Férias No Telhado Com Ela

O tímido Tiago tropeça aos pés da vizinha trans Luísa e descobre o seu desejo de ser vestido como uma sissy safada.

16 min read August 26, 2026New

O sol de Lisboa batia no telhado do prédio antigo como se quisesse derreter o asfalto das ruas embaixo. Tiago, engenheiro de vinte e oito anos com o jeito desajeitado de quem ainda tropeça no próprio shadow, subia as escadas de incêndio carregando uma mala preta de rodinhas que rangia a cada degrau. Férias. Finalmente. Três semanas sem reuniões, sem PowerPoint, sem a secretária a perguntar se ele “já tinha resolvido aquele bug”. Só ele, o calor e… a vizinha nova do 4.º D.

Luísa estava deitada numa espreguiçadeira improvisada, de costas para ele, tomando sol quase nua. Um biquíni fio-dental branco que mal cobria os seios fartos e um tanga que desaparecia entre as nádegas bronzeadas. O cabelo castanho-avermelhado caía solto sobre os ombros, e o corpo inteiro brilhava de óleo de coco. Quando ela se virou para pegar o copo de sangria, Tiago viu o volume generoso entre as pernas — um pau meio duro sob o tecido fino — e perdeu o equilíbrio.

— Merda!

A mala voou. Ele voou. Os dois aterraram aos pés de Luísa num estardalhaço de rodas a girar e de caixas de sapatos a abrir. Meias de seda pretas, calcinhas de renda rosa, um corpete vermelho, saltos altos de sete centímetros, um sutiã push-up e até um packer de silicone rolando até à beira do telhado. Tiago ficou de quatro, o rosto a poucos centímetros do pé pintado de vermelho dela, a roupa toda desfeita, o pau a latejar traidoramente dentro das calças.

Luísa olhou para baixo, depois para a explosão de lingerie, e soltou uma gargalhada rouca e gostosa.

— Bem-vindo ao meu reino, engenheiro. Ou devo dizer… princesa das meias?

Tiago corou até às orelhas. Tentou recolher as peças a toda a pressa, mas ela pousou o pé delicado em cima de um par de meias 7/8 pretas e impediu-o.

— Calma. Não fujas. Eu sou Luísa. Trans, sarcástica e viciada em banhos de sol. E tu és o vizinho tímido que esconde um guarda-roupa inteiro de putinha na mala de férias. Fofa.

Ele engoliu em seco, ainda de joelhos.

— Eu… era só… para experimentar. Em privado. Juro.

— Em privado? Amor, acabaste de me cuspir a fantasia na cara. — Luísa inclinou-se, os seios a balançar, e apanhou uma calcinha de renda preta com o indicador. Cheirou-a de brincadeira. — Cheira a novo e a vergonha. Adoro. Diz a verdade: tu queres ser vestida, não queres? Queres que te tratem como uma menina safada.

Tiago riu nervoso, o pau a latejar contra o fecho das calças.

— Sempre sonhei… ser vestido. Meias, saltos, alguém a chamar-me de putinha enquanto me fode. Mas nunca contei a ninguém. Parecia… ridículo.

Luísa puxou-o pela gola da t-shirt até ele ficar de joelhos entre as pernas dela. O biquíni molhado colava-se ao pau grosso e semi-erecto.

— Ridículo? Olha para mim. Eu adoro sissies dispostos. Adoro vestir, maquilar, ver o pauzinho tremer debaixo da renda enquanto gemem “sim, senhora”. Queres vir ao meu apartamento agora? Eu tenho um conjunto preto que vai ficar divino em ti. E saltos. E um nome. “Tia”. Gostas?

O “sim” saiu-lhe num sopro. Luísa levantou-se, apanhou a mala e o resto da lingerie como se fosse a dona legítima daquilo tudo, e puxou Tiago pela mão. Desceram as escadas a rir, ela de biquíni e chinelos, ele a coxear de excitação e vergonha.

O apartamento dela cheirava a baunilha e a óleo de coco. Cortinas semi-abertas, cama grande com lençóis brancos, uma cómoda aberta a mostrar mais lingerie e vibradores. Luísa fechou a porta com o pé e virou-se para ele.

