Viúva Molhada no Chuveiro do Golf
A viúva Carmen me chamou pro chuveiro do golf e eu fodi ela gostoso contra a parede até gozar dentro.
No clube de golfe onde trabalho como instrutor júnior, o sol batia forte nas greenes e o cheiro de grama cortada misturava com suor barato de homem. Eu, Terrence, vinte e quatro anos, corpo magro de treino e pau sempre meio half-mast quando uma mulher de verdade aparecia, vi a viúva Carmen pela primeira vez num fim de tarde de terça. Quarenta e oito anos, corpo de curvas pesadas que a blusa polo branca não conseguia esconder — seios grandes, mamilo marcado quando suava, cintura ainda fina e aquela bunda empinada que fazia os jovens do clube babarem abertamente no vestiário. Recém-viúva, viúva de verdade, anel ainda no dedo fino, sempre sozinha depois das aulas particulares que marcava só comigo. Todo mundo falava baixo, mas eu só via o jeito que ela me olhava por cima do óculos de sol, lábios entreabertos, coxas grossas apertando uma na outra quando eu corrigia a postura dela.
Começou inocente. “Terrence, fica mais um pouco? Meu swing tá uma merda.” Eu ficava. O campo esvaziava, o sol baixava, e ela suava na camisa colada, o shortinho de golfe subindo naquele rabo redondo. Eu chegava por trás, mãos nos quadris dela “só para alinhar”, e sentia o calor que vinha da pele. Ela gemia baixinho quando eu empurrava o quadril dela pra frente, fingindo ensinar o weight transfer. Os dois sabíamos. Eu acordava de madrugada batendo punheta pensando naquelas tetas pesadas balançando, na boceta que devia estar inchada de tanto tempo sem homem de verdade. Carmen me olhava com desejo claro, língua passando no lábio inferior, e eu respondia com o pau duro marcando a calça de treino. “Ainda não tá certo, amor”, ela dizia, voz rouca, e eu quase gozava só de ouvir.
A tensão estourou no vestiário vazio, numa quinta chuvosa. O simulador de swing ficava no fundo, luz baixa, cheiro de sabonete barato e umidade. Carmen entrou ainda de short e polo molhada da chuva leve, cabelo castanho escuro grudado no pescoço. “Mostra o movimento perfeito de novo”, pediu, já virando de costas pra mim na plataforma. Eu me aproximei por trás, peito colado nas costas dela, e deixei meu pau duro — completamente duro, latejando — encostar bem na curva daquela bunda gorda. Corrigi a pegada dela no taco, dedos cobrindo os dela, e empurrei de leve. Carmen gemeu, um som baixo e sujo, e virou o rosto até o meu.
“Tô molhada há semanas só de pensar em você, Terrence”, confessou, respiração quente. “Desde o dia que você apertou minha cintura na primeira aula. Acordo de madrugada enfiando os dedos e gemendo seu nome.” Foi ela quem agarrou meu pulso e puxou minha mão pra dentro do shortinho. Sem calcinha. A boceta dela estava quente, inchada, escorrendo tanto que meus dedos entraram fáceis entre os lábios grossos. Passei o indicador no clitóris duro e ela tremeu inteira, gemendo contra minha boca. “Me fode logo, porra. Aqui mesmo. Não aguento mais.” Eu enfiei dois dedos fundo, sentindo as paredes apertarem, e chupei o pescoço suado dela enquanto ela rebolava na minha mão. “Você quer isso de verdade?”, perguntei, já sabendo. “Quero seu pau grosso me abrindo até eu gritar. Agora.”
Não aguentamos chegar longe. Arrastei ela pro chuveiro coletivo do vestiário masculino — vazio naquele horário, água já escorrendo quente porque eu tinha ligado antes “por precaução”. Carmen tirou a polo molhada num puxão, seios pesados caindo livres, mamilos escuros e duros pedindo boca. O short desceu junto com um fio de porra dela escorrendo na coxa interna. A buceta inchada, lisa, lábios abertos e brilhantes. Ela se ajoelhou na hora no chão molhado, me puxou pela calça, tirou meu pau latejando e engoliu com fome. Língua larga na cabeça, depois fundo na garganta, engasgando molhado enquanto eu segurava o cabelo encharcado dela. “Porra, Carmen… chupa assim”, gemi, e ela só olhou pra cima com os olhos marejados de tesão, babando no pau inteiro, mão apertando meus ovos. A água batia nas costas dela, escorrendo entre os peitos pesados que balançavam a cada engolida.
