Férias que Queimam o Voto
Ana, 32 anos, vira a puta safada do marido Marcos nas férias, sendo bem comida pelo instrutor Lucas de 28.
Eu me chamo Imani, tenho 32 anos e sou casada com Kofi, de 35, há exatos oito anos. O que vou confessar agora é algo que ainda me deixa com a calcinha molhada só de lembrar: como virei a puta safada do meu marido durante aquelas férias no Nordeste. A pousada era um sonho, daqueles bangalôs de madeira escura com varanda de frente pro mar, coqueiros balançando e uma piscina infinita que parecia tocar o céu. A gente chegou cheio de planos de relaxar, mas o Kofi carregava um segredo que ia queimar nosso voto de casamento de um jeito delicioso.
Na primeira noite, depois de um banho juntos onde ele ensaboou meus seios com calma, a gente se deitou na cama king size com lençóis brancos frescos. O vento entrava pela janela aberta, trazendo cheiro de sal e jasmim. Kofi me puxou contra o peito dele, a mão descendo devagar pela minha barriga até parar entre minhas coxas. “Amor, tem uma coisa que eu fantasio faz tempo”, murmurou, a voz grossa. Eu virei o rosto, curiosa. Ele respirou fundo e soltou: “Eu quero te ver sendo desejada por outro homem. Quero ver você sendo bem comida, gemendo alto enquanto um pau diferente te fode. Quero assistir tudo. É meu fetiche de hotwife.”
Fiquei paralisada por uns segundos, o coração martelando no peito. “Kofi, você enlouqueceu? A gente é casado! Como assim ver outro homem me fodendo?” As palavras saíram chocadas, mas meu corpo traiu na hora. Senti um calor subir pela buceta, os lábios inchando, um fiozinho de tesão escorrendo sem que eu pudesse controlar. Ele continuou falando baixo, detalhando como imaginava eu de quatro, levando uma rola grossa enquanto ele assistia do canto do quarto. Quanto mais ele falava, mais minha mente pintava as cenas: mãos desconhecidas apertando minha bunda, um pau me abrindo, meus gemidos ecoando. A excitação proibida me deixou encharcada. A gente transou ali mesmo, mas foi diferente. Eu cavalguei ele com força, rebolando enquanto imaginava outro homem atrás de mim, e gozei gritando mais alto que o normal. Depois, deitada no peito dele, a tensão sexual ficou palpável no ar. Nenhum de nós dormiu direito.
No dia seguinte, na beira da piscina, o sol queimava minha pele bronzeada. Eu usava um biquíni vermelho minúsculo que mal cobria os bicos dos meus seios. Foi quando vi Hassan pela primeira vez. O instrutor de mergulho tinha 28 anos, corpo de quem vive na água: ombros largos, abdômen marcado, pele morena reluzindo de óleo e suor, e uma sunga azul que não escondia o volume generoso entre as pernas. Ele dava aula para um casal ali perto, a voz firme e calma. Kofi, deitado na espreguiçadeira ao meu lado, percebeu meu olhar. “Vai lá, amor. Flerta. Eu quero ver”, sussurrou, já com a bermuda esticada.
Caminhei até a borda da piscina fingindo interesse nas aulas. “Hassan, né? Eu sou Imani. Tô louca pra mergulhar… ou aprender qualquer coisa que você quiser me ensinar.” Meu tom saiu safado, sem disfarce. Ele virou o rosto, os olhos castanhos descendo pelo meu corpo sem vergonha, parando nos meus mamilos que endureceram no mesmo instante. “Imani… nome bonito. Você tem um corpo feito pra água. Ou pra outras brincadeiras.” Sorri, mordi o lábio inferior e toquei de leve no braço dele, sentindo o músculo quente e firme. Conversamos uns minutos sobre profundidade, respiração, mas o papo era puro flerte. Eu ri alto de uma piada dele, joguei o cabelo molhado para trás, deixei ele ver como meus seios balançavam. Quando voltei para Kofi, minha buceta estava latejando, a calcinha do biquíni grudada. Sentei no colo dele e sussurrei: “Ele me deixou molhada pra caralho. Senti o pau dele marcando na sunga.” Kofi gemeu baixinho, apertou minha coxa. A tensão entre nós dois estava elétrica o dia inteiro.
