Harmonias Que Não Conseguem Esconder o Desejo

Duas lésbicas de 22 anos se pegam com fome no sofá do estúdio de música depois do ensaio.

21 min read August 26, 2026New

O estúdio de música da faculdade cheirava a verniz antigo, rosinha de arco e aquele resto quente de corpos que suaram ensaiando Bach até tarde. As luzes fluorescentes zumbiram baixinho quando a porta bateu pela última vez e o corredor ficou em silêncio. Roxanne ainda afrouxava o queixo do violino com os dedos trêmulos, o cabelo castanho preso num coque frouxo que já soltava mechas grudadas na nuca suada. Vinte e dois anos, ombros curvados pela timidez de sempre, saia jeans e blusa branca simples que colava nos seios pequenos. Cassidy, do outro lado da sala, guardava o violoncelo com movimentos lentos, deliberados. Mesma idade, cabelo preto curto bagunçado, boca carnuda, calça preta justa e top que deixava a barriga de fora. Ousada pra caralho. Durante o ensaio inteiro ela tinha cravado os olhos em Roxanne toda vez que o arco da violinista deslizava nas cordas agudas, e Roxanne sentia aquele olhar como se fosse uma mão por baixo da roupa.

— Você toca que nem quem goza devagar — Cassidy falou de repente, a voz rouca, sem filtro. Fechou o estojo com um clique e caminhou até o sofá velho de couro rachado no canto. Sentou, abriu as pernas um pouco, bateu a mão no espaço ao lado. — Senta aqui. Tô falando sério. Essa merda que você faz com o segundo movimento me deixa encharcada há semanas. Toda vez que você segura a nota e treme o arco… porra, Roxanne. Minha calcinha fica um nojo.

Roxanne engoliu em seco. O coração martelava. Ela arrastou os pés até o sofá e sentou, a coxa quase tocando a de Cassidy. O estúdio parecia menor de repente, só elas duas, o cheiro de suor doce e madeira. As mãos dela apertaram o tecido da saia.

— Eu… eu também fico olhando pra você — confessou, a voz baixa, rouca de vergonha e vontade. — Quando você abraça o violoncelo entre as pernas e balança o corpo… eu fantasio. Imagino que sou eu ali, que você tá me abrindo assim. Toda noite quase. Eu me toco pensando no seu jeito de olhar.

Cassidy soltou uma risada baixa, suja, e se virou de corpo inteiro. Os olhos escuros brilharam.

— Então para de se fazer de santa, porra.

Ela se inclinou e beijou a boca de Roxanne. Primeiro foi leve, só lábios se tocando, testando. Roxanne tremeu inteira, soltou um gemido miúdo contra a boca dela. Em segundos o beijo virou outra coisa — línguas se encontrando molhadas, desesperadas, dentes puxando lábio inferior, saliva misturada. Cassidy segurou o quadril de Roxanne com força, puxou ela pra mais perto e enfiou a coxa entre as pernas da violinista, por cima da calça jeans. Esfregou devagar, firme, o joelho pressionando a buceta já quente e latejante de Roxanne.

— Ah… caralho — Roxanne gemeu dentro do beijo, as mãos subindo por baixo do top de Cassidy sem pensar. Pegou os seios pesados, macios, apertou os mamilos duros entre os dedos. Cassidy arqueou as costas e empurrou o peito pra frente, gemendo fundo.

— Isso. Aperta mais. Me come com a mão enquanto eu te esfrego.

Roxanne obedeceu, massageando os peitos dela com fome, os polegares rodando nos bicos sensíveis enquanto Cassidy movia a coxa num ritmo sujo, circular, encharcando o jeans de Roxanne por dentro. O cheiro de buceta excitada já subia entre elas. As duas ofegavam, beijos molhados descendo pro pescoço, mordidas leves, línguas lambendo suor.

