A Primeira Vez da Madrasta no Food Truck
A jovem madrasta Fiona chupa e leva a rola grossa do enteado Terrence no apertado food truck.
Eu nunca ia contar isso pra ninguém. Mas acontece que a gente mente pra si mesma até o corpo denunciar. Eu, Fiona, vinte e oito anos, madrasta de um moleque de vinte e dois que já não era moleque coisa nenhuma. Terrence. O filho do meu marido. E aquela noite no food truck foi a primeira vez que eu parei de fingir.
A feira noturna estava lotada, cheiro de fritura e música alta vazando das barracas. O caminhão dele era um caixote de aço apertado, fogão de duas bocas, bancada estreita, geladeira barulhenta. Ele me pediu ajuda porque o garçom faltou. Eu aceitei. Bobagem. Eu sabia o que estava fazendo.
Assim que a porta de trás bateu, o calor me engoliu. Terrence de camiseta preta colada no peito, braços suados, jeans baixos demais. Eu de saia curta e blusa fina — escolha deliberada, embora eu negasse até pra mim. A gente se esbarrava o tempo todo. Ombro no peito. Quadril na coxa. O vapor do óleo fazia a pele brilhar. Toda vez que eu me abaixava pra pegar um pacote de guardanapo, sentia o olhar dele na minha bunda. Toda vez que ele passava atrás de mim pra alcançar o molho, o pau dele — ainda mole, mas pesado — roçava de leve na minha lombar. A gente ria baixo, conversava de besteira, e mentia.
— Tá quente pra caralho aqui — ele murmurou, limpando o suor da testa com o antebraço.
— É o espaço — respondi, fingindo mexer no ketchup. — A gente quase não cabe.
Mas a gente cabia demais. O segredo de estarmos sozinhos, o marido dele — meu marido — em casa achando que eu só “dava uma força”, isso tudo me deixava molhada. Eu sentia a calcinha grudando. Ele ajustava a calça o tempo todo. A tensão era um fio elétrico entre a gente, e os dois fingiam que era só o trabalho.
Depois da correria das nove, o movimento esfriou. Sobrou só o barulho distante da feira. Terrence estava lavando uma faca quando falou, sem querer, a merda que detonou tudo:
— Porra, Fiona… essa saia em você é crime. Você tá… diferente. O corpo todo.
Ele corou na hora. Eu virei devagar, sorriso safado subindo sozinho.
— Diferente como, Terrence?
Ele engoliu em seco. Eu passei por ele naquele corredor de meio metro, e “sem querer” a minha mão aberta roçou a virilha dele. O volume era grosso, quente, já meio duro. Os olhos dele escureceram.
— Porra — ele sussurrou.
— Eu sempre senti — confessei, parando na frente dele, peito quase tocando o peito. — Desde que você voltou da faculdade. É errado pra caralho. Eu sou casada com o seu pai. Mas toda vez que você entra na cozinha de short, eu fico pensando nessa porra aqui.
Apertei a mão de leve no pau por cima da calça. Ele soltou um gemido rouco.
— Eu também — admitiu, a voz baixa, confessional igual a minha. — Sempre. Quando você se inclina na pia… puta que pariu, Fiona. Eu bato punheta pensando em te foder.
Ele me encostou contra a bancada de aço. O metal frio na minha bunda quente. As mãos dele subiram pelas minhas coxas, por baixo da saia, apertando a carne. A gente se beijou com fome — língua, dente, saliva. Eu chupei o lábio de baixo dele. Ele enfiou a mão no meu cabelo e puxou, expondo o meu pescoço, mordendo. O pau dele agora estava duro pra valer, empurrando contra a minha barriga. Eu queria transgredir. Queria a porra do pecado quente escorrendo nas minhas coxas.
— Ajoelha — ele pediu, e não era ordem de menino. Era de homem.
Eu desci. O chão do food truck era pegajoso de óleo e papel. Ajoelhada entre as pernas dele, abri o cinto, puxei o zíper, libertei aquela rola grossa, veias saltadas, cabeça brilhando de pré-gozo. Cheiro de homem, de suor limpo. Envolvi com as duas mãos — mal cabia — e lambi a glande devagar, olhando pra cima. Ele jurou baixinho.