— Tira tudo. Já.

Tiago despiu-se a tremer. Camisa, calças, boxers — o pau saltou duro, médio, já a pingar. Luísa assobiou.

— Que bonitinho. Agora veste.

Ela escolheu o conjunto: sutiã preto de renda com bojo, calcinha rendada que deixava o saco à mostra, meias 7/8 pretas com liga, e saltos altos de verniz. Enquanto ele se enfiava nas peças, ela ajoelhava-se e puxava as meias até às coxas, beijando a pele a cada puxão. Depois o sutiã, ajustando os seios inventados com enchimento. Os saltos fizeram-no cambalear e ela segurou-lhe a cintura, rindo.

— Cuidado, Tia. Ainda não aprendeste a andar de puta. Vem ao espelho.

Maquiagem: base clara, blush rosado, lábios vermelho-cereja, um traço de eyeliner que o deixou de olhos de gazela. Luísa passou o batom no polegar e esfregou nos lábios dele, depois beijou-o fundo, a língua a roçar a dele com gosto a sangria e desejo. As mãos dela desceram, apertaram as nádegas cobertas de renda, e o pau de Tiago latejou contra a barriga dela.

— Chama-me Tia — murmurou ele, a voz já fina de excitação.

— Tia safada. Tia putinha. Olha-te. — Luísa agarrou-lhe o pau por cima da calcinha e masturbou-o devagar. — Queres chupar-me? Queres que te foda?

— Quero tudo.

Ela empurrou-o para a cama. Tia caiu de costas, as pernas abertas, os saltos a bater no colchão. Luísa puxou a calcinha para o lado, o pau de Tia saltou livre, e engoliu-o de uma vez. A boca quente, molhada, faminta. A língua a girar na glande enquanto a mão masturbava a base por baixo da renda. Tia arqueou as costas, gemeu alto, os seios falsos a tremer.

— Porra, Luísa… assim…

Luísa tirou a boca só para cuspir no pau e sorrir.

— Cala-te e goza na minha cara se quiseres. Mas primeiro vais chupar o meu.

Ela tirou o biquíni. O pau grosso, grosso de verdade, veias saltadas, a cabeça já brilhante de pré-porra, bateu contra a bochecha maquilhada de Tia. Tia pôs-se de quatro, o rabo empinado, a calcinha enfiada na fenda, e abriu a boca. Luísa enfiou devagar, depois fundo, até Tia babar e lacrimejar de prazer. Gemeu com o pau na garganta, as mãos a apertar as coxas de Luísa, a chupar com vontade de puta estreante. Luísa riu, a voz rouca.

— Olha para ti. Meias, saltos, batom todo borrado, a engolir o meu pau como se tivesse fome há meses. Continua, Tia.

Depois de um tempo a face-fucking brando e molhado, Luísa puxou-o, virou-o de lado e encaixou-se atrás. Cuspiu na mão, passou no cu virgem-nervoso de Tia, e enfiou o polegar primeiro. Tia gemeu, o pau a pingar na própria meia. Depois o pau inteiro. Lento no início, depois fundo, a pele a bater na pele. Luísa fodia de lado, uma mão no peito de Tia, a outra a masturbá-lo por baixo da renda. Beijos molhados no pescoço, risadas quando o salto se enganchou no lençol e os dois quase caíram da cama.

— Esta posição é uma merda — riu Luísa, puxando-o para a posição de missionário modificada: Tia de costas, pernas no ar, saltos apontados ao tecto, Luísa entre elas a enfiar fundo. — Melhor. Agora segura-te.

Ela fodia com força, o pau grosso a abrir Tia, a bater no ponto certo. Tia gemia alto, ria quando a voz saía em falsete, beijava a boca de Luísa entre embates. As meias estavam enrugadas, a calcinha molhada de pré-gozo, o batom espalhado pelo queixo. Luísa acelerou, os seios a balançar, o rosto concentrado e sorridente.

— Vou gozar dentro de ti, Tia. Queres?

— Quero. Enche-me. Por favor.