Cassidy puxou a blusa de Roxanne pra cima e tirou de uma vez. O sutiã foi junto. Os seios pequenos e firmes ficaram à mostra, mamilos rosados duros de tesão. Cassidy baixou a cabeça e chupou um com vontade, língua girando, dentes puxando de leve. Roxanne soltou um grito abafado, as unhas cravando nos ombros da outra.

— Tira tudo — Cassidy rosnou, já abrindo o próprio top e jogando longe. Os peitos pesados balançaram livres. — Agora. Quero te chupar até você gozar na minha cara.

Elas se despiram com pressa desajeitada, risadas ofegantes misturadas a gemidos. Calças, calcinhas — a de Roxanne já estava transparente de tanto molhar, a de Cassidy depilada, os lábios inchados e brilhando de tesão. Cassidy empurrou Roxanne de costas no sofá velho, o couro frio contrastando com a pele quente. Abriu as pernas dela com as mãos grandes, ajoelhou entre elas e olhou pra buceta molhada, o clitóris inchado pedindo.

— Que buceta linda, porra…

E enfiou a boca. Sem cerimônia. Língua larga lambendo de baixo pra cima, depois pontuda enfiando fundo no buraco apertado, chupando os lábios, sugando o clitóris com força rítmica. Roxanne se contorceu, agarrou os cabelos curtos de Cassidy com as duas mãos e empurrou a cara dela mais fundo, gemendo alto, sem vergonha.

— Assim… ah, fode com a língua, Cassidy… mais fundo… caralho, chupa forte…

Cassidy gemeu contra a buceta dela, o som vibrando no clitóris, e enfiou a língua o mais fundo que conseguiu, chupando e engolindo o gosto azedo e doce. Os dedos dela abriram mais as coxas de Roxanne, polegares afastando os lábios pra ter acesso total. Roxanne rebolava contra a boca dela, suando, o sofá rangendo.

Quando as pernas de Roxanne começaram a tremer demais, Cassidy subiu o corpo e virou as duas num 69 desesperado. Roxanne ficou por cima, a buceta pingando na cara de Cassidy, e abaixou a cabeça entre as coxas abertas da violoncelista. A buceta depilada de Cassidy cheirava forte, quente, os lábios inchados pedindo. Roxanne lambeu tudo de uma vez — clitóris, entrada, o gozo já escorrendo — enquanto Cassidy enfiava dois dedos grossos de uma vez só dentro dela, curvando pra achar o ponto certo, fodendo rápido e fundo.

— Chupa essa porra — Cassidy mandou, a voz abafada pela buceta de Roxanne, os dedos entrando e saindo molhados, o polegar esfregando o clitóris ao mesmo tempo. — Lambem juntas… assim… ai, caralho, sua língua…

Roxanne chupava com fome, gemia com a boca cheia, os dedos de Cassidy a abrindo, o prazer subindo quente pela barriga. As duas se moviam juntas, suadas, o som molhado de língua e dedos e gemidos altos enchendo o estúdio. Cassidy metia os dedos mais fundo, mais rápido, chupava o clitóris de Roxanne com força enquanto Roxanne fazia o mesmo nela, lambendo e enfiando a língua, o queixo encharcado.

O orgasmo veio quase junto. Roxanne gozou primeiro, o corpo inteiro endurecendo, a buceta contraindo nos dedos de Cassidy, um grito rouco saindo da garganta enquanto esguichava um pouco na boca da outra. Cassidy engoliu e gozou logo depois, gemendo alto contra a buceta dela, as coxas tremendo violentamente, o gozo escorrendo na língua de Roxanne. Elas continuaram se chupando e se dedando através das ondas, até os corpos amolecerem, ofegantes, suados, o sofá uma bagunça de saliva e fluidos.

Ainda tremendo, Roxanne virou e desceu o corpo, deitou sobre Cassidy. As bocas se encontraram devagar agora, beijo preguiçoso, profundo, o gosto uma da outra misturado na língua — salgado, doce, sujo. As mãos acariciavam costas suadas, coxas moleiras, seios ainda sensíveis.

