Resistimos Até o Beijo Dele na Banca do Mercado

Meu marido ficou olhando escondido enquanto o marceneiro Lorenzo me fodia gostoso no estoque do mercado e me beijava na banca depois.

30 min read September 07, 2026New

Eu e o Barrett casamos faz quase dez anos e, até aquele verão, a gente vivia a mesma merda monótona de sempre no subúrbio. Acordava, fazia café, ele ia pro escritório reclamar de planilha, eu ia pro mercado cuidar da banca de frutas. Trinta e poucos anos, corpo ainda firme, mas a rotina tinha matado qualquer fogo de verdade. Sexo uma vez por semana, luz apagada, ele gozava rápido e eu fingia que estava tudo bem. Até o Lorenzo aparecer.

O marceneiro começou a frequentar o mercado toda terça e quinta. Alto pra caralho, ombros largos, braços cobertos de tatuagem preta que subiam pelo pescoço, barba por fazer e aquele jeito de quem sabe exatamente o tamanho do pau que carrega. E dava pra notar, sim. A calça jeans apertada marcava o volume grosso na coxa toda vez que ele se inclinava pra pegar maçã ou abacate. Eu pesava as frutas pra ele e sentia o olhar dele descendo na minha blusa, nos meus peitos, na curva da bunda quando eu me virava. No começo só sorria. Depois passei a morder o lábio, a demorar no troco, a roçar os dedos nos dele na hora de entregar o saco. O Barrett via tudo. Ficava do outro lado da banca, fingindo escolher laranja, vermelho até a orelha, silencioso pra porra. Nunca confrontava. Aquilo me deixava encharcada. Só de imaginar a humilhação dele, a rola dele latejando dentro da calça enquanto outro homem me comia com os olhos, eu apertava as coxas e sentia a calcinha colar.

A escalada foi rápida. Lorenzo parou de disfarçar. Um dia, com o Barrett bem ali, ele veio por trás enquanto eu pesava um cacho de banana, roçou o peito largo nas minhas costas e sussurrou quente no meu ouvido:

— Essa bunda sua pedia pra ser comida ontem, Heather. Tá molhada só de eu falar isso?

Eu quase derrubei a balança. Senti o pau dele semi-duro pressionar minha bunda por um segundo e recuar. Virei o rosto, vi o Barrett engolindo em seco, punhos fechados, mas a ereção marcando a calça social. Lorenzo elogiava meu corpo na frente dele sem pudor nenhum.

— Esses peitos grandes… peitinho duro assim no frio do estoque deve ser uma delícia de chupar.

Meu marido ficava calado, excitado e humilhado ao mesmo tempo. Eu amava. Naquela noite, em casa, eu não aguentei mais. Tirei a roupa na sala, fiquei de quatro no sofá e falei direto:

— Barrett, eu quero foder o Lorenzo de verdade. Quero o pau grande dele rachando minha buceta enquanto você assiste. Você topa ser meu corno consentido?

Ele gemeu baixo, a mão já no próprio pau.

— Porra, Heather… eu… eu quero ver. Quero ver ele te trepando gostoso e eu sem poder fazer nada.

Combinamos tudo quente, suados, ele me chupando enquanto eu descrevia como seria. Na próxima vez que o Lorenzo aparecesse, eu deixaria rolar no estoque. Barrett ficaria escondido, longe o bastante pra não atrapalhar, perto o bastante pra ver cada detalhe.

Chegou a quinta. O mercado estava meio vazio no fim da tarde. Lorenzo chegou, me olhou da cabeça aos pés e só fez um gesto com a cabeça em direção aos fundos. Eu avisei a colega que ia no estoque buscar mais manga e fui. Barrett já sabia o plano; ele entrou depois, se escondeu atrás das caixas de papelão empilhadas, o suficiente pra enxergar a bancada do fundo e a porta entreaberta.

Lorenzo me agarrou assim que a porta bateu. Consensual, bruto do jeito que eu pedi. Virou meu corpo de costas com força, prendeu meus pulsos na parede um segundo e depois me empurrou até a bancada de madeira.

— Tira essa calcinha, puta. Agora.

Eu mesma puxei a saia pra cima, ele arrancou a calcinha de renda preta e enfiou no bolso. O cheiro da minha buceta já enchia o ar quente do estoque. Ele me virou de quatro em cima de um engradado, abriu minhas nádegas com as mãos grandes e calejadas e enterrou a língua de uma vez só. Eu gritei.

— Porra, Lorenzo… assim…

Ele lambeu tudo, chupou meu clitóris inchado, enfiou dois dedos e abriu. Quando tirou a roupa e tirou o pau pra fora, eu olhei por cima do ombro e quase gozei só de ver. Grosso, veias saltadas, a cabeça avermelhada já pingando. Maior que o do Barrett, com sobra. Ele não pediu licença. Encostou a cabeça na minha entrada molhada e meteu fundo num só embalo, até as bolas baterem na minha bunda.

— Ahh, caralho! Meu macho… fode essa buceta, porra!

Eu gemia alto de propósito, sabendo que o Barrett escutava cada palavra. Lorenzo me fodia de quatro sem piedade, mãos agarrando meus quadris, pele batendo em pele, o pau grosso abrindo minhas paredes e me enchendo completo. Cada estocada fazia meus peitos balançarem pra fora do sutiã. Eu empurrava a bunda pra trás, pedindo mais fundo.

— Isso, toma essa rola, safada. Sua boceta aperta gostoso pra caralho.