Luísa enterrou-se até ao fundo e veio com um gemido longo, quente, a jorrar dentro do cu de Tia. Ao mesmo tempo Tia masturbou-se freneticamente por baixo da renda e ejaculou em jatos brancos que mancharam a calcinha, as meias e a barriga. Os dois tremeram, riram, ofegantes, colados um ao outro no meio da confusão de lingerie suja e lençóis amarrotados.

Luísa ficou por cima, ainda dentro, o pau a amolecer devagar, e beijou a testa suada de Tia.

— Jesus, que loucura. Acabámos de nos conhecer e eu já te vesti e te fodi até ficares a pingar.

Tia riu, a voz ainda embargada, os dedos a brincar com o cabelo de Luísa.

— E eu ainda nem te contei o que tenho na outra mala. Nem o que quero que faças amanhã no telhado… com a porta do prédio aberta.

Luísa ergueu uma sobrancelha, o sorriso safado a voltar, e apertou o cu de Tia com o pau ainda lá dentro, a fazer um pequeno movimento circular que tirou um gemido fresco dos dois.

— Conta. Ou melhor… mostra. Porque se pensas que isto acabou aqui, Tia, estás muito enganada. Tenho umas amigas. E umas ideias. E tu ainda estás de saltos.

Luísa ainda estava dentro dele, o pau a amolecer devagar mas a fazer aqueles círculos preguiçosos que mandavam faíscas direto para a espinha de Tia. O cheiro a sexo, óleo de coco e baunilha pairava no quarto como um perfume de putaria caseira. Tia, de pernas ainda abertas, saltos apontados para o tecto e meias enrugadas nas coxas, riu baixinho, o peito a tremer debaixo do sutiã de renda.

— A outra mala… está no meu apartamento. Três andares abaixo. Tem… coisas. Mais meias. Um vestido curto de cetim vermelho que comprei online e nunca tive coragem de vestir. Um plug de rabo com rabinho de raposa. E… um colar de choker com a palavra “Putinha” em strass. Ridículo, eu sei.

Luísa soltou uma gargalhada rouca, retirou-se devagar — o gozo dela escorreu quente pela fenda de Tia, molhando ainda mais a calcinha já arruinada — e deu-lhe um tapa leve na nádega.

— Ridículo? Amor, eu tenho um armário inteiro de coisas piores. Levanta essa bundinha de princesa e vamos buscar. De saltos. Quero ver-te a coxear pelo corredor.

Tia engoliu em seco, o pau ainda semi-duro a latejar contra a renda molhada. O coração batia-lhe nos ouvidos. Descer três andares de saltos altos, maquilhagem borrada, batom no queixo e o cu a pingar sémen da vizinha trans… era exatamente o tipo de loucura que ele fantasiava às escondidas no PowerPoint das reuniões. Luísa puxou um roupão de seda curto, nem se deu ao trabalho de limpar o pau, e entregou a Tia um casaco leve demais.

— Só isto. Se alguém aparecer, finge que és a minha prima bêbada de Braga. Anda.

Desceram as escadas de serviço a rir como miúdas. Tia agarrava-se ao corrimão, os saltos a tilintar no cimento, as meias a escorregar, o plug imaginário já a latejar-lhe na cabeça. Cada degrau fazia o gozo de Luísa escorrer mais um bocadinho pela coxa. Ele pensava: se alguém abrir a porta agora, morro. Ou gozo. Talvez as duas coisas.

No 1.º D, a mala azul esperava atrás da porta. Luísa entrou como se fosse dona do sítio, abriu o fecho e assobiou alto.

— Oh, Tia… tu és uma putinha organizada. Olha isto.

O vestido vermelho de cetim saiu primeiro, curto o suficiente para mal tapar a bunda. Depois o choker de strass, o plug de silicone rosa com o rabinho fofo, um frasco de lubrificante sabor morango, e — surpresa final — um par de algemas forradas a pelúcia e um vibrador bullet minúsculo. Tia corou até às orelhas falsas.

— Eu… planeava experimentar sozinho na praia à noite. Tipo… enterro os pés na areia e…

— Cala-te. Veste o vestido. Agora.

