Primeira Rendição no Estoque do Mercado

Step-madrasta casada de 41 anos chupa e leva porra do enteado de 22 no estoque do supermercado.

14 min read September 25, 2026New

O supermercado já tinha fechado há mais de uma hora. As luzes da loja estavam apagadas, restando apenas o brilho amarelado e fraco das lâmpadas de emergência no estoque. Lucas, vinte e dois anos, repositor há quase três, arrumava as últimas caixas de enlatados no fundo do depósito quando ouviu o clique da porta metálica. Clara entrou. Quarenta e um anos, casada com o pai dele há seis, cabelo castanho preso num coque frouxo, blusa justa demais para uma noite de inventário e aquela saia midi preta que marcava o volume generoso das coxas.

— Seu pai mandou eu vir te ajudar — disse ela, a voz baixa, quase rouca no silêncio. — Disse que o inventário de arroz e óleo não pode esperar até amanhã.

Lucas engoliu em seco. Sempre fora assim entre eles: olhares longos demais na mesa de jantar, mãos que “esbarravam” no corredor de casa, o cheiro do perfume dela impregnando a camisa dele quando ela passava perto. Nunca uma palavra. Só o peso daquilo que não podia existir.

— Pode deixar as anotações ali em cima da prateleira — murmurou ele, sem olhar diretamente. O coração batia no peito como se quisesse furar a camisa do uniforme.

Clara se aproximou. O estoque cheirava a papelão úmido, plástico e o suor leve deles dois no ar parado. Ela se abaixou para pegar uma caixa de milho no chão, bem na frente dele. A saia subiu. Não foi só um pedaço de tecido: revelou a parte de trás das coxas grossas, a curva macia que sumia na calcinha preta de renda, a pele branca marcada por uma veinha discreta. Lucas sentiu o pau endurecer na hora, apertado demais na calça jeans. Não conseguiu desviar o olhar.

Ela se endireitou devagar, sentindo o peso do olhar dele nas costas. Quando se virou, os olhos escuros encontraram a saliência clara na frente da calça do enteado. Clara mordeu o lábio inferior, o peito subindo e descendo mais rápido.

— Lucas… — sussurrou. — Sempre soube. Desde o começo. Você me olha como se quisesse me comer inteira.

Ele deu um passo à frente, a voz rouca:

— E você… você também. Toda vez que se inclina assim, toda vez que passa a mão no meu ombro “sem querer”… porra, Clara, isso é errado pra caralho.

— É. — Ela se aproximou mais, o peito quase tocando o dele. A mão direita desceu, leve, e pousou por cima da calça, sentindo o volume grosso e quente latir sob os dedos. — Casada com seu pai. Madrasta. Se alguém descobrir… acaba com tudo. Mas eu não aguento mais fingir que não quero esse pau.

Lucas gemeu baixo quando ela apertou. Os dedos dela desenhavam o contorno pela calça, subindo e descendo devagar, provocando.

— Eu também não — admitiu ele, a mão subindo para o rosto dela, o polegar passando pela boca carnuda. — Quero te foder desde que você apareceu naquela primeira ceia de Natal com o vestido vermelho. Quero te ouvir gemendo o meu nome enquanto goza no meu pau.

Clara puxou o zíper. O pau dele saltou para fora, grosso, veias saltadas, a cabeça já brilhando de pré-gozo. Ela se ajoelhou no chão frio de cimento do estoque sem hesitar, as mãos firmes na base, e engoliu.

A boca quente e molhada dele desceu até quase o fundo de uma vez. Lucas soltou um gemido gutural, a mão enfiada no cabelo dela, sentindo o coque se desfazer. Clara chupava com fome, olhando pra cima, os olhos marejados de esforço e desejo, a língua girando em volta da glande antes de engolir de novo, a garganta apertando. Babinha escorria pelo queixo, pingava nas bolas dele. Ela puxava o ar pelo nariz e voltava, mais fundo, o nariz quase tocando o osso púbico, enquanto uma das mãos massageava as bolas pesadas.