— Porra… — Cassidy sussurrou contra a boca dela, rindo baixo, ofegante. — A gente precisa ensaiar mais vezes sozinhas.

Roxanne sorriu, o rosto vermelho, os olhos brilhando de tesão ainda não totalmente gasto.

— Amanhã. Mesmo horário. Depois do ensaio oficial. Eu trago… sei lá. Só vem.

Elas se beijaram mais uma vez, lenta, lambendo os lábios uma da outra. Depois se vestiram devagar, trocando olhares e risadinhas baixas, o corpo ainda formigando. Cassidy pegou a mão de Roxanne quando abriram a porta do estúdio. Os corredores da faculdade estavam vazios, escuros. Elas saíram de mãos dadas, ombros se tocando, rindo baixinho do segredo quente que agora carregavam entre as pernas ainda úmidas.

Mas o jeito como Cassidy apertou os dedos dela no elevador, e o olhar que mandou quando as portas se fecharam, deixava claro que amanhã não ia ser só repetir. Tinha mais. Muito mais. E as duas já estavam molhando de novo só de imaginar.

O corredor ainda cheirava a metal frio e graxa de porta quando elas voltaram no dia seguinte. O ensaio oficial tinha terminado fazia meia hora — Bach, de novo, o segundo movimento puxado até o osso — e o resto da turma já se espalhara pelos elevadores. Roxanne trancou a porta por dentro com a chave que Cassidy tinha “emprestado” da secretaria. O clique ecoou baixo. As luzes fluorescentes zumbiram no mesmo tom de ontem. O sofá de couro rachado esperava no canto, ainda com a mancha escura que elas tinham deixado.

Cassidy não esperou. Empurrou Roxanne contra a parede ao lado do estante de partituras, a boca já aberta, a língua enfiando fundo. O gosto de café e desejo antigo. Roxanne gemeu dentro do beijo, as mãos descendo direto pra bunda firme da outra, apertando, puxando a calça preta pra baixo junto com a calcinha. Cassidy estava depilada de novo, lisa, os lábios já inchados e brilhando. Roxanne enfiou dois dedos sem aviso, curvou, achou o ponto e fodeu devagar, molhado, ouvindo o barulho gosmento que enchia o silêncio.

— Porra, tu já tava pingando no meio do ensaio — Cassidy rosnou contra a boca dela, rebolando nos dedos. — Eu vi tu apertando as coxas toda vez que eu segurava a nota longa. Sua putinha de arco. Tira essa blusa agora.

Roxanne obedeceu, blusa e sutiã voando pro chão. Cassidy chupou um mamilo com força, dentes puxando, enquanto a mão livre descia e abria o jeans da violinista. A calcinha saiu encharcada, grudada na pele. Cassidy se ajoelhou ali mesmo, espalhou as coxas de Roxanne e enterrou o rosto. Língua larga, lambendo tudo de uma vez — clitóris, entrada, o gozo fresco que já escorria. Roxanne agarrou o cabelo curto preto, empurrou a cara dela mais fundo e fodeu a boca dela devagar, suja, o quadril batendo.

— Isso… chupa essa buceta suada, caralho… assim… — a voz dela saía rouca, quebrada. Cassidy gemeu contra a carne, o som vibrando direto no clitóris. Dois dedos grossos entraram de uma vez, curvados, fodendo rápido enquanto a língua chupava o botão inchado num ritmo cruel. Roxanne tremeu inteira, as costas batendo na parede, partituras caindo no chão. O orgasmo veio rápido demais, quente, esguichando um pouco na boca e no queixo de Cassidy. Ela engoliu, lambeu os lábios e sorriu sujo.

— Ainda não. Levanta.