Depois de me arrebentar de quatro até minhas pernas tremerem, ele me virou, me sentou na bancada fria, abriu minhas coxas o máximo que deu e enterrou o rosto na minha buceta. Chupou meu clitóris com fome, enfiou a língua, lambeu os lábios inchados enquanto dois dedos curvados me masturbavam por dentro. Eu segurei a cabeça tatuada dele e gozei na boca dele, gemendo o nome dele, o corpo inteiro espasmando, o líquido escorrendo no queixo e na barba dele. Ele não parou. Se ergueu, posicionou o pau de novo e meteu de frente, levantando minhas pernas. Meus calcanhares bateram nas costas largas dele, os pés descalços (eu tinha chutado o tênis) escorregando no suor da pele dele. Ele fodia fundo, olhando nos meus olhos, me tratando como a puta safada dele.

— Olha pra mim enquanto eu encho essa buceta. Seu marido tá vendo, né? Tá gozando gostoso na mão dele enquanto eu te como.

Eu virei o rosto na direção das caixas. Vi o Barrett parcialmente: a mão dele subia e descia rápido no pau dele, a boca aberta, o olhar fixo na minha buceta sendo arrombada pelo pau do Lorenzo. Aquilo me fez gozar de novo, contrações fortes apertando o pau grosso que me fodia. Lorenzo rosnou, cravou os dedos na minha bunda e gozou fundo, jatos quentes pulsando dentro de mim, enchendo minha boceta até vazar pelas beiradas e escorrer na madeira da bancada. Ele ficou metendo devagar até a última gota, me beijando o pescoço, me chamando de putinha dele.

A gente se arrumou rápido, eu ainda tremendo, a calcinha no bolso dele, a porra dele escorrendo devagar pela minha coxa por baixo da saia. Saímos juntos do estoque. Na frente da banca de frutas, com o movimento do mercado voltando aos poucos e o Barrett ainda se escondendo por perto, Lorenzo me puxou pela nuca e me deu um beijo longo, possessivo, a língua suja do gosto da gente entrando na minha boca na frente de todo mundo que quisesse ver. A mão grande dele apertou minha bunda por cima da saia, espalhando ainda mais o negócio quente que pingava de mim. Eu retribuí o beijo com fome, gemendo baixinho contra a boca dele, sabendo que meu marido corno estava vendo cada segundo daquilo e que a gente tinha só começado.

Eu ainda sentia o gosto da porra e da minha buceta na língua dele quando o beijo acabou. Lorenzo puxou o lábio inferior meu entre os dentes, apertou minha bunda de novo e sussurrou bem baixinho, só pra eu ouvir:

— Amanhã eu volto. Quero te foder de novo com o corno olhando. E dessa vez ele vai limpar.

Eu tremia inteira. A saia colava na coxa, a porra dele escorrendo quente, escorrendo devagar até quase chegar no joelho. Olhei de canto e vi o Barrett saindo devagar de trás das caixas, rosto vermelho, a mão ainda escondendo o pau duro dentro da calça. Ele não falou nada. Só me olhou com aquela mistura de vergonha e tesão que me fazia ficar ainda mais molhada. Lorenzo passou por ele de propósito, esbarrou o ombro largo no dele e murmurou:

— Seu pau é pequenininho pra ela, né, corno? Olha o estado da putinha.

Barrett engoliu em seco e baixou a cabeça. Eu quase gozei de novo só de ver. Peguei a sacola de frutas que nem precisava e fui direto pro carro. No caminho de casa ele dirigia em silêncio, a mão trêmula no volante. Eu abri as pernas no banco do passageiro, levantei a saia e mostrei a buceta inchada, brilhando, o creme branco ainda saindo de mim.

— Olha o que ele fez, Barrett. Olha como encheu a sua mulher. Cheira.

Ele engasgou, mas obedeceu. Inclinou o rosto enquanto dirigia devagar e respirou fundo o cheiro grosso de sexo. Eu enfiei dois dedos em mim, tirei cobertos de porra e passei nos lábios dele.

— Chupa. Agora.

Ele lambeu, gemendo baixo, a língua quente lambendo meus dedos enquanto o carro andava. Eu ria, a mão na nuca dele.

— Isso, corno. Engole a porra do Lorenzo. É o que você merece.

Em casa a gente nem chegou no quarto. Eu empurrei ele pro sofá, fiquei de pé na frente e tirei a saia. A calcinha ainda estava no bolso do marceneiro. Fiquei nua da cintura pra baixo, a blusa ainda aberta, peitos pra fora, e abri as pernas em cima dele.

— Limpa direito. Com a língua. E me conta o que você viu.

Barrett enterrou o rosto na minha buceta suja sem hesitar. A língua dele passava devagar, chupando a mistura dele e do Lorenzo, gemendo enquanto eu segurava o cabelo dele e rebolava na cara. Eu descrevia tudo de novo, detalhe por detalhe, enquanto ele me chupava.

— Ele meteu fundo, Barrett. O pau grosso dele abriu tudo. Eu gozei duas vezes. Você viu quando eu apertei nele? Vi você batendo punheta escondido, gozando na mão. Que nojento. Que gostoso.

Ele chupava com fome, a língua entrando, limpando cada gota que ainda saía de mim. Eu gozei na boca dele de novo, apertando as coxas na cabeça, molhando o queixo e a camisa social. Depois sentei no colo dele, peguei o pau pequeno e duro e enfiei em mim de uma vez. Estava frouxa, escorregadia, o pau dele entrando fácil demais depois do Lorenzo. Eu cavalgava devagar, rindo na cara dele.

