alguém vai notar. E eu não quero parar por aqui. Quero mais. Quero que tu me chupe de novo antes da gente voltar. Ou… a gente pode ficar aqui em cima e eu te conto o que eu sempre fantasiei fazer contigo no banheiro da faculdade.
Aline sentiu a buceta latejar de novo só de ouvir. O ar ainda quente, o cheiro de sexo no telhado, a boca de Júlia brilhando de gozo. Ela sorriu, passou o polegar no lábio inferior da amiga e sussurrou:
— Conta. E enquanto tu conta, eu já começo a te preparar pra segunda rodada.
Aline não esperou nem um segundo. A mão dela já descia de novo entre as coxas abertas de Júlia, dois dedos escorregando fácil pela buceta ainda encharcada, o polegar apertando o clitóris inchado em círculos lentos e sujos. Júlia arqueou, soltou um gemido baixo e apoiou o cotovelo no cimento quente, a voz saindo rouca enquanto Aline começava a foder devagar.
— No banheiro da faculdade… no terceiro andar, aquele do fundo que quase ninguém usava. Eu te via entrar depois da aula de anatomia, shortinho colado nessa bunda, e eu ficava molhada só de imaginar trancar a porta da cabine contigo. Te empurrar contra a parede, puxar a calcinha pro lado e enfiar a língua fundo enquanto tu mordia o próprio braço pra não gritar. Eu queria te chupar até tu gozar escorrendo na minha boca, Aline… e depois te virar de quatro no vaso, abrir essa bunda e lamber teu cu também, bem devagar, enquanto metia três dedos na buceta.
Aline gemeu contra o pescoço dela, os dedos acelerando, curvando, esfregando o ponto com força. O mel de Júlia já pingava no pulso dela de novo.
— Continua — mandou Aline, a boca descendo pro peito, chupando o mamilo duro até a carne ficar vermelha. — Fala mais putaria. Quero ouvir tudo enquanto te fodo.
Júlia rebolava nos dedos, coxas tremendo, a mão puxando o cabelo da amiga.
— Eu te imaginava de joelho no chão sujo do banheiro, chupando minha buceta com a cara toda molhada, eu segurando tua cabeça e gozando direto na tua língua. Depois eu te sentava no meu colo, esfregava minha buceta na tua até a gente gozar juntas, sujando a calça uma da outra. Porra, Aline… eu gozei tantas vezes sozinha pensando nisso. Pensando no gosto da tua buceta, no cheiro, no jeito que tu ia gemer meu nome.
Aline puxou os dedos, lambou devagar na frente dela e desceu de uma vez, abrindo as coxas de Júlia com as mãos e enterrando a cara. Língua larga, faminta, chupando os lábios inchados, enfiando fundo, nariz esmagado no clitóris. Júlia gritou baixinho, a mão na nuca da amiga, empurrando mais. O cimento queimava nas costas, o ar da madrugada cheirava a sexo e suor, e Aline não parava — chupava, gemia vibração, metia a língua e os dedos ao mesmo tempo, fudendo a buceta molhada com vontade de vício.
— Assim, caralho… come tudo — Júlia rebolava contra a boca, a voz falhando. — Mama essa buceta que é tua agora. Quero gozar de novo na tua cara.
Aline ergueu a cabeça só o suficiente pra falar, o queixo brilhando de porra:
— Vai gozar e eu vou lamber cada gota. Depois tu me come de novo. Quero tua língua no meu cu também.
Ela voltou a chupar com fome, três dedos entrando e saindo rápido, o polegar pressionando o cu apertado de Júlia, só a ponta entrando, provocando. Júlia veio forte, o corpo inteiro travando, um jato quente escorrendo pela boca e pelo pescoço de Aline. Aline não tirou a cara — engoliu, lambeu, chupou o clitóris pulsando até Júlia se contorcer e puxar o cabelo dela pra longe, ofegante.
— Porra… vem cá — Júlia puxou Aline pra cima, beijou a boca lambuzada, trocando saliva e gozo. — Agora é minha vez de te foder de verdade.