— Porra, madrasta… sua boca… — ele gemia, as coxas tremendo. — Olha pra mim enquanto engole esse pau.

Ela obedeceu, os olhos fixos nos dele, a cabeça se movendo num ritmo sujo e constante. O som molhado de chupadas ecoava no estoque vazio. Clara tirava até a ponta, lambia a fenda, e engolia de novo até sentir o gosto salgado no fundo da garganta.

Lucas a puxou para cima de repente, impaciente. Beijou-a com força, saboreando o próprio gosto na boca dela, enquanto as mãos desciam e rasgavam a calcinha de renda com um puxão seco. O tecido cedeu. Ele ergueu Clara e a sentou em cima de uma pilha de caixas de papelão resistente, abrindo as pernas dela. A saia ficou amassada na cintura. A buceta depilada, inchada e brilhando de tesão, se abriu para ele.

— Me fode — pediu ela, a voz embargada. — Me fode agora, Lucas. Antes que eu me arrependa.

Ele enfiou de uma vez, fundo, o pau grosso abrindo as paredes apertadas dela. Clara soltou um grito abafado contra o ombro dele. Lucas segurou os seios grandes por cima da blusa, apertando, os polegares achatando os mamilos duros, e começou a meter com força, de frente, olhando nos olhos dela.

— Minha puta proibida — rosnou ele, a boca colada no ouvido dela. — Casada, madrasta, e engolindo o pau do enteado no estoque. Olha como essa buceta aperta… você tava molhada pra caralho só de ajoelhar pra mim.

Cada estocada fazia as caixas tremerem. Clara enrolava as pernas na cintura dele, gemendo sem freio, as unhas cravadas nas costas da camisa do uniforme.

— Sou… sou sua puta — confessou ela entre gemidos. — Sempre fui. Me usa. Me enche.

Lucas tirou o pau só o suficiente para virá-la. Empurrou Clara de quatro sobre os sacos de arroz empilhados, a bunda redonda e macia levantada, a buceta escorrendo. Enfiou de novo, mais fundo ainda nessa posição, e começou a meter com força, uma mão na cintura dela, a outra tapando a boca para abafar os gemidos altos que ecoariam até a área de vendas se alguém ainda estivesse por perto.

Alternava. Estocadas lentas e profundas, sentindo cada centímetro sumir dentro dela, a cabeça do pau beijando o fundo… depois brutais, rápidas, a pele batendo contra a pele com um som molhado e sujo. Clara tremia, os seios balançando pesados sob a blusa, a buceta contraindo em ondas. Ele apertava mais a mão na boca dela quando ela gozava a primeira vez, o corpo inteiro estremecendo, um gemido longo abafado nos dedos dele, líquidos escorrendo pelas coxas e manchando os sacos de arroz.

— Ainda não — ele disse, a voz áspera, metendo sem parar. — Vai gozar de novo comigo. Quero sentir essa buceta chupando meu porra.

Clara balançava a cabeça, os olhos semicerrados de prazer, o cabelo solto caindo no rosto. Lucas puxou o quadril dela para trás com força, enfiando até o talo, e gozou. Jatos quentes e grossos encheram ela por dentro, pulso após pulso, enquanto ele gemia contra a nuca dela. Clara gozou de novo no mesmo instante, violentamente, o corpo todo sacudindo, a buceta espremendo cada gota, as pernas falhando, um choro de prazer escapando mesmo com a mão dele na boca.

Eles ficaram assim por longos segundos, ele ainda enterrado fundo, gozo escorrendo pelo pau e descendo pelas coxas dela até os joelhos. O estoque cheirava a sexo, suor e papelão. Lucas tirou devagar, vendo o creme branco vazar da buceta avermelhada e usada. Clara ainda ofegava, de quatro, a testa apoiada nos sacos de arroz, a saia erguida, a calcinha rasgada jogada num canto.

Ofegantes e suados, eles se olharam. Lucas ajudou-a a se levantar, as pernas dela ainda trêmulas. O gozo dele continuava escorrendo, manchando a parte interna das coxas. Clara ajeitou a saia como pôde, sem calcinha, sentindo a porra quente descer a cada passo mínimo. O silêncio do estoque voltou a pesar, mas agora era outro tipo de silêncio — carregado do que tinham acabado de fazer e do que ainda podiam fazer.