Na segunda noite, o jantar foi regado a vinho branco gelado e risadas cúmplices. A gente comeu lagosta na varanda do restaurante, o mar escuro ao fundo, velas tremulando. Kofi não parava de me olhar com fome. Voltamos ao quarto com as mãos dadas, o vinho soltando a língua e o desejo. Assim que a porta fechou, ele me prensou contra a parede. “Imani, eu quero que você dê o próximo passo. Quero que você foda o Hassan. Quero assistir, quero participar, quero ver minha mulher virando a puta dela de verdade.” As palavras dele me acertaram como um tapa gostoso. Eu estava molhada desde a piscina, e agora pingava. “Eu quero também. Beijei ele na piscina com o olhar o dia todo. Minha buceta tá pedindo pra ser comida por ele, com sua permissão.” A gente se beijou com desespero, línguas se enrolando, mãos apertando carne.
Mais tarde, ao entardecer, desci sozinha até a praia quase vazia. O céu estava laranja queimado, o som das ondas suave. Hassan caminhava pela areia, sem camisa, o corpo brilhando. Eu fui direto. “Não consigo parar de pensar em você desde a piscina.” Ele não respondeu com palavras. Me puxou pela cintura e me deu um beijo quente, profundo, cheio de desejo reprimido. Nossas bocas se devoraram, línguas se esfregando com fome, o gosto de sal e vinho misturado. As mãos dele desceram para minha bunda, apertando forte por baixo do shortinho, me puxando contra o volume duro do pau dele. Eu gemi dentro da boca dele, sentindo a rola latejar contra minha barriga. Minha buceta contraiu, encharcando a calcinha em segundos. Ele desceu a boca pro meu pescoço, chupando a pele sensível enquanto eu esfregava meu corpo no dele. “Porra, Imani… você é casada”, rosnou. “Meu marido sabe. Ele aprova. Quer me ver sendo bem comida por você”, respondi, ofegante. O beijo durou minutos, minhas pernas tremendo, o tesão quase me fazendo gozar ali mesmo na areia.
Voltei pro quarto quase correndo, o corpo em chamas. Encontrei Kofi sentado na cama, pau já fora da calça, duro como pedra. “Eu beijei o Hassan. Foi intenso, a língua dele na minha boca, as mãos na minha bunda. Fiquei encharcada. Quero foder ele hoje, com você assistindo e participando. Quero ser a puta safada do meu marido.” Os olhos de Kofi brilharam. “Caralho, que delícia. Você é minha agora, de verdade.” Para selar o acordo, caí de joelhos ali mesmo. Peguei o pau dele com as duas mãos e chupei com vontade, babando tudo, engolindo até o fundo da garganta enquanto ele segurava meu cabelo. “Isso, prepara essa boquinha pra ele também”, gemeu. Foi uma chupada rápida, molhada, barulhenta, até ele estar brilhando de saliva. Depois ligamos pro Hassan e chamamos ele pro quarto com uma mensagem direta: “Vem pra cá. A gente quer você. Todos os três. Com consentimento total.”
Quando Hassan bateu na porta, a gente abriu juntos. Ele entrou, bonito pra caralho, ainda com cheiro de mar. “Vocês têm certeza absoluta? Sem pressão, sem bebida, só desejo?”, perguntou, olhando nos nossos olhos. Kofi respondeu firme: “Sim. Quero ver minha mulher sendo comida por você. Imani quer os dois paus. Tá tudo certo.” Eu completei, tirando o vestido devagar: “Quero vocês dois me usando. Me fodem juntos.” Hassan sorriu, tirou a camisa. O pau dele marcava forte na calça.