— Chupa, madrasta. Chupa esse pau.
Eu engoli. A boca abriu no limite, a saliva escorreu no queixo, e eu fui fundo até a garganta reclamar. Ele segurou meu cabelo em mecha e meteu com cuidado no começo, depois com mais vontade, gemendo meu nome. Eu chupava com vontade, molhando, babando, uma mão na base apertando, a outra na bola pesada. Cada vez que a cabeça batia no fundo da minha garganta, eu gemia em volta do pau dele e sentia a minha própria buceta latejar, escorrendo pelo meio da coxa.
— Assim… porra, Fiona, você chupa que nem puta — ele arfou. — Sempre quis ver você de joelhos pra mim.
Tirei a boca só o suficiente pra falar, a voz rouca:
— Então me fode. Logo. Antes que alguém bata na janela.
Ele me puxou pra cima, virou de costas contra a bancada, ergueu a saia até a cintura e arrancou a calcinha num puxão. O tecido molhado ficou no chão. Os dedos dele abriram minha bunda, acharam a fenda encharcada, enfiaram dois de uma vez. Eu gritei abafado.
— Molhada pra caralho… isso é tudo por mim?
— É, porra. Mete.
Ele encaixou a cabeça grossa e empurrou de uma vez. Eu senti cada centímetro abrindo, esticando, doendo gostoso. O espaço apertado do truck fazia tudo mais sujo: o joelho dele batendo na porta da geladeira, meu peito esmagado na bancada de aço frio, o cheiro de fritura misturado com sexo. Ele fodeu com força por trás, em pé, segurando meus quadris, metendo rápido, fundo, a pelve batendo na minha bunda com estalo molhado.
— Mais forte — eu gemia. — Me come, Terrence. Me come que nem você sempre quis.
Ele alternava: estocadas rápidas e rasas que me faziam babar na bancada, depois profundas e lentas que me arrancavam o ar. Uma mão desceu, contornou, apertou meu peito por cima da blusa, puxou o sutiã pra baixo, beliscou o mamilo duro até eu soltar um grito. A outra mão desceu pra minha boceta, achou o clitóris inchado e esfregou no ritmo da foda.
— Vai gozar no meu pau, madrasta — ele rosnou no meu ouvido. — Quero sentir essa buceta apertando.
Eu gozei primeiro. A onda veio suja, as pernas tremendo, a boceta contraindo em espasmo no pau grosso dele, e eu gemi o nome dele alto demais — “Terrence, porra, Terrence” — enquanto o gozo escorria nas minhas coxas e no chão. Ele não parou. Metade mais rápido, respiração falhando, e gozou dentro, jatos quentes enchendo, pulsando fundo, segurando meus quadris com força bruta até a última gota. Eu senti o porra dele escorrendo pra fora quando ele saiu devagar, misturado com o meu.
A gente ficou ofegando. Eu virei, cabelo bagunçado, boca inchada, saia ainda erguida. Ele riu nervoso, um riso de cúmplice, e me beijou de novo — mais lento, sujo de saliva e confissão.
— Isso foi só o começo — eu falei contra a boca dele, enquanto puxava a calcinha do chão e tentava me arrumar com as mãos tremendo. — Sempre que o seu pai não estiver por perto. Combinado?
— Combinado — ele respondeu, guardando o pau ainda sujo na calça. — Porra, Fiona… a gente tá fodido.
— Tô molhada de novo só de ouvir você falar assim.
A gente riu baixo, trocou outro beijo, já pensando na próxima vez — no estoque de casa, no banheiro do andar de cima, em qualquer lugar onde o segredo coubesse. O vínculo agora era esse: a porra dele escorrendo em mim e a certeza de que íamos repetir.
Foi aí que a porta lateral do food truck bateu três vezes, forte, e a voz do meu marido — o pai dele — gritou do lado de fora, perto demais:
— Fiona? Terrence? Abre essa porra, eu trouxe mais gelo e…
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