Convite no Telhado: Nosso Amigo Entre Nós Dois

Três amigos adultos — Rafael, Pedro e Lucas — convidam o bartender safado pro telhado e terminam num puto threesome gay quente pra caralho.

13 min read September 25, 2026New

O calor do verão carioca grudava na pele como mel. Rafael, marceneiro de vinte e oito anos, musculoso, peito largo coberto de tatuagens pretas que desciam pelos braços até os nós dos dedos, abriu a porta da laje com duas caixas de cerveja gelada sob o braço. O colchão inflável já estava estendido no meio do telhado, almofadas espalhadas, luzes de fada penduradas no mastro da antena. Pedro, o namorado dele, personal trainer de trinta e dois anos, sarado pra caralho, shorts colados na bunda firme e camiseta regata molhada de suor, abriu a primeira lata com um estalo satisfatório.

— Chega logo, safado — gritou Pedro quando viu Lucas subindo a escada de ferro. O bartender de vinte e nove anos apareceu sorrindo, corpo definido sob a camisa branca aberta, bermuda de praia já marcando um volume generoso. — Trouxe o que pedi?

Lucas ergueu uma garrafa de cachaça artesanal e piscou.

— Trouxe a cachaça e a vontade de ver vocês dois se matando de foder na minha frente. Como sempre.

Rafael riu baixo, a voz rouca, e entregou uma cerveja pro amigo. Os três se acomodaram no colchão. A noite quente cheirava a asfalto molhado e pele suada. Lucas bebeu um gole longo, a garganta subindo e descendo, e não disfarçou o olhar que varreu o peito tatuado de Rafael e depois a coxa grossa de Pedro.

— Porra, Rafa… essas tatuagens ficam ainda mais fodidas quando o suor escorre nelas. E você, Pedro, tá com o pau quase furando o short, hein? Treinou perna hoje ou já tá pensando em me foder?

Pedro engasgou na cerveja, mas o sorriso safado não sumiu. Rafael sentiu o próprio pau endurecer dentro da calça jeans. Eles sempre flertavam com Lucas, desde a época em que o bartender servia drinks pro casal no bar da Lapa. Mas aquela noite o ar estava mais denso, carregado.

— Você fala isso toda vez — murmurou Rafael, passando a mão na barba curta. — Um dia a gente vai te pegar no pulo.

— E eu vou deixar — respondeu Lucas, sem hesitar. Ajeitou a bermuda, o volume evidente. — Sempre fantasiei em ver vocês dois se comendo. Rafael enfiando essa piroca tatuada no cu do Pedro… e eu no meio, sendo usado pelos dois. Tipo tapete de porra. Sem frescura.

Pedro olhou pra Rafael. Os olhos escuros do personal se encontraram com os do marceneiro e os dois souberam na hora. A excitação era mútua, latejando igual. Rafael passou a língua nos lábios.

— Cê tá falando sério, Lucas?

— Mais sério que pau duro — Lucas riu, mas a voz saiu rouca. — Quero que vocês me fodam. Quero chupar vocês, quero levar rola nos dois buracos, quero que me tratem igual puto. Consensual pra caralho. Pode mandar ver.

Pedro se inclinou pra frente, a mão grande descansando na coxa de Rafael.

— A gente topa. Mas só se for tudo no esquema. Sem pressa, sem forçar. Cê para se quiser.

— Não vou parar — Lucas já puxava a camisa pela cabeça, jogando-a pro lado. O peito definido brilhou sob as luzinhas. Em seguida desceu a bermuda junto com a cueca, e o pau grosso, veias saltadas, já totalmente duro, bateu contra a barriga. — Olha o estado. Tô pingando só de imaginar.

Rafael soltou um gemido baixo. Pedro xingou baixinho. Os dois se despiram rápido: Rafael tirou a calça e a regata, o corpo tatuado inteiro à mostra, pau grosso e curvado já babando; Pedro puxou o short, revelando as pernas musculosas e o pau longo e grosso que sempre fazia Rafael revirar os olhos.

No colchão inflável, os três se amontoaram. Rafael e Pedro se ajoelharam na frente de Lucas ao mesmo tempo. As duas bocas desceram juntas no pau do bartender: Rafael chupando a cabeça inchada, língua girando na fenda, enquanto Pedro lambia as bolas pesadas e subia pela lateral. Lucas jogou a cabeça pra trás, gemendo alto.

— Porra, isso… dois machos chupando meu pau… caralho, Rafa, engole mais. Pedro, chupa essas porra de bola.

Rafael abriu a garganta e engoliu até a base, o nariz esfregando no púbis aparado. Pedro mordeu de leve a coxa interna de Lucas e depois beijou a boca de Rafael por cima do pau, trocando saliva e pré-porra. O casal se olhou de novo, o desejo mútuo explodindo.