Cassidy puxou Roxanne pro sofá, deitou de costas e puxou a outra pra cima. 69 de novo, mas mais bruto. Roxanne sentou na cara dela, a buceta ainda pulsando, e abaixou a cabeça entre as coxas abertas da violoncelista. Cassidy cheirava forte, azedo-doce, os lábios inchados pedindo. Roxanne lambeu fundo, enfiou a língua o máximo que deu, chupou o clitóris com força enquanto Cassidy fazia o mesmo embaixo — dedos entrando e saindo molhados, polegar esfregando, língua girando. O sofá rangia. O cheiro de buceta e suor subia grosso. Roxanne rebolava na cara dela, molhando o nariz, o queixo, a testa. Cassidy metia três dedos agora, abrindo, esticando, curvando pra dentro até Roxanne gritar abafado contra a carne quente.

— Mais fundo… fode… ah, porra, tua língua… — Cassidy mandava, a voz abafada. Roxanne obedeceu, chupando e lambendo e enfiando a língua alternado, o queixo encharcado de gozo. As duas se moviam juntas, desesperadas, suadas, o som molhado de chupada e gemido alto enchendo o estúdio vazio. Quando Cassidy gozou, as coxas fecharam com força em volta da cabeça de Roxanne, o corpo inteiro tremendo, um jato quente escorrendo pela língua e pelo pescoço. Roxanne não parou. Continuou lambendo devagar, limpendo tudo, até Cassidy puxar ela pra cima num beijo sujo, o gosto das duas misturado salgado e doce.

Mas não acabou. Cassidy virou Roxanne de quatro no sofá, a bunda pra cima, as costas suadas brilhando. Ajoelhou atrás, abriu as nádegas com as duas mãos e cuspiu direto na entrada. A língua voltou — agora mais fundo, lambendo o cu também, pontuda, molhada, enquanto dois dedos entravam na buceta e fodia rápido. Roxanne gritou no couro frio, o rosto enterrado, os seios balançando. Cassidy alternava: língua no cu, dedos na buceta, depois dedo no cu devagar, entrando até a junta, enquanto a outra mão esfregava o clitóris inchado. Roxanne gozou de novo, o corpo todo endurecendo, a buceta e o cu contraindo nos dedos dela, um gemido longo e rouco saindo da garganta.

— Vira — Cassidy ordenou, ofegante. Roxanne obedeceu, deitou de costas, pernas abertas largas. Cassidy montou por cima, encaixou as bucetas molhadas uma na outra — lábios inchados se esfregando, clitóris batendo em clitóris — e começou a rebolar com força. Scissoring bruto, suado, o barulho molhado de carne molhada esfregando carne. Roxanne segurou a cintura dela, empurrou pra cima, encontrou o ritmo. As duas gemiam alto, sem vergonha, o sofá rangendo igual coisa velha prestes a quebrar. Cassidy inclinou pra frente, chupou a boca de Roxanne, mordeu o lábio inferior enquanto o quadril batia mais rápido, mais sujo. O prazer subia quente, pesado, as pernas tremendo. Roxanne sentiu o segundo orgasmo dela chegando no mesmo segundo em que Cassidy gozava de novo — as duas gritando juntas, bucetas contraindo uma contra a outra, gozo escorrendo pelas coxas, pelo sofá, pingando no chão de madeira.

Ainda tremendo, Cassidy não parou. Desceu o corpo, enfiou a boca de novo na buceta latejante de Roxanne e chupou devagar, limpo, enquanto enfiava dois dedos nela mesma e se fodia rápido, olhando pra cima com os olhos escuros brilhando. Roxanne assistia, a mão no cabelo curto da outra, o corpo mole e formigando. Quando Cassidy gozou pela terceira vez, gemia contra a carne dela, o som abafado, o corpo inteiro sacudindo. Roxanne puxou ela pra cima, beijou a boca suja, lambendo o próprio gosto da língua dela.

Elas ficaram ali um tempo, ofegantes, peitos colados, suor misturado, mãos acariciando costas e coxas moles. O estúdio cheirava a sexo puro — verniz, rosinha e buceta. Cassidy riu baixo contra o pescoço de Roxanne, a voz rouca.

