Degustação Proibida: A Rendição Lenta do Meu Rival
Rival chef de 32 anos é dominado e fodido com força pelo rival de 29 na cozinha industrial.
A cozinha industrial permanecia em silêncio depois que os últimos convidados do evento gastronômico noturno haviam ido embora. Apenas o zumbido baixo das geladeiras e o gotejar distante de uma torneira quebravam a quietude. Marcos, chef de 32 anos e dono do restaurante renomado que ocupava o quarteirão inteiro com sua fachada imponente, ficou para trás para organizar as estações de preparo. Ele passava um pano úmido pela bancada de inox quando a porta dos fundos rangeu. Rafael, o rival de 29 anos que comandava o bistrô concorrente do outro lado da rua, entrou como se fosse dono do lugar. O uniforme branco dele estava ligeiramente aberto no peito, revelando a pele suada do pescoço e o início dos músculos peitorais definidos por anos carregando panelas pesadas.
Os dois se entreolharam por um longo segundo. Anos de rivalidade apertaram o ar entre eles: críticas públicas, disputas por ingredientes raros, olhares atravessados nas feiras de fornecedores. Mas naquela noite havia algo novo, algo que ambos vinham segurando há meses. Marcos sentiu o estômago contrair. “Porra, ele tá mais gostoso que nunca. Esse olhar… não é só raiva. Faz tempo que eu me pego imaginando ele me jogando contra uma dessas bancadas”, pensou, o pau já começando a inchar dentro da calça do uniforme. Rafael caminhou devagar, os sapatos de chef ecoando no piso antiderrapante. Seu sorriso era o mesmo de sempre — arrogante, provocador —, mas os olhos desciam agora pelo corpo de Marcos com fome explícita.
— Veio lamber os restos do meu sucesso, Marcos? Seu prato de hoje tava bonito, mas sem alma. Como sempre.
Marcos jogou o pano na pia e virou de frente, cruzando os braços para disfarçar o volume que crescia.
— Alma? Seu bistrô serve comida de aeroporto, Rafael. Meu paladar consegue identificar camadas que você nem sonha existir. Você é só barulho e apresentação.
A discussão esquentou rápido. Eles se aproximavam enquanto falavam, vozes baixas mas cortantes, corpos quase se tocando. Rafael gesticulava, o dedo indicador quase batendo no peito de Marcos. De repente ele deu mais um passo. O quadril dele roçou de propósito contra o de Marcos, e o contato foi como fogo. Os dois paus, já duros, se pressionaram através do tecido. Rafael estava grosso, quente, pulsante. Marcos sentiu um arrepio subir pela coluna.
Eles pararam de falar. Os olhares se prenderam. A respiração de Rafael estava pesada, o peito subindo e descendo. Marcos lambeu o lábio inferior sem perceber. O desejo que vinham escondendo há meses explodiu ali, cru e inegável.
— Eu quero te foder agora — disse Rafael, a voz rouca, quase um rosnado. — Bem aqui. Sem enrolação.
O consentimento estava nos olhos de Marcos, no jeito como ele abriu ligeiramente a boca e assentiu, no modo como sua mão agarrou a frente da jaqueta de Rafael e puxou. O beijo veio violento. Bocas se chocaram, línguas se invadindo com raiva e tesão acumulado. Rafael mordeu o lábio inferior de Marcos, puxando, enquanto suas mãos grandes apertavam a bunda dele com força, dedos afundando na carne por cima da calça. Marcos gemeu dentro da boca do rival, apertando o pau de Rafael por cima do tecido, sentindo a grossura latejar contra a palma. Eles se empurravam, batendo contra a bancada de inox. O metal frio machucava as costas de Marcos, mas a dor só aumentava o prazer. Rafael girou os quadris, esfregando a rola dura contra a dele, o tecido das calças criando fricção deliciosa.
— Meses te olhando do outro lado da rua imaginando isso — confessou Rafael entre mordidas no pescoço. — Querendo te ver de joelhos, engolindo meu pau.
Marcos respondeu apertando mais forte a bunda de Rafael, puxando-o para mais perto.
— Então para de falar e faz, caralho.
