Ferry Noturno Com a Colega de Quarto

Duas colegas de quarto se devoram em tesão lésbico no ferry noturno vazio.

3 min read August 26, 2026New

O último ferry da noite cortava a água escura com um ronco baixo de motor, convés quase deserto sob as luzes amarelas frouxas. Petra e Camila, ambas de vinte e dois anos, colegas de quarto desde o primeiro semestre, voltavam daquela viagem de fim de semana com a mochila nos ombros e o cansaço misturado a outra coisa bem mais quente. Semanas de olhares demorados no apartamento, toalhas caindo “sem querer”, brincadeiras que duravam um segundo a mais do que deviam. Agora o convés vazio as deixava sozinhas de verdade.

Camila sentou no banco de metal frio perto da grade e puxou Petra para o lado. O short jeans de Petra subia nas coxas quando ela se acomodou. O vento salgado bagunçava o cabelo das duas. Camila virou o rosto, voz rouca:

— Porra, Petra… esse short te deixa com a bunda pedindo pra ser agarrada. Eu fico olhando tu todo dia e gozo mentalmente.

Os dedos dela deslizaram por baixo da barra do short, traçando a pele macia da coxa interna. Petra abriu as pernas um pouco, o ar escapando entre os dentes.

— Eu já gozei pensando em ti, Camila. Dedo na buceta molhada no banho imaginando tua língua. Toda porra de vez.

Camila não aguentou. Segurou o queixo de Petra e beijou com fome, língua enfiando fundo, lambendo dente, chupando lábio inferior até doer gostoso. As mãos subiram por cima da blusa fina, apertando os peitos pesados de Petra, polegares riscando os mamilos já duros. Petra gemeu dentro da boca dela e agarrou a bunda de Camila por cima do legging, puxando o corpo contra o seu, sentindo o calor da buceta alheia mesmo através do tecido.

Elas se arrastaram até o canto mais escuro do convés, longe das câmeras fracas e do barulho do motor. Petra empurrou Camila de costas contra a grade gelada, ajeitou o corpo dela e puxou o legging junto com a calcinha para baixo das coxas. O cheiro de buceta molhada subiu forte. Petra ajoelhou no chão sujo do ferry, abriu os lábios inchados de Camila com os polegares e enterrou o rosto ali.

A língua larga lambeu do clitóris até o buraco, enfiou fundo, chupou barulhento. Camila mordeu o próprio pulso para não gritar, a outra mão enfiada nos cabelos de Petra, segurando a cabeça colada na sua caralho de buceta.

— Isso, chupa essa porra… lingua mais fundo, filha da puta… ah, caralho, tua boca é quente pra caralho…

Petra gemia contra a carne, lambendo, chupando o clitóris inchado, enfiando dois dedos molhados e curvando enquanto a língua trabalhava. O gosto azedo e doce inundava a boca dela. Camila tremeu, quadris empurrando a cara de Petra, gozando primeiro num espasmo curto, suco escorrendo pelo queixo da colega.

Elas inverteram rápido. Camila puxou Petra para sentar no banco, tirou o short e a calcinha dela de uma vez e montou no colo dela, pernas abertas, buceta contra buceta. Os dois clitóris molhados se esfregaram em tesoura suja, labios escorregadios batendo, fluidos misturando. Camila agarrou os peitos de Petra por baixo da blusa, puxou os mamilos para fora e chupou um com força, dentes rasando, enquanto os quadris batiam ritmados, esfregando, enfiando.

— Porra, olha como tu tá pingando na minha… — Camila meteu três dedos de uma vez na buceta aberta de Petra, fudendo fundo, polegar no clitóris. Petra revidou, dois dedos enterrados na de Camila, curvando, sentindo as paredes apertarem.

Elas se beijavam entre gemidos baixos, línguas preguiçosas e salivadas, peitos colados, mamilos duros se roçando. O ferry balançava leve. Camila chupava o mamilo de Petra com barulho de boca molhada e apertava o outro entre os dedos até ficar vermelho.

— Goza comigo, porra… enche meus dedos…

Petra gozou primeiro, corpo inteiro tremendo, buceta pulsando nos dedos de Camila, um jato quente molhando a mão e a coxa. Camila veio logo atrás, rebolando desesperada na tesoura, gemendo no ouvido de Petra enquanto a buceta dela se contraía e escorria tudo. Elas ficaram coladas alguns segundos, ofegantes, still se mexendo devagar, tirando os últimos espasmos uma da outra.

Se arrumaram rindo baixinho, shorts e legging puxados de volta, bocas ainda inchadas. Um beijo mais lento, línguas se tocando sem pressa. Camila limpou o queixo de Petra com o polegar e chupou o dedo.

— Assim que a gente chegar no apê eu quero tua língua de novo a noite inteira na minha cama. Agora é oficial: tu é minha putinha de quarto.

Petra sorriu safada, ajeitando o short que ainda estava úmido por dentro.

— E eu quero te foder com a língua até tua buceta ficar vermelha e inchada de tanto gozar no meu rosto, sua vadia escorregadia.

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