— Porra… amanhã a gente precisa ensaiar o terceiro movimento. Mas se eu te ver segurando aquela nota longa de novo com essa cara de quem tá gozando, eu juro que te como no meio da sala com o professor olhando.

Roxanne sorriu, ainda ofegante, os dedos traçando círculos no peito suado dela. Beijou a clavícula, a boca, o queixo. Depois se ajeitou melhor, a perna jogada por cima da coxa da outra, a buceta ainda latejando gostoso.

Cassidy enfiou a mão entre as pernas de Roxanne de novo, só pra sentir, só pra brincar, dois dedos entrando devagar na entrada molhada e quente. Roxanne arqueou, gemeu baixinho, mas não impediu. Cassidy fodia lento agora, preguiçoso, o polegar no clitóris ainda sensível.

— Tu vai tocar amanhã sentindo meus dedos ainda — sussurrou. — Vou te deixar marcada. Toda vez que o arco tremer, tu vai lembrar dessa língua aqui.

Roxanne rebolou nos dedos, pegou o seio pesado de Cassidy e chupou o mamilo duro, língua girando. Cassidy gemeu, acelerou um pouco os dedos, curvando. O quarto orgasmo de Roxanne veio mais quieto, profundo, o corpo amolecendo de vez, um gemido longo contra o peito dela. Cassidy tirou os dedos, lambeu limpo, depois beijou a boca de novo.

Elas se vestiram devagar depois, calças grudando na pele suada, blusas tortas. Cassidy pegou o violoncelo só pra ajeitar no estojo, mas Roxanne chegou por trás, abraçou a cintura dela, a mão descendo e apertando a bunda por cima da calça.

— Mais uma — Roxanne pediu, a voz baixa. Cassidy riu, virou, empurrou ela de novo no sofá. A calça desceu só o suficiente. Cassidy ajoelhou, abriu as pernas e chupou a buceta já usada uma última vez — língua lenta, suja, limpando o resto do gozo, chupando o clitóris até Roxanne tremer e soltar um gemido fraco. Depois subiu, beijou a boca dela com gosto forte, e as duas riram ofegantes.

Quando finalmente abriram a porta, o corredor estava vazio outra vez. Elas saíram de mãos dadas, ombros se tocando, o corpo ainda formigando. No elevador, Cassidy puxou Roxanne pra um beijo rápido, a mão apertando a bunda por cima da saia.

— Mesmo horário amanhã — disse, a voz rouca. — E traz aquela saia curta. Quero te foder com ela erguida.

Roxanne sorriu, o rosto vermelho, os olhos brilhando. Apertou os dedos dela.

O elevador parou no térreo. Elas saíram pro ar frio da noite, ainda cheirando a sexo. Cassidy olhou de lado, a boca carnuda curvando num sorriso sujo, e soltou a linha final enquanto elas atravessavam o pátio vazio:

— Só uma coisa… se o zelador reclamar do cheiro de buceta no sofá amanhã, a gente finge que foi o pessoal da bateria suando demais no jazz.O corredor ainda cheirava a metal frio e graxa de porta quando elas voltaram no dia seguinte. O ensaio oficial tinha terminado fazia meia hora — Bach de novo, o segundo movimento puxado até o osso — e o resto da turma já se espalhara pelos elevadores barulhentos. Roxanne trancou a porta por dentro com a chave que Cassidy tinha “emprestado” da secretaria no fim da tarde. O clique seco ecoou baixo no estúdio vazio. As luzes fluorescentes zumbiram no mesmo tom de ontem. O sofá de couro rachado esperava no canto, ainda com a mancha escura que elas tinham deixado na noite anterior, cheirando levemente a sexo seco misturado com verniz velho.