O que aconteceu em seguida me transformou. Eu me ajoelhei no tapete macio, peguei o pau grosso do Hassan — era maior que o do Kofi, veias saltadas, cabeça inchada e roxa — e comecei a chupar com fome. Minha boca se esticava ao redor dele, saliva escorrendo pelo queixo enquanto eu descia até engasgar. Atrás de mim, Kofi me colocou de quatro e enfiou a pica dele na minha buceta molhada de uma vez, fundo, estocando com força. O barulho de carne batendo encheu o quarto. “Olha só como ela mama gostoso”, Kofi disse, rindo. Hassan segurou minha cabeça: “Isso, puta safada do marido. Chupa tudo.” Eu gemia ao redor do pau dele, o prazer me rasgando dos dois lados.
Eles trocaram. Hassan me deitou na cama, abriu minhas pernas bem abertas e me penetrou com força na posição de missionário. Cada estocada era profunda, o pau dele batendo no fundo da minha buceta, me fazendo ver estrelas. Kofi ficou ao lado, enfiando o pau na minha boca, fodendo meu rosto com ritmo cadenciado. Eu estava cheia nos dois buracos, baba escorrendo, buceta babando no pau do instrutor. “Goza pra gente, vadia. Mostra pro seu marido como você vira puta”, Hassan rosnava. Meu corpo inteiro tremia.
Depois me viraram de quatro novamente. Veio a dupla penetração lenta e profunda que me fez perder a cabeça. Hassan deitou, eu sentei nele devagar, o cu sendo aberto centímetro por centímetro pela rola grossa dele, queimando de um jeito gostoso que me fez gritar. Kofi entrou na minha buceta por cima, os dois paus me esticando ao mesmo tempo, alternando as investidas profundas, me enchendo completamente. Eles me chamavam sem parar: “Puta safada do marido… toma as duas rolas… sua boceta e seu cu foram feitos pra isso.” Eu implorava, voz rouca: “Mais, por favor! Me fodam mais forte! Quero mais porra, me encham toda, me usem como a vadia que eu sou!” O orgasmo me acertou como uma onda gigante. Gozei gritando, o corpo convulsionando, buceta e cu apertando os dois paus ao mesmo tempo, squirt escorrendo pelas coxas.
Depois desse gozo, ainda com os dois paus latejando dentro de mim, o suor escorrendo pelos nossos corpos, eu soube que a noite estava só começando. Kofi e Hassan se olharam por cima de mim, ainda duros, ainda com fome. Eu, ofegante, sorri e pedi baixinho: “Não parem… ainda quero mais de vocês dois.” O ar do quarto estava pesado de tesão, o mar ao fundo parecendo aplaudir. As férias tinham acabado de virar algo muito maior, e eu mal podia esperar pelo que viria nas próximas horas e dias.
Eu sorri, o corpo ainda tremendo do orgasmo anterior, e repeti baixinho, a voz rouca de tanto gemer: “Não parem… ainda quero mais de vocês dois.”
Hassan, ainda enterrado até o fundo no meu cu, soltou uma risada baixa e gutural, apertando meus quadris com aquelas mãos grandes e calejadas de quem passa o dia no mar. Aos 28 anos, o instrutor de mergulho tinha resistência de touro, e eu sentia cada veia latejante dele pulsando dentro de mim, esticando meu anelzinho de um jeito que misturava queimação gostosa com um prazer sujo que me deixava molhada pra caralho. Kofi, meu marido de 35 anos, olhou pra mim com os olhos escuros cheios de orgulho e tesão, o pau dele ainda duro roçando minha buceta inchada. “Ouviu isso, Hassan? Nossa puta safada quer mais. Vamos dar tudo pra ela, então.” Ele não esperou. Empurrou a rola grossa de uma vez na minha xota encharcada, o barulho molhado ecoando no quarto enquanto os dois paus me preenchiam completamente outra vez.
