Noite Presa com a Madrasta no Estoque
Lucas e a madrasta Gwen ficam presos no estoque e acabam fodendo como animais a noite toda.
O estoque da loja de departamentos cheirava a plástico novo, papelão úmido e poeira antiga. A luz de emergência vermelha piscava fraca no canto, mal iluminando as prateleiras altas carregadas de caixas. Lucas, vinte e dois anos, encostou as costas na parede fria e praguejou baixinho quando a porta de metal bateu com um estrondo final e a tranca elétrica engatou. Do lado de fora, o alarme de fechamento já tinha soado. Ninguém viria antes das sete da manhã.
Gwen estava ali. Sua madrasta. Trinta e oito anos, casada com o pai dele há seis, corpo voluptuoso apertado no vestido preto justo que ela usara para jantar. Tinha vindo buscá-lo de surpresa depois do turno extra dele no depósito, achando que ainda haveria gente na loja. Agora os dois estavam presos no escuro quase total, o espaço estreito entre as prateleiras forçando-os a ficar colados.
O perfume dela — baunilha barata misturada com o suor leve da pele quente — invadiu o nariz de Lucas. Ele engoliu em seco. Em casa sempre tinham trocado olhares proibidos: ela saindo do banho de toalha, seios pesados marcando o tecido; ele na mesa do café, pau semi-duro sob o short enquanto ela se inclinava para pegar o leite. Nunca tinham falado. Agora o calor do corpo dela batia no dele a cada respiração.
— Merda, que calor do caralho aqui dentro — murmurou Gwen, a voz rouca de quem fumava escondido. Ela puxou o casaco de lã e tirou, jogando-o numa caixa. Por baixo, o decote do vestido abria quase até o meio dos peitos generosos, a renda preta do sutiã aparecendo. Sem querer — ou querendo —, ela se virou e os seios grandes roçaram de propósito no braço nu de Lucas. O contato foi elétrico. O pau dele endureceu na hora, apertado na calça jeans.
Lucas não aguentou. O cheiro dela, o calor, o confinamento... a tesão proibida subiu pela garganta.
— Gwen... porra. Eu sempre fantasiei com você. Sempre. Desde que você chegou em casa. Seu corpo, sua boca, o jeito que você olha pra mim quando o meu pai não tá vendo. Eu bato punheta pensando na minha madrasta safada todo santo dia.
O silêncio durou um segundo. Depois ela riu baixo, sujo, e chegou mais perto, o peito ainda colado nele.
— Que enteado pervertido do caralho — sussurrou, a voz rouca contra o ouvido dele. — Eu também, Lucas. Eu também sinto esse desejo sujo. Acordo molhada sonhando com esse pau de novinho enfiado em mim enquanto seu pai dorme do lado. É errado pra caralho. Se ele souber, acaba tudo. Mas eu tô pingando só de sentir você duro contra a minha coxa.
Eles se beijaram com fome. Bocas se abrindo, línguas se chocando, dentes puxando lábio. As mãos de Lucas desceram pelas costas dela, apertaram a bunda carnuda por cima do vestido, depois subiram por baixo da saia. Gwen gemeu no beijo quando os dedos dele acharam a calcinha já encharcada. Ela abriu a calça dele, a mão quente pegando o pau grosso e pesado, o polegar esfregando a cabeça molhada de pré-gozo.
— Isso é tão perigoso — ela sussurrou entre beijos, masturbando-o devagar. — Tão errado. Minha boceta tá latejando pelo meu enteado.
— E eu tô louco pra foder a madrasta casada do meu pai — respondeu ele, dois dedos entrando nela de uma vez, sentindo o aperto quente e escorregadio.
Gwen se ajoelhou no chão frio do estoque. O joelho doeu no concreto, mas ela não ligou. Abriu a calça dele de vez, puxou a cueca pra baixo e engoliu o pau grosso com vontade. A boca quente desceu até o fundo, o nariz encostando na base, engasgando de propósito enquanto olhava pra cima, os olhos brilhando na luz vermelha. Lucas agarrou o cabelo dela, meteu fundo na garganta, sentindo a saliva escorrer pelo queixo dela e pingar nos seios.
— Chupa esse pau, madrasta safada — ele gemeu. — Engole até o saco.
Ela obedeceu, boquete molhado e barulhento, a língua rodando na cabeça, a mão massageando as bolas. Baba escorria. Quando ele quase gozou, ela puxou a boca, ofegante.
— Me fode. Agora.
Lucas a virou de quatro contra as prateleiras baixas. Levantou o vestido dela até a cintura, puxou a calcinha pro lado e enfiou o pau de uma vez na boceta pingando. O aperto era absurdo. Ele meteu forte, ritmado, a pele batendo na pele com estalos úmidos. Deu tapas na bunda carnuda, vendo a marca vermelha aparecer, ouvindo ela gemer baixo, abafado, pra não fazer barulho demais.