— Sente como tá larga? É porque outro pau me arrombou. Seu pau mal preenche. Fica quieto enquanto eu gozo em você.

Fodi ele até gozar dentro de mim, rápido como sempre, e continuei rebolando só pra humilhar. Depois mandei ele dormir no sofá. Eu fui pro quarto, ainda cheirando a sexo, e mandei mensagem pro Lorenzo.

“Amanhã no estoque de novo. Dessa vez o corno vai ajoelhar e assistir de perto. Quero que você me foda na boca enquanto ele chupa minhas tetas.”

A resposta veio na hora: “Vou te encher de porra de novo, puta. E ele vai beber.”

Na sexta o mercado estava mais cheio, mas a gente não ligou. Lorenzo chegou no fim da tarde, me olhou, passou a mão na minha bunda na frente de uma cliente e eu só sorri. Barrett já estava nos fundos, combinado. Eu inventei desculpa de novo, fui pro estoque. Ele me esperava sentado numa caixa, a mão no pau por cima da calça, olhando pra porta. Lorenzo entrou atrás de mim, trancou e já me empurrou de joelhos.

— Abre a boca. Seu marido vai ver como você engole pau de verdade.

Eu abri, olhando pro Barrett. Lorenzo enfiou o pau grosso na minha garganta de uma vez, segurando meu cabelo, fodendo minha boca com força. Eu babava, os olhos marejados, o som molhado enchendo o estoque. Barrett se masturbava devagar, hipnotizado. Lorenzo puxou o pau pra fora, deu tapas na minha cara com ele, passando a cabeça nos meus lábios.

— Vem cá, corno. Ajoelha do lado dela.

Barrett obedeceu. Ficou de joelhos ao meu lado. Lorenzo me mandou chupar as bolas enquanto o pau batia no rosto do meu marido. Eu lambi, chupei, e de propósito empurrei o pau dele contra a boca do Barrett.

— Beija o pau que come sua mulher. Beija.

Ele beijou a cabeça grossa, a língua saindo tímida. Lorenzo riu e meteu de novo na minha garganta, mais fundo, até eu engasgar. Depois me levantou, me virou de quatro em cima das caixas de manga e enfiou de uma vez. Eu gritei, a buceta ainda sensível do dia anterior, abrindo fácil pro pau grosso. Ele me fodia duro, a mão no meu cabelo puxando a cabeça pra trás, me fazendo olhar pro Barrett.

— Conta pra ele o que você sente.

— Sinto o pau grande rachando tudo… mais grosso… mais fundo… ahh, porra, Lorenzo, arrebenta essa puta!

Cada estocada fazia meus peitos balançarem. Barrett estava tão perto que eu via a porra pré-gozo pingando do pau dele. Lorenzo puxou meu cabelo com mais força e falou:

— Chupa o pau do corno enquanto eu te fodo.

Eu abri a boca e Barrett se aproximou. Chupei o pau pequeno dele ao mesmo tempo que o marceneiro me arrombava por trás. O contraste me deixava louca. Lorenzo metia fundo, as bolas batendo, e eu gemia com a boca cheia. Ele gozou primeiro, jatos quentes pulando dentro de mim de novo, enchendo até vazar. Não tirou. Continuou metendo devagar, empurrando a porra pra mais fundo, e mandou:

— Agora você limpa, Barrett. Com a língua. E não engole tudo. Deixa ela escorrer na sua cara.

Barrett ajoelhou atrás de mim. Lorenzo tirou o pau e a porra espessa começou a sair. Meu marido lambeu, chupou, bebeu direto da minha buceta enquanto eu gozava de novo, as pernas tremendo, o gosto sujo na boca dele. Eu olhei por cima do ombro e vi o rosto dele sujo de creme, os olhos baixos de vergonha. Lorenzo ainda segurava meu cabelo e ria.

— Bom corno. Aprende teu lugar.

A gente se arrumou devagar. Eu não coloquei calcinha de novo. Saímos. Na banca, com gente andando perto, Lorenzo me beijou de novo, mais fundo, a mão enfiada por baixo da saia apertando a bunda molhada na frente de todo mundo. Barrett ficou a dois metros, fingindo arrumar maçãs, o pau ainda duro marcado na calça. Lorenzo soltou minha boca e falou alto o bastante pra ele ouvir:

— Domingo eu vou na casa de vocês. Quero foder essa buceta na cama de casal enquanto o corno filma com o celular e se toca no chão. Combinado, Heather?

Eu sorri, a porra ainda escorrendo pela coxa, o coração batendo forte, e respondi olhando direto pro meu marido:

— Combinado. E ele vai agradecer de joelho quando a gente terminar.

Barrett só balançou a cabeça, vermelho até o pescoço, e eu senti o tesão subir de novo. A gente tinha só começado a abrir essa porta.

Eu acordei no sábado com a buceta ainda latejando e o cheiro grosso do Lorenzo grudado na pele. Barrett dormiu no sofá de novo, como eu mandei, e de manhã cedo eu desci só de camisola aberta, sem calcinha, a porra ressecada ainda manchando a parte interna das coxas. Ele estava deitado de lado, o pau semi-duro escapando do short. Eu sentei no braço do sofá, abri as pernas bem na frente do rosto dele e enfiei dois dedos fundo, puxando o que sobrou da noite anterior.