Eu perdi o ar. O corpo todo arrepiado, suor escorrendo entre meus seios, descendo pela barriga bronzeada até se misturar com os fios de tesão que pingavam das minhas coxas. “Ai, caralho… vocês vão me quebrar no meio”, sussurrei, mas meu quadril traía as palavras, rebolando sozinho entre eles, pedindo mais fundo, mais forte. Pensava, enquanto as estocadas sincronizadas começavam a aumentar o ritmo, que nunca tinha me sentido tão viva, tão desejada, tão completamente usada. O pau do Hassan no cu queimava de um jeito viciante, abrindo espaço a cada investida, enquanto o do Kofi batia no fundo da minha buceta, roçando aquele ponto que me fazia ver estrelinhas. Os dois corpos quentes me esmagavam, peito largo do instrutor contra minhas costas, peito do meu marido roçando meus mamilos duros. O cheiro de sexo, suor e mar enchia o ar, pesado, quase palpável.
Hassan deu um tapa forte na minha bunda, o som seco misturando com o barulho das ondas lá fora. “Rebola mais, Imani. Mostra pro seu marido como você vira uma vadia completa quando tem duas rolas te arrombando. Isso, assim… porra, como você aperta.” Kofi segurou meu cabelo, puxando minha cabeça pra trás pra me fazer olhar pra ele. “Você é minha, amor. Minha puta safada. Goza pros dois agora. Quero sentir sua buceta espremer meu pau enquanto ele enche seu cu de porra.” As palavras me acertaram como um tapa gostoso. Meu clitóris latejava sem nem ser tocado, e o orgasmo veio violento, me rasgando por dentro. Gritei alto, o corpo convulsionando, squirt jorrando forte entre nós três, molhando a barriga de Kofi e escorrendo pelas pernas dele. Meu cu e buceta apertavam os paus ao mesmo tempo, ordenhando eles, e isso foi o suficiente pra Hassan perder o controle.
“Porra, tô gozando… toma tudo no cu, vadia casada”, ele rosnou, enterrando até o saco e disparando jatos quentes e grossos bem fundo dentro de mim. Senti cada pulsada, o calor se espalhando, transbordando quando ele saiu devagar. Kofi puxou o pau da minha buceta, me virou de frente e enfiou na minha boca com urgência. “Limpa ele com a língua enquanto eu gozo na sua cara, Imani.” Eu chupei com fome, sentindo o gosto da minha própria buceta misturado com o dele, baba escorrendo pelo queixo e pingando nos meus seios. Ele estocou fundo algumas vezes, gemendo meu nome, até tirar e pintar meu rosto com porra grossa, branca, escorrendo pelos meus lábios, queixo e pescoço. Eu lambi tudo que consegui, os olhos fixos nos dele, sentindo o gosto salgado e viciante.
Caímos os três na cama king size, corpos suados e entrelaçados, respirando pesado. O lençol branco estava destruído, manchado de porra, squirt e suor. Hassan, ainda ofegante, passou a mão na minha coxa e disse com voz calma: “Vocês têm certeza que querem continuar os próximos dias? Eu tô dentro, mas tem que ser claro pra todo mundo.” Kofi respondeu primeiro, beijando minha testa melada: “Quero ver minha mulher sendo bem comida o resto das férias. Sem limites, desde que todo mundo queira.” Eu completei, sentindo a porra do Hassan ainda vazando do meu cu: “Eu quero os dois me usando como puta todos os dias. Buceta, cu, boca… tudo disponível. Me sinto mais viva que nunca.”
Depois de um banho rápido juntos — mãos ensaboando seios, paus e buceta, risadas cúmplices e beijos molhados —, o desejo voltou antes mesmo do sol nascer completamente. Dessa vez eu tomei a iniciativa. Pus os dois sentados na beira da cama e fiquei de joelhos no tapete, alternando as chupadas. Primeiro mamava o pau maior do Hassan, esticando a boca até engasgar, saliva escorrendo grossa pelo queixo, enquanto masturbava Kofi com a mão. Depois invertia, engolindo meu marido até o fundo da garganta e sentindo o pau do instrutor pulsar na palma. “Olha como ela mama gostoso, Kofi. Sua esposa virou uma boqueteira profissional nessas férias”, Hassan provocou. Eu gemia ao redor das rolas, pensando que sim, eu tinha virado exatamente isso: a puta safada do meu marido, e estava adorando cada segundo.