Rafael sorriu safado, os olhos escurecendo. Com uma mão firme na nuca de Marcos, ele o empurrou para baixo. Marcos caiu de joelhos no chão frio da cozinha, o rosto na altura da virilha do rival. Rafael abriu o botão e o zíper com rapidez, puxando para fora o pau grosso, pesado, veias saltadas e a cabeça vermelha brilhando de pré-gozo. O cheiro forte de macho excitado encheu as narinas de Marcos.
— Chupa direito, seu rival gostoso — ordenou Rafael, segurando a base da rola e batendo com ela no rosto de Marcos antes de enfiar.
Marcos abriu a boca e sentiu o pau grosso invadir, esticando os lábios, tocando o fundo da garganta. Rafael não deu tempo. Agarrou os cabelos curtos de Marcos e começou a foder sua boca com estocadas profundas, ritmadas, as bolas batendo no queixo dele. O som molhado e obsceno ecoava na cozinha vazia.
— Isso… engole tudo, porra. Olha pra mim enquanto chupa o pau do teu rival. Tá gostando, né? Anos me odiando e agora babando na minha pica.
Marcos gemia ao redor da carne grossa, olhos lacrimejando, mas o pau dele pulsava dolorosamente dentro da calça. Ele chupava com fome, língua trabalhando na veia de baixo, sugando quando Rafael puxava para trás. O dominante alternava estocadas curtas e rápidas com enfiadas até o fundo, segurando a cabeça de Marcos para que o nariz encostasse na virilha dele. O cheiro de suor, comida e tesão misturado deixava Marcos tonto de luxúria.
Depois de minutos de garganta profunda, Rafael puxou Marcos pelos cabelos, levantando-o. Virou-o com brutalidade e o jogou de bruços sobre a mesa de preparo. O inox gelado contra o peito quente de Marcos fez ele gemer. Rafael abaixou as calças dele até os joelhos, expondo a bunda redonda e musculosa. Cuspiu duas vezes na mão, espalhou saliva no próprio pau e no cu apertado de Marcos, massageando o anel com o dedo médio antes de pressionar a cabeça grossa contra a entrada.
— Agora você vai tomar no cu, rival. Relaxa essa bundinha pra mim.
Com um gemido gutural, Rafael meteu tudo de uma vez. O cu de Marcos abriu ao redor da pica grossa, queimando deliciosamente. A dor virou prazer quase imediatamente quando a cabeça acertou a próstata. Rafael começou a foder com força, estocadas brutais que faziam o corpo de Marcos bater contra a mesa. O som de pele contra pele ecoava alto — ploc, ploc, ploc. Ele dava tapas fortes na bunda, deixando marcas vermelhas.
— Toma essa rola, seu puto gostoso. Geme mais alto. Quero ouvir o chef famoso gemendo feito uma cadela enquanto eu gozo dentro dele.
Marcos segurava a borda da mesa, unhas arranhando o inox, gemendo alto, sem vergonha. Cada estocada acertava fundo, fazendo suas bolas balançarem e seu próprio pau vazar no chão. A sensação de ser dominado completamente pelo rival que ele tanto odiava era avassaladora. O tesão era tão grande que, depois de uma sequência de estocadas especialmente brutais e um tapa forte que fez sua bunda arder, Marcos gozou sem tocar no pau. Jatos grossos de porra espirraram na frente da mesa, o cu apertando forte ao redor da rola de Rafael.
— Caralho… tô gozando… — gemeu Marcos, o corpo inteiro tremendo.
Rafael rosnou, acelerou, deu mais dois tapas e enterrou até o fundo, gozando forte dentro dele. Marcos sentiu o calor da porra enchendo seu interior, pulsando, marcando. Rafael ficou lá dentro, ofegante, peito colado nas costas suadas de Marcos, mordendo o ombro dele por cima do uniforme.
Os dois ficaram ali, respirando pesado, corpos suados grudados. Lentamente Rafael saiu de dentro, um fio de porra escorrendo pela coxa de Marcos. Eles se viraram um para o outro. Havia um sorriso cúmplice e ainda desafiador nos lábios de ambos. Rafael puxou Marcos pela nuca e deu um beijo lento, sujo, cheio de língua e saliva, saboreando o gosto de pau e vitória. Quando separaram as bocas, ele encostou a testa na dele e sussurrou, voz ainda rouca de tesão:
— A degustação proibida mal começou, meu rival. Isso foi só o primeiro prato. Ainda vou te fazer implorar pra eu te foder em todo canto dessa cidade… e você vai pedir por mais.