— Acorda, corno. Cheira de novo. Domingo o Lorenzo vai te humilhar direito na nossa cama.

Ele abriu os olhos vermelhos, engoliu em seco e obedeceu. A língua dele passou devagar, chupando o gosto azedo e salgado que ainda escorria. Eu segurei o cabelo dele e rebolei devagar, gemendo baixinho só pra ele ouvir o quanto eu estava molhada pensando no dia seguinte.

— Tu viu o pau dele rachando tudo, né? Grosso pra caralho. O teu mal entra agora. Continua lambendo enquanto eu te conto o que ele vai fazer.

Barrett gemeu contra a minha boceta, a mão já no próprio pau pequeno, batendo devagar. Eu descrevi cada detalhe que inventei na cabeça: Lorenzo me jogando na cama de casal, me fodendo de quatro enquanto Barrett ajoelhava no chão filmando, a porra escorrendo na cara dele. Gozei na boca do meu marido outra vez, apertando as coxas na cabeça dele até ele quase sufocar, e depois mandei ele fazer café. Passei o dia inteiro provocando. No mercado, mesmo no sábado de movimento, eu mandei mensagem pro Lorenzo com foto da buceta aberta no banheiro da loja, os lábios inchados, ainda com resquício branco.

“Amanhã a cama tá pronta. O corno já limpou a boca. Quero que tu me arrombe até eu gritar teu nome na frente dele.”

A resposta veio rápida: “Vou te foder até tu não conseguir andar. E ele vai filmar cada estocada. Deixa a porta aberta.”

Em casa à noite eu fiz Barrett ajoelhar no chão do quarto enquanto eu me masturbava na nossa cama, os dedos enfiados até o fundo, gemendo o nome do marceneiro. Mandei ele filmar com o celular só o close da minha boceta se abrindo e fechando, o líquido escorrendo no lençol.

— Guarda isso. Domingo ele vai ver e rir da tua cara.

Domingo amanheceu quente. Eu me preparei devagar. Tomei banho, mas não lavei a buceta de verdade — deixei o cheiro do dia anterior. Coloquei uma saia curta sem calcinha, blusa fina sem sutiã, os peitos pesados marcando os bicos duros. Barrett ficou de cueca, nervoso, o pau já dureza só de me ver assim. Eu o mandei arrumar a câmera do celular num tripé improvisado no canto, apontado pra cama, e outro celular na mão dele pro close.

— Tu filma tudo. Cada metro, cada gozada. E se toca no chão como um cachorro. Entendeu, corno?

Ele balançou a cabeça, a voz rouca.

— Entendi, Heather… eu quero ver. Quero ele te comendo na nossa cama.

Lorenzo chegou pontual, camisa xadrez aberta no peito tatuado, jeans marcando o volume grosso já semi-duro. Entrou como se a casa fosse dele, me puxou pela cintura e me beijou fundo na porta, a língua invadindo, a mão grande escorregando por baixo da saia e enfiando dois dedos de uma vez na boceta molhada. Eu gemi alto de propósito, o som ecoando no corredor. Barrett estava logo atrás, vermelho, o celular na mão tremendo.

— Olha o estado da putinha, corno — Lorenzo falou sem soltar minha boca. — Já tá pingando só de eu chegar.

Ele me carregou até o quarto, me jogou na cama de casal e arrancou a blusa. Os peitos saltaram pesados, os bicos duros. Lorenzo chupou um com fome, mordeu de leve, enquanto a outra mão abria minhas pernas e enfiava os dedos fundo, fazendo o barulho molhado ecoar. Eu olhei pro Barrett ajoelhado no chão, o pau pra fora, a mão subindo e descendo devagar, o celular filmando.

— Mais perto, Barrett. Filma a boceta da tua mulher sendo aberta.

Lorenzo tirou a roupa rápido. O pau grosso bateu pesado contra a barriga, veias saltadas, a cabeça já brilhando. Ele se ajoelhou entre minhas coxas, abriu os lábios inchados com os polegares e cuspiu direto no clitóris antes de enfiar a língua. Eu gritei, arqueando as costas, as mãos no cabelo tatuado dele. Ele chupou, lambeu, enfiou a língua fundo, os dedos curvados massageando por dentro até eu gozar a primeira vez, o corpo inteiro tremendo, o líquido escorrendo no queixo dele e no lençol do casal.

— Porra, Lorenzo… assim… o corno tá vendo tudo…

Ele se ergueu, posicionou o pau na entrada e meteu num embalo só, até as bolas baterem. Eu gritei alto, a boceta se abrindo forçada, o pau grosso rachando tudo de novo. Cada estocada fazia a cama ranger, meus peitos balançando, o barulho de pele batendo em pele enchendo o quarto. Lorenzo me fodia duro, segurando minhas coxas abertas, olhando direto pro Barrett.

— Filma o pau entrando, corno. Olha como ela engole. Tua mulher é uma puta faminta.

Eu virei o rosto, vi Barrett de joelhos, o celular tremendo, a outra mão no pau pingando pré-gozo. A humilhação no rosto dele me fez contrair forte em volta do pau do Lorenzo. Ele riu, puxou meu cabelo e me virou de quatro. Meteu de trás com força, a mão agarrando meu quadril, a outra puxando a cabeça pra eu olhar pro meu marido.

— Conta pra ele.