Cassidy não esperou nem um segundo. Empurrou Roxanne contra a parede ao lado da estante de partituras com o corpo inteiro, a boca já aberta, a língua enfiando fundo sem pedir licença. O gosto de café frio e desejo antigo queimava. Roxanne gemeu dentro do beijo, as mãos descendo direto pra bunda firme da outra, apertando com força, puxando a calça preta justa pra baixo junto com a calcinha preta. Cassidy estava depilada de novo, lisa pra caralho, os lábios já inchados e brilhando de tesão acumulado o dia inteiro. Roxanne enfiou dois dedos sem aviso, curvou bem, achou o ponto esponjoso e fodeu devagar, molhado, ouvindo o barulho gosmento que enchia o silêncio do estúdio. Cassidy rebolava nos dedos dela, a respiração quente no pescoço.

— Porra, tu já tava pingando no meio do ensaio — Cassidy rosnou contra a boca dela, a voz rouca de fome. — Eu vi tu apertando as coxas toda vez que eu segurava a nota longa no violoncelo. Sua putinha de arco tremente. Tira essa blusa agora. Quero teus peitos na minha boca enquanto tu me fode com a mão.

Roxanne obedeceu rápido, blusa branca e sutiã voando pro chão de madeira. Os seios pequenos e firmes ficaram à mostra, mamilos rosados duros. Cassidy baixou a cabeça e chupou um com vontade, dentes puxando de leve, língua girando no bico sensível enquanto a mão livre descia e abria o jeans da violinista com pressa. A calcinha saiu encharcada, transparente, grudada na pele quente. Cassidy se ajoelhou ali mesmo no chão frio, espalhou as coxas de Roxanne com as mãos grandes e enterrou o rosto sem cerimônia. Língua larga, lambendo tudo de uma vez — clitóris inchado, entrada molhada, o gozo fresco que já escorria pelas dobras. Roxanne agarrou o cabelo curto preto com as duas mãos, empurrou a cara dela mais fundo e fodeu a boca dela devagar, suja, o quadril batendo num ritmo desesperado. O cheiro forte de buceta excitada subia entre elas, misturado com suor doce de ensaio.

— Isso… chupa essa buceta suada, caralho… assim… mais língua… — a voz dela saía rouca, quebrada de prazer. Cassidy gemeu contra a carne quente, o som vibrando direto no clitóris. Dois dedos grossos entraram de uma vez, curvados pra cima, fodendo rápido e fundo enquanto a língua chupava o botão inchado num ritmo cruel, sugando com força. Roxanne tremeu inteira, as costas batendo na parede, partituras caindo no chão em cascata. O orgasmo veio rápido demais, quente e sujo, o corpo endurecendo, um pouco de esguicho saindo direto na boca e no queixo de Cassidy. Ela engoliu tudo, lambeu os lábios brilhando e sorriu sujo olhando pra cima.

— Ainda não acabou, porra. Levanta. Quero te sentir toda.

Cassidy puxou Roxanne pro sofá velho, deitou de costas no couro frio e puxou a outra pra cima num 69 desesperado. Roxanne sentou na cara dela, a buceta ainda pulsando e pingando, e abaixou a cabeça entre as coxas abertas da violoncelista. Cassidy cheirava forte, azedo-doce e quente, os lábios inchados e depilados pedindo. Roxanne lambeu fundo de uma vez, enfiou a língua o máximo que deu no buraco apertado, chupou o clitóris com força rítmica enquanto Cassidy fazia o mesmo embaixo — dedos entrando e saindo molhados, o polegar esfregando o clitóris inchado, língua girando e chupando. O sofá rangia alto. O cheiro de buceta e suor subia grosso, quase denso. Roxanne rebolava na cara dela, molhando o nariz, o queixo, a testa toda. Cassidy metia três dedos agora, abrindo, esticando a entrada, curvando pra dentro até Roxanne gritar abafado contra a carne quente dela.

