Viúvo no Feno: O Fazendeiro Que Acordou Meu Desejo
O viúvo Roberto, de 48 anos, contrata o jovem Hugo, de 22, e os dois liberam o desejo gay no feno do celeiro.
Roberto tinha quarenta e oito anos, ombros largos de tanto carregar fardos, peito peludo bronzeado pelo sol do interior, mãos calejadas e um pau grosso que há tempos só conhecia o aperto solitário da própria mão. Viúvo há três anos, ele contratou Hugo, vinte e dois, um rapaz forte chegado da cidade, braços definidos, bunda firme enfiada na calça jeans justa e um sorriso safado que já no primeiro dia fez o fazendeiro engolir seco. Hugo dormiria no celeiro, entre o feno e o cheiro de terra molhada, enquanto ajudava na colheita.
Na terceira noite, Roberto desceu até o celeiro pra checar uma ferramenta. A lanterna cortou o escuro e ele parou. Hugo estava deitado no feno, camisa aberta, calça abaixada até as coxas, punho fechado no pau grosso e rosado, masturbando com força, o glande brilhando de porra pré-gozo. Os gemidos saíam altos, sujos: “Porra… Roberto… essa porra desse corpo…” Os olhos do garoto se fixaram nele de propósito, provocantes, a língua passando nos lábios enquanto a mão subia e descia mais rápido, a bunda rebolando no feno como se já estivesse sendo fodida. Roberto ficou duro na hora, o pau latejando dentro da calça, o peito apertando de tesão reprimido. Hugo não parou. Continuou olhando, gemendo o nome do viúvo, a mão lambuzada batendo na própria carne até jorrar grosso no peito suado, ofegante, sem desviar o olhar. Roberto saiu sem falar, mas o pau doía.
Nos dias seguintes o ar ficou pesado. Hugo roçava de propósito. Quando empilhavam feno sob o sol quente, o corpo suado do rapaz escorregava contra as costas largas de Roberto, a bunda dura passando na coxa do fazendeiro, o cheiro de suor masculino subindo. Olhares longos, famintos. Roberto via o volume na calça de Hugo e engolia saliva. Hugo via o pau do viúvo marcado na frente da calça de trabalho e sorria de canto. Uma tarde quente, depois de empilharem o último fardo, os dois sozinhos no celeiro cheio de feno dourado, Hugo parou na frente dele. A mão grande desceu e segurou o próprio pau semi-duro por cima do jeans, apertando o volume grosso, os dedos contornando o formato.
— Quer provar um macho jovem e disposto, fazendeiro? — a voz de Hugo saiu rouca, direta. — Tô vendo esse pau grosso teu latejando há dias. Quer meter em mim?
Roberto respirou fundo, a voz saindo rouca de tesão acumulado, a mão já descendo pra ajustar o pau duro que marcava a calça.
— Sonho em foder essa bunda desde o primeiro dia, puto. Quero te abrir no meio, te encher de porra. Vamos liberar isso agora, aqui mesmo. Quer?
— Quero pra caralho. Fode meu cu, Roberto. Usa esse corpo.
Não teve rodeio. Roberto empurrou Hugo pro feno, a mão calejada no peito suado do garoto. Mandou com voz grossa:
— Fica de quatro, putinho safado do fazendeiro. Chupa esse pau grosso até babar.
Hugo obedeceu na hora, joelhos no feno macio, bunda empinada, costas arqueadas. Roberto abriu o cinto, puxou a calça e a cueca, liberando o pau veioso, grosso, a cabeça já molhada de pré-gozo, as veias saltadas. Agarrou o cabelo de Hugo e enfiou na boca. O garoto engoliu fundo, a garganta apertando, saliva escorrendo pelos cantos da boca, o som molhado e nojento de chupada molhada enchendo o celeiro. Roberto metia a porra toda, sentindo a língua quente lambendo as veias, as bolas pesadas batendo no queixo do putinho.
— Isso, engole, porra. Chupa igual puta do campo. Olha pra mim enquanto engasga no meu pau.
Hugo olhava pra cima, olhos marejados, baba escorrendo pelo queixo e pingando no peito, a mão dele mesmo descendo pra se masturbar enquanto chupava. Roberto tirou o pau babado, virou o garoto de costas no feno, ergueu as pernas musculosas dele e abriu a bunda. Cuspiu no cu apertado, enfiou dois dedos grosso, sentindo o anel quente se abrir. Hugo gemeu alto, pedindo.
— Mete, porra. Quero esse pau grosso me arrombando.