— O pau dele… ahh, caralho… tá mais fundo… tá arrombando… eu gozo gostoso, Barrett… tu nunca me fode assim…

Lorenzo me fodeu assim até minhas pernas tremerem, depois me virou de novo, deitou de costas e me puxou pra cavalgar. Eu sentei devagar, sentindo cada centímetro grosso entrando, e comecei a rebolar, a buceta engolindo tudo, o barulho molhado alto. Barrett se aproximou mais, ajoelhado na beira da cama, filmando o close do pau saindo coberto de porra e do meu líquido. Lorenzo agarrou meus peitos, apertou, chupou os bicos enquanto eu cavalgava.

— Chupa as tetas dela, corno. Enquanto eu encho essa boceta.

Barrett obedeceu, a boca no meu peito, lambendo, chupando o bico duro enquanto o pau do Lorenzo me arrebentava por baixo. O contraste me deixou louca. Eu gozei de novo, o corpo inteiro espasmando, apertando o pau grosso, o líquido escorrendo nas bolas dele e no lençol. Lorenzo rosnou, cravou os dedos na minha bunda e gozou fundo, jatos quentes pulsando, enchendo até vazar pelas beiradas e escorrer na barriga dele e na minha coxa.

Ele não tirou. Continuou metendo devagar, empurrando a porra pra dentro, e mandou Barrett se aproximar.

— Limpa com a língua. Direto da boceta dela. E filma a tua cara suja.

Barrett ajoelhou, o rosto entre minhas pernas abertas. Lorenzo tirou o pau e a porra espessa começou a sair em fios brancos. Meu marido lambeu, chupou, bebeu direto, o queixo sujo, os olhos baixos de vergonha e tesão. Eu segurei a cabeça dele e rebolei na cara, gozando de novo na boca dele, molhando tudo. Lorenzo riu, passou o pau ainda semi-duro nos lábios do Barrett de propósito.

— Beija. Agradece.

Barrett beijou a cabeça grossa, a língua tímida lambendo a própria porra misturada com a minha. Eu tremia inteira, o coração batendo forte, o tesão subindo de novo só de ver.

Lorenzo me puxou pra beijar, a língua suja na minha boca, e sussurrou alto o bastante pro corno ouvir:

— Próxima vez eu trago um amigo. Dois paus pra te arrombar enquanto ele filma de joelho. Tu topa, putinha?

Eu olhei pro Barrett, o rosto dele sujo de creme, o pau ainda duro na mão, e sorri, a boceta latejando, a porra escorrendo no lençol da nossa cama.

— Topo. E ele vai agradecer de novo.

Eu ainda estava sentada em cima do Lorenzo, a porra dele escorrendo quente entre a minha buceta e a barriga tatuada dele, quando ele riu baixinho e puxou meu rosto pra outro beijo sujo. Barrett continuava de joelhos no chão, o queixo brilhando de creme, o celular na mão filmando o close da minha boceta latejando e vazando. O pau pequeno dele pingava no tapete. Eu rebolei devagar só pra sentir o pau do marceneiro amolecendo dentro de mim, empurrando mais porra pra fora, e falei olhando direto pro meu marido:

— Guarda esse vídeo, corno. Vai ver de novo toda noite enquanto eu mando mensagem pro Lorenzo.

Lorenzo me tirou de cima com calma, me deitou de lado na cama de casal e passou a mão grossa na minha bunda aberta. A gente ficou ali um tempo, o ar do quarto fedendo a sexo, o lençol encharcado. Ele se vestiu devagar, a calça jeans apertada de novo no volume ainda semi-duro, e antes de sair se abaixou, chupou meu clitóris inchado uma última vez e sussurrou:

— Quarta-feira eu trago o Diego. Ele é mais grosso ainda. Tu aguenta dois, putinha?

Eu gemi só de imaginar, as pernas se abrindo sozinhas. Barrett engoliu em seco, vermelho até o pescoço. Eu respondi alto:

— Aguento. E ele vai filmar os dois paus entrando enquanto lambe o que vazar.

Lorenzo saiu rindo, batendo o ombro no Barrett de propósito na porta. Eu fiquei deitada, a mão entre as pernas, empurrando a porra de volta pra dentro com os dedos. Mandei Barrett limpar o resto com a língua de novo. Ele obedeceu, gemendo contra a minha boceta, chupando devagar enquanto eu descrevia o Diego — um amigo do Lorenzo que eu nunca tinha visto, mas que ele jurou ter um pau que rachava qualquer puta. Gozei na boca do meu marido outra vez, apertando as coxas na cabeça dele até ele quase sufocar, e depois o mandei dormir no sofá. Eu dormi na cama fedendo a porra alheia, o celular na mão, mandando áudios pro Lorenzo: “Quero os dois me fodendo a boca e a buceta ao mesmo tempo. O corno no chão, filmando e batendo punheta.”

A resposta veio com uma foto do pau dele duro de novo: “Vai ser. E o Diego adora fazer corno lamber o pau depois.”

Segunda e terça passaram devagar. No mercado eu trabalhava com a saia curta sem calcinha, a buceta ainda sensível, latejando toda vez que pensava nos dois. Barrett ia comigo, ficava atrás da banca fingindo arrumar frutas, o pau marcado na calça social toda vez que Lorenzo aparecia pra comprar banana ou abacate e me roçava por trás. Na terça ele veio, me puxou pro estoque rapidinho, me enfiou dois dedos fundo na frente de uma prateleira e me fez gozar em silêncio, a mão na minha boca. Barrett estava escondido de novo, vendo tudo. Lorenzo tirou os dedos cobertos do meu líquido e enfiou na boca do meu marido:

— Chupa. Treino pro Diego.

