Chuva que Nos Prendeu na Barraca

Lucas e a madrasta Clara se entregam ao tesão proibido dentro da barraca molhada pela chuva.

5 min read August 31, 2026New

A chuva batia sem piedade no nylon da barraca. O barulho era tão alto que abafava até a respiração. Lucas, vinte e dois anos, estava encolhido no saco de dormir estreito, e cada gota que estalava lá fora parecia empurrá-lo mais para perto de Clara. A madrasta de quarenta e um anos. A mulher do pai. A porra da mulher que ele via de shortinho curto pela casa desde os dezoito e fingia não notar.

Eles tinham subido a serra só os dois. O pai viajando a trabalho, Clara insistindo que o ar puro ia fazer bem. Agora o temporal os prendia ali dentro, no espaço minúsculo onde qualquer movimento esbarrava carne em carne.

A camiseta branca dela estava encharcada, colada nos peitos grandes, os mamilos duros marcando o tecido transparente. Embaixo, só a calcinha preta. Lucas tentava olhar para o teto da barraca, mas o pau latejava dentro da bermuda, um volume grosso impossível de esconder. Quando ela se virou para ajeitar o saco de dormir, a coxa macia roçou na ereção dele. Lucas prendeu o ar.

— Merda… — murmurou, baixo demais.

Clara não se afastou. O calor do corpo dela vinha quente, cheirando a sabonete barato e a chuva. Os seios pesados se moviam sob o pano molhado cada vez que ela respirava. Lucas sentia o saco pesado, cheio, a cabeça do pau já molhada de pré-gozo manchando o tecido.

Ela se ajeitou de lado, de frente para ele, e a barriga dela tocou a dele. O pau latejou de novo, batendo contra a coxa interna da madrasta. Clara parou. Os olhos escuros se fixaram no rosto dele. Em vez de recuar, ela inspirou fundo, o peito subindo, e esfregou a perna de propósito. Lento. Deliberado. O tecido da bermuda raspando na pele macia dela.

— Eu sinto isso, Lucas — sussurrou, a voz rouca quase sumindo no barulho da chuva. — Esse pau duro esfregando em mim. Sempre soube. Sempre vi o jeito que você olhava quando eu saía do banho de toalha. Quando seu pai viaja… eu fico molhada pensando em você. Enfio os dedos na buceta lembrando daquela vez que te peguei de cueca na cozinha. Você quer foder a madrasta, não quer?

Lucas perdeu o resto da vergonha. A mão grande desceu, agarrou a bunda carnuda dela com força, os dedos cravando na carne macia, puxando-a contra o pau. Clara gemeu baixo, um som sujo, e abriu mais as pernas. A calcinha já estava encharcada, o tecido fino colado nos lábios inchados.

— Porra, Clara… — a voz dele saiu grossa. — Eu quero meter nessa buceta há anos.

Ela riu, safada, e desceu a mão, abrindo o zíper da bermuda. O pau saltou pra fora, grosso, veias saltadas, a cabeça vermelha e brilhante. Clara se abaixou no espaço apertado, o cabelo molhado caindo no rosto, e lambeu a glande de uma vez só, saboreando o gosto salgado. Depois engoliu. Sem rodeio. A boca quente e molhada desceu até quase a base, a garganta se abrindo, o nariz batendo no pêlo dele. Lucas segurou o cabelo dela com as duas mãos e empurrou, metendo fundo na boca da madrasta enquanto ela engasgava e chupava com fome, saliva escorrendo pelo queixo e pingando nos peitos.

— Isso… chupa esse pau, porra — ele rosnou, rebolando o quadril. — Engole tudo.

Clara mamava como se tivesse esperado a vida inteira. A língua rodava na cabeça, as bochechas cavadas, a mão apertando o saco cheio. Cada vez que ele puxava o cabelo, ela gemia em volta do pau, o som vibrando na carne. Lucas sentia o tesão subindo rápido demais. Puxou-a pela raiz do cabelo, o pau saindo da boca com um estalo molhado, um fio de saliva ligando os lábios dela à glande.

— De quatro. Agora.

Ela obedeceu, virando-se dentro do saco de dormir aberto, a bunda empinada, a calcinha puxada de lado. A buceta rosada, inchada, pingando no nylon. Lucas se posicionou atrás, ajoelhado no espaço apertado, e enfiou de uma vez. O pau grosso abriu ela com força, o cu apertado contra a base, o calor molhado engolindo cada centímetro. Clara gritou no travesseiro, um grito abafado e sujo.

— Aih, caralho… mete, enteado… come a buceta da sua madrasta — ela pedia, a voz quebrada. — Mais fundo, porra. Quero sentir esse pau batendo no fundo.

Lucas agarrou a cintura dela e fodeu. Estocadas longas e violentas, a barraca balançando, a chuva lá fora marcando o ritmo. Cada metida fazia a bunda dela tremer. Ele deu um tapa seco na carne, o som estalando, e depois outro mais forte. Clara gemia alto agora, pedindo mais, a buceta se contraindo em volta do pau a cada golpe.

— Isso… tapa na bunda da puta da sua madrasta — ela ofegava. — Fode mais forte. Enche essa buceta de porra.

Ele metia sem piedade, o saco batendo nela, o suor escorrendo pelas costas apesar do frio lá fora. A mão desceu, achou o clitóris inchado e esfregou enquanto enfiava fundo. Clara tremeu inteira, o orgasmo vindo rápido, a buceta esguichando em volta do pau dele, apertando, milhando.

— Vou gozar… — Lucas rosnou. — Vou encher essa buceta.

Ele enterrou até o fundo e gozou. Jatos quentes e espessos bombando dentro dela, enchendo, escorrendo pelas coxas quando ele ainda dava umas estocadas lentas, empurrando a porra mais fundo. Clara gozou de novo só de sentir, o corpo sacudindo, o cu piscando contra a base do pau.

Ficaram ofegantes, suados, colados. O pau ainda latejando dentro dela. Lucas saiu devagar, a porra branca escorrendo da buceta aberta dela e manchando o saco de dormir. Eles se viraram um para o outro. O beijo veio lento, língua com língua, o gosto de sexo e saliva. A chuva continuava lá fora, interminável.

Clara sorriu, safada, os lábios inchados. Desceu a mão, pegou o pau ainda melado e deu uma chupada lenta, limpando a própria porra misturada com o gosto dela.

— Essa vai ser a primeira de muitas noites, meu bem — sussurrou contra a glande. — Sempre que seu pai não estiver por perto. Eu vou sentar nesse pau grosso toda vez. Você vai foder a madrasta até cansar.

Lucas beijou a testa dela. O coração batia descompassado. O prazer ainda zumbia no corpo, o pau semi-duro na boca quente dela. Mas algo pesava no peito. O cheiro dela. O cheiro do pai no shampoo que ela usava. A aliança de ouro brilhando no dedo dela enquanto a mão apertava o pau dele.

Ele olhou para a barraca molhada, para a calcinha jogada no canto, para a porra escorrendo ainda entre as pernas da mulher do pai. O tesão estava lá. Mas a culpa subia quente e nauseante, misturada com o medo de ouvir o carro na estrada um dia, de ver o rosto do velho. Clara chupava devagar, inocente e suja ao mesmo tempo, planejando as próximas noites.

Lucas fechou os olhos. A chuva batia. E pela primeira vez desde que meteu nela, ele não sabia se queria que parasse ou se queria fugir dali antes que o gosto da madrasta ficasse permanente demais na boca.

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