Massagem que Acordou o Desejo

A Danielle de 22 anos volta pra casa e acaba cavalgando o pau do padrasto Sergio depois de uma massagem safada que deixou os dois loucos de tesão.

7 min read August 24, 2026New

Danielle largou a mala no chão do corredor assim que entrou. A casa cheirava a sabonete masculino e a algo quente, como se alguém tivesse acabado de sair do banho. Vinte e dois anos, a pele ainda bronzeada das férias, o short curto grudado nas coxas e a camiseta larga caindo de um ombro. Ela não esperava encontrar ninguém. A mãe estava viajando a trabalho. O silêncio da sala, porém, durou só até a porta da varanda se abrir.

Sergio entrou suado, a toalha no ombro, o torso nu brilhando sob a luz da tarde. Quarenta e cinco anos, músculos densos de quem treinava de verdade, peito largo, abdômen marcado, a bermuda escura colada às coxas pesadas. O cabelo escuro ainda úmido. Ele parou ao vê-la e sorriu daquele jeito lento que sempre fazia o estômago dela revirar.

— Chegou cedo — disse, a voz rouca. — Nem ouvi o carro.

— Peguei um voo antes — respondeu Danielle, sentindo o calor subir pelo pescoço. Anos de atração proibida se acumulavam na garganta. Desde os dezessete ela fingia que não notava o corpo dele, o cheiro dele, o jeito que a olhava quando achava que ninguém via. Agora, de volta da faculdade, sozinha com ele na casa vazia, a mentira parecia frágil demais.

Sergio passou a mão pela nuca, fazendo os músculos do braço saltarem.

— Treinei pesado. As costas estão um inferno. Sua mãe sempre me ajuda com uma massagem, mas… — ele hesitou, o olhar descendo rápido pelo corpo dela e voltando. — Você topa? Só uns minutos. Tem óleo ali no banheiro da suíte.

O pedido caiu entre eles como um fósforo aceso. Danielle engoliu em seco.

— Topo.

No quarto do casal, a cama grande ocupava quase todo o espaço. Sergio deitou de bruços, a face virada de lado, a bermuda ainda vestida. Danielle tirou o óleo da gaveta, esquentou um pouco nas palmas e ajoelhou-se ao lado dele na cama. As mãos dela tocaram a pele quente das costas largas e um arrepio percorreu a espinha dela inteira. O óleo brilhou sob os dedos. Ela começou pelos ombros, pressionando com os polegares, sentindo os nós duros se desfazerem devagar.

— Assim… mais forte — murmurou Sergio, a voz abafada no travesseiro.

Danielle obedeceu. Deslizou as mãos pela coluna, desceu até a cintura, subiu de novo. O cheiro dele — suor limpo, sabonete, homem — invadiu o nariz dela. As coxas dela se apertaram sozinhas. Cada gemido baixo que ele soltava ia direto para entre as pernas dela, molhando a calcinha fina. As mãos ficaram ousadas. Passaram pelas laterais do peito, roçaram a dobra da axila, desceram até a curva logo acima da bermuda. Os polegares entraram um pouco por baixo do elástico, só o suficiente para sentir a pele mais macia ali.

Sergio gemeu de novo, mais grave.

— Porra, Danielle…

Ela não parou. Massagou a base das costas com a base das mãos, circular, empurrando o corpo dele contra o colchão. Viu o quadril dele se mover, um empurrão involuntário. A bermuda se esticou. O volume grosso e visível se formou contra o tecido, latejando. Danielle sentiu a boca secar. Continuou mesmo assim, as mãos agora abertas sobre os glúteos por cima da roupa, apertando, deslizando.

Sergio virou o corpo de repente. Deitou de costas. O pau estava duro pra caralho, marcando a bermuda como uma arma apontada. Ele agarrou o pulso dela com firmeza e puxou a mão dela para baixo, pressionando a palma dela exatamente contra aquele volume quente e latejante.

— Sente — falou, os olhos escuros fixos nos dela. — Eu desejo você há anos. Desde que você virou mulher de verdade. Toda vez que você andava pela casa de short eu tinha que me trancar no banheiro. Eu me segurei. Mas agora… você está aqui, com as mãos no meu corpo, e eu não aguento mais fingir.

Danielle ficou sem ar. Os dedos dela se fecharam sozinhos em volta do pau por cima da bermuda, sentindo a grossura, o calor, a dureza. A calcinha dela estava encharcada.

— Eu também — confessou, a voz embargada de tesão. — Eu sempre quis. Sempre pensei no seu pau quando me masturbava. Quero transar com você. Quero o pau do meu padrasto dentro de mim. Agora.

Sergio soltou um som gutural. Sentou-se, puxou a camiseta dela por cima da cabeça e jogou longe. Os seios firmes saltaram livres, os mamilos escuros e duros. Ele chupou um deles com fome, a língua quente, os dentes roçando de leve, enquanto as mãos desciam pelo short dela e puxavam tudo de uma vez — short e calcinha juntos. Danielle ficou nua na cama dele. O cheiro da buceta molhada dela se espalhou. Sergio enfiou dois dedos entre os lábios inchados, achou o clitóris inchado e esfregou em círculos curtos até ela gemer alto e abrir mais as pernas.