Roberto alinhou a cabeça grossa e enfiou de uma vez, fundo, o cu de Hugo apertando como porra quente. Fodeu em missionário selvagem, socando forte, as bolas batendo na bunda, o peito peludo raspando no peito suado do garoto. Hugo segurava nas costas largas do viúvo, unhas cravando, gemendo sujo:
— Mais forte, fazendeiro… arrebenta meu cu… me fode como se eu fosse sua putinha de feno…
Roberto mastigava o pescoço dele, a voz rouca no ouvido:
— Sua bunda é minha, putinho safado. Vai tomar porra até não aguentar.
Trocou de posição. Deitou de costas no feno e puxou Hugo pra cima. O garoto montou, guiou o pau grosso pro cu e desceu sentando até o fundo, gemendo alto quando a porra toda entrou. Começou a cavalgar como louco, rebolando a bunda firme, subindo e descendo rápido, o pau dele batendo no peito peludo de Roberto, pré-gozo sujando o peito do viúvo. Roberto segurava a cintura dele e metia pra cima, socando fundo a cada descida.
— Isso, cavalga, porra. Mostra como esse cu jovem engole pau de homem.
Hugo rebolava mais forte, a bunda batendo, o cu engolindo cada centímetro, gemidos altos e sujos saindo da boca aberta. Roberto sentiu as bolas subirem, o tesão estourando. Segurou o garoto fundo e gozou, jorrando porra quente e grossa lá dentro, enchendo o cu de Hugo enquanto o rapaz se masturbava desesperado. Hugo gozou no mesmo instante, jatos brancos e quentes espirrando no peito peludo e no pescoço de Roberto, o corpo todo tremendo, o cu apertando o pau ainda latejando dentro.
Ficaram ofegantes e suados, o pau de Roberto ainda enterrado, a porra escorrendo devagar pela coxa de Hugo enquanto o cheiro de sexo e feno misturava no ar quente do celeiro. Roberto passou a mão calejada pela bunda molhada do garoto, apertando, e murmurou rouco contra o pescoço dele:
— Ainda não terminei com você, putinho. Tem mais porra pra essa bunda aguentar… e amanhã a gente continua.
Roberto ainda estava enterrado fundo no cu quente e melado de Hugo, a porra grossa escorrendo devagar pela coxa suada do garoto e se misturando ao feno dourado. O peito peludo do viúvo subia e descia pesado, o coração batendo contra as costas do putinho de vinte e dois anos. Hugo tremia, o cu pulsando em volta do pau ainda semi-duro, o cheiro de porra fresca e suor masculino enchendo o celeiro quente.
— Ainda não acabei com você, puta — Roberto rosnou no ouvido dele, a mão calejada apertando a bunda firme. — Quero ver essa bunda engolindo de novo. Levanta e se vira. De quatro outra vez. Agora.
Hugo obedeceu sem hesitar, o corpo jovem e suado deslizando no feno. Ficou de joelhos, costas arqueadas, bunda empinada, a porra branca já pingando do cuzinho rosado e arrombado. Roberto se ajoelhou atrás, agarrou as nádegas com força e abriu, cuspiu grosso direto no buraco e enfiou a língua. Lambia fundo, lambuzando, chupando a porra que escorria, a barba rala raspando a pele sensível. Hugo gemeu alto, a voz rouca e suja:
— Porra, fazendeiro… chupa esse cu sujo… enfia a língua… eu tô pingando tua porra…
Roberto meteu dois dedos grosso junto com a língua, abrindo mais, sentindo o anel quente se dilatar. Depois se endireitou, o pau veioso já duro de novo, latejando, a cabeça inchada e brilhando. Alinhou e enfiou de uma só vez, fundo, até as bolas baterem na bunda. Hugo gritou, o som abafado pelo feno, as unhas cravando no chão de terra.
— Isso, toma, putinho do campo. Seu cu foi feito pra pau grosso de viúvo. Engole tudo.
Roberto fodeu selvagem, socando sem piedade, o pau saindo lambuzado de porra e saliva e entrando de novo com estalo molhado. As mãos calejadas seguravam a cintura de Hugo com força, os dedos entrando na carne, controlando o ritmo. Cada estocada fazia a bunda firme tremer, o peito peludo de Roberto batendo nas costas suadas do garoto. Hugo rebolava pra trás, pedindo mais, a voz quebrada de tesão:
— Mais forte, caralho… arrebenta… me fode até eu não aguentar mais… quero sentir tua porra escorrendo o dia inteiro…
Roberto puxou o cabelo dele, forçando o rosto pro feno, e meteu ainda mais fundo, o pau sumindo inteiro. O cheiro de sexo sujo, feno e suor subia grosso. Ele tirou o pau de repente, virou Hugo de barriga pra cima outra vez e ergueu as pernas musculosas até os ombros. Enfiou de novo em missionário bruto, o peito peludo raspando no peito liso e suado do garoto de vinte e dois anos. Olhava nos olhos dele enquanto socava:
— Olha pra mim enquanto eu arrombo esse cu. Você é a putinha do fazendeiro agora. Vai tomar porra até o fundo.