Barrett chupou, os olhos baixos. Eu quase gozei de novo só de ver.

Quarta chegou quente pra caralho. Eu preparei a casa de novo: cama arrumada com lençol limpo que ia sujar em minutos, dois celulares no tripé e na mão do Barrett, lubrificante na mesa de cabeceira só por garantia. Tomei banho sem lavar a buceta direito, coloquei a mesma saia curta, blusa transparente sem sutiã, os peitos pesados, bicos duros de ansiedade. Barrett de cueca no chão do quarto, nervoso, o pau já duro. Eu sentei na beira da cama, abri as pernas na cara dele e falei:

— Cheira. Hoje tu vai ver dois paus me arrombando. E vai agradecer cada um.

Ele respirou fundo, a língua saindo tímida. Eu segurei o cabelo dele e rebolei um pouco, molhando o rosto.

A campainha tocou. Eu fui abrir. Lorenzo entrou primeiro, camisa aberta, o volume grosso marcando. Atrás dele vinha o Diego: mais alto ainda, ombros largos, pele morena, braços tatuados até os dedos, barba cerrada e um sorriso safado. A calça jeans dele marcava um pau que parecia ainda mais grosso e longo que o do Lorenzo. Eu engoli em seco, a boceta apertando sozinha. Diego me olhou da cabeça aos pés, passou a língua nos lábios e falou baixo, a voz rouca:

— Porra, Lorenzo, tu não mentiu. Essa putinha tá pedindo pra ser comida por dois.

Ele me puxou pela cintura e me beijou fundo logo na porta, a língua grossa invadindo, a mão grande escorregando por baixo da saia e enfiando três dedos de uma vez. Eu gemi alto, o som ecoando. Barrett apareceu atrás, vermelho, o celular tremendo na mão. Diego tirou os dedos, mostrou o líquido escorrendo e riu:

— Olha o estado, corno. Já tá encharcada só de eu chegar. Vem, filma de perto.

Eles me carregaram pro quarto. Lorenzo arrancou minha blusa, Diego a saia. Fiquei nua, peitos pesados, a boceta inchada e brilhando. Diego se ajoelhou entre minhas pernas, abriu os lábios com os polegares e enterrou a língua de uma vez, chupando meu clitóris com fome, dois dedos curvados me abrindo. Eu gritei, arqueando, as mãos no cabelo dele. Lorenzo tirou a roupa, o pau grosso batendo na minha cara. Eu abri a boca e ele meteu fundo na garganta, fodendo minha boca enquanto Diego me comia. Barrett ajoelhou do lado, filmando o close, a outra mão no pau pequeno.

— Isso, engole o pau do teu macho — Lorenzo rosnou, segurando meu cabelo. — Enquanto o Diego prepara essa boceta pra gente.

Diego me chupou até eu gozar a primeira vez, o corpo inteiro tremendo, o líquido escorrendo no queixo dele. Ele se ergueu, tirou a calça. O pau dele era monstruoso: grosso pra caralho, veias saltadas, a cabeça avermelhada pingando, maior que o do Lorenzo com sobra. Eu olhei e quase gozei de novo. Ele se posicionou, encostou na minha entrada molhada e meteu devagar, abrindo tudo centímetro por centímetro. Eu gritei, as unhas nas costas dele:

— Ahh, caralho… tão grosso… tá rachando… porra, Diego!

Ele enterrou até as bolas, ficou parado um segundo me deixando sentir, depois começou a foder duro, a cama ranger, meus peitos balançando. Lorenzo tirou o pau da minha boca, se ajoelhou do lado da minha cabeça e me mandou chupar de novo. Eu engolia o pau do Lorenzo enquanto o Diego me arrombava. O contraste me deixava louca — um na garganta, o outro destruindo a buceta. Barrett filmava de tão perto que eu via o celular tremer, o pré-gozo pingando do pau dele no chão.

Diego me virou de quatro. Meteu de trás com força, a mão no meu cabelo puxando pra eu olhar pro Barrett. Lorenzo se deitou na frente, o pau na minha boca de novo. Eles me fodiam nos dois buracos, o barulho molhado enchendo o quarto, pele batendo em pele. Eu gemia com a boca cheia, baba escorrendo no queixo, a boceta apertando o pau grosso do Diego.

— Conta pro corno — Diego falou, estocando fundo.

— Dois paus… ahh… um na boca, outro arrombando… nunca gozei assim… Barrett, olha… teu pau nem chega perto…

Lorenzo riu, puxou o pau e deu tapas na minha cara com ele. Diego gozou primeiro, jatos quentes pulsando fundo, enchendo até vazar pelas beiradas e escorrer na minha coxa e no lençol. Ele não tirou. Continuou metendo devagar, empurrando a porra. Lorenzo me puxou pra cima do peito dele, me fez cavalgar o pau grosso dele enquanto o Diego se posicionava atrás. Eu senti a cabeça do pau do Diego pressionar meu cu. Ele cuspiu, enfiou um dedo, depois dois, abrindo. Eu gemi alto, o corpo tensionado de tesão e medo gostoso.