Marcos sentiu o cu latejar, a porra do rival ainda escorrendo, e soube que a rendição seria mesmo lenta. A rivalidade não tinha acabado. Tinha apenas ganhado um novo, perigoso e viciante tempero. E os dois ainda tinham o resto da noite — e muitas noites seguintes — para descobrir até onde essa nova disputa iria.
A cozinha ainda cheirava a porra, mel e vitória. Rafael manteve a testa colada na de Marcos por mais alguns segundos, sentindo o calor úmido do rival pulsar contra seu corpo. O cu de Marcos contraía devagar ao redor do pau amolecendo, ordenhando os últimos fios de esperma que escorriam quente pelas coxas musculosas do chef de 32 anos. Marcos respirava pela boca, os olhos semicerrados, o uniforme branco grudado no peito largo e suado. “Porra, eu odeio esse filho da puta… e odeio ainda mais o quanto eu quero que ele continue me usando”, pensou, o pau meio duro roçando na barriga de Rafael.
Rafael saiu de dentro dele com um som molhado e obsceno, um rio grosso de porra branca escorrendo do cu avermelhado e pingando no piso antiderrapante. Ele não deu tempo para recuperação. Agarrou Marcos pela nuca com firmeza, mas sem raiva, e o empurrou de leve contra a bancada lateral, onde ficavam os temperos e os frascos abertos do evento.
— Primeiro prato foi você de quatro levando rola. Agora vem a degustação de verdade, rival. Tira a jaqueta. Quero ver esse peito de chef famoso brilhando de suor enquanto você me serve.
Marcos obedeceu, os dedos trêmulos abrindo os botões. O tecido caiu no chão com um baque surdo. Rafael pegou o frasco de mel orgânico que usavam no molho agridoce do evento, abriu a tampa com os dentes e derramou uma linha grossa e dourada bem no meio do peito definido de Marcos. O mel frio escorreu devagar pelos mamilos marrons, descendo pelo sulco dos abdominais até empoçar no umbigo. Rafael sorriu, o pau de 29 anos já engrossando de novo, pesado entre as pernas.
— Lamba. Degusta o que sobrou de mim misturado com o que eu vou colocar em você.
Marcos se ajoelhou mais uma vez, mas agora foi Rafael quem se abaixou um pouco, segurando o próprio pau e mergulhando a cabeça grossa no mel que escorria no peito do rival. O contato quente e pegajoso fez ambos gemerem. Marcos abriu a boca e começou a chupar, língua larga lambendo o mel misturado ao gosto forte de porra e suor masculino. Ele sugava com fome, os lábios esticados ao redor da rola latejante, descendo até engolir até a metade enquanto o mel escorria pelo queixo e pingava nas bolas pesadas de Rafael.
— Isso… chupa direito, seu puto de 32 anos que se acha o melhor chef da cidade. Olha pra mim. Quero ver esses olhos de rival enquanto você degusta minha pica doce.
Rafael segurava os cabelos curtos de Marcos com uma mão e com a outra espalhava mais mel nos próprios mamilos, depois puxava a cabeça do rival para cima, obrigando-o a lamber seu peito. A língua de Marcos trabalhava devagar, saboreando cada gota, mordiscando a pele salgada. O cheiro de mel se misturava ao almíscar forte dos dois corpos excitados. Rafael respirava pesado, o peito subindo e descendo, pensando como era perfeito ter o arrogante dono do restaurante do quarteirão inteiro de joelhos, melado e babando por ele.
Depois de minutos lambuzados, Rafael ergueu Marcos pelo braço, virou-o de frente para a grande mesa de inox no centro da cozinha e o jogou de costas sobre ela. O metal gelado contrastou violentamente com a pele quente, fazendo Marcos arquear as costas e gemer alto. Rafael pegou a garrafa de azeite extravirgem, derramou um fio generoso direto no pau latejante de Marcos, depois no próprio pau e bastante no cu já arrombado e brilhante de porra.
— Agora você vai sentir o segundo prato. Pernas pra cima, chef. Quero te olhar nos olhos enquanto te fodo até você esquecer seu próprio nome.