Pedro se levantou, posicionou o pau na cara de Lucas.

— Abre essa boca de puto.

Lucas obedeceu na hora, engolindo o pau longo do personal até quase engasgar. Enquanto isso, Rafael se ajoelhou atrás, cuspiu no cu apertado do bartender, enfiou dois dedos grosso e sentiu o canal quente abrir. Passou a cabeça do próprio pau na entrada lubrificada e enterrou de uma vez só, até o saco bater na bunda.

— Aaaaaah, caralho! — Lucas gritou com a boca cheia, a voz abafada no pau de Pedro. — Fode esse cu, Rafa. Me arrebenta.

Rafael segurou a cintura marcada e meteu forte, o pau sumindo e reaparecendo, a bunda de Lucas batendo molhada a cada estocada. Pedro fodia a boca do amigo no mesmo ritmo, segurando o cabelo curto, cuspido escorrendo pelo queixo.

Eles trocaram. Pedro tirou o pau babado da boca de Lucas, deu um tapa estalado na bunda vermelha e enfiou de uma vez. Rafael se ajoelhou na frente, o pau sujo de cuspe e de cu apontado pros lábios do bartender.

— Chupa a porra que tava no teu cu — ordenou Rafael, voz grossa de tesão.

Lucas lambeu, chupou, engoliu. Pedro metia com força de quatro, uma mão no ombro de Lucas, a outra tapando a bunda com palmadas secas que ecoavam na noite quente.

— Olha pra ele, Rafa — rosnou Pedro. — Nosso putinho engolindo rola enquanto leva no cu. Cê gosta, né, Lucas? Gosta de ser usado por dois casados safados?

— Amo… amo pra caralho… mete mais fundo, Pedro, arrebenta esse cu de bartender…

Rafael se afastou um segundo, se ajeitou de costas no colchão e puxou Lucas pra cima. O bartender, ainda com o cu aberto e babando, se sentou no pau grosso do marceneiro de costas, descendo devagar até engolir tudo. Gemidos altos misturados. Pedro se posicionou na frente, enfiou o pau de novo na boca de Lucas e começou a foder a garganta enquanto Rafael cavalgava por baixo, segurando as coxas, metendo pra cima com força.

— Isso, senta nessa porra — xingava Rafael. — Teu cu aperta gostoso pra caralho. Pedro, goza na cara dele depois. Quero ver esse puto lambendo tudo.

Lucas rebolava, o pau próprio batendo contra a barriga de Rafael a cada cavalgada. Pedro puxava o cabelo, metia fundo, babava. Os três gemiam sem vergonha, a laje inteira escutando se quisesse: sons molhados de cu sendo fodido, de garganta sendo usada, de porra pingando.

Rafael sentiu as bolas subirem.

— Vou gozar… vou encher teu cu, Lucas…

— Enche, porra — Lucas pediu entre engasgos. — Quero sentir quente dentro.

Rafael gozou fundo, jatos quentes pulsando dentro do cu do bartender, o corpo tatuado tremente. Quase ao mesmo tempo Pedro tirou o pau da boca, masturbou rápido e gozou na cara de Lucas: cordões brancos no cabelo, na bochecha, nos lábios abertos. Lucas lambeu o que alcançou, ainda rebolando no pau de Rafael, e gozou sozinho, jatos grossos estourando no peito suado do marceneiro, escorrendo pelas tatuagens.

Os três caíram no colchão, ofegantes, rindo baixinho, cúmplices. Pedro puxou uma toalha molhada que tinha deixado num balde e limpou a cara de Lucas com carinho safado, depois o peito de Rafael. Rafael tirou um cigarro do bolso da calça jogada, acendeu, deu um trago longo e passou pra Pedro, que passou pra Lucas.

A fumaça subiu devagar no ar quente. Lucas ainda tinha porra secando no canto da boca e o cu latejando gostoso. Rafael passou a mão na coxa do namorado e depois no pau semi-duro de Lucas, que já começava a reagir de novo.

— Isso aqui… — murmurou Rafael, voz rouca de fumaça e tesão — não acabou não. Ainda tem a noite inteira. E eu quero ver o Pedro te foder de novo enquanto eu chupo teus ovos. Ou melhor… quero que cê me foda também.

Rafael ainda com o cigarro entre os dedos puxou Lucas pela nuca e cravou a língua na boca dele, lambendo o resto de porra que grudava no canto dos lábios. O bartender gemeu no beijo, já duro de novo, o pau batendo na coxa tatuada do marceneiro. Pedro se ajoelhou atrás, abriu as nádegas de Lucas com as duas mãos e cuspiu direto no cu ainda dilatado e escorrendo porra de Rafael.