— Seu pai… — ela começou, a voz rouca, sem terminar a frase.

Lucas limpou o pau na própria camisa, guardou-o na calça, o olhar ainda faminto.

— Ele acha que a gente só tá contando caixa — respondeu baixo. A mão dele subiu de novo, apertando a bunda dela por baixo da saia, dois dedos enfiando de leve na buceta molhada e cheia, sentindo o próprio gozo. — A gente ainda tem o inventário de óleo e de massa pra terminar. E eu ainda não chupei essa buceta direito.

Clara mordeu o lábio, o corpo reagindo de novo ao toque, o peito apertado de culpa e de tesão misturados. O celular dela vibrou no bolso da blusa — uma mensagem do marido perguntando se já tinham acabado. Ela não abriu. Guardou o aparelho, o olhar preso no de Lucas, a buceta latejando, ainda escorrendo.

— Então a gente continua — sussurrou ela, se aproximando o suficiente para que a boca quase tocasse a dele. — Mas devagar. Se alguém passar na rua e olhar pela fresta da porta dos fundos…

Lucas sorriu de lado, puxando-a pela cintura de volta para o meio das prateleiras mais escuras, onde as caixas de óleo formavam um corredor estreito.

— Ninguém vai olhar. E mesmo que olhasse… — a mão dele já subia de novo pela saia, os dedos lambuzados — …eu não ia parar agora.

O zíper da calça dele já estava semiaberto outra vez. Clara sentiu o pau ainda semi-duro tocando a coxa. O inventário mal tinha começado de verdade. E o resto da noite de estoque ainda era longa.

Eles se enfiaram no corredor estreito das caixas de óleo. A luz de emergência mal alcançava ali, só um feixe amarelo sujo que desenhava o contorno das prateleiras altas e o brilho molhado nas coxas de Clara. Lucas empurrou as costas dela contra a pilha de galões, a mão ainda enfiada por baixo da saia, dois dedos afundando na buceta molhada e já cheia da porra dele. O creme escorria quente entre os dedos, grosso, misturado ao tesão novo que já pingava outra vez.

— Continua pingando, madrasta — ele rosnou no ouvido dela, lambendo o lóbulo. — Olha o estado dessa buceta casada. Cheia do meu gozo e ainda pedindo mais.

Clara arqueou as costas, as pernas se abrindo sozinhas. A saia amassada na cintura, a bunda nua pressionada no plástico frio das embalagens. O celular vibrou de novo no bolso, insistente, mas ela só gemeu quando ele enfiou o terceiro dedo, abrindo, torcendo, o polegar esmagando o clitóris inchado.

— Meu marido tá mandando mensagem… — sussurrou ela, a voz quebrada de tesão. — Quer saber se a gente já acabou o inventário. Se soubesse que o pau do filho dele tá me abrindo de novo…

Lucas riu baixo, sujo, e tirou os dedos. Empurrou a calça jeans até as coxas, o pau já duro de novo, grosso, brilhando de pré-gozo e restos do próprio creme. Sem cerimônia, ergueu uma perna dela, encaixou a cabeça grossa na entrada e enfiou de uma vez até o fundo. Clara soltou um grito abafado, as unhas cravando no ombro dele, a buceta esticando ao redor daquela caralha que ainda pulava dentro dela.

— Então responde — mandou ele, metendo fundo, lento, sentindo o gozo antigo escorrer pelas bolas. — Fala que tá contando caixa de óleo. Fala que o enteado tá te ajudando bem. Enquanto eu te fodo igual puta no estoque.

Clara tirou o celular com a mão trêmula. Os dedos escorregavam na tela. Lucas não parava: estocadas profundas, o pau saindo quase inteiro e voltando com força, a pele batendo molhada. Ela digitou com dificuldade, gemendo a cada palavra.

