Desejo Proibido no Festival
Lucas reencontra a madrasta Vanessa no festival, divide a barraca com ela e acaba metendo nela sem ninguém saber.
O Festival de Verão daquela cidadezinha litorânea era um caos delicioso: luzes coloridas tremeluzindo entre as barracas, cheiro de churrasco misturado com protetor solar barato, e uma multidão meio bêbada gritando a letra errada de qualquer hit. Lucas, vinte e dois anos e com a cara de quem ainda não acreditava que o pai tinha sumido pra uma viagem de trabalho exatamente naquele fim de semana, arrastava a mochila pela areia quando viu ela.
Vanessa.
A madrasta. Trinta e oito anos, biquíni preto colado no corpo que parecia feito sob medida pra provocar acidentes de trânsito, e aquele sorriso sarcástico que ele conhecia bem demais desde o casamento de dois anos atrás. Ela estava encostada na entrada da barraca dupla que o pai tinha reservado “pra família”, mexendo no cabelo úmido e fingindo que não tinha visto o enteado se aproximar.
— Olha só quem cresceu — ela disse, os olhos descendo devagar pelo peito dele, pela bermuda larga, e parando exatamente onde não deviam. — Nossa, Lucas. Seu pai falou que você tava malhando, mas… caralho. Tá bem dotado de músculo também, hein? Que pena que é proibido olhar.
Lucas engasgou com a própria saliva.
— Vanessa, pelo amor de Deus…
— O quê? Tô só constatando fatos científicos. Você era um moleque desengonçado e agora parece que engoliu um poste. E eu, coitada, tenho que dividir essa barraca minúscula com você enquanto o seu pai goza a vida em São Paulo. Ironia do destino, não?
Ela piscou, mordeu o canudo da caipirinha e entrou na barraca como se nada tivesse acontecido. Lucas ficou parado do lado de fora por um segundo inteiro, o pau já meio interessado na conversa, o cérebro gritando que aquilo era uma péssima ideia e o resto do corpo respondendo “e daí?”.
A noite caiu rápido. O som do trio elétrico invadiu o acampamento, as luzes piscando em ritmo de forró eletrônico duvidoso. Vanessa reapareceu de shortinho jeans e top transparente, o copo na mão pela terceira vez, os olhos brilhando de malícia consciente — não daquelas bêbadas que não sabem o próprio nome, mas daquelas que sabem exatamente o estrago que estão prestes a fazer.
— Dança comigo, enteado bonito — ela puxou ele pela cintura antes que ele pudesse inventar desculpa. — Ninguém tá olhando. Todo mundo tá ocupado tentando não vomitar ou pegar alguém.
Ela colou a bunda nele. Não foi acidente. Foi deliberado, lento, o short subindo um pouco a cada movimento de quadril. Lucas sentiu o calor dela através da roupa, o perfume doce de cachaça e pele suada, e a porra da ereção respondeu na hora, traidora, batendo exatamente no lugar onde ela esfregava com mais vontade.
Vanessa riu baixo, virando o rosto por cima do ombro.
— Nossa… parece que alguém acordou. Que pena que é proibido, né? Imagina o escândalo. A madrasta e o menino da casa. Seu pai ia ter um AVC.
— Você tá brincando com fogo — ele rosnou no ouvido dela, as mãos hesitando nos quadris dela.
— Eu adoro fogo — ela sussurrou de volta, empurrando a bunda com mais força. — E ninguém nunca vai saber. Olha ao redor. Todo mundo tá no próprio mundo. A gente pode fazer o que quiser.
Ela o puxou de repente para o beco escuro atrás da fileira de barracas, onde a luz das lanternas quase não chegava e o barulho da música abafava qualquer gemido. Empurrou ele contra a lona fria e ficou na ponta dos pés, o peito colado no dele.
— Eu fantasio com isso desde o dia do casamento — confessou, a voz rouca, os olhos fixos nos dele. — Te vi de toalha saindo do banho uma semana depois e pensei: ‘porra, que injustiça o universo ter colocado esse pau na casa errada’. Eu quero. Você quer. A gente é adulto. E o seu pai tá a trezentos quilômetros de distância com aquela secretária chata.