Levantei ela pela axila, virei de frente contra a parede de azulejo frio. Perna dela subiu na minha cintura, eu encaixei a cabeça grossa na entrada escorregadia e enfiei de uma vez só. Carmen gritou, unhas nas minhas costas, boceta apertando igual porra quente. “Isso, fode essa viúva safada”, pediu rouco. Estocadas fortes, profundas, o barulho molhado ecoando no boxe. Seios batendo no meu peito, eu chupando um mamilo enquanto metia fundo. Mudei de posição, virei ela de quatro no banco molhado, água escorrendo na coluna, naquela bunda empinada que eu abri com as duas mãos pra ver meu pau sumindo e saindo coberto de porra dela. “Mais forte, Terrence, me come inteira.” Meti até o saco bater, mão no cabelo puxando a cabeça pra trás, outra esfregando o clitóris inchado. Ela gozou primeiro, gritando meu nome, boceta pulsando e escorrendo no meu pau, pernas tremendo.
Eu não segurei. Enterrei até o fundo e gozei grosso dentro dela, jatos quentes enchendo a buceta da viúva enquanto ela ainda se contraía ao redor de mim, gemendo “isso, goza dentro, enche essa puta”. Ficamos assim, ofegantes, água quente caindo nos corpos colados, meu pau ainda latejando dentro dela, porra escorrendo misturada na coxa. Virei o rosto dela e beijei devagar, língua preguiçosa, sabendo o gosto de sexo e sabonete. Carmen passou a mão no meu peito, voz baixa contra minha boca:
“Eu precisava disso há muito tempo, Terrence. Meu marido… fazia anos que não me comia de verdade. Você me deixou louca. Mas agora…” Ela apertou o meu pau ainda semi-duro dentro dela, rebolando de leve, olhos escuros brilhando com algo mais. “Agora eu quero mais. Muito mais. Tem uma cabana no campo 9 que quase ninguém usa depois das seis. E tem o Grant, aquele sócio gordo que fica me olhando… eu posso mandar ele embora se você quiser me foder de novo lá. Ou… a gente pode deixar a porta entreaberta. O que você acha, instrutor?”
A água continuava caindo. Meu pau voltava a endurecer dentro da boceta quente e molhada dela. Carmen sorriu sujo, me beijou de novo, e eu já sabia que a porra toda só estava começando.
A água quente ainda escorria pelas nossas costas quando eu voltei a meter nela ali mesmo no boxe. Carmen riu baixo contra minha boca, aquele som sujo de mulher que sabe exatamente o que quer, e abriu mais as pernas, enfiando a mão entre nós pra espalhar a porra quente que já escorria dela misturada com a minha. Meu pau entrou fácil de novo, deslizando naquela boceta inchada e escorregadia, e eu comecei devagar, estocadas longas pra sentir cada centímetro daquela parede quente me sugando.
“Assim, porra… bem fundo”, ela gemeu, unhas cravando no meu ombro. Eu segurei uma das tetas pesadas dela, apertando o mamilo escuro entre os dedos enquanto metia mais forte. O barulho molhado ecoava no azulejo, água batendo, pele batendo em pele. Ela rebolava encontrando cada socada, aquela bunda gorda batendo na minha virilha. Eu puxei o cabelo molhado dela pra trás e chupei o pescoço, deixando marca, e ela tremeu inteira.
“Tá duro de novo tão rápido… caralho, Terrence, você é um puta de um animal.” A voz dela saía rouca, confessional, como se estivesse contando segredo sujo só pra mim. Empurrei ela de costas contra a parede fria, levantei a outra perna dela e fodi em pé, fundo, o saco batendo molhado. Carmen gozou de novo ali, boceta apertando em ondas, esguichando um pouco misturado com a água. Eu quase gozei junto, mas segurei, tirei o pau latejando e virei ela de frente pro jato.
“Ajoelha de novo”, mandei. Ela obedeceu na hora, joelho no chão molhado, e engoliu meu pau coberto da porra dela. Chupava com fome, língua largando lambendo a cabeça, depois fundo até engasgar, babando rios que a água lavava. Eu fodi a boca dela um pouco, segurando a cabeça, e ela olhava pra cima com aqueles olhos escuros marejados de tesão puro. “Quero mais dessa buceta”, gemi, e puxei ela de pé de novo.
Saímos do chuveiro pingando, sem nem secar direito. Carmen pegou a toalha grande do vestiário, enrolou nos peitos pesados só por cima, o short nem colocou, e eu só puxei a calça de treino por cima do pau ainda duro e marcado. O clube tava quase vazio naquele horário de chuva fina lá fora. A gente saiu pelo fundo, cortando grama molhada em direção ao campo 9. Meu coração batia forte, pau latejando a cada passo, e eu não parava de olhar aquela bunda empinada balançando sob a toalha curta.
A cabana era pequena, de madeira escura, quase escondida atrás de uns arbustos altos. Carmen tirou a chave de algum bolso escondido na toalha — safada já tinha planejado — e abriu. Cheiro de grama seca, óleo de taco e poeira velha. Sofá velho no canto, mesa de madeira, uma janela com cortina fina. Ela trancou por dentro mas deixou a porta só encostada, exatamente como tinha dito. Virou pra mim sorrindo sujo, deixou a toalha cair no chão.