— Vai devagar… porra… quero os dois dentro…

Diego enfiou devagar no meu cu, o pau coberto da porra que tinha vazado da buceta. Eu gritei quando ele enterrou, os dois paus me enchendo completo, o Lorenzo na boceta, o Diego no cu. Eles começaram a se mover em ritmo, me fodendo juntos, a cama rangendo alto, meus peitos balançando na cara do Lorenzo. Barrett se aproximou mais, ajoelhado na beira, filmando o close dos dois paus entrando e saindo, a porra escorrendo. Eu gozei forte, o corpo inteiro espasmando, apertando os dois, o líquido escorrendo neles. Lorenzo gozou logo depois, enchendo minha boceta de novo. Diego tirou do cu, meteu na boceta junto com a porra do Lorenzo por um segundo e gozou mais uma vez, misturando tudo.

Eles me deitaram de lado, a boceta e o cu latejando, vazando creme branco nos lençóis. Lorenzo mandou:

— Limpa, corno. Os dois. Com a língua. E filma tua cara.

Barrett ajoelhou entre minhas pernas abertas. A língua dele passou na boceta primeiro, chupando a mistura dos dois, depois desceu pro meu cu, lambendo a porra que escorria. Eu segurei a cabeça dele e rebolei, gozando de novo na boca suja dele, molhando tudo. Diego e Lorenzo riram, passaram os paus semi-duros nos lábios do Barrett. Ele beijou os dois, a língua tímida, o rosto coberto de creme.

Lorenzo me beijou fundo, o gosto da gente na boca, e falou alto pro corno ouvir:

— Sexta a gente volta. Dessa vez no estoque do mercado, no horário de pico. Tu vai segurar a porta entreaberta enquanto a gente te fode e o movimento passa. O corno filma escondido atrás das caixas. Topa, putinha?

Eu olhei pro Barrett, o rosto dele sujo, o pau ainda duro na mão, o celular gravando, e sorri, a buceta latejando, a porra escorrendo quente na coxa.

— Topo. E ele vai ficar de joelhos limpando a gente depois, no carro, antes de a gente ir embora.

Eu acordei sexta com a buceta latejando e o cu ainda aberto da noite dos dois. Barrett dormia no sofá como mandei, o pau semi-duro escapando da cueca. Desci nua, sentei no braço do sofá, abri as pernas na cara dele e enfiei três dedos fundo, puxando o creme ressecado que ainda grudava.

— Acorda, corno. Cheira. Hoje no horário de pico. Tu segura a porta entreaberta enquanto eles me arrombam e o movimento passa. Filma escondido. Depois limpa no carro.

Ele abriu os olhos, engoliu em seco e enterrou a língua. Chupou o gosto azedo, gemeu contra mim enquanto eu rebolava e descrevia os dois paus entrando de novo. Gozei na boca dele rápido, apertei as coxas até ele quase sufocar, depois mandei tomar banho frio e vestir a calça social que marcava tudo.

No mercado o movimento já fervia no fim da tarde. Clientes enfiando a mão nas maçãs, filas na caixa, o cheiro de fruta madura misturado com suor. Eu trabalhava de saia curta sem calcinha, blusa fina, peitos pesados balançando, bicos duros marcando o tecido. Toda vez que alguém passava perto eu sentia a boceta pingar só de imaginar. Barrett fingia arrumar laranjas atrás da banca, o pau já marcado, o celular no bolso. Lorenzo e Diego chegaram juntos, jeans apertadas nos volumes grossos. Lorenzo passou a mão na minha bunda na frente de uma velha que escolhia banana. Eu só sorri.

— Estoque. Agora — ele murmurou.

Avisei a colega que ia buscar caixa de manga e fui. Barrett entrou depois, se escondeu atrás das pilhas de papelão exatamente onde combinamos, celular já gravando o ângulo da bancada e da porta que ele mesmo ia segurar entreaberta. Lorenzo trancou por dentro mas deixou a tranca frouxa. Diego me empurrou de joelhos no chão sujo de serragem e plástico.

— Abre essa boca de puta. O corno tá filmando e o povo passando do lado.

Enfiei a língua pra fora. O pau do Diego bateu na minha cara primeiro, grosso pra caralho, veias saltadas, cheiro forte de homem. Engoli até a garganta, babando, os olhos marejados enquanto ele fodía minha boca com força, segurando meu cabelo. Lorenzo tirou o pau, passou a cabeça nos meus lábios inchados e meteu junto, os dois paus esfregando na minha língua, esticando a boca. Eu engasgava, saliva escorrendo no queixo e nos peitos. Do lado de fora ouvia vozes, carrinhos rangendo, alguém pedindo abacate. Barrett segurava a porta com a ponta do pé, fresta aberta o bastante pra ver sombras passando, o celular tremendo na mão enquanto filmava meu rosto engolindo os dois.

— Olha o estado da tua mulher, corno — Lorenzo rosnou baixo. — Chupando dois paus enquanto a dona Maria escolhe tomate do lado.

Diego me levantou, me jogou de quatro em cima do engradado de manga. A saia subiu sozinha. Ele cuspiu no meu cu ainda frouxo, enfiou dois dedos e abriu. Lorenzo se posicionou na boceta inchada e meteu num embalo só, até as bolas baterem. Eu gritei abafado, o som engolido pelo barulho do mercado. Diego enfiou o pau monstruoso no meu cu devagar, centímetro por centímetro, abrindo tudo de novo. Os dois dentro, me enchendo completo, começaram a foder em ritmo — Lorenzo puxando pra fora enquanto Diego empurrava fundo, depois invertendo. A cama de madeira do engradado rangia. Meus peitos balançavam pra fora da blusa, bicos arranhando o plástico das caixas. Cada estocada fazia a porra do dia anterior e o lubrificante natural escorrer pelas coxas e pingar no chão.