Lucas não aguentou. Agarrou o rosto dela e beijou com fome, língua, dente, saliva, tudo misturado num desespero engraçado e urgente. Vanessa riu dentro do beijo, mordendo o lábio inferior dele.
— Sabia que você ia ceder, seu safado.
Eles tropeçaram de volta para dentro da barraca apertada, fechando o zíper com pressa absurda. O espaço era ridículo: dois colchões finos lado a lado, uma lanterna fraca no canto, e o cheiro de areia e protetor. Vanessa empurrou Lucas para trás, tirou o top num movimento só e montou nele ainda de shortinho.
— Calma, caralho — ela riu quando ele puxou o short dela pra baixo junto com a calcinha. — Tô molhada pra caralho já. Olha isso.
Ela desceu devagar no pau dele, engolindo centímetro por centímetro, a boca aberta num “foda-se” silencioso. Quando sentou até o fundo, os dois soltaram um gemido abafado. Vanessa começou a quicar com vontade, as mãos no peito dele, os peitos balançando na cara de Lucas. Ela tapava a própria boca com a mão livre, os olhos semicerrados de prazer, rindo entre um gemido e outro.
— Porra, Lucas… você é maior do que eu imaginava nas minhas punhetas mentais. Que absurdo. Que delícia proibida.
Ele segurou os quadris dela com força, empurrando pra cima no ritmo dela. A barraca tremeu. Alguém passou do lado de fora cantando alto e os dois travaram por um segundo, engasgados de riso nervoso, antes dela voltar a cavalgar mais forte, mais fundo, a buceta apertando ele de um jeito que fazia o cérebro desligar.
— Vira — ele pediu, a voz rouca.
Vanessa obedeceu na hora, se colocando de quatro no colchão fino, a bunda empinada, olhando por cima do ombro com aquele sorriso de quem sabia exatamente o poder que tinha. Lucas entrou de uma vez, fundo, segurando os quadris dela com os dedos cravados na carne macia. Ela engasgou num gemido e enterrou o rosto no travesseiro.
— Isso… mete fundo, porra. Me fode como se eu não fosse casada com o seu pai. Mais forte.
Ele obedeceu. Estocadas longas, profundas, o som molhado da pele batendo na pele abafado pela música lá fora. Vanessa pedia mais entre risadas baixas e gemidos engolidos, a mão voltando pra tapar a boca toda vez que ele acertava aquele ângulo que fazia a perna dela tremer.
— Vou gozar — ele avisou, a voz falhando.
— Na boca — ela se virou rápido, ajoelhada na frente dele, abrindo a boca com a língua de fora e um brilho safado nos olhos. — Me dá tudo, enteado. Engole a prova do crime.
Lucas gozou grosso na língua dela, gemendo baixo, as mãos nos cabelos dela. Vanessa engoliu tudo com um barulhinho de satisfação teatral, lambeu o canto da boca e sorriu pra ele como se tivesse acabado de roubar a última fatia de bolo.
— Delícia. E agora a gente é cúmplice de merda nenhuma, né?
Eles caíram deitados lado a lado, suados, o peito subindo e descendo, rindo baixinho do absurdo completo da situação. A barraca ainda cheirava a sexo e caipirinha. Lá fora alguém gritava o nome de alguém que não era nenhum dos dois.
Vanessa virou de lado, o dedo desenhando círculos no peito suado dele, os olhos brilhando na penumbra.
— Isso nunca mais vai se repetir… — ela piscou, demorando de propósito — …pelo menos até o próximo festival. Ou até o seu pai viajar de novo. Ou até eu ficar com tesão de novo amanhã de manhã quando você sair de toalha. A gente vê.
Lucas riu, ainda sem fôlego, puxando ela pela nuca pra um beijo sujo, lento, com gosto dele na boca dela.
— Segredo absoluto — ele murmurou contra os lábios dela. — Se alguém souber, a gente inventa que foi brincadeira de embriaguez coletiva.
— Combinado. Agora finge que tá dormindo quando o seu pai ligar amanhã. Eu vou atender de sutiã e cara de santa.