— Isso, enteado pervertido... arrebenta a boceta da sua madrasta — ela pedia, empurrando o cu pra trás, engolindo cada centímetro. — Mais forte. Me usa.
Ele segurou os quadris dela e fodeu como animal, profundo, sujo, o cheiro de sexo se misturando ao do estoque. Depois a virou de frente, a encostou nas caixas, levantou uma perna dela e acomodou a coxa no ombro. O pau escorregou da boceta molhada e pressinou contra o cuzinho apertado. Gwen olhou nos olhos dele e assentiu, mordendo o lábio.
— Enfia no cu. Quero sentir você me arrombando.
Lucas empurrou devagar no começo, sentindo o anel apertado ceder centímetro por centímetro até ele estar fundo no cu quente e estreito dela. Depois meteu com força, a mão no pescoço dela sem apertar demais, a outra segurando a coxa erguida. Ela gemia baixo, rouco, pedindo mais.
— Goza dentro, porra. Enche o cuzinho da sua madrasta safada. Me enche de porra do meu enteado pervertido. Eu quero pingar você o caminho todo pra casa.
Ele fodeu o cu dela sem piedade, a boceta vazia escorrendo suco pelas coxas. Gwen gozou primeiro, o corpo tremendo, o cu contraindo em volta do pau dele num espasmo quente. Lucas não aguentou: gozou fundo no cu apertado, jatos grossos enchendo-a, enquanto ela ainda tremia e puxava ele pra beijar a boca suja de saliva e gemidos.
Quando ele saiu, a porra escorreu do cuzinho vermelho e aberto, misturando com o creme da boceta dela. Os dois estavam ofegantes, suados, o cheiro pesado de sexo impregnando o ar fechado. Gwen riu baixinho, um som rouco e satisfeito, enquanto puxava a calcinha de volta e ajeitava o vestido. Lucas guardou o pau ainda semi-duro, o coração batendo descompassado.
— Olha o estado que você me deixou — ela sussurrou, passando o dedo entre as pernas e mostrando a mistura branca e brilhante. — Cu e boceta pingando porra do meu enteado. Se o seu pai soubesse...
— Ele não vai saber — Lucas respondeu, puxando-a pela cintura, a boca no pescoço dela. — Isso vira nosso segredo perigoso. Vamos repetir sempre que der. No estoque, em casa quando ele viajar, no carro... eu quero mais dessa boceta e desse cu.
Eles se beijaram de novo, mais devagar, o gosto de culpa e tesão ainda na língua. Lá fora, a cidade seguia quieta. Faltavam horas para a manhã. Gwen se encostou nele no escuro, a mão já descendo de novo pela barriga dele, os dedos brincando na barra da calça.
— Ainda tem a noite toda — ela murmurou contra a boca dele, a voz baixa e suja. — E eu ainda não chupei o gosto da minha própria bunda no seu pau. Quer continuar sendo o enteado pervertido da madrasta casada, Lucas?
O pau dele já respondia, endurecendo outra vez sob os dedos dela. O alarme da porta continuava trancado. Ninguém viria. E a tensão entre os dois, em vez de se apagar, só tinha começado a queimar de verdade.
Gwen desceu de novo, o joelho já marcado pelo concreto frio, e engoliu o pau de Lucas ainda lambuzado da porra e do cu dela. A língua dela rodou devagar na cabeça, chupando cada fio do gosto amargo e sujo da própria bunda misturado com o gozo dele. Lucas gemeu fundo, a mão enterrada no cabelo dela, sentindo a garganta quente abrir e fechar em volta da tora grossa.
— Isso, madrasta vadia. Limpa o pau do seu enteado. Suga o gosto do seu cu arrombado — ele rosnou, metendo até o fundo outra vez, fazendo ela engasgar e babar no peito. Gwen olhou pra cima na luz vermelha piscando, os olhos marejados de tesão, e chupou com barulho molhado, a mão apertando as bolas cheias dele. O cheiro de sexo podre já dominava o estoque inteiro: porra, boceta, cu e suor.
Quando o pau ficou rijo de novo, pingando saliva, ela se levantou, puxou o vestido por cima da cabeça e jogou num canto. Ficou só de sutiã preto e calcinha torcida no lado. Os seios pesados saltaram quando ela abriu o sutiã, mamilos duros e escuros. Lucas lambeu um, mordeu o outro, enquanto enfia dois dedos de novo na boceta latejante dela.
— Porra, tá mais molhada que antes — ele murmurou. — Sua boceta tá pedindo pau do enteado outra vez.
— Enfia. Me fode de novo como um animal — ela pediu, a voz rouca. — Quero esse pau grosso me abrindo até eu não conseguir andar amanhã. Seu pai vai perguntar por que eu estou mancando e eu vou mentir na cara dele.