— Mais fundo… fode essa porra… ah, caralho, tua língua me deixa louca… — Cassidy mandava, a voz abafada pela buceta de Roxanne. Roxanne obedeceu, chupando e lambendo e enfiando a língua alternado, o queixo encharcado de gozo escorrendo. As duas se moviam juntas, desesperadas, suadas, o som molhado de chupada e gemido alto enchendo o estúdio vazio de faculdade. Quando Cassidy gozou, as coxas fecharam com força em volta da cabeça de Roxanne, o corpo inteiro tremendo violentamente, um jato quente escorrendo pela língua e pelo pescoço da violinista. Roxanne não parou. Continuou lambendo devagar, limpendo tudo com a língua larga, até Cassidy puxar ela pra cima num beijo sujo e profundo, o gosto das duas misturado salgado, doce e sujo na boca.

Mas não acabou. Cassidy virou Roxanne de quatro no sofá com força, a bunda empinada pra cima, as costas suadas brilhando sob a luz fluorescente. Ajoelhou atrás, abriu as nádegas com as duas mãos grandes e cuspiu direto na entrada apertada. A língua voltou — agora mais fundo, lambendo o cu também, pontuda e molhada, enquanto dois dedos entravam na buceta e fodia rápido, curvando. Roxanne gritou no couro frio, o rosto enterrado, os seios pequenos balançando pra frente e pra trás. Cassidy alternava sem piedade: língua no cu, dedos na buceta, depois um dedo no cu devagar, entrando até a junta enquanto a outra mão esfregava o clitóris inchado com o polegar. Roxanne gozou de novo, o corpo todo endurecendo, a buceta e o cu contraindo nos dedos dela ao mesmo tempo, um gemido longo e rouco saindo da garganta abafada.

— Vira agora — Cassidy ordenou, ofegante, a boca brilhando. Roxanne obedeceu mole, deitou de costas, pernas abertas largas, a buceta latejando à vista. Cassidy montou por cima, encaixou as bucetas molhadas uma na outra — lábios inchados se esfregando sujos, clitóris batendo em clitóris — e começou a rebolar com força bruta. Scissoring pesado, suado, o barulho molhado de carne molhada esfregando carne enchendo o ar. Roxanne segurou a cintura dela com as duas mãos, empurrou pra cima encontrando o ritmo, os olhos semicerrados de tesão. As duas gemiam alto, sem nenhuma vergonha, o sofá rangendo igual coisa velha prestes a quebrar de vez. Cassidy inclinou pra frente, chupou a boca de Roxanne, mordeu o lábio inferior com dentes enquanto o quadril batia mais rápido, mais sujo, mais fundo. O prazer subia quente e pesado pela barriga, as pernas tremendo. Roxanne sentiu o orgasmo dela chegando no mesmo segundo em que Cassidy gozava de novo — as duas gritando juntas, bucetas contraindo uma contra a outra com força, gozo escorrendo pelas coxas, pelo sofá rachado, pingando no chão de madeira em fios brilhantes.

Ainda tremendo, Cassidy não parou. Desceu o corpo suado, enfiou a boca de novo na buceta latejante de Roxanne e chupou devagar, limpo e sujo ao mesmo tempo, enquanto enfiava dois dedos nela mesma e se fodia rápido olhando pra cima com os olhos escuros brilhando de fome. Roxanne assistia tudo, a mão no cabelo curto da outra, o corpo mole e formigando de tanto gozar. Quando Cassidy gozou pela terceira vez, gemeu alto contra a carne dela, o som abafado, o corpo inteiro sacudindo em ondas. Roxanne puxou ela pra cima com força, beijou a boca suja, lambendo o próprio gosto forte da língua dela, as mãos acariciando as costas molhadas de suor.

Elas ficaram ali um tempo longo, ofegantes, peitos colados, suor misturado escorrendo entre os seios, mãos acariciando costas e coxas moles e sensíveis. O estúdio cheirava a sexo puro agora — verniz antigo, rosinha de arco e buceta quente. Cassidy riu baixo contra o pescoço de Roxanne, a voz rouca e satisfeita.

— Porra… amanhã a gente precisa ensaiar o terceiro movimento direito. Mas se eu te ver segurando aquela nota longa de novo com essa cara de quem tá gozando devagar, eu juro que te como no meio da sala com o professor de harmonia olhando e fingindo que não tá vendo.