— Tira essa porra — ela pediu, puxando a bermuda dele.

O pau saltou grosso, veias saltadas, a cabeça avermelhada já brilhando de pré-gozo. Danielle não esperou. Empurrou o peito dele para trás, montou em cima, guiou a cabeça do pau até a entrada escorregadia e desceu devagar. O pau abriu ela centímetro por centímetro. Era grosso pra caralho. Ela gemeu alto quando o fundo chegou, quando as bolas dele tocaram a bunda dela. Ficou quieta um segundo, sentindo o pulsar dentro dela, os olhos semicerrados.

Depois começou a cavalgar.

Ritmo frenético desde o começo. Subia quase até a cabeça sair e descia com força, o cu batendo contra as coxas dele, os seios pulando na cara dele. Sergio segurou as titas dela com as duas mãos e chupou os mamilos com fome, alternando, lambendo, mordendo de leve enquanto ela gemía sem parar.

— Isso, filha… cavala esse pau — ele rosnou contra o peito dela. — Sua buceta está tão apertada… tão molhada pro seu padrasto.

— Mais fundo — ela pediu, a voz falhando. — Me fode. Me fode como você sempre quis.

Ele segurou os quadris dela e começou a meter de baixo, encontrando cada descida dela com uma estocada para cima. O barulho molhado encheu o quarto. Danielle jogou a cabeça para trás, o cabelo grudando nas costas suadas, os gemidos saindo altos, sem vergonha. O clitóris dela batia contra o osso púbico dele a cada movimento. O orgasmo subiu rápido, apertou a buceta em volta do pau dele em espasmos violentos. Ela gritou, as unhas cravadas no peito dele, gozando gostoso enquanto continuava a se mexer, milking o pau grosso.

Sergio não deixou ela recuperar. Virou o corpo dela com facilidade, colocou Danielle de quatro no meio da cama. A bunda dela ficou alta, a buceta rosada e brilhando de porra e gozo. Ele ajoelhou atrás, segurou os quadris com as duas mãos e enfiou de uma vez só até o fundo. Danielle gritou no travesseiro. Ele meteu com força, estocadas longas e profundas, a pele batendo na pele com um estalo úmido. De vez em quando dava um tapa na bunda dela, vermelho aparecendo na pele clara, e ela gemia mais alto ainda.

— Mais forte — pediu ela, olhando por cima do ombro, o rosto destruído de prazer. — Me usa. Me fode sem dó.

Sergio segurou o cabelo dela com uma mão, puxou a cabeça para trás e fodeu mais fundo, o pau sumindo inteiro a cada vez. A outra mão desceu e achou o clitóris dela de novo, esfregando enquanto metia. Danielle tremeu inteira, gozando de novo, a buceta contraindo em volta dele em ondas. As pernas dela quase cederam. Ele a segurou firme pelos quadris e continuou, o suor escorrendo pelas costas largas, o peito ofegante.

Quando sentiu que ia gozar, virou ela de novo. Deitou Danielle de costas, abriu as pernas dela com os joelhos e entrou em posição de missionário, fundo, lento no começo, depois mais forte. Os corpos colados. Ele olhou nos olhos dela. Danielle segurou o rosto dele com as duas mãos e o beijou com fome, a língua quente, o gosto de desejo proibido misturado com suor. O pau dele latejava dentro dela. Ele meteu mais algumas vezes, profundo, e gozou. Jatos quentes e densos encheram a buceta dela, jorrando fundo enquanto ele gemia baixo contra a boca dela. Danielle sentiu cada pulsação, cada jato, e gozou de novo só com a sensação de ser preenchida por ele, as pernas tremendo em volta da cintura dele, os beijos ficando mais desesperados e depois mais lentos.

Eles ficaram abraçados, suados, o pau dele ainda semi-duro dentro dela, pulsando de vez em quando. O quarto cheirava a sexo. Danielle riu baixinho contra o peito dele, o som rouco.

— Isso foi tão errado — murmurou. — E tão delicioso.

Sergio riu também, o peito vibrando sob o rosto dela. Passou os dedos pelo cabelo úmido dela, beijou a testa dela com uma ternura que contrastava com a foda bruta de minutos atrás.

— Só a primeira — prometeu, a voz baixa perto do ouvido dela. — Vai ter muitas massagens secretas. Sempre que você voltar. Sempre que a casa estiver vazia. Eu não pretendo parar. E você também não.

Danielle fechou os olhos, o sorriso ainda nos lábios, o corpo mole e quente contra o dele. O silêncio da casa desceu devagar sobre os dois. Nenhum carro na rua. Nenhum som de porta. Só a respiração deles se acalmando, o suor esfriando na pele, o coração batendo mais devagar. Nada mais foi dito.

Rate this story

Thanks for rating
Tagged massage oil-play taboo teasing

Fresh filth, nightly

The best new stories in your inbox every morning. Free, 18+, unsubscribe anytime.