— “Ainda no óleo… quase terminando…” — leu alto, a voz falhando quando ele acertou o ponto certo. — “Lucas tá… ah, porra… tá me ajudando…”

Ele arrancou o celular da mão dela, jogou em cima de uma caixa e a virou de frente para a prateleira. Empurrou a cabeça dela para baixo, forçando-a a se curvar, a bunda alta, as pernas abertas. A saia cobria quase nada. Enfiou de novo por trás, mais fundo ainda, a mão puxando o cabelo solto, a outra tapando a boca só o suficiente para ela morder os dedos.

— Conta caixa enquanto eu te encho outra vez — ordenou, o ritmo ficando brutal. Cada estocada fazia os galões tremerem. O cheiro de óleo barato misturava com sexo, suor e porra. — Olha como essa buceta de madrasta engole. Casada seis anos e agora pedindo porra do filho do marido no chão frio do mercado.

Clara gemia abafado, babando nos dedos dele, o corpo inteiro sacudindo. Os seios pesados balançavam dentro da blusa, os mamilos duros raspando o tecido. Ela empurrava a bunda para trás, pedindo mais fundo, a buceta contraindo em espasmos quando o segundo orgasmo veio sem aviso. O líquido escorreu quente pelas coxas, misturado ao creme que ainda vazava dela, pingando no cimento.

Lucas não parou. Tirou o pau latejante, virou-a de novo e a ajoelhou no chão. O joelho dela bateu no papelão molhado. Ele segurou o cabelo e enfiou a caralha na boca dela até a garganta. Clara engasgou, os olhos marejados, mas abriu mais, chupando com fome, limpando a própria buceta daquele pau grosso. A língua girava, a babinha escorria pelo queixo, pingava nos seios.

— Isso… chupa a porra que eu te dei — ele gemeu, fudendo a boca dela com força. — Engole o gosto da sua própria putaria. Quarenta e um anos, casada, e ajoelhada no estoque engolindo o pau do enteado de vinte e dois. Sua boca foi feita pra isso.

Ela engolia até o fundo, o nariz batendo no osso, a garganta apertando a cabeça. Quando ele puxou para fora, um fio grosso de saliva e gozo ligava a glande aos lábios carnudos dela. Clara olhou pra cima, ofegante, os olhos vidrados de tesão sujo.

— Me fode de novo — pediu, a voz rouca de tanto engasgar. — Enche essa buceta de novo. Quero voltar pra casa pingando você. Quero sentar na cama do seu pai com a porra do filho escorrendo na calça.

Lucas a puxou para cima, sentou-a numa caixa baixa de massa e abriu as pernas dela o máximo que deu. A buceta estava vermelha, inchada, brilhando, o gozo antigo ainda saindo em fios. Ele cuspiu nela, esfregou a cabeça do pau de cima a baixo, e enfiou de uma vez. Dessa vez meteu sem piedade, as mãos apertando as coxas grossas até marcar, o peito batendo no dela.

— Vai pingar o caminho todo — rosnou, olhando nos olhos dela. — Sua calça vai ficar molhada de porra. Seu marido vai cheirar e achar que é só suor. Enquanto isso eu tô te usando igual meretriz barata no estoque do mercado dele.

Clara enrolou as pernas na cintura dele, puxando mais fundo. Os seios escapavam da blusa; ele puxou o decote e chupou um mamilo grosso, mordendo, enquanto fodia sem parar. O som molhado ecoava entre as prateleiras. Cada vez que ele entrava até o talo, o ar saía dos pulmões dela num gemido baixo e sujo.

— Mais forte… quebra essa buceta — ela pediu, as unhas riscando as costas dele por baixo da camisa. — Me marca. Quero andar torta amanhã lembrando que meu enteado me fodeu até eu não aguentar mais.

Lucas obedeceu. Tirou o pau, virou-a de quatro outra vez em cima dos sacos de arroz que ainda cheiravam a sexo da primeira fodida. A bunda redonda, marcada de vermelho, levantada. Ele abriu as nádegas com as duas mãos e enfiou o polegar no cu apertado dela enquanto o pau voltava à buceta. Clara gritou contra o saco de arroz, o corpo inteiro tremendo.