Lucas a ergueu contra as prateleiras altas, as pernas dela enroladas na cintura dele. O pau deslizou na entrada escorregadia e enterrou de uma vez até as bolas. Gwen gritou baixinho, as unhas cravadas nas costas dele. Ele meteu forte, o corpo dela batendo nas caixas de plástico, seios quicando no peito dele a cada estocada. O aperto dela engolia tudo, sucos escorrendo pelas bolas e pingando no chão.
Eles fodiam assim por minutos longos, o ritmo animal, pele batendo em pele com estalos molhados. Lucas mordeu o pescoço dela, chupou a marca, e sussurrou:
— Imagina se o meu pai entrasse agora. Via o pau do filho enterrado na boceta da mulher dele. Via a madrasta safada gozando no enteado.
— Eu gozaria na cara dele — ela respondeu ofegante, rindo sujo. — Goza mais fundo. Quero sentir você na minha barriga.
Ele a baixou, virou-a de novo de quatro sobre uma caixa baixa, e comeu a boceta por trás enquanto esfregava o polegar no cuzinho ainda frouxo e cheio de porra. A língua dele chupou o clitóris inchado, enterrou na entrada molhada, bebeu o gosto dela misturado com o resto do gozo anterior. Gwen empurrava o cu pra trás, gemendo alto demais pro espaço fechado.
— Chupa essa boceta casada, novinho. Mama a porra que você já botou em mim.
Lucas se levantou, enfiou de novo na boceta e fodeu sem piedade, uma mão no cabelo puxando a cabeça dela pra trás, a outra espalmando a bunda vermelha de tapas. Cada tapa fazia a carne tremer. Ele alternava: três estocadas na boceta, duas no cu ainda escorregadio de porra, voltava pra boceta. Gwen gritava baixinho “arrebenta”, “foder mais”, “me usa”, o corpo inteiro suado e tremente.
Ela montou nele depois, de costas, o cu engolindo o pau enquanto ele sentava no chão frio. Lucas segurou os seios dela por trás, beliscando os mamilos, metendo pra cima com força. O cuzinho dela abria e fechava em volta da tora, fazendo barulho nojento de ar e porra. Ela se masturbava rápido, dois dedos no clitóris, e gozou forte, o cu apertando num espasmo que quase tirou o gozo dele. Mas ele segurou, empurrou ela pra frente, ajoelhou atrás e voltou pra boceta.
— Agora eu encho essa boceta — ele disse. — Quero ver você pingar porra do enteado o caminho todo pra casa. Seu pai vai cheirar sexo em você e não vai saber que foi o filho dele.
Gwen abriu as pernas o máximo que pôde, de bruços sobre as caixas, e recebeu cada centímetro. Lucas fodeu como um cachorro no cio, profundo, sujo, o pau saindo coberto de creme branco e entrando de novo. O cheiro era denso, o ar quente. Ele deu mais tapas, cuspiu na bunda dela, esfregou o cuspe no cu e meteu o polegar lá enquanto o pau martelava a boceta.
— Goza de novo, madrasta. Goza no pau do Lucas.
Ela gozou gritando no ombro, o corpo inteiro convulsando, a boceta esguichando um pouco no pau dele. Lucas não aguentou. Enterrou até o fundo, jatos grossos e quentes enchendo o útero dela, porra saindo pelas laterais a cada pulsação. Ele ficou ali, latejando dentro, ofegante, a testa no ombro suado dela.
Quando saiu, a porra escorreu num fio grosso pela coxa dela, misturando com o restante do cu. Os dois caíram sentados no chão, costas na parede fria, respirando pesado. Gwen riu baixo, passou o dedo na boceta e chupou a mistura, depois ofereceu o dedo sujo pra ele lamber. Lucas chupou, beijou a boca dela, o gosto de porra e sexo no beijo lento.
— Porra, que foda deliciosa — ela sussurrou, a mão ainda no pau semi-duro dele, massageando o resto. — A noite toda, como eu falei. Daqui a pouco eu quero de novo. Quero que você me foda em pé contra a porta, quero chupar suas bolas enquanto você me fode a cara...
Lucas beijou o pescoço dela, a mão subindo pro peito, o corpo já respondendo outra vez. O estoque continuava escuro, a luz vermelha piscando, o alarme trancado. Ninguém viria. Eles tinham horas. A tesão suja ainda queimava, o segredo perigoso latejando entre eles como uma segunda pele.
Gwen se ajeitou no colo dele, o pau voltando a endurecer entre as nádegas dela, e abriu a boca pra falar mais putaria quando um barulho metálico cortou o silêncio. A tranca elétrica da porta cliqueteou forte, luzes de fora invadiram a fresta debaixo da porta, e uma voz masculina rouca, familiar demais, gritou do corredor:
— Gwen? Lucas? Vocês estão aí dentro? O segurança me ligou que o alarme do estoque acionou errado e eu vim abrir. Abrindo agora!
A maçaneta girou. A porta começou a abrir.
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