Peitos pesados livres de novo, barriga macia, aquela buceta lisa ainda pingando minha porra pela coxa interna. “Vem me foder aqui, instrutor. Quero gritar sem medo.” Eu cheguei em cima, beijei ela com língua, mão enfiando de novo entre as pernas. Dois dedos entraram fáceis, ela já tava encharcada outra vez. Empurrei ela pro sofá, ajoelhei entre as coxas grossas e chupei aquela boceta inchada. Língua no clitóris duro, chupando os lábios grossos, bebendo o gosto dela misturado com porra. Carmen puxava meu cabelo, rebolava na minha cara, gemendo alto.
“Isso… chupa essa viúva molhada… porra, Terrence…” Quando ela tava tremendo perto de gozar de novo, eu subi, enfiei o pau de uma vez só até o fundo. O sofá rangeu. Estocadas fortes, profundas, o barulho molhado de carne enchendo a cabana. Seios balançando pra todo lado, eu segurando um e chupando o outro. Mudei, virei ela de quatro no sofá, bunda empinada pra mim. Abri com as duas mãos e meti olhando meu pau sumir naquela buceta rosada e inchada. Mão no cabelo puxando, outra esfregando o clitóris.
“Mais forte, me come igual puta”, ela pedia. Eu fodi sem piedade, saco batendo, e ela gozou gritando meu nome, corpo inteiro tremendo, boceta escorrendo rios no meu pau e no sofá. Eu continuei, mais fundo, mais rápido, até sentir os ovos subirem. Enterrei tudo e gozei de novo dentro, jatos grossos enchendo ela enquanto ela ainda se contraía, gemendo “enche… enche essa buceta de viúva”.
Ficamos ofegantes, eu ainda dentro, porra vazando ao redor do meu pau. Foi aí que ouvi passos lá fora na grama molhada. Carmen sorriu contra o meu peito, aquele sorriso safado.
“É o Grant”, sussurrou. “Sempre passa por aqui depois das seis checar os greens. Deixa a porta assim.” Eu endureci de novo só de ouvir, ainda semi-dentro dela. Passos se aproximaram, pararam. Ouvi a respiração pesada do cara do lado de fora, o ranger da madeira. Carmen rebolou de propósito no meu pau, gemendo alto de propósito.
“Terrence… fode mais fundo… assim, caralho…” Ela falava alto, clara. Eu meti de novo, devagar primeiro, deixando o barulho molhado escapar pela porta entreaberta. Grant tava lá, eu sabia. Ouvi ele engolir em seco. Carmen riu baixo pra mim e sussurrou no meu ouvido: “Deixa ele olhar um pouco. Depois eu mando embora.”
Continuei fodendo ela de quatro, agora mais forte, mão batendo naquela bunda gorda, o som ecoando. Carmen gozava de novo só de saber que tava sendo vista. Depois de uns minutos eu ouvi os passos se afastarem rápido. Ela puxou meu rosto e beijou.
“Mandei ele embora com o olhar quando ele espiou pela fresta. Gordinho safado. Mas gostei de você me comendo sabendo que tinha gente ouvindo.” Eu tirei o pau, virei ela de frente, enfiei de novo de cara e fodi mais uma vez até gozar pela terceira vez, dessa vez puxando pra fora e jorrando nos peitos pesados dela, cobrindo os mamilos escuros de porra branca. Ela passou o dedo, lambeu, e riu.
Deitamos no sofá suados, corpos colados, chuva fina batendo no telhado. Meu pau ainda latejava contra a coxa dela. Carmen passou a mão no meu peito, voz baixa e confessional de novo.
“Isso foi só o começo, Terrence. Meu marido nunca me fodeu assim. Nunca me encheu tanto. Agora eu quero rotina.” Ela mordeu o lábio, olhando pro teto da cabana. “Amanhã o clube fecha mais cedo por causa da manutenção dos greens. Vou marcar aula particular de novo só pra gente. Mas não aqui. Tem o vestiário das senhoras no anexo antigo, aquele que quase ninguém usa. Eu deixo a chave escondida embaixo do vaso da entrada. Quero você me esperando lá já pelado, pau duro. Vou chegar de shortinho sem calcinha de novo, te chupar até você quase gozar, e depois quero que me foda de pé no lavatório, olhando no espelho, gozando dentro outra vez. E se o Grant aparecer de novo… a gente deixa a porta entreaberta de propósito. Ou talvez eu chame ele pra entrar e só assistir enquanto você me come. O que você acha, instrutor? Eu já tô molhada só de planejar. Segunda-feira, seis da tarde. Não falte. Eu quero acordar terça com sua porra ainda escorrendo.”
Ela apertou meu pau com a mão, me beijou devagar, e eu já tava duro de novo só ouvindo o plano. A chuva continuava lá fora. Eu sabia que ia cumprir cada porra de detalhe.
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