A Falsa Namorada Que Quis Meu Cu
Lucas contratou a acompanhante Heather pra fingir ser sua namorada, mas acabou levando o cu arrombado por ela a noite toda.
Lucas tinha vinte e três anos e uma bunda que pedia castigo. Ele sabia disso. Sabia do jeito que o cu apertava só de pensar em ser aberto, dominado, usado até não aguentar mais. Por isso contratou Heather — acompanhante de luxo, vinte e seis anos, pernas longas, boca carnívora e fama de cobrar caro justamente porque fazia o serviço completo. O combinado era simples: fingir namorada num jantar de família chato pra calar a boca da mãe. O que Lucas não contou no anúncio foi o quanto ele queria levar o cu arrombado depois.
No carro, a caminho da casa dos pais, o ar ficou pesado rápido. Heather dirigia com uma mão no volante e a outra repousada no próprio joelho, o vestido preto subindo um pouco demais na coxa. Lucas olhava de lado, o pau já meia-bomba só de sentir o perfume dela.
— Então, amorzinho de mentira — murmurou ela, a voz baixa, arranhando. — Me conta o que você realmente quer dessa noite. Porque eu li o teu perfil com calma. “Namorar em público” é a capa. Por baixo tem um monte de coisa sobre dar o rabo. É verdade?
Lucas engoliu seco. O cinto apertava a bunda no banco de couro.
— É verdade — admitiu, a voz saindo rouca. — Eu adoro dar. Adoro quando metem forte, quando abrem, quando mandam. Quero que tu domine eu inteiro depois que a gente sair dali. Sem dó. Me fode o cu a noite toda se quiser.
Heather riu baixo, um som sujo que fez o pau dele latejar dentro da calça.
— Que putinha confessa. Olha pra mim.
Ele olhou. Os olhos dela eram escuros, afiados.
— Tu quer que eu te trate como meu brinquedo? Que eu enfie os dedos, a língua, um cinto se precisar, e depois enfie o pau de verdade no teu cuzinho até tu gozar chorando?
— Quero — sussurrou Lucas, a mão apertando a própria coxa. — Quero teu cu… teu pau… o que tu tiver. Só me usa.
— Bom menino. Guarda essa boca molhada pro depois. Agora sorri pra tua família.
O jantar foi um suplício delicioso. A mesa comprida, as conversas mansas sobre emprego e casamento, a mãe de Lucas perguntando quando eles iam morar juntos. Heather sorria como namorada perfeita, a mão esquerda cortando a carne, a direita… a direita tinha sumido por baixo da toalha.
Os dedos dela roçaram primeiro a barra da calça de Lucas. Depois a braguilha. Ele engasgou no vinho quando ela encontrou o volume duro e o apertou devagar, como quem testa um fruto maduro.
— Tá durinho pra caralho — sussurrou no ouvido dele, inclinando-se como se contasse um segredo fofo. — Imagina eu abrindo esse zíper agora e chupando a cabeça enquanto tua mãe pergunta do anel. Imagina eu te virando nessa cadeira e enfiando três dedos no teu cu molhado. Tu ia gozar na calça na frente de todo mundo, né, putinho?
Lucas mordeu o lábio por dentro. A mão dela subia e descia devagar sobre o pau engatado, o polegar apertando a glande pelo tecido.
— Sofia… Heather… por favor — murmurou ele, a voz falhando.
— Shhh. Come teu prato. Depois eu como o teu.
Ela puxou o zíper um centímetro, só o bastante pra a unha tocar a pele quente da base. Lucas sentiu o cu contrair sozinho, a boca do ânus latejando de expectativa. Heather não parou. Durante a sobremesa, enquanto a tia falava de viagem, os dedos dela desenhavam círculos na cabeça do pau, espalhando o pré-gozo que já manchava o tecido.
— Mais tarde eu vou te botar de quatro no chão do teu apartamento — continuou ela, os lábios quase tocando a orelha dele. — Vou cuspir no teu cuzinho, abrir com a língua, e meter até as bolas. Tu vai gritar meu nome. Vai implorar pra eu arrombar mais fundo. E eu vou, Lucas. Vou te foder até tu não conseguir sentar amanhã.
Ele quase gozou ali. Teve que fingir tosse, a cara vermelha, o suor na nuca. Heather sorriu pra mesa inteira como se nada estivesse acontecendo.
Quando enfim se despediram, o aperto no peito de Lucas era puro desespero sexual. No elevador do prédio dele, ela já não fingia mais. Empurrou-o contra a parede espelhada assim que as portas fecharam, a mão entrando direto na calça, pegando o pau quente e latejante.