Eles riram de novo, abafado, os corpos ainda colados no calor úmido da barraca. Lá fora o festival continuava ensurdecedor, inocente, sem ideia nenhuma do que tinha acabado de acontecer entre a lona fina. Vanessa passou a perna por cima da dele, o short ainda jogado num canto, e sussurrou bem baixinho, quase inaudível sob a música:
— Só mais uma coisa… amanhã de manhã, se ninguém tiver acordado ainda… eu quero chupar você de novo antes do café. Sem compromisso. Só pra garantir que a gente não esquece o gosto.
Lucas sentiu o pau mexer de novo, traidor, e ela riu baixinho contra o pescoço dele, sabendo exatamente o que tinha provocado. O telefone do pai podia tocar a qualquer hora. O sol ia nascer. E o segredo mal tinha começado a esquentar.
A manhã chegou devagar, filtrada pela lona amarela da barraca como um limão espremido. Lucas abriu um olho e quase deu risada sozinho: Vanessa estava de bruços, o short ainda jogado no canto, a bunda nua coberta só por um pedaço da toalha, e o cabelo bagunçado grudado no pescoço suado. O festival lá fora mal tinha acalmado — ainda vinha um forró torto de algum alto-falante morrendo e o cheiro de café pingando em alguma barraca vizinha.
Ele se mexeu e o pau, traidor de novo, já estava duro contra a coxa dela. Vanessa resmungou algo que parecia “porra, já?”, virou o rosto e abriu um sorriso preguiçoso, os olhos ainda inchados de sono e maldade.
— Bom dia, cúmplice. Seu pai mandou mensagem às seis. Falei que a gente tava dormindo igual anjinhos. Mentira descarada. Olha o que você fez comigo.
Ela se arrastou pra baixo sem cerimônia, puxando o lençol fino e engolindo o pau dele de uma vez, quente e molhado da boca sonolenta. Lucas engasgou, a mão voando pro cabelo dela. Vanessa chupava devagar, barulhenta de propósito, a língua girando na cabeça enquanto os olhos subiam pra encarar ele, cheios de deboche.
— Calma, porra… alguém pode ouvir — ele sussurrou, a voz já falhando.
Ela tirou a boca só o suficiente pra falar, a saliva escorrendo no queixo:
— Todo mundo tá de ressaca. E se ouvir, inventa que você tá sonhando alto com a professora de educação física. Agora cala a boca e deixa a madrasta trabalhar.
Ela desceu de novo, engolindo fundo, a garganta apertando, uma mão massageando as bolas enquanto a outra ia direto pra buceta dela, dois dedos entrando com um barulhinho molhado que fazia Lucas morder o travesseiro pra não gemer alto. Vanessa chupava com vontade, gemendo em volta do pau, o vibração subindo pela espinha dele. Quando ele quase gozou, ela parou de propósito, lambeu o comprimento inteiro e riu baixo.
— Ainda não. Quero sentar de novo. De frente. Quero ver essa cara de safado enquanto eu te fodo.
Ela montou nele de novo, ainda molhada da noite anterior, e desceu devagar, engolindo cada centímetro com um suspiro longo. A barraca tremeu só um pouco. Lá fora alguém tossiu e os dois travaram, engasgados de riso nervoso, ela com o pau enterrado até o fundo e a mão tapando a própria boca.
— Caralho, Lucas… você enche tudo. Parece que o universo te fez sob medida pra me destruir o casamento em silêncio.
Ela começou a quicar, devagar no começo, depois mais forte, os peitos balançando na cara dele. Lucas chupou um mamilo, mordeu de leve, e ela riu abafado, a buceta apertando ele em ondas. O som molhado da pele batendo era abafado pela música distante e pelo vento na lona. Vanessa se inclinava pra frente, os cabelos caindo no rosto dele, e beijava a boca dele com gosto de café fantasma e sexo.
— Imagina se ele ligasse agora por vídeo — ela sussurrou contra os lábios dele, rindo. — “Oi amor, tudo bem aí? Tô só cavalgando o seu filho até ele gozar fundo em mim, normal, né?”
Lucas riu de verdade, o peito tremer, e empurrou pra cima com força, agarrando a bunda dela. Ela engasgou num gemido, os olhos revirando.
