Quebrando a Resistência no Baile de Máscaras
Selena foi pro baile de máscaras, deixou o cara misterioso arrombar seu cu virgem no quarto dos fundos e gozou pedindo mais.
Eu tinha vinte e dois anos e ainda me envergonhava de pedir sal na mesa do restaurante, mas por dentro fervia uma curiosidade suja que eu mal admitia nem pra mim mesma. Foi a Fiona quem me arrastou pro baile de máscaras da faculdade. “Selena, para de ser fresca, coloca esse vestido curto e vai. Ninguém vai saber quem você é.” O vestido preto colava nas curvas e subia perigosamente quando eu andava. Máscara dourada cobrindo só os olhos. Eu entrei tremendo as pernas, já imaginando que ia ficar encostada na parede a noite inteira.
Foi quando ele apareceu.
Alto, ombros largos, máscara preta que escondia quase o rosto inteiro. Só a boca dava pra ver — lábios cheios, um sorriso de quem sabia exatamente o que queria. Ele veio dançando devagar até mim, sem pedir licença, e quando a música ficou mais pesada ele já estava colado nas minhas costas. A mão grande desceu e apertou minha bunda por cima do tecido fino, os dedos entrando no meio das nádegas como se já me conhecesse.
— Eu quero te foder hoje — sussurrou quente no meu ouvido, a voz grave e baixa. — Apertar esse cuzinho, meter fundo. Mas tu manda. Quer ir embora, eu solto agora. Quer ficar… aí a gente brinca de verdade.
Eu devia ter saído. Em vez disso meu corpo inteiro reagiu: a buceta latejou, molhou a calcinha fina em segundos. O cheiro dele — cologne barata misturada com suor limpo — me deixou tonta. Rebolei de leve contra a mão dele e senti o pau já duro pressionando minha bunda.
— Não vou embora — respondi, a voz saindo mais rouca do que eu esperava.
Ele riu baixo, satisfeito, e a dança virou outra coisa. Ficamos colados, o pau dele grosso e quente roçando bem no meio da minha bunda a cada batida da música. Eu rebolava de propósito, abrindo as pernas um pouco, sentindo o tecido do vestido subir. A mão dele subiu pela minha coxa por baixo da saia, parou a centímetros da calcinha encharcada, só provocando. Meu peito subia e descia rápido. Eu já estava louca.
Quando a música mudou ele me puxou pela cintura e me levou pro corredor escuro dos fundos, longe das luzes e das pessoas. Me encostou na parede fria e me beijou com fome — língua funda, dentes puxando meu lábio inferior, a barba rala arranhando meu queixo. As mãos dele desceram de novo, apertaram minhas nádegas com força e abriram elas, o polegar pressionando o furinho do cu por cima da calcinha.
— Me fala direito — murmurou contra minha boca, a respiração quente. — Tu quer que eu te coma todinha? Buceta, boca… e esse cu virgem. Eu vou arrombar devagarinho se tu deixar. Quer?
Eu gemi alto demais pro corredor. A resposta saiu sem filtro, molhada de tesão:
— Sim. Quero. Arromba meu cu. Eu tô doida pra sentir esse pau grosso me abrindo. Fode eu inteira.
Ele mordeu meu pescoço e me puxou mais fundo, até um quarto reservado que a organização usava pra deixar casacos e tralhas. Trancou a porta. A cama de solteiro no canto era estreita, mas servia. Ele me virou de quatro em cima do colchão, puxou o vestido até a cintura e abaixou a calcinha só até as coxas. Eu estava pingando. A língua dele entrou na minha buceta sem aviso — chupando os lábios inchados, lambendo o clitóris com pressão circular enquanto eu rebolava pra trás. Ao mesmo tempo senti o dedo dele, já molhado de lubrificante que ele tirou do bolso (preparado, o safado), circular o meu cu. Empurrou devagar. O anel apertou, ardeu um pouco, depois cedeu. O dedo entrou até a junta. Eu soltei um gemido rouco, metade dor, metade prazer absurdo.