— Tira a blusa — ordenou.
Lucas obedeceu, os dedos trêmulos. Heather apertou o pau dele com força, a outra mão descendo pra trás, enfiando-se por baixo da calça e da cueca, o dedo médio encontrando o buraco apertado e seco ainda.
— Molhadinho de vontade já — riu ela, o dedo só pressionando a entrada. — Fala o que tu quer. Alto.
— Me fode o cu — implorou Lucas, a testa colada no espelho frio. — Por favor, Heather. Come minha bunda. Arromba. Domina. Eu quero teu pau no meu cu a noite inteira. Me usa. Me abre. Me fode até eu não aguentar mais.
A porta do elevador abriu no andar dele. Heather tirou a mão devagar, lambendo o dedo que tinha só roçado o ânus dele, o olhar prometendo tudo.
— Dentro. Agora. E tira a calça no caminho. Quero te ver de quatro na porta antes mesmo de fechar.
Lucas andou quase cambaleando pelo corredor, o pau saltando pra fora da braguilha aberta, a bunda já se contraindo em antecipação. Heather vinha atrás, o salto batendo no chão como um relógio sujo, a mão na nuca dele guiando.
Assim que a porta do apartamento se abriu, ela o empurrou de novo — dessa vez contra a parede da entrada. A mão dela voltou pra dentro da calça com violência gostosa, apertando as bolas, o dedo médio finalmente furando a primeira falange no cu apertado de Lucas. Ele gemeu alto, o som ecoando no hall escuro.
— Mais — pediu, a voz quebrada. — Mete os dedos. Me prepara. Me fode com a mão agora e depois com o pau. Eu preciso. Eu sou teu. Meu cu é teu.
Heather girou o dedo dentro dele, sentindo o anel muscular ceder, quente, faminto. O pau de Lucas pingava no chão. Ela mordeu o pescoço dele e sussurrou, a boca molhada colada na pele:
— Ainda nem comecei, putinho. Espera eu pegar o cinto e o óleo. Vai chorar de prazer antes da meia-noite. E eu ainda nem enfiei de verdade.
Lucas tremeu inteiro, o cu se abrindo pro segundo dedo, a mente já derretida de tesão. A noite mal tinha começado, e ele já sabia que ia entregar tudo — a bunda, a dignidade, o último grito — pra aquela mulher que fingia ser namorada e agora ia comer o cu dele como se fosse dona.
Heather empurrou Lucas pelo corredor escuro do apartamento, a mão firme na nuca dele, até a porta do quarto. Ela chutou a porta e apontou pra cama grande, o colchão ainda feito, os lençóis claros.
— Tira o resto. De quatro. Agora.
Lucas obedeceu, a calça caindo nos tornozelos, a cueca logo atrás. O pau dele batia contra a barriga, pingando. Ele subiu na cama de quatro, a bunda erguida, o cu se contraindo só de sentir o olhar dela. Heather abriu a bolsa que tinha deixado no sofá, tirou um frasco de óleo grosso e um strap-on de silicone escuro, grosso pra caralho, com veias moldadas e base larga. Prendeu o cinto nos quadris, o brinquedo projetando pra frente como um pau de verdade, e se aproximou.
Ela se ajoelhou atrás dele, as unhas abrindo as nádegas. Cuspiu direto no buraco apertado e enterrou o rosto. A língua quente, molhada, passou devagar pela entrada, depois empurrou com vontade, abrindo, chupando, lambendo fundo como se quisesse comer ele por dentro. Lucas gemeu alto, a voz saindo fina, de puta.
— Porra… Heather… assim…
Ela não parou. Chupou o anel muscular, enfiou a ponta da língua, puxou pra fora com barulho molhado, mordeu de leve a carne macia da bunda e voltou a lamber com fome. A saliva escorria pelo saco dele. Lucas tremia, os braços fraquejando, gemendo sem parar, o cu piscando contra a boca dela.
— Grita mais alto, putinho — mandou ela, a voz abafada contra a pele. — Quero ouvir essa vadia gemendo.
Ele obedeceu, o som sujo enchendo o quarto. Heather abriu o frasco, despejou óleo frio direto no cu dele e enfiou dois dedos de uma vez. Lucas gritou. Os dedos grossos giraram, abriram, empurraram fundo até as juntas. Ela abria em tesoura, esticando o buraco, vendo a carne rosada ceder.
