Máscara Caída no Feno do Desejo
Chloe, de 32 anos, esposa hotwife, fodeu o peão Xavier no celeiro enquanto o marido Sullivan assistia e gozava na boca dela.
A luz dourada do entardecer tingia a fazenda de luxo quando Chloe, de trinta e dois anos, desceu do carro ao lado do marido Sullivan, de trinta e oito. A festa country à fantasia já fervilhava no grande pátio: guitarras acústicas, cheiro de churrasco e feno, risadas altas sob as luzes de corda. Chloe ajustou a máscara veneziana preta e dourada que cobria os olhos e o alto das maçãs do rosto, deixando à mostra a boca carnuda, pintada de vermelho escuro, e o decote generoso do vestido justinho de cetim vermelho que abraçava as curvas generosas — seios fartos, cintura marcada, quadris largos. Os cabelos castanhos caíam em ondas soltas pelas costas nuas.
Sullivan passou a mão pela base da espinha dela, apertando de leve. — Olha pra você — murmurou no ouvido dela, a voz rouca de excitação já presente. — Essa máscara só faz a boca ficar mais safada. Vai lá. Flerta. Eu quero ver.
Chloe sentiu o calor subir entre as pernas. Eles conversavam sobre isso há meses: ela sendo desejada por outro homem na frente dele, o marido gozando com a visão. Hotwife. A palavra latejava nela como um segredo quente. Sullivan não era ciumento possessivo; era o tipo que ficava duro vendo a esposa ser cobiçada.
Foi então que ela viu Xavier.
O peão de vinte e nove anos estava encostado na cerca do curral menor, copo de cerveja na mão, camisa xadrez aberta até o peito, exibindo o tronco musculoso coberto de tatuagens pretas que desciam pelos braços grossos até as mãos calejadas. Calça jeans justa marcava as coxas poderosas e a virilha pesada. O cabelo escuro curto, a barba por fazer, o olhar direto e confiante. Quando os olhos dele encontraram os de Chloe por trás da máscara, ele sorriu de canto, sem pressa, avaliando cada curva.
Sullivan sentiu o corpo da mulher tensionar contra o dele. — Aquele ali — sussurrou o marido. — O peão tatuado. Vai. Eu fico por perto.
Chloe caminhou até o balcão improvisado de drinks, sentindo o olhar de Xavier nela o tempo todo. Pediu uma caipirinha, mordeu o canudo com os lábios carnudos e se virou de propósito, o quadril balançando. Xavier se aproximou sem pressa, o cheiro de couro, suor limpo e feno vindo junto com ele. — Máscara bonita — disse ele, a voz grave e rouca, sotaque do interior. — Mas a boca é o que tá me matando. Você é casada?
Chloe ergueu o queixo, o coração batendo forte. — Sou. Meu marido tá bem ali — apontou com o queixo para Sullivan, que observava de longe com um sorriso de aprovação, o copo na mão. — E ele gosta de me ver flertando.
Xavier riu baixo, o som vibrando no peito largo. — Marido esperto. Então posso falar que esse vestido tá me deixando duro pra caralho? Que eu queria morder esses peitos e ouvir você gemer?
O calor explodiu no ventre de Chloe. Ela olhou de relance para Sullivan — ele acenou sutilmente com a cabeça, os olhos brilhando. A tensão hotwife que os dois desejavam com tanta intensidade se adensava no ar quente da noite. — Pode falar o que quiser — respondeu ela, a voz já embargada de tesão. — Eu gosto de ouvir.
Eles conversaram assim por longos minutos: Xavier descrevendo o que faria com a boca dela, Chloe provocando de volta, contando que gostava de ser comida forte, que o marido gostava de assistir. Sullivan se aproximou aos poucos, ficando a poucos metros, o volume na calça já visível. Chloe sentia o olhar do marido como um toque extra na pele. Cada elogio sujo de Xavier a deixava mais molhada; a calcinha fina já estava encharcada.
A música country ficou mais lenta e sensual. Xavier estendeu a mão. — Dança comigo no celeiro. Tem espaço, tem feno, tem privacidade o bastante… e seu marido pode vir junto.
Chloe olhou para Sullivan. Ele se aproximou, beijou a têmpora dela por cima da máscara e murmurou: — Vai. Eu quero ver você se entregando. Completamente.
O celeiro era amplo, cheirando a feno fresco e madeira. Luzes baixas pendiam das vigas. Algumas pessoas dançavam mais ao fundo, mas o canto onde Xavier puxou Chloe estava semi-isolado, montes de feno altos criando uma alcova improvisada. Sullivan ficou encostado numa viga a poucos passos, braços cruzados, olhando sem piscar.