— Que cuzinho apertado — ele falou com a boca ainda na minha buceta. — Vai engolir o pau inteiro.
Ele me fodeu primeiro na conchinha. Deitou atrás de mim, ergueu minha perna e enfiou o pau grosso na buceta de uma vez. Eu estava tão molhada que ele deslizou fundo, esticando tudo. As estocadas eram pesadas, o saco batendo na minha bunda. Eu gemia no travesseiro, pedindo mais alto. Depois ele tirou, passou a cabeça do pau no meu cu molhado de saliva e lubrificante, e empurrou.
Devagar. Centímetro por centímetro. Eu sentia cada veia, cada centimetro abrindo o canal virgem. Ardia pra caralho, mas o tesão era maior. Quando a cabeça passou o anel eu soltei um grito abafado e rebolei pra trás, engolindo mais.
— Isso… mete tudo — pedi, a voz quebrada. — Arromba. Eu aguento.
Ele enterrou até o fundo. O pau grosso esticando meu cu como eu nunca tinha sentido. Ficou parado um segundo, me beijando o ombro, depois começou a meter. Devagar no começo, depois mais fundo, mais forte. A cada estocada eu rebolava de encontro, pedindo mais alto, mais fundo. A mão dele desceu e esfregou meu clitóris enquanto o pau martelava meu rabo. Eu gozei primeiro — um orgasmo longo, tremendo, o cu contraindo em volta do pau dele em espasmos. Ele grunhiu, segurou minha cintura e socou forte até gozar dentro, jatos quentes enchendo meu cu enquanto eu ainda tremia.
Ficamos ali, ele abraçado nas minhas costas, o pau amolecendo devagar dentro do meu cu arrombado e cheio. Beijava meu pescoço molhado de suor, a máscara preta ainda no rosto.
— Gostou de ter o rabinho arrombado assim, Selena? — perguntou baixinho, o polegar acariciando meu seio por cima do vestido.
Eu ri, exausta e ainda latejando por dentro.
— Quero repetir na próxima festa. E na outra. E toda vez que tu quiser me encontrar com essa máscara.
Ele sorriu contra a minha pele, mas não tirou a máscara. Não disse o nome. Só apertou mais o abraço, o pau ainda dentro de mim, escorrendo porra misturada com lubrificante pela minha coxa. Saímos do quarto de mãos dadas, o vestido ajeitado como se nada tivesse acontecido, mas meu cu ainda latejava a cada passo e eu já estava pensando na próxima vez — nele me pegando de novo, em outros cantos escuros, em outras posições, em eu ajoelhando e chupando aquele pau que me abriu pela primeira vez.
No corredor ele parou, puxou minha mão até a boca e mordeu de leve a ponta dos meus dedos, os olhos escuros brilhando atrás da máscara preta.
— Isso foi só o começo — murmurou. — Na próxima eu quero te ver sem máscara… e quero que tu grite meu nome enquanto eu te fodo de novo. Tu vai descobrir quem eu sou. E aí a gente vê até onde tu aguenta.
Meu coração disparou outra vez. A buceta já voltava a latejar. Eu apertei a mão dele e sorri por baixo da minha máscara dourada, sentindo a porra dele escorrer devagar pelo meu cu usado enquanto a festa continuava lá fora, alheia a tudo. Eu não sabia o nome dele ainda. Não sabia o rosto. Só sabia que ia voltar. E que da próxima vez eu não ia ser tão tímida.
Eu saí daquela festa com o cu latejando e a calcinha encharcada de porra, o vestido grudado nas coxas como se quisesse me denunciar. Em casa, trancada no banheiro, abri as pernas no espelho e vi o furinho vermelho, inchado, ainda semiaberto, escorrendo o resto dele. Enfihei dois dedos devagar, sentindo a dilatação que ele tinha deixado, e gozei baixinho pensando na voz grave sussurrando “isso foi só o começo”. Nos dias seguintes eu andava pela faculdade com a bunda doendo de um jeito gostoso, apertando as nádegas de propósito só pra lembrar daquele pau grosso me arrombando. Fiona me olhava de canto e ria. “Tu tá com cara de quem levou no rabo até o talo, hein.” Eu só dava de ombros, mas por dentro já estava contando os minutos pro próximo baile.