— Olha esse rabo pedindo. Aberto pra caralho já.
Tirou os dedos, posicionou a cabeça do strap-on na entrada lubrificada e enfiou de uma tacada só. O silicone grosso arrombou fundo, até a base. Lucas uivou, a testa caindo no colchão, o cu se agarrando ao pau falso. Heather segurou os quadris dele com força e meteu. Doggy pesado, batendo as bolas de silicone na bunda, o cinto rangendo. Cada estocada abria mais, o óleo fazendo barulho molhado, squelch-squelch. Ela metia fundo, puxava quase todo pra fora e enfiava de novo até o fundo.
— Puta que te pariu… tão apertado… engole tudo.
Lucas rebolava pra trás, pedindo mais. Heather girou ele de lado sem tirar o brinquedo. Levantou a perna de cima dele, abriu como um livro, e meteu com força de novo, o ângulo novo batendo fundo. Com a mão livre ela pegou o pau latejante de Lucas e punhetou no ritmo das estocadas. Rápido, apertado, o polegar no freio.
— Goza pra mim enquanto eu arrombo esse cu — ordenou.
Ela alternava: metia forte de lado, depois puxava ele pra cima, fazia ele sentar no strap-on. Segurava o quadril dele com as duas mãos, controlando cada descida. Lucas descia e subia no pau grosso, o cu engolindo, a boca aberta em gemidos contínuos. Heather dominava o ritmo todo — quando acelerava, ele rebolava desesperado; quando parava fundo, ele se contraía em volta do silicone, o pau dela falso latejando imaginário dentro dele. Ela enfiava, puxava, mandava ele sentar mais fundo, as unhas cravando na carne das nádegas.
— Tu é meu brinquedo. Senta. Engole. Mais fundo, caralho.
Lucas sentava até o fundo, o saco batendo nela, o pau dela de silicone abrindo tudo. Heather punhetava ele de novo, a mão escorregadia de pré-gozo, enquanto empurrava o quadril pra cima, fodendo por baixo. O ritmo ficou brutal. Ela metia, ele rebolava, os dois suados, o quarto cheirando a sexo e óleo. Lucas sentia o cu arrombado, dilatado, usado, e amava cada centímetro.
— Vou gozar — ele gaguejou. — Porra, Heather, vai…
— Juntos — ela rosnou. Segurou o quadril dele com força bruta, enfiou o strap-on até o talo e rebolou fundo como se estivesse gozando de verdade dentro dele. Lucas gritou e jorrou. O porra saiu forte, em jatos quentes no lençol branco, manchando, escorrendo enquanto o cu dele se contraía em volta do brinquedo grosso em espasmos. Heather empurrou mais duas, três vezes fundo, “gozando” nele, o corpo tensionado, o gemido baixo e sujo saindo da garganta dela.
Ela ficou quieta um segundo, o strap-on ainda enterrado. Depois tirou devagar, centímetro por centímetro, vendo o cu arrombado de Lucas ficar aberto, inchado, brilhando de óleo e de tanto uso. O buraco pulsava, não fechava de imediato. Ela enfiou dois dedos de novo naquele cuzinho destruído, girou, puxou pra fora e empurrou os dedos molhados na boca de Lucas.
— Chupa. Limpa. Olha pra mim.
Lucas chupou os dedos dela com vontade, a língua limpando o gosto de si mesmo e do lubrificante. Heather sorriu, suja, satisfeita.
— Que vadia gostosa. Olha esse cu. Aberto, usado, still piscando pra mim. Tu nasceu pra levar pau, Lucas. Minha putinha de luxo. Minha falsa namorada com o rabo arrombado.
Ele riu baixo, a voz rouca, ainda ofegante, o gozo escorrendo no lençol embaixo dele. Heather tirou o cinto, jogou o strap-on no chão e caiu na cama ao lado. Os dois riram, o corpo mole, o suor esfriando na pele. Ela puxou ele pra perto, a mão ainda acariciando a bunda vermelha e marcada.
— Próxima vez que tua mãe ligar perguntando de casamento, me chama. A falsa namorada aparece. E se tu quiser levar no rabo de novo… é só pagar. Ou nem isso. Eu volto. Sempre que esse cuzinho pedir castigo.
Lucas riu de novo, a face enterrada no peito dela, o cu latejando gostoso, aberto, feito.
— Volta logo então.
Eles ficaram ali, ofegantes, o quarto quieto só com a respiração mista, o cheiro de sexo pesado no ar, o lençol manchado entre as pernas deles.
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