— Olha esse buraco aberto, porra — rosnou Pedro, enfiando três dedos de uma vez e revirando o canal quente. — Ainda cheio da porra do Rafa. Vou foder de novo e encher mais.

Lucas rebolou contra os dedos, a voz rouca:

— Mete, caralho. Usa esse cu de puto. Rafa, chupa minhas bola enquanto ele me arrebenta.

Rafael se enfiou por baixo, deitou de costas entre as pernas abertas do bartender e engoliu os ovos pesados na boca, chupando com força, língua molhando, dentes roçando de leve. Pedro tirou os dedos, posicionou a cabeça grossa do pau no cu babado e enterrou até o saco bater. O som molhado ecoou na laje. Lucas gritou, o corpo inteiro tremeu, e Rafael sentiu o pau do amigo latejar contra a própria cara enquanto chupava.

Pedro meteu sem piedade, mãos firmes na cintura de Lucas, palmadas secas estalando na bunda vermelha. Cada estocada fazia o pau do bartender bater na boca e no queixo de Rafael. O marceneiro lambeu a base, chupou as bolas, depois subiu a língua até a fenda do cu sendo fodido, lambendo a porra antiga que escorria misturada com cuspe novo.

— Isso, lambe enquanto eu fodo — ordenou Pedro, ofegante. — Nosso putinho de bartender cheio de rola. Cê tá pingando gostoso, Lucas. Quer mais?

— Quero os dois — Lucas engasgou as palavras. — Quero foder o Rafa também. Quero enfiar no cu dele enquanto o Pedro me come.

Rafael soltou as bolas com um estalo molhado e riu safado, a voz grossa:

— Então enfia, porra. Meu cu tá pedindo desde que você falou.

Eles se reorganizaram no colchão inflável. Rafael ficou de quatro, a bunda tatuada erguida, as costas largas suadas brilhando sob as luzes de fada. Lucas se ajoelhou atrás, cuspiu no cu do marceneiro, enfiou a língua fundo, chupando e abrindo. Pedro ficou de joelhos na frente de Rafael e enfiou o pau sujo de cu direto na garganta do namorado.

— Engole essa porra que tava no cu do Lucas — mandou Pedro, segurando o cabelo curto de Rafael e metendo fundo. — Chupa limpo.

Rafael engoliu até quase vomitar, babando, os olhos marejados de tesão. Atrás, Lucas passou a cabeça do pau grosso na entrada do marceneiro e enterrou devagar, gemendo alto quando o cu quente engoliu tudo.

— Porra, Rafa… teu cu aperta igual puta — xingou Lucas, começando a meter forte, a bunda batendo. — Olha eu fudendo o teu namorado, Pedro. Olha esse marceneiro safado levando rola.

Pedro riu, a voz rouca, e fodeu a boca de Rafael no mesmo ritmo. Os três engataram um vai-e-vem sujo: Lucas arrebentando o cu de Rafael, Rafael engolindo o pau de Pedro, saliva e pré-porra escorrendo pelo queixo do marceneiro e caindo no colchão. O cheiro de sexo, suor e cachaça pairava quente.

Lucas puxou o cabelo de Rafael pra trás, forçando as costas a arquearem, e meteu mais fundo, o saco batendo molhado.

— Fala que gosta de ser puto também — exigiu.

— Gosto, porra — Rafael grunhiu com a boca cheia. — Gosto de levar no cu enquanto chupo o pau do meu namorado. Me fode mais forte, Lucas.

Pedro tirou o pau da garganta de Rafael, deu um tapa na cara dele e se virou pra Lucas.

— Troca. Agora eu quero ver você engolindo os dois.

Lucas saiu do cu de Rafael com um plop sujo, a piroca brilhando de babas. Rafael se virou, deitou de costas e puxou o bartender pra cima. Lucas se sentou no pau do marceneiro de frente, engolindo tudo de uma vez, rebolando. Pedro se ajoelhou atrás de Lucas, abriu as nádegas e enfiou o pau grosso no mesmo cu já dilatado e cheio de porra antiga.

— Aaaaaah, caralho! Dois! — Lucas gritou quando sentiu a segunda rola esticando. — Dois paus no meu cu, porra! Arrebenta esse buraco de bartender safado!

Rafael e Pedro meteram juntos, o ritmo sujo e sincronizado, os paus roçando um no outro dentro do canal quente e apertado de Lucas. O bartender babava, o pau próprio batendo contra a barriga tatuada de Rafael, jatos de pré-porra sujando as tatuagens pretas. Pedro mordeu o ombro de Lucas, mão no pescoço, controlando.

