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Máscara e Cordas: O Desconhecido Reclamou Meu Cu no Ginásio

Aos 28 anos, a personal trainer Renata pediu pro desconhecido mascarado arrombar seu cu no ginásio vazio.

10 min read October 07, 2026New

O ginásio cheirava a borracha quente, suor seco e metal. Eram quase dez da noite e só o zumbido distante do ar-condicionado quebrava o silêncio. Renata, personal trainer de vinte e oito anos, morena de curvas generosas que faziam a legging preta sumir entre as nádegas, amava malhar sozinha depois do expediente. As battle ropes pesavam nas mãos dela enquanto ela batia o ritmo frenético, peitos saltando dentro do top esportivo, suor escorrendo pela coluna até a fenda da bunda.

Foi aí que ela o viu.

Ele estava no canto, alto pra caralho, uns um e noventa, ombros largos de quem levanta ferro de verdade, braços cobertos de tatuagens escuras que sumiam por baixo da regata. Tinha uns trinta e cinco anos bem vividos, maxilar cerrado, e no rosto uma máscara preta de carnaval, daquelas que cobrem dos olhos ao nariz, deixando só a boca carnuda à mostra. Ele não disfarçava. Observava cada batida da corda, cada tremor da bunda dela. Nas mãos enormes, enrolava devagar outra battle rope, os dedos grossos apertando a fibra como se já estivesse apertando outra coisa.

Renata sentiu o cu contrair sozinho. Tesão subiu quente entre as pernas, molhando a calcinha fio-dental. Em vez de pegar a bolsa e ir embora, ela parou, passou a língua no lábio inferior e sorriu de canto, provocante, o peito subindo e descendo.

— Gosta do que tá vendo, mascarado? — a voz saiu rouca, safada.

Ele deu dois passos. A corda ainda enrolada nos punhos.

— Há semanas. Toda noite você vem, rebola nessa porra de legging e eu fico imaginando como deve ser apertado esse cuzinho. — A voz era grave, sotaque carioca carregado. — Hoje eu não vou só olhar.

Renata largou as cordas, aproximou-se até o cheiro de homem bater nela — suor limpo, sabonete barato e tesão puro.

— Então para de enrolar. Eu adoro ser dominada. Adoro desconhecido me pegando, me abrindo, arrombando meu cu até eu não conseguir sentar direito. Você topa?

Os olhos atrás da máscara brilharam. Theo — ela não sabia o nome ainda, mas na cabeça dele já era assim — lambeu os dentes.

— Eu topo foder esse cu até você gozar gritando meu nome que você nem conhece. Vem cá.

Ele a empurrou de costas contra o espelho gelado da parede de musculação. A legging desceu num puxão seco até as coxas, a calcinha junto, expondo a bunda redonda, o cuzinho rosado e apertado já piscando de vontade. Theo ajoelhou, abriu as nádegas com os polegares e enterrou a língua quente bem no meio. Renata gemeu alto, a testa batendo no vidro.

— Porra… assim… chupa esse cu, filho da puta…

Ele lambuzava, furava com a ponta da língua, chupava o anel com barulho indecente enquanto dois dedos grossos, já molhados de lubrificante que ele tirou do bolso da bermuda, entravam devagar. O cu dela resistiu um segundo e depois engoliu, quente e pulsátil. Theo abriu em tesoura, massagou por dentro, procurou o ponto que fazia a personal trainer tremer nas pernas.

— Mais fundo… enfia mais… eu quero sentir arrombando — ela pediu, voz falhando, olhando o reflexo: a própria cara de puta, o homem mascarado comendo a bunda dela como se fosse a última refeição.

— Confirma pra mim — ele falou contra o cu molhado. — Você quer que eu meta esse pau grosso aí até o talo e goze dentro?

— Quero. Quero que você reclame meu cu. Mete, arromba, enche de porra. Eu tô pedindo.

Theo se levantou, puxou uma das battle ropes do chão e amarrou os pulsos dela nas costas com nós firmes, a fibra áspera marcando a pele. Dobrou Renata sobre o banco de supino, peitos esmagados no couro frio, bunda empinada no ar. A bermuda desceu, o pau saltou grosso, veias saltadas, a cabeça já brilhando de pré-porra. Ele passou mais lubrificante na rola inteira e encostou a glande no cuzinho babado.

— Respira.

Enterrou de uma vez. Renata gritou, o cu se abrindo à força ao redor da grossura absurda, esticando, queimando gostoso. Theo não deu tempo de se acostumar: segurou a corda que prendia os braços dela e meteu fundo, até as bolas baterem na boceta pingando. Cada estocada longa e bruta fazia o banco ranger, a bunda dela balançar, o espelho refletir o pau sumindo inteiro naquele buraco apertado.

— Que cu delicioso, porra. Tá me engolindo inteiro. Vai ficar arrombado pra caralho amanhã.