— Conta pra ele — Diego falou, a mão no meu cabelo puxando minha cabeça pra eu olhar a fresta da porta.

— Dois paus… ahh, caralho… um na boceta, outro no cu… rachando tudo… o povo passando… Barrett, filma mais perto, porra… teu pau pequenininho nunca chega…

Barrett se aproximou rastejando entre as caixas, o celular no close dos dois paus entrando e saindo, a porra branca já vazando misturada. O pau dele pingava pré-gozo na calça. Lorenzo riu, meteu mais fundo e falou alto o bastante pra atravessar a fresta:

— Segura essa porta direito, corno. Se alguém olhar, tu sorri e finge que tá contando estoque.

Uma sombra passou bem na porta. Voz de homem pedindo melancia. Eu gozei na hora, o corpo inteiro espasmando, apertando os dois paus como porra, o líquido escorrendo neles e no engradado. Diego rosnou, cravou os dedos na minha bunda e gozou no meu cu, jatos quentes pulsando fundo, enchendo até vazar pelas beiradas e escorrer na minha boceta junto com o pau do Lorenzo. Lorenzo gozou logo depois, enchendo a boceta, empurrando a mistura pra mais fundo. Eles continuaram metendo devagar, misturando tudo, o creme grosso pingando no chão em fios brancos.

Não pararam. Me viraram sentada na beira da bancada, pernas abertas. Diego enfiou de novo na boceta suja, Lorenzo na boca. Me fodiam os dois buracos de novo enquanto Barrett filmava o close da minha cara babada e da boceta arrombada. Vozes lá fora, risadas, o barulho de sacolas. Eu gemia com a boca cheia, o gosto de porra e pau, os olhos no celular do meu marido.

— Mais — eu pedi quando Lorenzo tirou. — Quero gozar de novo com o corno vendo o movimento.

Diego me pôs de quatro outra vez, meteu no cu, Lorenzo na boceta. Ritmo brutal, pele batendo, o cheiro de sexo grosso se misturando com manga e papelão. Gozei terceira vez, pernas tremendo, quase caindo. Eles gozaram de novo, enchendo os dois buracos até a porra escorrer pelas coxas, molhar a saia e pingar no chão em poças. Lorenzo puxou o pau, passou a cabeça no meu cu vazando e mandou:

— Limpa os dois agora, corno. Aqui mesmo. Rápido. A porta fica entreaberta.

Barrett ajoelhou atrás de mim no chão sujo. A língua dele passou no meu cu primeiro, chupando a porra espessa do Diego, depois subiu pra boceta, bebendo a mistura dos dois, o queixo sujo, os olhos baixos de vergonha enquanto o celular ainda gravava o próprio rosto lambendo. Eu rebolei na cara dele, gozei de novo na boca suja, apertei as coxas até ele engasgar no creme. Lorenzo e Diego passaram os paus semi-duros nos lábios dele. Barrett beijou as duas cabeças grossas, lambeu, engoliu o que pingava.

A gente se arrumou devagar. Eu nem tentei limpar. A saia colava na coxa, a porra escorrendo até o joelho, a blusa aberta, peitos marcados de chupão. Saímos. Na banca, com a fila andando e gente pegando fruta, Lorenzo me puxou e me beijou fundo, a língua suja do gosto da gente, a mão enfiada por baixo da saia apertando a bunda molhada na frente de todo mundo. Diego passou a mão no meu peito, beliscou o bico por cima do tecido. Barrett fingia pesar maçã a dois metros, o pau duro marcando a calça, o celular no bolso com o vídeo quente.

— Carro. Agora — Lorenzo mandou.

Fomos pro estacionamento. No banco de trás do meu carro eu deitei de pernas abertas, saia no cinto, a boceta e o cu latejando e vazando creme branco no estofado. Barrett ajoelhou entre minhas coxas no chão apertado. Lorenzo e Diego sentaram dos lados, paus pra fora de novo, semi-duros.

— Limpa direito, corno. Engole tudo. E filma tua cara suja enquanto mama os restos.

Ele enterrou o rosto. A língua passou devagar na boceta inchada, chupando fios grossos, depois desceu pro cu, lambendo a porra que ainda saía. Eu segurei o cabelo dele e rebolei, gemendo alto dentro do carro fechado.

— Isso… chupa a porra dos teus machos… engole… teu pau pequenininho fica batendo sozinho enquanto tu bebe.

Lorenzo enfiou o pau na minha boca de novo. Diego na outra mão, eu masturbava enquanto Barrett limpava. Gozei na cara dele mais uma vez, o líquido misturado escorrendo no queixo e na camisa social. Eles gozaram de novo, jatos na minha língua e nos peitos, e mandaram Barrett lamber aquilo também. Ele obedeceu, a língua passando nos meus bicos cobertos de porra, engolindo, o rosto inteiro brilhando de creme.

Lorenzo riu, passou o pau ainda pingando nos lábios do Barrett uma última vez.

— Próxima semana a gente te fode no banheiro dos funcionários no horário do almoço. Porta aberta. O corno segura e filma. E tu agradece de joelho chupando os três paus depois, putinha.

Eu olhei pro meu marido ajoelhado, o queixo escorrendo porra alheia, o pau pequeno latejando na mão, e sorri enquanto a boceta latejava vazia e suja.

— Topo. E ele vai beber cada gota que escorrer no azulejo enquanto eu mando ele filmar o close da minha boceta arrombada pingando no chão do banheiro sujo.

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