Luísa ajudou-o, puxando o cetim pelo corpo suado. O tecido colava-se às meias, ao sutiã, ao pau ainda sujo. O choker fechou-se no pescoço com um clique satisfatório. Depois veio o plug: Luísa ajoelhou-se, abriu as nádegas de Tia com as duas mãos, cuspiu generosamente e empurrou o brinquedo devagar. Tia gemeu, o rabinho a abanar ridiculamente cada vez que ele se mexia.

— Perfeita. Agora o bullet. Enfia na calcinha, contra o pauzinho. Eu controlo.

O telecomando ficou no bolso do roupão de Luísa. Elas subiram de novo, desta vez para o telhado. O sol de Lisboa ainda castigava, mas o fim da tarde trazia uma brisa quente. A espreguiçadeira improvisada esperava. Luísa empurrou Tia para ela, deitou-o de costas, o vestido subido até à cintura, o rabinho a espreitar por baixo, os saltos a balançar no ar.

— Porta do prédio aberta, disseste? — Luísa sorriu, ligou o bullet no nível mais baixo. O zumbido surdo fez Tia arquejar. — Imagina. Alguém sobe as escadas de incêndio. Vê uma putinha de vermelho a ser fodida no telhado. Queres isso?

— Quero… porra, quero. Mas devagar. Ainda sou tímido por dentro.

Luísa riu, tirou o roupão, o pau dela já a endurecer de novo contra a barriga. Montou a cara de Tia, sentando-se de frente, as coxas a prender a cabeça maquilhada. O pau grosso escorregou entre os lábios vermelhos de novo.

— Chupa enquanto eu penso nas minhas amigas. A Carla adora sissies. A Marta tem um strap-on do tamanho de um braço. Imagina as três a vestir-te. A maquilhar-te. A fazer-te desfilar no corredor… zzzzz.

Ela aumentou o bullet. Tia engasgou no pau, babou, os olhos a lacrimejar de prazer e pânico delicioso. As mãos dele subiram pelas coxas de Luísa, apertaram as nádegas firmes. Luísa fodia-lhe a boca com movimentos lentos e profundos, rindo cada vez que o rabinho abanava sozinho.

— Olha para ti. Vestido de puta, plug no cu, a chupar a vizinha no telhado como se o prédio fosse teu palco. Continua, Tia. Mais fundo.

Tia obedeceu, a língua a trabalhar a veia grossa, a garganta a abrir. O bullet zumbia sem piedade contra o pau aprisionado. Ele já gotejava de novo, manchando o cetim. Luísa retirou-se, virou-se, ajoelhou-se entre as pernas abertas de Tia e puxou o plug quase para fora, só para o enfiar outra vez com um plop molhado.

— Amanhã as miúdas vêm tomar sol. Vou dizer-lhes que trouxe brinquedo novo. Queres que te apresente? “Meninas, esta é a Tia. Acabou de ser arrombada e ainda pinga. Podem usar.”

Tia riu, a voz embargada, o peito a arfar.

— Apresenta. Mas… só se me deixarem vestir. E se alguém me chamar de engenheiro, eu choro.

— Ninguém te chama de engenheiro aqui. Só de putinha, de sissy, de Tia safada. — Luísa lambeu o comprimento do pau de Tia por cima da calcinha, depois puxou o tecido e engoliu-o outra vez, o bullet ainda a vibrar entre os lábios dela. Tia arqueou, os saltos a bater no ar, o rabinho a abanar frenético.

De repente um barulho na escada de incêndio. Passos. Tia congelou, os olhos esbugalhados. Luísa não parou. Aumentou o bullet para o máximo e chupou mais fundo, a rir com a boca cheia.

— Relaxa. É só o senhor do 2.º a regar as plantas. Ou não. Queres que ele te veja assim?

O medo misturou-se com o tesão numa explosão ridícula. Tia gozou de surpresa, jatos quentes a encher a boca de Luísa, o corpo a tremer todo, o vestido encharcado, o plug a latejar no cu contraído. Luísa engoliu o que pôde, tossiu a rir, e limpou o queixo com o dorso da mão.

— Desajeitado até no orgasmo. Adoro.