A semana durou uma eternidade. Eu masturbava o cu quase todo dia — primeiro um dedo, depois dois, depois um plug fino que comprei escondido só pra treinar. Ficava de quatro na cama, empurrando o silicone fundo enquanto imaginava a máscara preta dele, a boca cheia me chupando o clitóris ao mesmo tempo. Gozei tantas vezes pensando nele que o travesseiro ficou manchado. No sábado seguinte o convite chegou: outro baile de máscaras, agora num casarão antigo alugado pela turma, mais longe, com jardim escuro e quartos espalhados. Eu vesti um vestido ainda mais curto, vermelho, sem calcinha. Só o plug pequeno enfiado, lubrificado, esticando de leve o cuzinho já treinado. Máscara dourada de novo. Coração batendo na garganta.
Entrei e o procurou com os olhos. A música já batia pesado quando senti a mão grande na minha cintura por trás, exatamente como da primeira vez. O cheiro dele — a mesma cologne barata e suor limpo — me fez molhar na hora. Ele puxou meu corpo contra o dele e eu senti o pau duro pressionando o plug através do tecido fino.
— Trouxe o cuzinho treinado pra mim, Selena? — murmurou no meu ouvido, mordendo o lóbulo. — Tô sentindo alguma coisa aqui. Que safada.
— Trouxe — respondi rouca, rebolando de propósito. — Queria que tu tirasse e metesse o teu.
Ele riu baixo, satisfeito, e me guiou pelo corredor lateral até um quarto no segundo andar. Dessa vez a cama era de casal, cobertor grosso, luz fraca de abajur. Trancou a porta, virou pra mim e puxou o vestido pela cabeça de uma vez. Fiquei nua, só de máscara e plug, peitos pesados, buceta pingando. Ele ainda de roupa, máscara preta cobrindo quase tudo, só a boca e o queixo à mostra. Abaixou o zíper devagar, tirou o pau grosso e grosso já latejando, a cabeça brilhando de pré-porra. Eu ajoelhei sem ele pedir. Chupei com fome, lambendo o pau inteiro, engasgando quando ele segurou meu cabelo e enfiou fundo na garganta. O gosto salgado me deixou tonta. Enquanto eu chupava, ele mandou:
— Vira. De quatro. Quero ver esse plug.
Obedeci. Ele se ajoelhou atrás, abriu minhas nádegas e puxou o plug devagar, o anel do cu fazendo um barulhinho molhado quando saiu. Em segundos a língua dele estava ali — quente, molhada, entrando no meu cuzinho aberto, lambendo por dentro, chupando a borda sensível enquanto dois dedos entravam na buceta. Eu gemia alto, rebolando contra a cara dele, pedindo mais. Ele cuspiu no cu, enfiou três dedos de uma vez, abrindo, torcendo, preparando. Ardia gostoso. Depois passou a cabeça do pau no furinho dilatado e empurrou de uma tacada só.
— Porra! — gritei no colchão, o cu engolindo ele inteiro de novo. Mais fácil que da primeira, mas ainda apertado pra caralho. Ele enterrou até as bolas e ficou parado, me beijando as costas, a barba rala arranhando.
— Agora tu aguenta mais — falou baixinho. — Vou te foder forte. E tu vai gozar com o cu cheio de novo.
Começou a meter. Estocadas longas, profundas, o pau saindo quase todo e entrando de uma vez, esticando as paredes. Eu empurrava pra trás, pedindo mais duro. A mão dele desceu, esfregou o clitóris em círculos rápidos. O quarto encheu do barulho molhado de pau no cu, da minha buceta pingando no lençol, dos gemidos roucos. Ele puxou meu cabelo, ergueu meu tronco e me fodeu naquela posição, o pau martelando fundo enquanto eu gemia o nome que eu ainda não sabia.
— Mais fundo… arromba… quero sentir até amanhã — pedi, a voz quebrada de tesão.