Hugo segurava os ombros largos de Roberto, unhas cravando, gemendo sujo, o pau rosado dele batendo entre os corpos, pré-gozo sujando a barriga dos dois. Roberto cuspiu na boca aberta do garoto e beijou fundo, a língua grosso invadindo, o gosto de saliva e porra misturado. Continuou fodendo sem parar, as bolas pesadas batendo, o cu de Hugo fazendo barulho molhado de sucção a cada ida e volta.
Depois de minutos intensos, Roberto puxou o pau babado, se sentou no feno com as costas contra um fardo e mandou:
— Senta de costas. Quero ver essa bunda engolindo enquanto você cavalga pra mim. Mostra como um macho jovem chupa pau com o cu.
Hugo se posicionou de costas, guiou o pau grosso pro buraco melado e desceu devagar, gemendo alto quando a cabeça grossa abriu o anel outra vez. Desceu até o fundo, sentando completamente, o cu apertando as veias saltadas. Começou a rebolar, subindo e descendo rápido, a bunda firme batendo nas coxas peludas de Roberto. O viúvo segurava a cintura dele e metia pra cima com força, o pau sumindo e aparecendo lambuzado de porra.
— Isso, cavalga, puta. Rebola esse cu safado. Eu quero ver minha porra saindo enquanto você senta.
Hugo rebolava como louco, a mão descendo pra se masturbar desesperado, o pau jorrando pré-gozo no feno. Roberto lambeu o suor do pescoço dele, mordeu o ombro, a voz rouca:
— Tua bunda é um buraco quente de porra. Continua. Não para. Eu ainda tenho mais pra te encher.
O ritmo ficou brutal. Hugo sentava com força, o cu engolindo cada centímetro, gemidos altos ecoando no celeiro. Roberto sentiu as bolas subirem de novo, o tesão estourando. Segurou o garoto fundo e gozou pela segunda vez, jatos quentes e grossos enchendo o cu já melado, a porra escorrendo pelos lados enquanto ele ainda socava. Hugo gozou logo depois, jatos brancos espirrando longe no feno, o corpo inteiro tremendo, o cu apertando o pau latejante dentro dele.
Mas Roberto não parou. Tirou o pau melado, ainda duro, e mandou Hugo de quatro outra vez. Enfiou de novo, fodendo a porra pra dentro, o som molhado e nojento enchendo o ar. Agora era mais lento, profundo, cada estocada fazendo a porra borbulhar e escorrer. As mãos calejadas apertavam a bunda, abrindo, admirando o cuzinho arrombado e vermelho.
— Ainda não. Quero gozar mais uma vez nessa bunda. Você aguenta, putinho?
— Aguento, porra… mete… me enche de novo… eu quero pingar tua porra o resto da noite…
Roberto fodeu até as bolas doerem, o peito peludo colado nas costas suadas de Hugo, o suor escorrendo entre eles. Puxou o cabelo do garoto, beijou a nuca, mordeu a orelha e gozou a terceira vez, grosso, quente, jorrando fundo enquanto gemia rouco o nome de Hugo. O cu do rapaz apertava, sugando a última gota. Hugo se masturbava frenéticamente e gozou de novo, fraco mas intenso, o corpo todo cedendo no feno.
Os dois cairam pro lado, ofegantes, o pau de Roberto saindo devagar, a porra branca escorrendo em fios grossos pela coxa e pela bunda de Hugo, sujando o feno dourado. O ar cheirava a sexo bruto, suor e terra. Roberto puxou o garoto pra perto, o peito peludo contra as costas jovens, a mão calejada passando devagar pela barriga suada, pelo pau mole e melado, pela bunda molhada. Hugo respirou fundo, o corpo ainda tremendo de leve.
Ficaram assim por longos minutos, só o som da respiração e o farfalhar leve do feno. Roberto beijou o ombro de Hugo uma última vez, sem pressa, sem palavras. O silêncio se instalou completo no celeiro quente, pesado e quieto, enquanto a noite do interior engolia o resto do mundo lá fora.
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