Os passos afastaram-se. Falso alarme. Ou não. Luísa deitou-se ao lado, o pau duro a roçar a coxa de meia de Tia, e murmurou no ouvido dele:

— Ainda não acabei contigo. Esta noite vais dormir de vestido e plug. Amanhã de manhã, antes das amigas, vamos voltar aqui. Quero foder-te de quatro na espreguiçadeira com a porta aberta de verdade. Quero ouvir-te gemer “sim, senhora” enquanto alguém pode aparecer a qualquer segundo. E depois… as miúdas. Carla vai querer beijar-te a boca toda borrada. Marta vai querer medir o teu cu com o strap-on. Tu vais querer… o quê, Tia?

Tia, ainda a tremer, o bullet desligado mas o corpo elétrico, virou a cara e beijou Luísa fundo, o gosto a gozo e sangria misturado.

— Vou querer que me vistam juntas. Que me ponham o vestido mais curto. Que me façam servir sangria de saltos e me chamem de empregada puta. E que… me fodam no sofá enquanto veem televisão como se eu fosse móvel decorativo. Ridículo, eu sei.

Luísa apertou o rabinho, empurrou o plug mais fundo e riu contra a boca dele.

— Nada ridículo. Só safado. E eu ainda tenho uma ideia melhor para o intervalo. Um desafio. Mas isso… fica para quando trouxeres o lube de morango outra vez. Agora levanta. Vamos jantar. Tu de vestido. Eu a olhar para o teu rabo a abanar enquanto aqueces a comida. E se te portares bem, deixo-te chupar a sobremesa direto da torneira.

Tia levantou-se cambaleante, o cetim colado às coxas, o choker a brilhar ao sol poente, o coração a disparar com a promessa das amigas, da porta aberta, do amanhã inteiro ainda por desenrolar. Luísa segurou-lhe a mão, os dois a rir baixinho enquanto desciam, o plug a lembrar a cada passo que a noite — e o resto das férias — só estava a aquecer.

No apartamento de Luísa o cheiro a baunilha misturou-se logo com o de alho refogado. Tia cambaleava atrás dela, o vestido de cetim vermelho colado às coxas suadas, o rabinho de raposa a abanar a cada passo inseguro nos saltos. O plug pulsava lá dentro como um lembrete vivo de que o gozo da vizinha ainda escorria devagar pela fenda. Luísa atirou o roupão para cima de uma cadeira e ficou nua, o pau ainda semi-duro a balançar enquanto abria o frigorífico.

— Tu aqueces a comida, eu escolho o vinho. E se deixares queimar o arroz, levas palmada no rabo. Com o rabinho a tremer.

Tia riu, a voz fina de nervos e tesão, e enfiou-se na cozinha minúscula. O choker de strass brilhava sob a luz amarela. Cada vez que se inclinava para mexer a panela, o cetim subia e o plug fazia ploc molhado. O bullet ainda estava no bolso do roupão, desligado, mas a memória do zumbido no telhado fazia o pauzinho latejar contra a calcinha já esticada e suja. Luísa surgiu atrás, encostou o peito quente às costas dele e mordeu-lhe a orelha.

— Olha para ti. Engenheiro de PowerPoint a fritar ovos de saltos altos com o cu cheio. Se as tuas reuniões soubessem…

— Cala-te ou deito o ovo no chão — resmungou Tia, mas o sorriso traía. O pau de Luísa esfregava-se devagar na fenda do vestido, empurrando o rabinho de lado. — Senhorita, o jantar está quase.

Comeram no sofá, Tia de pernas cruzadas a tentar não se espetar no plug, Luísa de perna aberta a roubar pedaços da boca dele com beijos cheios de azeite e riso. O vinho tinto manchou ainda mais o batom já borrado. Quando o prato ficou vazio, Luísa lambeu o polegar e passou-o nos lábios de Tia.

— Sobremesa. Como prometi. Direto da torneira.

Empurrou-o de joelhos entre as suas pernas. O pau grosso, já duro outra vez, bateu na face maquilhada. Tia abriu a boca sem hesitar, a língua a trabalhar a glande salgada enquanto as mãos subiam pelas coxas bronzeadas. Luísa ligou o bullet no bolso — o zumbido surdo voltou contra o pau aprisionado de Tia — e gemeu alto.