— Toma no cu também, puta — ele disse, o polegar afundando. — Essa bunda casada tá pedindo. Depois eu te fodo aqui também se você aguentar.

Ele metia os dois: pau grosso na buceta, dedo no cu, o ritmo sincronizado e brutal. Clara gozou de novo, violentamente, o corpo se contorcendo, um jato quente escorrendo pelas bolas dele. As pernas falharam, mas ele segurou a cintura e continuou, usando o corpo mole dela.

Quando sentiu a porra subir, tirou o pau, virou-a depressa e enfiou na boca. Jatos grossos e quentes explodiram na língua dela, no fundo da garganta. Clara engoliu o que pôde, o resto escorrendo pelos cantos da boca, pingando nos seios. Lucas segurou a cabeça dela e meteu até o fim do orgasmo, gemendo baixo, sujo.

— Engole tudo — mandou. — Não desperdiça a porra do enteado.

Ela engoliu, lambeu a glande limpa, os olhos marejados de esforço e prazer. O gozo escorria pelo queixo. Lucas puxou-a de pé, a virou de costas contra a prateleira e ajoelhou na frente dela. Sem aviso, enfiou a língua na buceta devastada, chupando o próprio creme que ainda vazava misturado ao gozo novo dela. Clara agarrou o cabelo dele, as coxas tremendo, gemendo alto demais para o silêncio do estoque.

— Chupa essa porra de volta… porra, Lucas… — ela gemia, rebolando na boca dele. — Sua língua… me chupa suja assim…

Ele lambeu, chupou, enfiou a língua fundo, o nariz esmagado no clitóris. Quando ela gozou outra vez na boca dele, um jato fraco, ele engoliu e se levantou. O pau já endurecia de novo. Empurrou Clara contra a parede de caixas, ergueu as duas pernas dela e enfiou de uma vez, segurando o peso dela no ar.

— Mais uma — rosnou, metendo em pé, as estocadas curtas e profundas. — Essa buceta ainda não tá destruída o bastante. Quero que você sinta amanhã quando sentar no sofá do seu marido.

Clara se pendurava nele, as unhas cravadas, a boca aberta num gemido contínuo. O pau entrava e saía molhado, o gozo antigo fazendo barulho sujo a cada investida. Ele mordeu o pescoço dela, chupou até marcar, e acelerou.

— Fala que é minha puta de estoque — exigiu.

— Sou… sou sua puta de estoque — ela gemeu, a voz falhando. — Madrasta puta do enteado. Me usa… me enche de novo…

Lucas gozou pela terceira vez dentro dela, jatos quentes e longos, o corpo travando, o pau latejando fundo. Clara veio junto, a buceta espremendo, milhando o creme que já escorria pelas pernas dele. Ele a baixou devagar, o pau saindo com um ploc molhado, um fio grosso de porra ligando a glande à buceta aberta e vermelha.

Clara ficou de pé trêmula, as pernas abertas, a saia erguida, o gozo escorrendo em fios brancos pelas coxas internas até os joelhos, pingando no chão de cimento. Lucas esfregou a cabeça do pau na buceta dela mais uma vez, lambuzando, e depois limpou o resto na cara dela, passando a glande pelos lábios inchados.

Ela ajoelhou sozinha, abriu a boca e limpou o pau com a língua, chupando os últimos fios, o gosto salgado e forte. Quando terminou, o rosto estava lambuzado, o cabelo bagunçado, a blusa suada, a saia suja de porra.

Lucas a puxou pelo cabelo até a altura do peito, olhou para baixo e cuspiu na boca aberta dela.

— Engole — mandou. — E guarda essa buceta aberta pro caminho de casa. Quero que pingue no banco do carro e no carpete da sala. Sua buceta casada agora é só o mijo quente do meu pau.

Clara engoliu o cuspe, passou a língua nos dentes e se levantou, o gozo ainda escorrendo em fios grossos pela coxa, pingando no chão a cada passo enquanto ela abria as pernas para ele ver a buceta destruída e cheia vazando tudo.

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