Roxanne sorriu cansada, ainda ofegante, os dedos traçando círculos lentos no peito suado e pesado dela. Beijou a clavícula, a boca carnuda, o queixo molhado. Depois se ajeitou melhor, a perna jogada por cima da coxa da outra, a buceta ainda latejando gostoso e aberta.

Cassidy enfiou a mão entre as pernas de Roxanne de novo, só pra sentir o calor, só pra brincar sujo, dois dedos entrando devagar na entrada molhada e quente até a junta. Roxanne arqueou as costas, gemeu baixinho contra o peito dela, mas não impediu nada. Cassidy fodia lento agora, preguiçoso e fundo, o polegar girando no clitóris ainda sensível demais.

— Tu vai tocar amanhã sentindo meus dedos ainda dentro — sussurrou no ouvido dela, a voz rouca. — Vou te deixar marcada essa noite toda. Toda vez que o arco tremer nas cordas agudas, tu vai lembrar dessa língua lambendo teu cu e dessa buceta esfregando na minha.

Roxanne rebolou nos dedos grossos, pegou o seio pesado de Cassidy com a mão livre e chupou o mamilo duro, língua girando devagar, dentes puxando de leve. Cassidy gemeu fundo, acelerou um pouco os dedos, curvando pra achar o ponto de novo. O quarto orgasmo de Roxanne veio mais quieto, profundo e longo, o corpo amolecendo de vez contra o dela, um gemido rouco saindo contra o peito quente. Cassidy tirou os dedos encharcados, lambeu limpo um por um olhando nos olhos dela, depois beijou a boca de novo, lenta e suja.

Elas se vestiram devagar depois de um tempo, calças grudando na pele suada, blusas tortas e amassadas. Cassidy pegou o violoncelo só pra ajeitar no estojo preto, mas Roxanne chegou por trás, abraçou a cintura dela com força, a mão descendo e apertando a bunda firme por cima da calça preta.

— Mais uma vez só — Roxanne pediu, a voz baixa e rouca de tanto gemer. Cassidy riu baixo, virou o corpo, empurrou ela de novo no sofá rachado. A calça desceu só o suficiente pra expor tudo. Cassidy ajoelhou entre as pernas, abriu as coxas com as mãos e chupou a buceta já usada e sensível uma última vez — língua lenta, larga e suja, limpando o resto do gozo que escorria, chupando o clitóris inchado até Roxanne tremer inteira e soltar um gemido fraco e quebrado. Depois subiu o corpo, beijou a boca dela com gosto forte de buceta, e as duas riram ofegantes, a testa colada.

Quando finalmente abriram a porta do estúdio, o corredor da faculdade estava vazio e escuro outra vez. Elas saíram de mãos dadas, ombros se tocando a cada passo, o corpo ainda formigando gostoso entre as pernas. No elevador silencioso, Cassidy puxou Roxanne pra um beijo rápido e molhado, a mão apertando a bunda por cima da saia jeans com posse.

— Mesmo horário amanhã depois do ensaio oficial — disse, a voz ainda rouca de tanto gozar. — E traz aquela saia curta que eu gosto. Quero te foder com ela erguida até o quadril e a calcinha no chão.

Roxanne sorriu, o rosto vermelho de vergonha e tesão residual, os olhos castanhos brilhando. Apertou os dedos dela com força.

O elevador parou no térreo com um ding suave. Elas saíram pro ar frio da noite do campus, ainda cheirando forte a sexo misturado com verniz. Cassidy olhou de lado enquanto atravessavam o pátio vazio, a boca carnuda curvando num sorriso sujo e cansado, e soltou a linha final sob a luz fraca dos postes:

— Só uma coisa… se o zelador reclamar do cheiro de buceta encharcada no sofá amanhã cedo, a gente finge que foi o pessoal da bateria suando demais no ensaio de jazz e acabou.

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