Dupla Tentação no Estúdio
Clara, de 32 anos, vira hotwife safada no estúdio e é duplamente comida pelo marido e pelo sócio dele.
Eu sou a Clara, designer de trinta e dois anos, casada há oito com o Marcos, fotógrafo de trinta e cinco. Oito anos de cama boa, de conversa franca e de tesão que nunca esfriou de verdade. Mesmo assim, nada me preparou para o dia em que ele me chamou até o estúdio com aquele sorriso torto e disse, baixinho, que queria me fotografar nua. Não era só ele. O Lucas, sócio e amigo de trinta e quatro anos, estaria lá. Fotógrafo renomado, mãos firmes, olhar que já tinha me deixado molhada mais de uma vez em reuniões longas demais.
Marcos confessou naquela mesma manhã, ainda de cueca na cozinha, que sempre fantasiou me ver desejada por outro homem. Tocada. Usada. Com ele assistindo, aprovando, gozando com a cena. Eu sentei na cadeira, café esfriando na mão, e senti o calor subir entre as pernas como se ele tivesse metido o dedo ali na hora. Porque eu também queria. Queria ser olhada. Queria ser a putinha safada do meu marido na frente de outro. A dupla tentação nasceu ali, explícita, sem máscara.
Chegamos ao estúdio no fim da tarde. Luzes quentes, sofá de couro escuro no canto, tripés, reflectores. Lucas me recebeu de camisa preta aberta no peito, cheiro de perfume caro e de homem que sabe o que quer. Marcos trancou a porta e falou:
— Pode tirar tudo, amor. Devagar. Eu quero que o Lucas veja cada centímetro.
Tirei o vestido. A calcinha. O sutiã. Fiquei nua no meio do chão limpo, peitos pesados, mamilos duros de nervoso e tesão. Lucas ergueu a câmera, mas os olhos dele andaram primeiro: boca, seios, a bunda que eu sei que fica gostosa de lado, a buceta já úmida entre as coxas.
— Caralho, Clara… — murmurou ele, voz rouca. — Seu corpo é obra de arte. Esses peitos… essa cintura… e essa buceta gordinha. O Marcos tem sorte pra caralho.
Marcos, atrás da outra câmera, riu baixo e me encorajou:
— Relaxa, minha putinha. Flerta. Mostra pra ele como você fica molhada quando alguém te elogia assim.
Eu abri as pernas um pouco mais na pose. Lucas pediu para ajustar. Veio perto, mãos quentes nos meus quadris, polegares afundando na carne macia. Depois subiu e segurou meus seios, levantando, apertando de leve os mamilos entre os dedos.
— Só ajeitando a luz — mentiu, e os dois riram. Eu gemi. A buceta latejou, melando a parte interna da coxa. Ele sentiu. Passou o dorso da mão por ali e mostrou o brilho pro meu marido.
— Ela tá escorrendo, Marcos.
— Eu sei. — Marcos baixou a câmera um segundo. Olhou pra mim com aquele fogo que eu conheço de oito anos. — Clara, deixa o Lucas te comer. A gente já conversou. Eu aprovo tudo. Quero ver ele te foder enquanto eu filmo. Quer?
O ar sumiu. Eu olhei de um para o outro, peitos subindo e descendo rápido, e respondi com a voz embargada de tesão puro:
— Quero. Me fode, Lucas. Me usa na frente do meu marido.
Não teve demora. Marcos posicionou a câmera no tripé e pegou a outra na mão. Lucas me virou de quatro no sofá de couro. Eu abri as pernas, arqueei a coluna, ofereci a bunda. Ele cuspiu na mão, passou na cabeça grossa do pau e encaixou na minha entrada. Empurrou de uma vez, fundo, abrindo minha buceta molhada até o fundo. Eu gritei no couro.
— Isso, puta… — ele rosnou, segurando meus quadris e metendo forte. — A buceta da esposa do meu sócio engolindo meu pau inteiro.
Marcos filmava de perto, mão no próprio pau por cima da calça.
— Mais fundo, porra. Mostra pra câmera como ela toma. Fala pra ele, Clara.