Eles me levantaram e me foderam de pé contra a parede de madeira do bangalô. Hassan por trás na buceta, Kofi na frente no cu, me suspendendo quase do chão. Minhas pernas tremiam, os seios esmagados contra o peito do meu marido, gemidos saindo roucos e altos. Gozei de novo, o corpo mole, sendo segurada só pelos dois paus que me mantinham aberta. Eles gozaram quase juntos, enchendo meus dois buracos mais uma vez, porra escorrendo pelas minhas coxas quando me colocaram no chão.
Os dias seguintes foram uma escalada deliciosa de putaria sem fim. Na tarde seguinte, na praia quase vazia ao entardecer, Hassan nos levou a uma enseada escondida entre coqueiros. Lá, na areia quente, eu fiquei de quatro entre os dois. Kofi me fodia na buceta com estocadas lentas e profundas enquanto eu chupava o pau do instrutor, areia grudando na pele suada. O som das ondas cobria meus gemidos. Hassan segurava minha cabeça com firmeza: “Engole tudo, Imani. Mostra pro marido como você engole rola de estranho.” Depois eles trocaram. Hassan me arrombou o cu na areia, me fazendo gritar de prazer, enquanto Kofi enchia minha boca. Gozei duas vezes, o corpo tremendo tanto que quase desabei. Eles terminaram me pintando inteira — porra nos seios, na barriga, no rosto. Eu esfreguei tudo como creme, rindo safada.
À noite, na piscina infinita da pousada, depois que os outros hóspedes foram dormir, repetimos a dose com risco de serem pegos. Eu na borda, pernas abertas, Kofi me comendo na buceta enquanto Hassan enfiava na minha boca. A água fria batia na minha bunda, contrastando com o calor dos paus. “Alguém pode ver a gente… e eu tô pouco me fodendo”, eu pensei, o tesão maior que o medo. Gozei mordendo o braço pra não gritar, squirt misturando com a água da piscina.
No dia da aula de mergulho “particular”, no barco ancorado em águas cristalinas, a coisa pegou fogo de verdade. Só nós três no convés. Tirei o biquíni vermelho na frente deles, o sol queimando minha pele. Hassan me curvou sobre o banco almofadado e me fodeu com força por trás, o pau batendo fundo na buceta enquanto o barco balançava levemente. Kofi assistia de perto, pau na mão, depois se juntou, enfiando na minha boca. “Isso, amor. Leva as duas rolas ao ar livre como a puta que você é agora.” O vento, o sol, o cheiro de mar e sexo… eu gozei tão forte que minhas pernas falharam. Eles me viraram, me colocaram de lado e fizeram dupla penetração lenta no convés, me esticando ao limite. Porra quente encheu meus buracos mais uma vez, escorrendo pelo convés de madeira.
A última noite foi o ápice. No quarto, com a varanda aberta pro mar, eles me usaram por horas. Todas as posições, todos os buracos, todo o dirty talk possível. “Puta do marido”, “vadia insaciável”, “buraco pra rola”, “engole nossa porra”. Eu implorava por mais, voz rouca, corpo marcado de tapas e chupões. Gozei tantas vezes que perdi a conta, squirt molhando tudo, até o chão. Quando os dois gozaram pela última vez — um na boca, outro no cu —, eu desabei entre eles, exausta, feliz, transformada.
As férias acabaram, mas a putaria ficou. Voltamos pra casa com um segredo delicioso que nos uniu ainda mais. Porém, o que reafirma e reframes tudo isso, o que ninguém nunca soube até agora, é que a ideia dessa fantasia nunca foi do Kofi. Fui eu quem plantei cada semente meses antes, mostrando sites, contando “sonhos” molhados e deixando pistas sutis até ele achar que o fetiche era dele. Eu sempre quis virar a puta safada do meu marido nas férias que queimam o voto. E consegui.
Rate this story
Algo errado com esta história?
Popular Collections
Browse Categories