Desejo na Estrada: A Madrasta do Meu Melhor Amigo
Helena, de 38 anos, dá carona pro mecânico Lucas, 22, e os dois acabam fodendo o cu dela com força na beira da estrada.
Lucas tinha vinte e dois anos e as mãos ainda manchadas de graxa quando subiu no carro da Helena aquela noite. Mecânico de oficina pequena na periferia, ele só aceitara a carona porque o ônibus tinha atrasado de novo e a estrada até a cidade vizinha era longa demais pra pegar a pé. Helena, trinta e oito anos, esposa de um empresário rico e madrasta do seu melhor amigo Andre, estava atrás do volante com um vestido preto curto que subia demais nas coxas e um decote que deixava os seios fartos quase saltando a cada curva. O perfume dela invadia o carro inteiro — algo doce e pesado que fazia o pau dele latejar só de cheiro.
— Você tá quieto demais pra um moleque que passa o dia sujo de óleo — ela disse, sorrindo de lado enquanto acelerava pela rodovia deserta. Os faróis cortavam a escuridão. — Andre me falou que você tava precisando chegar cedo. Eu achei fofo. Sempre achei você... interessante, Lucas.
Ele engoliu seco, olhando as pernas dela. A saia tinha subido tanto que dava pra ver a linha da calcinha preta.
— Interessante como, dona Helena?
Ela riu baixo, um som rouco que foi direto pro saco dele.
— Para com esse “dona”. Me chama de Helena. E interessante do jeito que uma mulher casada não devia achar o melhor amigo do enteado. Eu te vejo naquela oficina, todo suado, braços fortes... há anos eu imagino como seria te ter. Proibido pra caralho. Meu marido tá viajando, Andre nem sabe que eu te dei carona. E eu tô molhada só de te olhar aqui do meu lado.
Lucas sentiu o sangue descer tudo pro pau. Ele a desejava desde os dezoito, quando viu ela de biquíni na piscina da casa do Andre. Agora ela confessava na cara dele.
— Porra, Helena... eu te fico há porra de anos. Toda vez que você passava de vestido curto eu batia uma pensando naquela bunda. Sempre quis te foder. Sempre.
A tensão encheu o carro como eletricidade. Helena mordeu o lábio inferior, os dedos apertando o volante.
— Então para de fingir que é só carona. Me fala o que você faria comigo se eu parasse agora.
A conversa esquentou rápido. Ela descreveu com detalhes safados, a voz rouca e baixa:
— Eu quero que você me domine. Me use como puta. Me empurra no banco, rasga essa calcinha, mete o pau grosso no meu cu sem dó. Eu gosto de apanhar na bunda, de ter o cabelo puxado, de ouvir que sou uma vadia casada traindo o marido com o amigo do meu enteado. Quero que você me foda bruto, possessivo, como se eu fosse só seu buraco pra gozar. Me fala que vai me arrebentar.
Lucas quase gozou na calça. O pau estava duro pra porra, marcando a calça jeans.
— Para o carro — ele mandou, a voz grossa. — Agora.
Helena freou num trecho escuro, longe de qualquer luz. Matagal dos dois lados, só o som dos grilos e o motor esfriando. No segundo em que parou, eles se jogaram um no outro. A boca dela era quente, língua faminta. Lucas puxou o decote pra baixo e os seios grandes, pesados, saltaram pra fora. Mamilos duros. Ele apertou com força, beliscando, enquanto ela enfiava a mão na calça dele e esfregava o pau grosso por cima do tecido.
— Porra, tá duro pra caralho — ela gemeu no beijo. — Quero foder aqui mesmo. Sem arrependimento. Me fode, Lucas. Seja bruto. Seja possessivo. Me trata como a puta que eu sou pra você.
— Vou te foder até você não aguentar mais sentar — ele rosnou, chupando o pescoço dela. — Vai pro banco de trás. De quatro. Agora.
Eles se atrapalharam pra trás. Helena tirou a calcinha e ficou de quatro no banco de couro, o vestido subido até a cintura, a bunda grande e redonda exposta. O cu apertado piscava, já lubrificado de tanto desejo. Lucas ajoelhou atrás, abriu as nádegas com as duas mãos e cuspiu bem no meio.
— Que cu lindo, puta. Todo apertado pra mim.
Ele começou o anal play intenso. A língua quente passou devagar no anel fechado, lambendo, furando, chupando. Helena gemeu alto, empurrando a bunda pra trás.
— Isso... lambe meu cu, porra. Enfia a língua.
Lucas enfiou a língua fundo, depois trocou por dois dedos grossos, entrando devagar no cu apertado enquanto a outra mão ia na buceta molhada dela, masturbando o clitóris inchado. Os dedos entravam e saíam do cu com sons molhados. Ela gozava quase só disso, gemendo, rebolando.
— Mais fundo. Me abre. Me prepara pro seu pau.
Ele tirou os dedos, cuspiu de novo, passou a cabeça grossa do pau no cu dela e empurrou. O anel resistiu e depois cedeu. Lucas enterrou tudo de uma vez no doggy, até as bolas baterem. Helena gritou de prazer-dor.