Ele tirou, me virou de barriga pra cima, ergueu minhas pernas nos ombros e enfiou de novo no cu, agora face a face. A máscara preta quase colada na minha dourada. Beijou minha boca com fome enquanto metia sem piedade. Cada estocada fazia meu peito balançar. Eu gozei primeiro outra vez — o orgasmo veio do fundo do rabo, o cu contraindo em volta do pau dele em espasmos violentos, a buceta esguichando um pouco no abdômen dele. Ele grunhiu, segurou minhas coxas e socou até gozar, jatos quentes enchendo meu cu de novo, tanta porra que escorreu pelo meu rabo enquanto ele ainda bombava.
Mas não parou. Ficou duro dentro de mim, ainda latejando. Tirou devagar, o cu fazendo ploc, e enfiou na buceta de uma vez, fudendo rápido e fundo, misturando a porra que escorria. Depois voltou pro cu. Alternava. Buceta, cu, buceta, cu. Eu estava virada no avesso, pedindo, gemendo, xingando de tesão. Ele me colocou sentada no pau dele, de costas, e mandou eu cavalgar. Eu desci até o fundo, o cu engolindo tudo, e rebolei como louca, subindo e descendo, batendo a bunda nas coxas dele. A mão dele apertava meus peitos, puxava os mamilos. Gozei de novo, tremendo, quase caindo.
Quando ele gozou pela segunda vez — mais fundo, mais grosso, gemendo contra meu pescoço — eu já estava mole, o corpo inteiro latejando. Ele me deitou de lado, o pau ainda dentro do meu cu arrombado e cheio, e ficou me beijando o ombro, a máscara roçando minha pele.
— Na próxima eu tiro essa máscara — sussurrou, a voz rouca de gozo. — E tu grita meu nome de verdade. Mas antes… quero te ver pedindo pra eu te foder em público. No banheiro da faculdade. No carro. Onde eu quiser. Tu topa?
Meu coração disparou. A porra dele escorria quente pela minha coxa. Eu apertei o pau com o cu de propósito e respondi, a voz ainda tremida:
— Topo. Qualquer lugar. Só não some. Eu preciso desse pau no meu cu de novo. Preciso descobrir quem porra tu é.
Ele riu baixo, mordeu meu ombro e apertou mais o abraço. Lá fora a festa continuava, mas eu já estava pensando no próximo encontro — no banheiro sujo, no banco de trás de algum carro, nele me abrindo devagar enquanto gente passava do lado de fora. O cu latejava gostoso, cheio, usado. Eu não ia ser tímida. Ia ajoelhar, ia pedir, ia gritar. E ele ia me dar exatamente o que eu queria, até eu não aguentar mais.
Eu saí daquele segundo baile cambaleando, o cu arrombado e pingando porra misturada com saliva, o vestido vermelho grudado nas coxas como se quisesse gritar pro mundo o que tinha acabado de acontecer. Em casa, no banheiro de novo, abri as pernas na frente do espelho e meti três dedos de uma vez no furinho inchado, sentindo a dilatação gostosa que ele tinha deixado. Gozei baixinho, gemendo o “só o começo” dele, e fiquei ali tremendo, já sabendo que a próxima vez não ia ser num quarto fechado.
A faculdade virou um inferno de tesão. Eu andava pelos corredores sentindo o plug médio que comprei na segunda-feira — maior, mais grosso, esticando o cuzinho o dia inteiro enquanto eu fingia prestar atenção nas aulas. Toda vez que sentava, o silicone pressionava fundo e eu molhava a calcinha imaginando a máscara preta, a boca cheia me chupando enquanto o pau dele me abria. Fiona notou. “Tu tá andando esquisita, Selena. Mais uma vez no rabo?” Eu só sorri, sem responder, porque a verdade era pior: eu tava viciada. Viciada no ardor, no cheiro da cologne barata, na voz grave mandando eu engolir tudo.