Xavier puxou Chloe pela cintura, as mãos grandes e ásperas apertando a carne macia sob o cetim. O corpo dele era quente, duro, o pau já semi-erecto pressionando contra a barriga dela enquanto dançavam colados. Chloe passou as unhas pelas tatuagens do peito dele, sentindo os músculos reagir. Ele gemia baixo contra o pescoço dela, lambendo a pele descoberta. — Porra, você cheira a tesão — rosnou ele. — Essa bunda… quero espalhar e enfiar a língua. Seu marido vai gostar de ver isso?
— Vai — ofegou Chloe, rebolando de propósito contra a virilha dele. — Ele quer me ver sendo fodida. Quer me ver gozar no pau de outro.
Sullivan, a poucos metros, passou a mão pela própria calça, apertando o volume grosso. Os olhos dele estavam escuros de desejo. Chloe se sentia poderosa e exposta ao mesmo tempo — a máscara ainda no rosto, a boca aberta gemendo baixinho a cada atrito.
A dança ficou mais suja. Xavier girou Chloe de costas para ele, colando o peito largo nas costas dela, uma mão subindo para apertar o seio por cima do vestido, o polegar encontrando o mamilo endurecido, a outra mão descendo pela barriga até a barra do vestido e subindo pela coxa interna. Os dedos calejados roçaram a calcinha encharcada. — Molhada pra porra — ele murmurou no ouvido dela. — Sua buceta tá pingando só de eu te pegar assim na frente dele.
Chloe arqueou as costas, empurrando o bumbum contra o pau duro. Foi nesse movimento — um rebolado mais forte, a cabeça jogada para trás — que a fita da máscara veneziana se soltou. A máscara caiu, rolando no feno dourado aos pés deles.
Xavier a segurou firmemente pela cintura, impedindo que ela se abaixasse logo, e olhou o rosto agora descoberto. Os olhos castanhos de Chloe, a maquiagem levemente borrada de suor e excitação, a boca carnuda entreaberta. — Caralho… — a voz dele saiu rouca de admiração. — Ainda mais safada sem a máscara. Linda pra porra. Beleza de mulher casada que merece ser comida direito.
Ele a puxou de frente de novo, uma mão na nuca, a outra ainda na cintura. Chloe sentia o coração martelando. Sullivan se aproximou por trás dela, o peito encostando nas costas dela por um segundo, e sussurrou bem no ouvido, a barba roçando a pele: — Eu quero te ver se entregando completamente pra ele, amor. Sem freio. Beija ele. Mostra como você é puta quando eu deixo. Eu tô duro pra caralho só de imaginar o pau dele dentro de você depois.
O desejo mútuo queimou qualquer resto de hesitação. Chloe se virou o suficiente para beijar o marido rápido e faminto — língua, dentes, um gemido compartilhado — e então se virou de novo para Xavier. Ela agarrou o rosto tatuado dele com as duas mãos e beijou com fome, boca aberta, chupando a língua do peão como se quisesse devorá-lo. Xavier respondeu com a mesma voracidade, a mão grande descendo para apertar a bunda dela com força, erguendo uma coxa dela contra o quadril dele, esfregando o pau grosso e duro contra a calcinha molhada através do jeans.
Sullivan observava de perto, o olhar aprovador e faminto, a mão já dentro da própria calça agora, masturbando-se devagar enquanto via a esposa se derreter no beijo do outro homem. Chloe gemia na boca de Xavier, a buceta latejando, o corpo inteiro pedido mais — mais mãos, mais boca, mais pau. O feno crichia sob os pés deles. O cheiro de sexo já começava a se misturar ao de madeira e palha.
Xavier puxou o lábio inferior dela com os dentes, a voz rouca contra a boca: — Seu marido tá vendo tudo. Quer que eu te tire o vestido aqui mesmo? Quer chupar meu pau enquanto ele te olha?
Chloe, ofegante, com a máscara caída esquecida no feno e o corpo tremendo de tesão, olhou para Sullivan. O marido assentiu devagar, os olhos escuros, a respiração pesada, a mão se movendo mais rápido na calça.
— Quero — ela respondeu, a voz embargada, já se ajoelhando no feno macio enquanto as mãos iam para o cinto de Xavier. — Quero tudo. Na frente dele.