— Me come… me come gostoso… sou a puta safada do meu marido… — gemi, rebolando contra as porradas. Cada estocada molhada ecoava no estúdio. Lucas me fodeu de quatro até minhas pernas tremerem, palmadas na bunda, dedos apertando a carne, dirty talk pesado.
Depois ele deitou no sofá e me puxou para montar. Sentei no pau dele de frente, encaixei até sentir as bolas na minha bunda e comecei a cavalgar com força, batendo a bunda nele, peitos pulando. Marcos se aproximou, abriu a calça e enfiou o pau grosso na minha boca. Eu chupei com vontade, babando, olhando nos olhos dele enquanto subia e descia no pau do Lucas.
— Olha só a minha hotwife… — Marcos falou, segurando meu cabelo. — Chupando o marido e cavalgando o sócio. Que puta perfeita.
Lucas embaixo apertava meus peitos, erguia o quadril me encontrando.
— Apertada pra caralho. O Marcos te treina bem, hein, vadia.
Eu gozei ali em cima, contrações fortes ao redor do pau dele, gemendo com a boca cheia. Mas não parou. Eles me ajeitaram de novo. Lucas deitou de lado, me puxou de costas contra o peito dele e enfiou o pau no meu cu com cuidado e saliva, abrindo devagar até eu gemer alto de arder gostoso. Marcos se ajoelhou na minha frente, ergueu uma perna minha e enfiou na buceta de uma vez. Os dois dentro. Dupla penetração completa. Eu me senti aberta, preenchida, destruída de tesão.
— Porra, os dois… os dois me fodendo… — eu gritava, voz rouca. — Me usa, me usa, sou a putinha de vocês…
— Geme mais alto — Marcos ordenou, metendo fundo enquanto filmava o próprio pau saindo molhado da minha buceta e o do Lucas sumindo no meu cu. — Fala que é puta safada do marido.
— Sou puta safada do meu marido! Adoro tomar pau de outro homem na frente dele! Me enche… me fode mais forte!
Lucas mordeu meu ombro, mãos nos meus peitos, metendo no cu no ritmo do Marcos na buceta. O estúdio cheirava a sexo, a suor, a couro quente. Eu gozei de novo, e de novo, tremendo entre os dois corpos, berrando, babando, pedindo mais. Dirty talk pesado rolava sem parar: puta, vadia, hotwife deliciosa, buraco guloso, esposa emprestada. Marcos adorava cada segundo, olhos brilhando, pau latejando dentro de mim. Lucas gemendo no meu ouvido que nunca tinha comido uma casada tão safada e molhada.
Quando os dois chegaram perto, me puseram de joelhos no chão frio. Eu abri a boca, mostrei a língua, ergui os peitos com as mãos. Marcos gozou primeiro, jatos quentes na língua, no queixo, escorrendo para os seios. Lucas veio em seguida, porra espessa na boca e nos peitos, misturando tudo. Eu sorri para a câmera, lambendo os lábios, cara de puta satisfeita, porra pingando nos mamilos enquanto os dois ofegavam em pé na minha frente.
Ainda ajoelhada, lambendo o resto dos dedos, olhei para Marcos e depois para Lucas. O estúdio continuava quente. A câmera ainda gravava. Meu cu latejava, a buceta latejava, e eu já sabia que a noite — e o que os dois ainda queriam de mim — estava longe de acabar.
Eu ainda estava de joelhos no chão frio do estúdio, porra misturada escorrendo do queixo pros peitos, lambendo os dedos com gosto salgado e sujo, quando Marcos abaixou a câmera e falou com aquela voz grossa de quem ainda não tinha saciado porra nenhuma:
— Levanta, putinha. A gravação não acabou. O Lucas ainda tá duro pra caralho e eu quero ver você engolindo de novo.
Levantei cambaleando, coxas tremendo, cu latejando aberto, buceta pingando misturado com saliva e porra. Lucas já tinha se sentado no sofá de couro, pau grosso em pé, veias latejando, cabeça brilhando. Ele me puxou pelo cabelo e enfiou a boca no pau dele de uma vez. Eu engasguei gostoso, babando, olhando de baixo pra ele enquanto Marcos filmava de lado, mão no próprio pau de novo, já seminu.