Quarta-feira, no intervalo da tarde, ele me achou. Eu tava no banheiro do fundo do prédio de humanas, aquele com a porta emperrada e o cheiro de mofo, quando a mão grande agarrou meu braço por trás da cabine. Não precisei virar. O cheiro me denunciou. Ele entrou, trancou a porta por dentro com o pé e me empurrou contra a parede fria do box.
— Trouxe o cuzinho pronto pra mim de novo? — murmurou no meu ouvido, já puxando meu short jeans pra baixo junto com a calcinha. Os dedos dele acharam o plug na hora, torceram e puxaram devagar. O anel fez um barulhinho molhado quando saiu. — Safada. Andando pela faculdade com o rabo esticado só pra eu meter.
Eu gemi baixo, com medo de alguém ouvir, mas o tesão falou mais alto. Virei de costas, abri as pernas e empinhei, as mãos apoiadas na parede úmida. — Mete. Logo. Antes que alguém entre.
Ele não demorou. Cuspiu no meu cu, passou a cabeça grossa do pau no furinho dilatado e enfiou de uma tacada só. Eu soltei um grito abafado no antebraço. Mais fácil que nas festas, o plug tinha feito o trabalho, mas ainda ardia gostoso quando ele enterrou até as bolas. Começou a meter rápido, estocadas curtas e fundas, o saco batendo na minha buceta molhada. O barulho molhado encheu o box — pau entrando e saindo, minha buceta pingando no chão de azulejo. Ele puxou meu cabelo, forçou minha cabeça pra trás e mordeu meu pescoço enquanto fodia.
— Mais forte — pedi, a voz rouca. — Arromba aqui mesmo. Quero sentir teu pau me abrindo enquanto tem gente cagando do lado.
Ele riu baixo, satisfeito, e obedeceu. As estocadas ficaram pesadas, o pau saindo quase todo e entrando de uma vez, esticando as paredes do meu cu. A mão dele desceu, esfregou o clitóris em círculos rápidos, dois dedos entrando na buceta ao mesmo tempo. Eu tava cheia dos dois lados, gemendo abafado, o corpo inteiro tremendo. Gozei primeiro — um orgasmo curto e violento, o cu contraindo em volta do pau dele em espasmos, a buceta esguichando um pouco nas coxas. Ele segurou minha cintura e socou até gozar, jatos quentes enchendo meu rabo ali mesmo, no banheiro sujo da faculdade. Ficou parado um segundo, o pau latejando dentro, depois tirou devagar. A porra escorreu grossa pela minha coxa, manchando o short que ele puxou pra cima sem nem limpar.
— Deixa assim — sussurrou, beijando minha orelha. — Anda com meu porra escorrendo o resto do dia. E hoje à noite… no carro. Estacionamento do shopping. Sem máscara pra ti. Só eu de preto. Tu topa?
Meu coração disparou. A resposta saiu molhada de tesão: — Topo. Qualquer lugar. Só me fode de novo.
Ele saiu primeiro. Eu fiquei ali, o cu latejando, a calcinha encharcada de porra, as pernas bambas. Voltei pra aula sentando devagar, sentindo o líquido quente escorrer a cada movimento, e gozei de novo só de apertar as nádegas na cadeira, imaginando a próxima.
À noite eu fui. Vestido curto preto, sem calcinha, o cuzinho ainda sensível e semiaberto da tarde. O carro era um sedan escuro no fundo do estacionamento, longe das luzes. Ele já tava no banco do motorista, máscara preta no rosto, o pau duro pra fora do zíper. Entrei no banco de trás sem falar nada. Ele entrou atrás de mim, trancou as portas e me empurrou de quatro no banco estreito.
— Tira o vestido. Quero te ver nua com o rabo pro alto.
Obedeci. Fiquei pelada, só de máscara dourada, peitos pesados balançando. Ele abriu minhas nádegas com as duas mãos, cuspiu de novo no furinho e enfiou a língua. Lambia fundo, chupava a borda, enfiava a língua quente enquanto dois dedos entravam na buceta. Eu rebolava contra a cara dele, gemendo alto demais pro carro fechado. — Porra… chupa meu cu… prepara pra me arrombar.