— Assim, putinha. Chupa fundo. Imagina que as miúdas estão a ver. A Carla ia querer filmar. A Marta ia querer enfiar o strap-on na tua garganta ao mesmo tempo.

Tia engasgou de propósito, babou, os olhos lacrimejando de prazer ridículo. O rabinho abanava sozinho cada vez que engolia até ao fundo. Luísa puxou-o pelos cabelos, virou-o de quatro no sofá, o vestido subido até à cintura, as meias enrugadas, o plug a brilhar de lubrificante de morango e gozo antigo. Tirou o brinquedo num plop molhado que fez Tia arquejar, cuspiu generosamente na entrada rosada e enfiou o pau de uma vez.

— Porra! — gritou Tia, a voz em falsete, as unhas cravadas no estofo. — Sim, senhora… assim…

Luísa fodia com força, a pele a bater na pele, uma mão a controlar o bullet no máximo, a outra a masturbar o pauzinho de Tia por baixo da renda. O sofá rangia. O choker tinia. Tia empurrava o rabo para trás, pedindo mais, rindo entre gemidos quando o salto escorregava e os dois quase iam ao chão.

— Mais fundo, Tia. Quero ouvir-te a pedir para ser a empregada puta amanhã. Diz.

— Quero… ah, fode-me… quero servir sangria de saltos enquanto me fodem no sofá… como móvel… porra, Luísa, mais!

Luísa riu, a rouca gostosa, e mudou de ângulo, acertando o ponto que fazia Tia tremer todo. Beijos molhados no pescoço, dentes no ombro, o cheiro a sexo e morango a encher a sala. O bullet zumbia sem piedade. Tia gozou primeiro, jatos quentes a manchar o vestido, as meias, o sofá, o corpo a convulsoar com o plug imaginário ainda a latejar na memória. Luísa não parou. Fodeu através do orgasmo dele, profunda, selvagem, até enterrou-se até ao fundo e veio com um gemido longo, enchendo o cu de Tia outra vez, quente, pulsante, a escorrer imediatamente pela coxa.

Ficaram colados, ofegantes, a rir baixinho. Luísa ainda dentro, a fazer círculos preguiçosos, beijou a nuca suada de Tia.

— Jesus… férias no telhado e eu já te transformei na minha putinha particular. Amanhã as miúdas… vais ver. Vamos vestir-te juntas. O vestido mais curto. O choker. E eu quero ver a Marta a medir-te com aquele monstro de silicone enquanto a Carla te beija a boca toda suja. Tu só tens de dizer “sim, senhoras” e abanar o rabinho.

Tia, ainda a tremer, o pau mole e sensível a latejar, virou a cara e beijou-a fundo, o gosto a vinho e gozo.

— E depois me fodem as três. No sofá. A ver televisão. Como se eu fosse só… decoração safada. Ridículo e perfeito.

Luísa puxou-se devagar — o sémen escorreu num fio grosso — e deu um tapa leve na nádega vermelha.

— Nada ridículo. Só o começo. Agora vais dormir de vestido e plug novo. Eu escolho. E de manhã…

Uma batida forte na porta. Três pancadas secas, urgentes. Depois a voz aguda e animada de fora, atravessando a madeira:

— Luísaááá! Abrrre! Somos nós! A Carla trouxe sangria e a Marta trouxe o strap-on gigante! Disseste que tinhas surpresa no telhado e nós não aguentámos esperar até amanhã! Abre antes que o senhor do 2.º nos veja com isto tudo!

Tia congelou de olhos esbugalhados, o cu a pingar, o vestido encharcado, o batom destruído, o rabinho ainda no chão ao lado do sofá. Luísa olhou para ele, o sorriso safado a crescer devagar, e murmurou só para ele ouvir enquanto se levantava nua para ir à porta:

— Surpresa, Tia. As férias só agora é que começaram de verdade.

Rate this story

Thanks for rating
Tagged crossdressing humiliation foot-play lingerie verbal-humiliation

Fresh filth, nightly

The best new stories in your inbox every morning. Free, 18+, unsubscribe anytime.