— Isso, chupa fundo, esposa safada — Marcos mandou. — Mostra pra câmera como você limpa o pau do meu sócio depois de tomar no cu.
Eu chupei com vontade, mão na base, língua rodando a cabeça, descendo até as bolas. Lucas segurou minha cabeça e meteu fundo na garganta, fazendo eu lacrimejar e babar no peito dele. O barulho molhado ecoava. Eu gemendo ao redor do pau, pensando o quanto eu estava fodida de tesão, quão puta eu me sentia sendo filmada assim, usada, emprestada.
Marcos se aproximou por trás, ajoelhou e abriu minhas nádegas. Cuspiu direto no meu cu ainda frouxo e enfiou dois dedos de uma vez, mexendo, abrindo. Eu arquejei, pau do Lucas ainda na boca.
— Olha esse cu guloso… — ele falou, filmando de perto. — Ainda aberto da pica do Lucas. Clara, rebola nesses dedos. Mostra que você quer mais.
Rebolei. Gemendo, chupando, dedos do meu marido me abrindo enquanto o sócio fodia minha boca. Lucas puxou o pau, bateu na minha língua e falou:
— Vem montar de novo, puta. Quero sentir essa buceta quente.
Sentei nele de costas dessa vez, encaixei o pau grosso na buceta de uma estocada e comecei a descer forte, batendo a bunda nas coxas dele. Marcos ficou na minha frente, enfiou o pau na minha boca de novo e eu virei sanduíche: cavalgando o Lucas, chupando o Marcos, peitos balançando, saliva escorrendo. O couro do sofá rangia. Eu pensava só em pau, em ser preenchida, em ser a hotwife filmada, a casada safada do estúdio.
— Fala pra câmera — Marcos ordenou, segurando meu cabelo e metendo na garganta. — Fala o que você é.
— Sou a puta do meu marido… tomo pau de outro homem na frente dele… adoro ser usada… — gemi entre engasgos, rebolando no pau do Lucas até a buceta fazer barulho molhado de porra e suco.
Lucas embaixo apertava minha cintura e metia pra cima, encontrando cada descida.
— Apertada pra porra ainda. Essa esposa é um buraco viciado, Marcos. Olha como ela engole tudo.
Marcos tirou o pau da minha boca, puxou saliva e passou no meu rosto.
— Troca. Quero o cu dela agora.
Eles me viraram rápido. Lucas me deitou de lado no sofá, ergueu uma perna e enfiou de novo na buceta. Marcos se posicionou atrás, cuspiu mais uma vez no meu cu e empurrou a cabeça grossa. Eu gritei quando ele abriu, devagar no começo, depois fundo, fundo, até as bolas baterem. Os dois dentro de novo. Dupla penetração pesada, ritmada, os paus se roçando por dentro com só uma parede fina entre eles. Eu sentia cada veia, cada estocada, o estúdio inteiro cheirando a sexo bruto.
— Porra, os dois me arrombando… — eu berrava, voz rouca, unha cravando no couro. — Me fode, me fode mais forte, enche os dois buracos da sua putinha…
— Isso, grita — Marcos rosnou, metendo no cu com força, filmando com uma mão o próprio pau sumindo entre minhas nádegas. — Fala que adora ser emprestada.
— Adoro ser emprestada! Sou hotwife safada, tomo pau no cu e na buceta ao mesmo tempo pro meu marido filmar… ah, caralho, mais fundo…
Lucas mordeu meu pescoço, mão no meu peito apertando o mamilo, quadril martelando.
— Nunca comi uma casada tão puta. Essa buceta suga, esse cu aperta… você treinou ela bem, Marcos.
Eu gozei ali, contração forte, tremendo, gozo escorrendo pelos paus deles, gemendo alto demais pro estúdio. Mas eles não pararam. Continuaram me fodendo através do orgasmo, estocadas profundas, suadas, o corpo mole e aberto. Marcos tirou do cu, empurrou o pau na minha boca pra eu limpar o gosto da própria bunda, e Lucas me puxou pra quatro no chão frio.