O peão abriu o jeans, o pau grosso e veiudo saltando pesado, a cabeça já brilhando de pré-gozo. Chloe lambeu os lábios, o olhar ainda cravado no do marido por um segundo antes de abrir a boca. Sullivan se aproximou mais, ajoelhando-se ao lado para ver de perto o momento em que a esposa casada engoliria o primeiro centímetro do pau do peão.
A tensão latejava no ar do celeiro — ainda sem resolução, só a promessa quente do que viria em seguida, com Chloe de joelhos, Sullivan assistindo e Xavier pronto para usá-la enquanto o marido gozava com cada segundo.
Chloe abriu a boca e engoliu a cabeça grossa do pau de Xavier num só movimento, a língua quente enrolando na glande já escorregadia de pré-gozo enquanto o peão gemia baixo, a mão calejada enterrando nos cabelos castanhos dela. O gosto salgado e masculino explodiu na garganta dela; ela chupou com fome, descendo até a metade daquele pau veiudo e grosso que esticava os lábios carnudos, babando copiosamente pelo eixo. Sullivan ajoelhou bem perto, a calça aberta, o próprio pau duro e latejando na mão, os olhos escuros cravados na cena: a esposa de trinta e dois anos ajoelhada no feno, máscara esquecida ao lado, engolindo o peão tatuado como uma puta faminta.
— Isso, amor… engole ele inteiro — rosnou Sullivan, masturbando-se devagar, a cabeça roçando o ombro nu de Chloe. — Mostra pra ele como essa boca casada mama pau.
Xavier empurrou os quadris, enfiando mais fundo, o pau batendo no fundo da garganta dela. Chloe engasgou gostoso, lágrimas de tesão escorrendo pela maquiagem, a buceta latejando e pingando no feno macio. Ela chupou com voracidade, uma mão massageando as bolas pesadas dele, a outra subindo pela barriga tatuada, sentindo cada músculo reagir. O cheiro de sexo, suor e feno engolia o celeiro. Sullivan puxou o pau dela da boca de Xavier por um segundo só pra enfiar o próprio naquela mesma boca molhada, se lambuzando na saliva misturada, antes de devolver.
— Tira esse vestido — ordenou Xavier, a voz rouca. Chloe se levantou só o bastante pra que as mãos grandes dele rasgassem o cetim vermelho pelos ombros, o sutiã caindo, os seios fartos saltando livres, mamilos duros e escuros. A calcinha encharcada foi puxada pra baixo das coxas e arremessada no feno. Nua, ela voltou a se ajoelhar, mas Xavier a virou de quatro no monte de palha, a bunda larga e macia erguida, a buceta rosada e brilhando de porra escorrendo pelas dobras.
Ele se posicionou atrás, o pau grosso e babado alinhado na entrada molhada. Com um empurrão brutal, enterrou até o saco de uma vez só. Chloe gritou abafado, o corpo inteiro estremecendo, a buceta apertando aquela rola grosso que a abria sem piedade. Xavier fodeu com estocadas pesadas e profundas, as mãos agarrando a cintura dela com força, a pele batendo na pele num som molhado e sujo. Cada investida fazia os seios balançarem e o feno crichar sob os joelhos dela.
Sullivan se ajoelhou na frente, o pau dureza na altura da boca da esposa. Chloe abriu os lábios e engoliu o marido no mesmo ritmo das estocadas de Xavier, o pau do peão metendo fundo na buceta enquanto ela chupava Sullivan até a base, babando e gemendo ao redor da carne. Os dois homens gemiam juntos — Xavier xingando baixo, Sullivan ofegando “porra, olha essa puta engolindo os dois”. Chloe sentia o pau grosso do peão bater no ponto certo lá dentro a cada tacada, a buceta esguichando, o tesão subindo como fogo. Xavier acelerou, estocadas brutais que faziam a bunda dela ondular e a boca dela engasgar no pau do marido.
— Mais fundo, caralho — ela gemia entre chupadas, a voz embargada. — Me fode mais forte…
Xavier puxou o cabelo dela pra trás, arqueando o corpo enquanto metia com força animal, o pau saindo brilhando de porra dela e entrando de novo até as bolas. Sullivan segurou a cabeça da esposa e fodeu a boca dela com mais ritmo, as bolas batendo no queixo. Chloe gozou ali mesmo, de quatro, a buceta contraindo em espasmos violentos ao redor do pau de Xavier, um gemido longo e abafado vibrando no pau do marido enquanto o gozo escorria pelas coxas internas e pingava no feno.