— Mais fundo. Me fode como se a gente tivesse o direito. Como se eu não fosse a mulher do teu pai. Porra, que delícia proibida…
Ele virou ela de uma vez, colocando-a de quatro de novo no colchão fino. A bunda empinada, a buceta brilhando, o short jeans ainda jogado num canto como prova do crime. Lucas entrou de uma estocada só, fundo, e ela enterrou o rosto no travesseiro pra abafar o grito. Ele metia forte, as mãos nos quadris dela, os dedos cravados na carne macia, o barulho molhado se misturando com o forró torto lá fora. Vanessa empurrava pra trás, pedindo mais entre risadas baixas e gemidos engolidos.
— Isso… assim. Me usa. Me goza dentro se quiser. Eu tomo pílula. E se vazar, a gente fala que foi o protetor solar derretendo. Caralho, Lucas, você fode melhor que ele.
Ele riu contra a nuca dela, suado, e acelerou. A barraca inteira balançava agora. Alguém passou do lado de fora gritando “cadê a caipirinha?” e os dois explodiram num riso abafado, ele ainda enterrado fundo, ela tremendo de prazer e nervoso.
— Vou gozar — ele avisou, a voz rouca.
— Dentro — ela pediu, olhando por cima do ombro com aquele sorriso safado. — Quero sentir escorrendo depois. Prova do crime escondida na calcinha o dia inteiro.
Lucas gozou fundo, gemendo baixo no pescoço dela, as estocadas irregulares enquanto ela apertava em volta dele e gozava também, o corpo inteiro tremendo, a mão tapando a boca com força. Eles ficaram assim por um segundo eterno, colados, suados, o peito subindo e descendo no mesmo ritmo. Depois ele saiu devagar e o gozo escorreu pela coxa dela. Vanessa riu baixinho, se virou e lambeu dois dedos, provando.
— Delícia. Agora a gente é oficialmente um desastre ambulante.
Eles se deitaram de novo, lado a lado, o calor úmido da barraca grudando pele em pele. Lá fora o sol já batia forte e o festival acordava de verdade: cheiro de ovo mexido, gente rindo, alguém tocando violão desafinado. Vanessa passou a perna por cima da dele de novo, o dedo desenhando círculos preguiçosos no peito suado.
— Mais uma vez antes do almoço? — ela perguntou, a voz rouca de quem já sabia a resposta. — Só rapidinho. Eu chupo você até quase, você me come de lado pra ninguém ver a barraca tremer, e a gente finge que foi alongamento de ioga. Combinado?
Lucas riu, puxando ela pra um beijo lento, sujo, com gosto dele na boca dela.
— Você é um perigo, Vanessa.
— Eu sou a madrasta. Perigo é o meu cargo.
Eles ficaram quietos um momento, só o barulho distante do mar e da multidão. Depois ela desceu de novo, sem pressa, a boca quente engolindo o pau ainda meio mole que endureceu na hora. Lucas fechou os olhos, a mão no cabelo dela, e deixou ela chupar devagar, molhado, barulhento só o suficiente pra ele ouvir. Quando estava duro de novo, ela subiu, deitou de lado de costas pra ele e guiou o pau pra dentro dela. Ele entrou devagar, fundo, o braço rodeando a cintura dela, a mão apertando um peito. Metiam devagar, em silêncio quase completo, só gemidos baixos e o som molhado abafado. Ela gozou primeiro, mordendo o próprio braço, o corpo inteiro tremendo contra o dele. Ele seguiu logo depois, gozando dentro de novo, enterrado fundo, o rosto enterrado no cabelo dela.
Ficaram assim, colados, o gozo escorrendo devagar entre as coxas, o suor secando na pele. A respiração foi acalmando. Lá fora o festival gritava, ria, cantava. Dentro da barraca só restava o calor dos corpos e o cheiro de sexo misturado com areia.
Vanessa não falou mais nada. Lucas também não. Os dedos dela só descansavam no peito dele, leves. O sol subia. A lona se mexia leve com o vento. E o silêncio, enfim, ficou inteiro entre eles.
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