Ela virou Aline de quatro no telhado, a bunda empinada, a buceta aberta e pingando. Júlia ajoelhou atrás, abriu as nádegas com as duas mãos e lambeu de baixo pra cima numa só passada longa — buceta, perineu, cu. Língua plana, molhada, entrando no cu apertado enquanto os dedos voltavam pra buceta de Aline, enfiando fundo, curvando. Aline rebolava pra trás, gemendo alto demais, o rosto apoiado no braço.
— Isso… lambe meu cu, Júlia. Mete a língua. Porra, que delícia.
Júlia chupou o cu dela com vontade, saliva escorrendo, depois enfiou a língua e os dedos juntos na buceta, fudendo sem piedade. A mão livre desceu pro próprio clitóris, se esfregando enquanto comia a amiga. O som molhado ecoava no terraço vazio, peitos balançando, suor escorrendo pelas costas. Aline gozou de novo em segundos, o corpo tremendo, a buceta apertando os dedos de Júlia num espasmo forte, mel escorrendo pela coxa.
Mas não pararam. Júlia deitou de costas, puxou Aline pra cima num 69 invertido de novo, só que agora mais bruto. Aline sentou na cara dela com tudo, rebolando, esfregando a buceta molhada na boca e no nariz de Júlia enquanto baixava a cabeça e devorava a outra. Elas chupavam com barulho, sucos pingando no peito, nas coxas, no cabelo. Dedos entrando e saindo, línguas fundo, unhas cravando na bunda uma da outra. O cheiro era puro sexo, o gosto azedo e doce misturado na boca.
— Vou gozar de novo… toma na cara, caralho — Aline avisou, a voz quebrada, e veio forte, jorrando na boca aberta de Júlia. Júlia engoliu o que pôde, lambeu o resto, e gozou quase junto, as coxas batendo na cabeça de Aline, o mel grosso escorrendo pelo queixo da amiga.
Elas ficaram assim um tempo, lambendo devagar, limpando uma à outra com a língua, beijando a buceta ainda latejando, o corpo inteiro mole e quente. Depois rolaram pro lado, suadas, o cimento agora grudando na pele. Aline puxou a regata de Júlia de volta só pra cobrir um pouco, mas a mão dela continuava entre as pernas da amiga, acariciando devagar, só sentindo o calor.
Júlia riu baixinho, ofegante, e beijou a boca de Aline de novo, lenta, suja.
— Tu é viciada nisso agora, né? Eu também. Já tô molhada de novo só de pensar.
Aline passou o polegar no lábio inferior dela, ainda brilhando de gozo.
— Conta o resto da fantasia. Ou melhor… a gente realiza. Mas não hoje. Hoje a gente desce cheirando a buceta mesmo e foda-se se alguém notar.
Júlia puxou ela pra perto, a perna jogada por cima, a boca colada no ouvido.
— Olha… amanhã à noite eu tenho a casa vazia. Minha mãe viaja. Tu vem. Eu quero te amarrar na cama com aquela gravata preta que tu gosta, te chupar até tu chorar, e depois te foder com aquele vibrador grosso que eu tenho escondido. Quero te ouvir gritar meu nome sem se preocupar com vizinho. E de manhã eu te acordo com a língua na buceta de novo. A gente passa o fim de semana inteiro se comendo. Eu já tô planejando: compro vinho, deixo a cama pronta, e quando tu chegar eu te puxo pelo cabelo direto pro quarto. Sem enrolação. Só buceta na boca o tempo todo.
Aline sentiu a buceta latejar forte só de ouvir o plano. Sorriu safada, mordeu o pescoço de Júlia e sussurrou de volta:
— Combinado. Eu já tô molhada de novo. Amanhã eu chego cedo. E leva o vibrador mesmo… porque eu quero te foder com ele também enquanto te chupo. Isso aqui no telhado foi só o começo. Agora a gente vicia de verdade.
Elas se beijaram mais uma vez, lento e molhado, as mãos ainda explorando o corpo quente uma da outra. Lá embaixo a festa continuava barulhenta, mas no terraço só restava o cheiro de sexo e a promessa suja do dia seguinte. Júlia já estava calculando o horário, a mensagem que mandaria de manhã, o jeito que ia abrir a porta só de calcinha. Aline já imaginava a cama, o gosto dela de novo, o corpo inteiro disponível. Nenhuma das duas queria descer ainda. Mas quando descessem, já sabiam: amanhã começava o vício de verdade.
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