Ele tirou a língua, passou a cabeça do pau no buraco molhado e empurrou. Dessa vez não foi devagar. Enfiou até o talo de uma vez, o pau grosso esticando tudo, e começou a meter com força. O carro balançava. As estocadas eram brutais, o pau saindo quase todo e entrando fundo, o saco batendo na minha buceta. Eu empurrava pra trás, pedindo mais, a voz quebrada. — Isso… fode meu cu gostoso… arromba até eu não aguentar… quero tua porra escorrendo de novo.
A mão dele desceu, esfregou o clitóris enquanto metia. Eu gozei gritando no banco, o corpo inteiro contraindo, o cu apertando o pau dele em ondas. Ele não parou. Tirou, me virou de barriga pra cima, ergueu minhas pernas e enfiou de novo no cu, agora face a face. A máscara preta quase colada na minha. Beijou minha boca com fome, a língua funda, enquanto socava sem piedade. Cada estocada fazia meu peito bater. Eu gemia o nome que eu ainda não sabia, pedindo mais fundo, mais forte.
— Vai gozar de novo — mandou, a voz rouca. — Goza com o cu cheio. E grita pra mim.
Eu gozei. O orgasmo veio do fundo do rabo, violento, a buceta esguichando no abdômen dele, o cu espasmando em volta do pau grosso. Ele grunhiu, segurou minhas coxas e bombou até gozar, jatos quentes enchendo meu cu pela segunda vez no dia. Tanta porra que escorreu pelo meu rabo, manchando o banco de couro. Mas ele ainda tava duro. Tirou, enfiou na buceta de uma vez, fudendo rápido, misturando a porra que escorria. Depois voltou pro cu. Alternava. Buceta, cu, buceta, cu. Eu tava virada no avesso, pedindo, xingando, gemendo. Ele me sentou no pau dele, de costas, e mandou eu cavalgar. Eu desci até o fundo, o cu engolindo tudo, e rebolei como puta, subindo e descendo, batendo a bunda nas coxas dele. As mãos dele apertavam meus peitos, puxavam os mamilos. Gozei de novo, tremendo, quase caindo pra frente.
Quando ele gozou a terceira vez — mais fundo, gemendo contra meu pescoço — eu já tava mole, o corpo latejando inteiro. Ele me deitou de lado no banco, o pau ainda dentro do meu cu arrombado e cheio, e ficou me beijando o ombro, a máscara roçando minha pele suada.
— Próxima semana — sussurrou, a voz rouca de gozo. — No terraço da festa da república. Ao vivo. Com gente do lado. Tu vai ajoelhar, chupar meu pau e me pedir pra arrombar teu cu na frente de todo mundo que quiser olhar. E aí… aí eu tiro a máscara. Tu grita meu nome de verdade enquanto eu te fodo até tu não aguentar mais. Topa?
A porra dele escorria quente pela minha coxa, o carro cheirando a sexo e cologne barata. Eu apertei o pau com o cu de propósito, o coração batendo na garganta, e respondi tremendo:
— Topo. Qualquer lugar. Qualquer jeito. Só não some. Eu preciso descobrir quem porra tu é… e eu preciso desse pau me abrindo de novo até eu gritar teu nome de verdade.
Ele riu baixo, mordeu meu ombro e apertou mais o abraço. Lá fora o estacionamento continuava quieto, mas eu já tava pensando no terraço, nas luzes baixas, nele me fodendo enquanto gente olhava, a máscara caindo, o nome saindo da minha boca enquanto o cu latejava cheio. Eu não ia ser tímida. Ia ajoelhar, ia pedir, ia gritar. E ele ia me dar exatamente o que eu queria, mais fundo, mais sujo, até a próxima vez virar a última barreira.