— Agora spit-roast de novo — Lucas falou. — Boca e buceta. Rápido.
Marcos se ajoelhou na minha frente, enfiou na garganta. Lucas por trás, pau na buceta, metendo seco e fundo, palmadas na bunda que ecoavam. Eu balançava entre os dois, saliva pingando no chão, peitos balançando, cara de puta usada. Marcos filmava tudo de cima, ângulo sujo, minha boca esticada, o pau do Lucas entrando e saindo molhado.
— Olha essa cara… — Marcos riu, voz suja. — Minha designer de trinta e dois anos virando buraco de estúdio. Chupa mais fundo, vadia. Mostra a língua.
Mostrei. Ele babou na minha língua e meteu de novo. Lucas puxou o cabelo, forçou meu corpo a arquejar mais e falou:
— Vou gozar dentro dessa buceta casada. Quer, puta?
— Quero… goza dentro… enche a buceta da esposa do seu sócio… — gemi com a boca cheia.
Ele gozou fundo, jatos quentes bombeando, gemendo alto, segurando meus quadris. Eu senti o porra escorrendo quando ele tirou, grosso, branco, descendo pela coxa. Marcos puxou o pau da minha boca, me virou de costas no chão e gozou no meu cu aberto, jatos entrando e escorrendo pra fora, misturando com o do Lucas que ainda pingava da buceta.
Eu fiquei ali de quatro, buracos latejando, porra saindo dos dois, ofegante. Mas a câmera ainda gravava e eu já sabia que eles queriam mais. Marcos me puxou pelo cabelo pra cima, me sentou no sofá de pernas abertas e falou pro Lucas:
— Chupa essa porra dela. Limpa a buceta e o cu com a língua. Quero ver.
Lucas ajoelhou entre minhas pernas sem hesitar, língua larga lambendo a buceta melada de porra, chupando, lambendo até o cu, enfiando a língua no buraco ainda frouxo. Eu segurei a cabeça dele e rebolei na cara, gemendo, suja, deliciosa. Marcos filmava de perto o close da língua do sócio comendo a porra dos dois buracos da esposa.
— Que puta nojenta gostosa… — eu mesma falei, voz rouca, confessando pra câmera. — Deixa ele lamber tudo… sou a hotwife que goza com porra escorrendo e língua de outro homem…
Lucas subiu, pau duro de novo, e me fodeu de frente no sofá, pernas no ombro dele, estocadas profundas que faziam meu corpo inteiro tremer. Marcos se sentou do lado, pau na minha mão, e eu masturbei ele enquanto tomava porrada. Dirty talk sem freio:
— Fode a minha mulher. Usa essa buceta. Ela é nossa agora nessa porra de estúdio.
— Tá pegando, a putinha tá pegando de novo… aperta, Clara, aperta no pau do Lucas…
Eu apertei. Gozei de novo, visão tremendo, gozo escorrendo no pau dele. Lucas tirou, me virou de quatro outra vez e enfiou no cu de uma vez, sem piedade, metendo até eu gritar. Marcos se ajoelhou na frente e enfiou na boca. Spit-roast no cu e na garganta. O ritmo ficou brutal, o sofá rangendo, meu corpo sendo só buraco, só carne pra foder.
Quando chegaram perto de novo, me jogaram de costas no chão limpo do estúdio. Lucas ajoelhou sobre meu peito e gozou grosso na cara, na boca, nos olhos semiabertos. Marcos logo em seguida, porra quente no rosto já sujo, no cabelo, escorrendo pro pescoço e peitos. Eu abri a boca, mostrei a língua coberta, misturei com o dedo e engoli o que deu, olhando direto pra câmera ainda ligada.
Marcos se abaixou, filmando meu rosto destroçado de porra, e falou:
— Fala a última pra câmera, puta.
Eu sorri suja, lambendo o lábio, peitos cobertos, buracos latejando abertos e vazando, e soltei com a voz rouca de quem ainda queria mais pau:
— Sou a putinha casada do estúdio, tomo porra na cara, no cu e na buceta do marido e do sócio, e essa buceta gulosa já tá pedindo a próxima rodada de porra quente escorrendo pelos dois buracos.
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