Ele tirou quase tudo e cravou de novo, ritmado, fundo, sem piedade. Renata gozava só com a penetração, o clitóris latejando sem ser tocado, um orgasmo seco que fez o cu apertar em volta do pau como se quisesse arrancar a porra dele. Gemia sem vergonha, nomes sujos, pedidos.

Theo a puxou para o chão, ajoelhou atrás e meteu de quatro, uma mão no cabelo suado, a outra batendo na bunda vermelha. Tapa, tapa, a carne tremendo, o cu engolindo e cuspindo a rola lubrificada. Depois se sentou no banco, puxou ela para o colo de costas, os pulsos ainda amarrados, e fez Renata cavalgar. Ela quicava forte, descendo até sentir a cabeça do pau bater lá no fundo, abrindo o anel ao máximo. Ele segurava as coxas, dava tapa na carne, falava putaria pesada no ouvido:

— Isso, quica no pau que tá te arrombando. Olha no espelho como seu cuzinho tá esticado nessa rola. Vai gozar de novo só no cu, putinha. Goza.

Renata gozou segunda vez, mais forte, o corpo inteiro tremendo, o cu pulsando em cãibras gostosas ao redor do pau. Theo rugiu, segurou a cintura dela e despejou jatos quentes, grossos, fundo no intestino. Gozou bastante, enchendo, a porra vazando pelas laterais quando ele ainda dava umas estocadas lentas para empurrar tudo pra dentro.

O sêmen escorria quente pela boceta dela e pingava no chão de borracha enquanto ele ainda estava enterrado até o fim, respirando pesado contra o pescoço suado de Renata. Os pulsos continuavam amarrados, a máscara preta colada no rosto suado dele. Theo lambeu a orelha dela e falou baixo, a voz ainda rouca de tesão:

— Ainda não terminei com você. Tem mais corda aqui… e esse cu ainda aguenta outra rodada.

Ele ainda estava enterrado até o talo quando puxou a segunda battle rope do chão. A fibra áspera raspou a pele suada de Renata enquanto ele enrolava o peito dela contra o banco, cruzando as pontas por baixo das axilas e amarrando firme nas costas, bem acima dos pulsos já presos. O peito dela ficou esmagado, os seios quase saindo do top, o ar entrando curto. Theo puxou o nó mais uma vez, testando.

— Agora você não foge nem se quiser — rosnou contra a orelha dela. — Esse cu é meu até eu decidir soltar.

Renata gemeu, o cuzinho ainda latejando em volta da rola grossa que continuava dentro, a porra quente escorrendo devagar pelas beiradas. O corpo inteiro formigava. Ela empurrou o quadril pra trás, pedindo mais sem palavras. Theo puxou quase tudo, só a cabeça inchada ficando no anel esticado, e cravou de novo num só movimento. O banco rangeu. A bunda dela bateu nas coxas dele com um estalo molhado.

— Porra, mascarado… mais fundo, arromba esse buraco de verdade — a voz saiu embargada, saliva escorrendo do canto da boca dela pro couro frio.

Ele agarrou a corda que prendia o peito e usou como rédea, puxando o tronco dela pra cima enquanto metia. Cada estocada fazia o pau sumir inteiro, as bolas batendo na boceta pingando, o espelho mostrando tudo: a legging preta ainda enrolada nas coxas, o cuzinho rosado engolindo e cuspindo a rola veia saliente, a máscara preta colada no rosto suado dele. Theo cuspiu na mão, passou no pau que entrava e saía, e acelerou. O ritmo ficou brutal, fundo, seco. O cu de Renata queimava gostoso, abrindo cada vez mais, o anel inchado e vermelho.

Ela gozou no terceiro empurrão. O orgasmo veio seco e violento, o intestino se contraindo em cãibras quentes em volta da grossura, as pernas tremendo descontroladas. Theo não parou. Continuou metendo através do espasmo, rindo baixo.

— Isso, aperta. Espreme a porra que eu deixei lá dentro. Quero ver saindo quando eu tirar.

Ele puxou de uma vez. O cuzinho ficou aberto, um buraco escuro e brilhante que latejava, cuspindo filetes brancos de sêmen que escorriam pela boceta e pingavam no chão de borracha. Theo enfiou três dedos de uma vez, abriu em tesoura, sentiu a parede quente e escorregadia. Renata gritou, o som ecoando no ginásio vazio. Ele massagou fundo, procurou o ponto, e quando ela começou a tremer de novo tirou os dedos e enfiou o pau de volta até as bolas.

— Olha no espelho, putinha. Olha como seu cu tá arrombado na minha rola. Você pediu. Agora aguenta.

Renata olhou. A própria cara de puta, olhos vidrados, boca aberta, peitos marcados pela corda. O homem mascarado atrás, ombros tatuados brilhando de suor, maxilar cerrado, metendo como se quisesse furar ela de lado a lado. O tesão subiu de novo, quente e sujo. Ela quicou pra trás no pouco movimento que a corda permitia, engolindo tudo.