Marcos ergueu as pernas, segurando os joelhos com as mãos, abrindo-se completamente. Seu cu piscava, vermelho, inchado, ainda vazando o leite do primeiro gozo. Rafael posicionou a cabeça grossa e empurrou, entrando devagar dessa vez, saboreando cada anel de músculo que cedia. Quando estava todo dentro, os dois soltaram um gemido longo e gutural. Rafael começou a meter com estocadas profundas e ritmadas, o azeite fazendo um som molhado e sujo a cada vez que as bolas batiam na bunda redonda de Marcos.
— Tá sentindo, né? Meu pau é mais grosso que o seu ego, caralho. Cada vez que eu entro, você aperta como se nunca quisesse que eu saísse. Diz pra mim. Diz que você se rendeu pro rival mais novo.
— Eu… porra… eu me rendo, Rafael. Me fode. Me usa. Esse cu é seu agora — gemeu Marcos, a voz falhando enquanto o pau dele balançava a cada estocada, vazando pré-gozo no próprio abdômen.
Rafael acelerou, inclinando o corpo para frente, quase dobrando Marcos ao meio. Os rostos ficaram próximos. Eles se beijavam com violência, mordendo lábios, trocando saliva e restos de mel. O som de pele molhada contra pele molhada ecoava forte na cozinha vazia — ploc, ploc, ploc —, misturado aos gemidos roucos e aos tapas que Rafael dava nas coxas expostas. Cada estocada acertava a próstata com precisão brutal, fazendo o pau de Marcos pular e soltar fios grossos de líquido transparente.
Marcos sentia o corpo inteiro tremer. O mel ainda grudava em seu peito, o azeite escorria pela rachadura da bunda, e a rola de Rafael parecia ficar ainda maior dentro dele. “Eu passei anos competindo com ele, roubando fornecedores, falando mal nos eventos… e agora só quero que ele me encha de porra todo dia. Sou a puta dele. E gosto pra caralho disso”, pensou, os olhos marejados de prazer.
Rafael segurou o pescoço de Marcos com uma mão, sem apertar demais, só o suficiente para mostrar domínio, e meteu mais fundo, girando os quadris.
— Goza pra mim de novo, rival gostoso. Quero ver esse pau famoso disparando enquanto eu te arrombo. Vamos, cadela.
O comando foi o suficiente. Marcos gritou, o corpo inteiro convulsionando. Jatos grossos e longos de porra bateram no próprio peito, misturando-se ao mel, escorrendo pelos mamilos. O cu apertou tanto que Rafael não aguentou. Com um rosnado animal, enterrou até o saco e gozou pela segunda vez, enchendo Marcos até transbordar. O esperma quente pulsava em jatos fortes, pressionando as paredes internas, escapando ao redor da rola grossa em fios brancos.
Os dois ficaram parados, ofegantes, suados, melados de mel, azeite, porra e saliva. Rafael saiu devagar, admirando o cu destruído e aberto de Marcos, que continuava piscando, soltando borbulhas de sêmen. Ele ajudou o rival a descer da mesa, segurando-o pela cintura quando as pernas falharam. Os dois se encostaram na bancada, respirando juntos, corpos colados.
Rafael deu um beijo lento, quase carinhoso, na boca inchada de Marcos, limpando com a língua um resto de mel do canto dos lábios dele.
— A noite ainda é longa… mas por hoje chega. Você aguentou bem, meu rival.
Eles se vestiram em silêncio, trocando olhares cúmplices e ainda cheios de tesão. Quando Rafael já estava na porta dos fundos, ajustando a jaqueta, virou-se uma última vez. Marcos terminava de abotoar a própria roupa, sentindo a porra do rival escorrendo devagar dentro da calça.
Rafael sorriu de canto, um sorriso que guardava algo que Marcos jamais imaginaria. O que o chef mais novo nunca contaria era que, três meses antes, ele havia comprado secretamente 51% das ações do restaurante de Marcos através de uma empresa fantasma. A rendição lenta não era só na cama. Logo, Marcos descobriria que estava trabalhando para o rival que acabara de arrombar seu cu duas vezes seguidas. Mas isso… isso ficaria para o próximo prato.
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