— Aih, caralho! Que pau grosso no meu cu! Mete forte!
Ele fodeu fundo e bruto, segurando a cintura, dando tapas fortes na bunda que deixavam marcas vermelhas. Puxava o cabelo dela pra trás, forçando o arco das costas, metendo seco e fundo.
— Toma, vadia casada. Cu de puta. Você adora levar pau no cu na beira da estrada, né? Melhor amigo do seu enteado te arrombando.
— Adoro! Me usa! Me fode mais forte! Me humilha!
O carro balançava. Ele alternou, deitou no banco e puxou ela pra cima. Helena montou em cowgirl anal, costas pra ele no começo, depois virando de frente. Desceu devagar no pau, o cu engolindo centímetro por centímetro até sentar até o fundo. Aí ela cavalga com vontade, rebolando, subindo e descendo rápido, seios batendo, gemendo alto pra caralho.
— Porra, seu pau tá destroçando meu cu! Goza dentro, Lucas. Goza tudo na minha bunda. Me enche de porra. Sou sua puta. Sua putinha de cu gostoso.
Lucas apertava as nádegas dela, metendo pra cima com força, o dirty talk degradante saindo natural e quente dos dois:
— Isso, cavalga no meu pau, vadia. Enfia esse cu até o fundo. Você é uma puta safada traindo o marido rico com um mecânico. Meu buraco particular. Vou gozar fundo e você vai ficar pingando porra o resto da viagem.
Helena gritava, gozando com o cu contraído em volta do pau dele, o corpo inteiro tremendo. Lucas não aguentou. Segurou firme e gozou abundantemente, jatos quentes e grossos enchendo o cu dela, pulsando fundo. Ela sentiu cada jato e gemeu de puro prazer sujo.
Ainda ofegante, ele saiu. O pau sujo de porra e do cu dela. Helena desceu pro chão do carro, ajoelhou entre as pernas dele e limpou tudo com a boca. Chupou até o último fio de porra, lambendo o pau ainda semi-duro, engolindo o gosto dela mesma misturado com o dele.
— Que porra gostosa — ela murmurou, limpando os lábios. — Seu pau no meu cu... porra.
Eles voltaram pro banco da frente, meio bagunçados. Helena ajeitou o vestido, o cu ainda ardia e pingava porra dentro da calcinha. Lucas abotoou a calça, o coração disparado. Ela ligou o motor de novo, olhou pra ele com aquele sorriso safado e disse baixinho, enquanto o carro voltava pra estrada escura:
— A noite ainda é longa, mecânico. E eu ainda tô com fome de mais. Meu marido só volta amanhã... e tem um motel barato daqui a vinte minutos. Ou a gente continua aqui mesmo no próximo trecho. Você decide o quanto vai me destruir antes do sol nascer.
O pau de Lucas já começava a endurecer de novo só de ouvir. A estrada deserta se abria na frente deles, e o cheiro de sexo ainda enchia o carro.
Lucas sentiu o pau endurecer de novo enquanto o carro ganhava velocidade na rodovia escura. O cheiro de sexo ainda impregnava o couro dos bancos, misturado ao perfume doce de Helena e ao residual de graxa nas mãos dele. Ela dirigia com uma mão só, a outra descansando na coxa dele, os dedos subindo devagar pela calça jeans até apertar o volume crescente.
— Ainda tá duro — murmurou ela, a voz rouca de quem tinha acabado de gozar com o cu cheio. — Que mecânico tarado. Eu tô pingando sua porra pela calcinha e você já quer meter de novo.
— Você que falou que a noite é longa — respondeu Lucas, a mão grande cobrindo a dela e forçando o aperto. O coração batia forte. Anos desejando a madrasta do Andre e agora ela estava ali, saia subida, seios ainda semi-expostos pelo decote, o cu arrombado por ele. — Para no próximo trecho. Quero te foder de novo antes do motel. Quero ver essa bunda vermelha de tapa debaixo da luz fraca do poste.
Helena riu baixo, acelerou um pouco mais e, depois de cinco minutos, freou numa entrada de matagal lateral, longe o bastante da pista pra ninguém ver. Apagou os faróis. O silêncio da noite voltou, só o som dos grilos e a respiração pesada dos dois. Ela não esperou. Subiu no banco dele de uma vez, ajoelhando sobre as pernas dele, o vestido preto subindo até a cintura. Sem calcinha — ela tinha engolido a peça suja de porra minutos antes —, o cu ainda dilatado e escorrendo esperma branco pelo períneo.
— Olha o que você fez comigo — gemeu, pegando a mão dele e forçando os dedos grossos contra o anel inchado. — Tá aberto. Todo frouxo e quente. Enfia de novo. Me fode sem piedade.