Eu cheguei na festa da república com o coração batendo na goela e o plug grosso já enfiado até o talo, lubrificado e escondido sob o vestido preto curtíssimo que mal cobria a bunda. Sem calcinha, de novo. Máscara dourada no rosto, peitos livres, a buceta já pingando só de imaginar o que ia rolar no terraço. O ar cheirava a cigarro, cerveja barata e suor de gente embriagada. Subi as escadas trementes, sentindo o silicone me abrir a cada passo, e quando cheguei lá em cima a música batia baixo, luzes vermelhas fracas, umas dez, quinze pessoas espalhadas bebendo e fumando. Ninguém prestava atenção de verdade. Ainda.
Ele apareceu exatamente como prometeu. Máscara preta, camisa aberta no peito, o pau já marcado na calça. Veio direto em mim, pegou minha cintura com aquela mão grande e me puxou pro canto mais escuro do terraço, perto do parapeito. O cheiro de cologne barata e suor limpo me fez gemer baixinho antes mesmo dele falar.
— Trouxe o cuzinho treinado e aberto pra todo mundo ver, Selena? — murmurou no meu ouvido, a voz grave roçando minha pele. Os dedos dele desceram, apertaram minha bunda e acharam o plug na hora. Torceram. Puxaram devagar. O anel do meu cu fez um barulhinho molhado e obsceno quando o silicone saiu. Alguém do lado riu. Outra pessoa assobiou. Eu não me importei. Estava molhada demais.
— Trouxe — respondi rouca, já virando de costas e empinando. — Agora tira a porra da calça e me fode. Aqui. Na frente deles.
Ele riu baixo, satisfeito, e abriu o zíper. O pau grosso saltou pra fora, latejando, a cabeça brilhando de pré-porra. Eu ajoelhei sem ele pedir, o concreto frio arranhando meus joelhos. Chupei com fome, lambendo o pau inteiro, engasgando quando ele segurou meu cabelo e enfiou fundo na garganta. O gosto salgado me deixou tonta. Alguém se aproximou. Ouvi um “porra, olha essa puta” e o som de um isqueiro. Eu continuei chupando, babando, rebolando o cu no ar, pedindo com a boca cheia.
Ele puxou meu cabelo, tirou o pau da minha boca com um fio de saliva e me virou de quatro no parapeito baixo. O vestido subiu sozinho. Minha bunda nua pro ar noturno, o cuzinho dilatado e brilhando de lubrificante, a buceta pingando no chão. Ele abriu minhas nádegas com as duas mãos, cuspiu grosso no furinho e passou a cabeça do pau ali, esfregando devagar só pra me torturar.
— Pede alto — mandou, a voz rouca pra todo mundo ouvir. — Pede pra eu arrombar teu cu virgem de novo na frente dessa porra toda.
Eu gemi, o rosto quente de vergonha e tesão misturados. — Arromba meu cu. Mete esse pau grosso até o talo bem aqui. Quero que todo mundo veja meu rabo engolindo tu. Fode eu forte. Me usa.
Ele empurrou de uma tacada só. O pau grosso abriu tudo de uma vez, esticando as paredes já treinadas, enterrando até as bolas com um ploc molhado. Eu gritei. Alto. O ardor gostoso subiu pela espinha, o cu engolindo ele inteiro enquanto gente se ajuntava mais perto. Alguém bateu palma. Outro falou “essa vadia aguenta pau no cu que nem profissional”. Eu empurrei pra trás, pedindo mais, a voz quebrada.
— Isso… mete fundo… arromba na frente deles… quero sentir teu saco batendo enquanto eles olham.
Ele começou a foder de verdade. Estocadas longas e pesadas, o pau saindo quase todo e entrando de uma vez, o saco batendo na minha buceta encharcada. O terraço encheu do barulho obsceno — pele batendo em pele, meu cu molhado engolindo, meus gemidos roucos. A mão dele desceu, esfregou meu clitóris em círculos rápidos enquanto metia sem piedade. Eu gozei primeiro, rápido e violento, o orgasmo vindo do fundo do rabo, o cu contraindo em espasmos em volta do pau grosso, a buceta esguichando um pouco nas coxas. Gente aplaudiu. Eu tremia, pedindo mais mesmo assim.