— Olha esse puto aguentando dois casados — rosnou Pedro. — Cu dilatado pra caralho, engolindo tudo. Cê é nosso tapete de porra mesmo, né?

— Sou… sou puto de vocês — Lucas gemia sem parar, rebolando nos dois paus. — Fode mais, enche, arrebenta… quero sair daqui pingando porra dos dois.

Rafael segurou as coxas de Lucas e meteu pra cima com força, sentindo o pau de Pedro deslizar colado no seu. O atrito era quente, molhado, sujo pra caralho. Lucas gozou primeiro, sem tocar no próprio pau: jatos grossos estouraram no peito e no pescoço de Rafael, escorrendo pelas tatuagens, pingando no colchão. O cu dele se contraiu violentamente nos dois paus, e isso puxou Pedro pra beira.

— Vou gozar dentro de novo — avisou Pedro, metendo até o fundo. — Enche esse cu junto comigo, Rafa.

Rafael rosnou, as bolas subindo, e os dois gozaram quase juntos dentro do cu do bartender. Jatos quentes pulsando, misturando, vazando pelas laterais a cada estocada residual. Lucas tremeu inteiro, ainda sentando nos paus que gozavam, lambendo a porra do próprio peito de Rafael.

Eles não pararam. Pedro saiu, o pau ainda duro e sujo, e empurrou Lucas de quatro de novo. Rafael se ajoelhou na frente e enfiou o pau coberto de porra na boca do bartender.

— Chupa a mistura — ordenou. — Nossa porra no teu cu e agora na tua garganta.

Lucas engoliu voraz, lambendo, engasgando de propósito. Pedro meteu de novo no cu dilatado e escorrendo, fudendo sem freio, palmadas secas, xingando baixo:

— Toma, puto. Toma rola de novo. Vai sair daqui com o cu aberto e a cara suja.

Rafael puxou o pau da boca de Lucas, masturbou rápido e gozou direto no rosto aberto do bartender: cordões brancos nos olhos, no nariz, na língua de fora. Pedro tirou do cu, veio pra frente e gozou por cima da porra do namorado, cobrindo ainda mais a cara de Lucas, que lambeu tudo o que alcançou, engolindo, rindo safado com a boca cheia.

Lucas se virou de quatro outra vez, abriu as próprias nádegas com as mãos e mostrou o cu destruído, porra dos dois escorrendo em fios grossos pela bolas e pela coxa.

— Olha o estado desse buraco — falou, a voz rouca de porra e cuspe. — Usado pelos dois, cheio, aberto. Quem vai limpar com a língua?

Rafael e Pedro se olharam, sorriram sujos, e os dois se jogaram ao mesmo tempo: línguas enfiadas no cu escorrendo de Lucas, chupando a porra mista, beijando um ao outro por cima do buraco dilatado, cuspindo de volta e chupando de novo. Lucas rebolava na cara dos dois, gemendo alto, o pau já endurecendo outra vez contra o colchão.

Pedro enfiou a língua mais fundo, Rafael chupou as bolas de Lucas ao mesmo tempo. O bartender gozou de novo só com isso, jatos fracos mas quentes sujando o plástico do colchão. Eles continuaram lambendo até o cu estar menos sujo por fora, mas ainda latejando aberto.

Rafael se deitou de costas, puxou Lucas pra cima e fez o bartender sentar no rosto dele, o cu molhado direto na boca. Enquanto chupava, Pedro se ajoelhou na frente e enfiou o pau na garganta de Lucas de novo. Os três fodendo sujo, sem pausa, a noite quente engolindo os gemidos e o barulho molhado de cu e boca sendo usados.

Lucas desceu do rosto de Rafael, se virou e enfiou o pau no cu do marceneiro mais uma vez, metendo forte enquanto Pedro fodia a boca de Rafael. Trocaram de posição mais uma, duas, três vezes: Lucas de quatro levando os dois paus um de cada vez no cu e na boca, Rafael cavalgando o pau de Pedro enquanto chupava Lucas, Pedro deitado recebendo o cu de Lucas e a boca de Rafael no pau.

No final, os três ajoelhados um do lado do outro, paus na mão, batendo punheta rápido apontando pra cara de Lucas que ficou de joelhos no meio, boca aberta, língua de fora. Rafael gozou primeiro, jatos no cabelo e na testa. Pedro gozou em seguida, cobrindo os lábios e o queixo. Lucas gozou por último, a própria porra subindo e caindo na própria língua, misturando tudo.

Ele passou a mão no rosto sujo, lambendo os dedos, e olhou pros dois com o sorriso mais puto da noite.

— Ainda tem porra escorrendo do meu cu e eu já quero mais rola enfiada até o fundo dessa putaria.

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