Ainda tremendo, ela se virou e empurrou Xavier pra deitar de costas no monte de palha. Montou nele de frente, a buceta inchada e encharcada engolindo o pau grosso de uma descida só, até o fundo. Chloe cavalgaou com força, rebolando os quadris largos, os seios saltando a cada subida e descida pesada, a buceta engolindo e liberando aquele pau veiudo num ritmo selvagem. Os gemidos dela ecoavam alto no celeiro:
— Me fode mais forte que meu marido! Isso, Xavier, arrebenta essa buceta casada… mais fundo, porra, me usa!
Sullivan se ajoelhou atrás dela, uma mão enfiada nos cabelos castanhos, puxando a cabeça dela pra trás enquanto a outra apertava um seio. Ele enfiou o pau na boca dela de novo, fodendo a garganta no mesmo compasso da cavalgada. Chloe chupava e gemia ao mesmo tempo, a língua trabalhando a glande do marido enquanto a buceta esmagava o pau de Xavier. O peão segurava a bunda dela com as duas mãos, erguendo e descendo o corpo dela com força, metendo pra cima com estocadas secas que faziam a buceta dela esguichar mais.
— Olha pra ele, puta — rosnou Sullivan, puxando o cabelo com mais força. — Fala de novo.
— Me fode mais forte que meu marido! — Chloe gritou ao redor do pau, a saliva escorrendo pelo queixo. — Essa rola grossa tá me destruindo… goza dentro, me enche…
Sullivan acelerou, as bolas batendo no queixo dela, o pau latejando. Com um gemido rouco ele gozou fundo na boca da esposa, jatos quentes e densos escorrendo pela garganta dela. Chloe engoliu o que pôde, o resto brotando pelos cantos da boca, escorrendo pelo queixo e pingando nos seios enquanto ela continuava cavalgando Xavier sem parar, a buceta batendo molhada, o corpo inteiro suado e sujo de porra.
Xavier a virou de lado ainda enfiado, uma perna dela erguida alta sobre o ombro tatuado dele, a outra dobrada no feno. Ele meteu fundo naquela posição, o pau sumindo inteiro na buceta inchada e cremosa, as estocadas longas e profundas que faziam o corpo dela tremer. Sullivan se sentou perto, o pau ainda semi-duro e sujo de saliva e gozo, a mão masturbando devagar enquanto assistia a esposa ser arrombada de lado, o rosto dela contorcido de prazer, a boca ainda lambendo restos de porra do lábio.
— Enche ela — murmurou Sullivan, os olhos brilhando. — Goza dentro da minha hotwife.
Xavier rosnou, as estocadas ficando irregulares e brutais. Ele enterrou até o talo e gozou fundo, jatos quentes e grossos bombeando direto no útero dela, a buceta dela apertando e milhando cada gota. Chloe gozou de novo com a sensação da porra quente enchendo, o corpo sacudindo, um grito sujo escapando enquanto o gozo misturado escorria ao redor do pau ainda latejando dentro dela.
Eles se separaram ofegantes. Chloe ficou deitada no feno, as pernas abertas, a buceta vermelha e aberta escorrendo a porra branca e grossa de Xavier em fios pegajosos que desciam pela bunda e manchavam a palha. O rosto, os peitos e a barriga estavam cobertos de saliva e sêmen seco do marido. Ela se virou pra Sullivan, puxou a cabeça dele e beijou fundo, empurrando a língua suja de porra na boca do marido, fazendo ele provar o gosto do próprio gozo misturado ao dela. Sullivan chupou a língua dela com fome, a mão descendo pra enfiar dois dedos na buceta molhada e espalhar mais o creme de Xavier pra fora.
— Obrigada por me deixar ser comida assim — ela sussurrou contra a boca dele, a voz rouca, ainda lambendo o resto de porra do lábio inferior. — Essa noite foi foda.
Eles se vestiram às pressas: Chloe puxou o vestido rasgado de volta, a calcinha enfiada no bolso, o sêmen de Xavier já escorrendo frio e grosso entre as coxas a cada passo. Sullivan ajeitou a calça. De mãos dadas, saíram do celeiro de volta pra festa iluminada, a música country ainda tocando, o cheiro de churrasco no ar. Chloe sentia cada gota da porra do peão escorrer pela coxa interna, molhando a pele, o vestido grudando na bunda suja. Sullivan apertou a mão dela e murmurou baixo, já planejando a próxima.
Enquanto caminhavam entre os convidados mascarados, Chloe abriu um pouco mais as pernas e sentiu outro fio grosso de porra quente do peão escorrer direto pelo cu, pingando no chão de terra da festa, a buceta ainda latejando aberta e cheia, pronta pra ser arrombada de novo na próxima.
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