Ele não parou. Puxou meu cabelo, ergueu meu tronco e me fodeu naquela posição, o peito colado nas minhas costas, o pau martelando fundo. Depois me virou de barriga pra cima no parapeito, ergueu minhas pernas nos ombros e enfiou de novo no cu, agora face a face. A máscara preta quase colada na minha dourada. Beijou minha boca com fome, língua funda, dentes puxando meu lábio, enquanto socava sem dó. Cada estocada fazia meus peitos balançarem pro ar. Eu gemia alto, o nome que eu ainda não sabia saindo confuso.
— Vai gozar de novo — mandou ele, a voz rouca de tesão. — Goza com o cu cheio pra eles verem. E grita.
Eu gozei. O segundo orgasmo veio mais fundo, mais sujo, o corpo inteiro se contraindo, o cu apertando o pau dele em ondas, a buceta jorrando no abdômen dele. Ele grunhiu, segurou minhas coxas com força e bombou até o fundo. Mas ainda não gozou. Tirou devagar, o cu fazendo um ploc molhado e obsceno, a porra nenhuma ainda, só pré-gozo e lubrificante escorrendo. Me puxou pra baixo, me sentou no pau dele de costas, as pernas abertas pro terraço, e mandou eu cavalgar.
Eu desci até o talo, o cu engolindo tudo de novo, e rebolei como puta. Subia e descia, batia a bunda nas coxas dele, o pau grosso abrindo e fechando o anel a cada movimento. As mãos dele apertavam meus peitos, puxavam os mamilos, esfregavam meu clitóris. Gente se aproximou mais. Um cara até tirou o pau pra fora e bateu punheta olhando. Eu não me importei. Estava viciada demais. Gozei de novo, tremendo, quase caindo pra frente, o cu espasmando e a buceta esguichando no chão.
Foi aí que ele parou. Segurou minha cintura, me manteve enfiada até o fundo e tirou a máscara preta de uma vez. O rosto apareceu sob a luz vermelha fraca. Cabelo escuro bagunçado, barba rala, olhos castanhos intensos que eu já tinha visto mil vezes nos corredores da faculdade. O monitor de cálculo. O cara quieto da turma da noite. O nome saiu da minha boca num gemido rouco de choque e tesão puro:
— Lucas… porra, Lucas…
Ele sorriu aquele sorriso de quem sabia exatamente o que queria desde o começo e voltou a meter. Agora sem máscara, face a face quando me virou de novo, o pau martelando meu cu com força brutal enquanto eu gritava o nome dele de verdade. — Isso, Selena. Grita. Grita meu nome enquanto eu arrombo teu rabo na frente de todo mundo.
— Lucas… fode meu cu, Lucas… arromba… quero tua porra… grita eu mais alto, o corpo inteiro latejando. Ele beijou minha boca, mordeu meu lábio, e socou até gozar. Jatos quentes e grossos encheram meu cu pela última vez, tanta porra que escorreu pelo meu rabo, manchando o parapeito e o chão enquanto ele ainda bombava, gemendo meu nome contra minha pele. Eu gozei junto, o quarto orgasmo da noite, violento, o cu contraindo em volta do pau latejante dele em espasmos longos, a buceta jorrando mais um pouco.
Ficamos assim. Ele ainda enterrado até o talo dentro do meu cu arrombado e cheio, o rosto descoberto colado no meu, a respiração quente misturada, o pau amolecendo devagar enquanto a porra escorria quente pela minha coxa. As pessoas foram se afastando aos poucos, rindo, comentando, mas o terraço ainda cheirava a sexo e cologne barata. Eu tremia, o corpo mole, o cuzinho latejando gostoso e semiaberto em volta dele, o coração batendo forte demais no peito.
Ele beijou meu ombro suado, o polegar acariciando meu seio, e murmurou baixo só pra mim, a voz rouca de gozo:
— Agora tu sabe. E eu ainda quero mais. Toda vez.
Eu ri, exausta, o cu apertando o pau dele de propósito uma última vez, sentindo a dilatação gostosa, a porra quente escorrendo, o mundo girando devagar sob as luzes vermelhas. Não precisava de mais nada naquele segundo. Só daquilo.
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