Reencontro Explosivo na Fazenda com Minha Ex-Sogra
Helena, a viúva gostosa de 48 anos, fode loucamente com o ex-genro na cozinha da fazenda.
Lucas estacionou a caminhonete em frente à casa grande da fazenda e sentiu o peito apertar. Cinco anos. Cinco anos sem pisar naquela terra vermelha, sem ouvir o farfalhar dos eucaliptos atrás do curral, sem ver ela. Helena. A ex-sogra. A viúva gostosa de quarenta e oito anos que ainda habitava cada porra de fantasia suja que ele batia punheta sozinho no escuro.
A porta da frente se abriu antes mesmo dele bater. Helena estava ali, sola, de short jeans tão curto que as pretas da bunda escapavam pelas laterais, blusa de botão aberta até o meio do peito generoso, sem sutiã, os mamilos grossos desenhados no tecido fino. O cabelo castanho escuro preso num coque bagunçado, alguns fios grudados no pescoço suado.
— Olha só quem voltou — disse ela, a voz rouca, os olhos escuros passando devagar pelo corpo dele, parando na virilha como se já estivesse medindo o volume. — O rodeio precisa de braço forte, mas eu suspeito que não foi só o gado que te trouxe de volta, né, Lucas?
Ele engoliu em seco. O cheiro dela — sabonete barato, café passado e algo quente, feminino, maduro — bateu nele feito soco.
— Vim ajudar, Helena. Como sempre.
— Como sempre — ela repetiu, sorrindo de canto, e se afastou para deixá-lo entrar. Quando ele passou, o ombro dela roçou de propósito no peito dele. — A casa tá vazia. Marisol não vem esse fim de semana. Ficamos só nós dois... e as lembranças.
Na cozinha, o sol da tarde batia na mesa de madeira gasta. Helena serviu café sem perguntar, inclinando o corpo de um jeito que os peitos pesados quase saltavam da blusa. Lucas sentou, a rola já latejando dentro da calça.
Ela ficou em pé ao lado dele, roçando a coxa carnuda na perna dele enquanto falava:
— Lembra quando você comia essa buceta escondido? Enquanto minha filha dormia no quarto de cima? Você enfiava a língua inteira, chupava meu clitóris até eu gozar no seu queixo e depois me fodia em silêncio contra a geladeira. Eu mordi tanta toalha por sua causa...
Os dedos dela desceram pelo próprio decote, abrindo mais um botão. A bola de um seio apareceu, macia, marcada de veias leves, o mamilo escuro e duro.
— Eu fico molhada há anos só de lembrar do seu pau grosso, Lucas. Daquele jeito que você me abria. Quero ser comida aqui mesmo. Sem culpa. Sem filha no meio. Só você me arrombando de novo.
Lucas não aguentou. Agarrou a cintura larga dela, puxou com força e cravou a boca na dela. A língua dela era gulosa, chupava a dele, gemia baixo no beijo. As mãos dele desceram, apertaram o bundão empinado, os dedos enfiando por baixo do short, achando a calcinha já encharcada.
— Porra, Helena... você tá pingando.
— Anos, porra. Anos.
Ela se ajoelhou no chão de lajota sem cerimônia, abriu o cinto dele com pressa, puxou a calça e a cueca. O pau de Lucas saltou grosso, veiado, a cabeça já brilhando de pré-gozo. Helena lambeu os lábios e engoliu ele de uma vez, a garganta abrindo, babando farto enquanto descia até o saco. O barulho molhado encheu a cozinha. Lucas segurou o cabelo dela, fodeu a boca devagar no começo, depois mais fundo, sentindo ela engasgar e mesmo assim pedir mais com os olhos marejados.
— Isso, engole tudo, puta gostosa...
Ela tirou a boca só para cuspir na rola e masturbar rápido, a mão firme.
— Mete em mim agora. Me fode na mesa.
Lucas a ergueu, virou ela de quatro sobre a mesa de madeira. Puxou o short e a calcinha num só movimento. A bunda grande se abriu: buceta inchada, peludinha no meio, o cuzinho franzido e convidativo. Ele cuspiu na mão, passou nos dois buracos e enfiou primeiro na buceta molhada até o fundo. Helena gritou, as unhas arranhando a mesa.
— Aih, caralho, que pau grosso... me come, me come forte!
Ele meteu sem piedade, a pele batendo na pele com estalo úmido. Depois puxou para fora e pressionou a cabeça no cu dela. Helena empurrou para trás, gemendo fundo quando o pau foi abrindo o cuzinho apertado, centímetro por centímetro, até as bolas baterem nela.
— Isso... arromba meu cu... porra, Lucas, mais fundo!
Ele fodeu o cu com força, uma mão puxando o cabelo dela, a outra esmagando o peito que balançava para fora da blusa. Depois a virou de frente, colocou as pernas grossas dela sobre os ombros e cravou de novo na buceta, o ângulo fundo, batendo no colo do útero. Helena gemia alto, sem se importar se algum peão ouvisse lá fora.
— Mete mais fundo, porra! Usa essa buceta! Goza dentro de mim!
Ele a puxou para cima, sentou na cadeira e fez ela cavalgar. Helena desceu com tudo, os peitos pesados balançando na cara dele. Ele chupou os mamilos enquanto ela rebolava selvagem, a bunda batendo nas coxas dele, o som obsceno enchendo tudo. O aperto dela começou a tremer.
— Vou gozar... vou gozar no seu pau... Lucas!
Ela gozou gritando o nome dele, a buceta tremendo e esguichando. Lucas segurou os quadris dela e gozou grosso logo em seguida, jatos quentes enchendo ela, o esperma vazando logo pelas laterais enquanto ela ainda rebolava devagar, espremendo até a última gota.
Ofegantes, suados, colados, Helena beijou a boca dele com uma doçura absurda depois de tanta putaria. Desceu a mão, juntou o porra que escorria pelas coxas com dois dedos e lambeu limpo, olhando nos olhos dele.
— Ainda é o melhor café da fazenda — murmurou, sorrindo.
Do lado de fora da janela da cozinha, o celular de Lucas vibrou com uma mensagem de Marisol, a filha dela: “Mãe disse que você chegou. Pode ir com calma. Fui eu que pedi pra ela te chamar de volta. Divirtam-se. Eu já sabia de vocês dois desde sempre.”
Rate this story
Popular Collections
Browse Categories