Theo a ergueu do banco como se ela não pesasse nada. Os pés dela mal tocavam o chão. Ele a carregou até a parede de espelhos, grudou o peito dela no vidro gelado e meteu em pé, as coxas dela abertas, os tornozelos ainda livres. A corda no peito puxava a cada estocada. O pau entrava de baixo pra cima, batendo fundo, a cabeça grossa raspando o ponto que fazia a visão dela embranquecer. Renata babava no espelho, a testa batendo no vidro a cada empurrão.

— Fala o que você quer — ele exigiu, a mão enorme no cabelo dela, puxando a cabeça pra trás.

— Quero sua porra de novo. Quero sentir enchendo. Arromba, goza, reclama esse cu pra caralho — ela gemia sem vergonha, a voz rouca de gritar.

Ele tirou, virou ela de frente, ajoelhou no colchonete e puxou as pernas dela pra cima dos ombros largos. Os pulsos e o peito ainda amarrados, Renata ficou dobrada, o cu exposto bem na cara dele. Theo lambeu o anel aberto, chupou a porra que escorria, enfiou a língua fundo e depois se levantou de novo. O pau brilhando de saliva e lubrificante e porra velha encostou e enterrou. Dessa vez ele foi devagar, centímetro por centímetro, sentindo cada anel interno ceder. Quando chegou ao fundo parou, latejando.

— Respira. Sente como tá cheio.

Renata ofegava, o ventre inchado pela penetração. Ele começou a se mexer em círculos curtos, depois longos, depois pancadas secas que faziam a bunda dela bater no espelho. Tapa na carne, tapa no clitóris inchado, tapa de novo. O cu dela fazia barulho obsceno, molhado, engolindo. Theo puxou a corda do peito pra baixo, forçando ela a curvar mais, e meteu com tudo. O ginásio inteiro parecia tremer com o som de pele batendo em pele.

Ela gozou quarta vez sem tocar na boceta. O corpo inteiro entrou em choque, o cu se fechando em volta do pau como uma boceta faminta, os dedos dos pés se encolhendo, um grito rouco saindo da garganta. Theo segurou o orgasmo dela com a rola cravada, sentindo as pulsações, e só então acelerou pra o próprio. As estocadas ficaram curtas e desesperadas. Ele rugiu, a máscara escorregando um pouco no suor, e despejou. Jatos quentes, grossos, um atrás do outro, fundo no intestino. Gozou tanto que começou a vazar na hora, escorrendo branco e grosso pela rola que ainda entrava e saía devagar, empurrando tudo pra dentro.

Theo ficou enterrado até o fim, respirando pesado, a testa colada na nuca suada de Renata. A porra vazava sem parar, escorrendo pela boceta, pelas coxas, pingando no colchonete. Ele lambeu o ombro dela, mordeu de leve, e só então começou a desatar os nós. A corda do peito saiu primeiro, deixando marcas vermelhas na pele morena. Depois os pulsos. Renata caiu de joelhos no chão, o cu ainda aberto e latejando, a porra continuando a escorrer num fio grosso. Theo ajeitou a máscara, puxou a bermuda, e se agachou na frente dela.

— Ainda consegue andar? — a voz saiu mais baixa, quase carinhosa no meio da putaria.

— Mal — ela riu, rouca, limpando a boca com o dorso da mão. — Mas valeu cada centímetro. Você arrombou direito.

Ele a ajudou a levantar, puxou a legging pra cima sem limpar nada, deixando a porra grudada por dentro. Renata cambaleou até a bolsa, as pernas bambas, o cu latejando a cada passo. Theo enrolou as cordas com calma, o pau ainda semi-duro marcando a bermuda. Os olhos atrás da máscara não saíam dela.

— Amanhã de novo. Mesma hora. Traz mais lubrificante. Eu trago a corda.

Renata sorriu de canto, o peito ainda subindo e descendo rápido.

— Traz. Eu quero esse cu ainda mais arrombado.

Ele se aproximou, beijou a boca dela pela primeira vez — língua grossa, gosto de suor e porra — e mordeu o lábio inferior dela antes de se afastar. Foi até a porta dos fundos, a silhueta alta sumindo no corredor escuro. Renata ficou sozinha no ginásio, o cheiro de sexo grosso no ar, o sêmen escorrendo pela perna dentro da legging. Ela pegou a garrafa de água, bebeu um gole, e só então notou o celular dele esquecido em cima do banco de supino. A tela ainda acesa. Sem tocar, ela viu a notificação: “Lembrete: buscar as chaves da academia amanhã cedo — horário do gerente”.

Theo era o novo gerente noturno. Tinha as chaves de tudo. Tinha desligado as câmeras antes de aparecer. E Renata, a personal que achava que estava só fodendo um desconhecido mascarado, não fazia a menor ideia de que a partir de amanhã ele seria o chefe dela.

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