Lucas enfiou dois dedos de uma vez, o cu dela engolindo fácil agora, molhado da porra dele misturada à saliva. Ela gemeu alto, rebolando, os seios fartos balançando na cara dele. Ele chupou um mamilo duro com força, dentes raspando, enquanto os dedos fodia o cu num ritmo rápido e profundo. O polegar encontrou o clitóris inchado e esfregou em círculos. Helena gozou rapidinho, o corpo tremendo, o cu contraído apertando os dedos dele num espasmo quente.
— Porra... já — ele rosnou, tirando os dedos e lambendo o gosto sujo. — Vadia casada gozando só com dedo no cu. Levanta. Vira de costas. Quero te arrombar em pé.
Eles saíram do carro. O ar noturno era fresco, o mato alto escondendo o veículo. Helena se apoiou no capô quente, as pernas abertas, a bunda empinada. Lucas abaixou a calça só o suficiente, o pau grosso e veias saltadas já pingando pré-gozo. Cuspiu na cabeça, passou no cu escorrendo e enfiou de uma tacada. O anel cedeu com um som molhado. Helena gritou, as unhas arranhando o metal.
— Aih, caralho! Que pau grosso! Mete fundo, Lucas! Me destroça!
Ele segurou a cintura larga dela com as duas mãos e fodeu bruto. Estocadas longas e secas, as bolas batendo na buceta molhada a cada investida. A bunda dela, grande e macia, tremia com o impacto. Ele deu um tapa forte, depois outro, deixando a pele vermelha e quente. Puxou o cabelo loiro dela pra trás, forçando o pescoço a arquear, e falou no ouvido suado:
— Isso, madrasta do meu melhor amigo. Cu de puta rica levando pau de mecânico na beira da estrada. Seu marido rico nem sonha que o buraco dela tá sendo arrombado por mim. Andre ia ficar puto se soubesse que a madrasta dele goza como vadia com o meu pau no cu.
— Adoro! Me humilha mais! — ela gemia, empurrando a bunda pra trás pra engolir cada centímetro. — Fala que eu sou sua putinha. Fala que vai me usar sempre que o Andre não estiver olhando. Me fode mais forte, porra!
Lucas acelerou o ritmo, suando, o pau deslizando fácil no cu dilatado e cheio de porra anterior. Ele tirou quase tudo e enfiou de novo até as bolas, repetindo, o som de pele batendo ecoando no matagal. Helena gozou de novo, as pernas bambas, o cu pulsando em volta dele, fluidos escorrendo pela coxa interna. Ele não parou. Segurou firme e continuou metendo enquanto ela tremia.
— Ainda não — rosnou. — Quero te ver de quatro no chão. Agora.
Ela obedeceu, ajoelhando na terra fria, o vestido ainda na cintura, seios pendurados. Lucas ajoelhou atrás e entrou de novo, uma mão no ombro dela puxando pra trás a cada estocada, a outra espalmando a bunda. O dirty talk saía natural, quente:
— Toma, buraco guloso. Você nasceu pra levar porra no cu. Vai voltar pra casa pingando, vai sentar na cama do marido com meu cheiro. Vai tocar uma pensando em mim amanhã.
Helena rebolava contra ele, pedindo mais. — Goza de novo dentro. Me enche. Quero sentir escorrendo enquanto a gente vai pro motel. Me usa até eu não aguentar mais sentar amanhã.
Ele fodeu mais uns minutos intensos, o pau latejando, suado, o cu dela fazendo barulho molhado e sujo a cada metida. Quando sentiu o orgasmo subindo, puxou o cabelo dela com força e enterrou fundo, jatos grossos e quentes disparando direto no fundo do intestino. Helena gemeu alto sentindo cada pulsação, o corpo inteiro contraindo de prazer.
Lucas saiu devagar, o pau brilhando de porra e lubrificação natural. Helena se virou na hora, ajoelhou na terra e engoliu o pau sujo na boca, chupando limpo, língua passando na glande, no freio, descendo até as bolas. Engoliu o resto que escorria, o gosto amargo e salgado misturado ao dela. Olhou pra cima com os olhos brilhando.
— Delícia. Seu pau e meu cu juntos.
Eles voltaram pro carro ofegantes. Helena dirigiu os vinte minutos até o motel barato na beira da estrada, um prédio baixo de luzes neon fracas. Pagou o quarto em dinheiro, sem nome. A porta mal fechou e Lucas já a empurrava contra a parede. O vestido caiu no chão. Nua, ela era ainda mais gostosa — peitos pesados, cintura fina, bunda grande marcada de tapas, o cu inchado e vermelho.
— Deita na cama — mandou ele. — De bruços. Quero te foder olhando essa bunda.
Helena obedeceu, a cara no travesseiro barato, o cu empinado. Lucas montou, lubrificou com mais saliva e porra residual, e entrou devagar desta vez, sentindo cada anel interno se abrindo. Fodeu fundo e possessivo, mãos apertando as nádegas, separando pra ver o pau sumindo. Ela gemia no travesseiro, pedindo mais forte, mais fundo. Ele deu tapas ritmados, puxou o cabelo, falou putarias:
— Seu cu é meu agora. Toda vez que Andre te chamar de madrasta eu vou lembrar que arrombei você. Vou te foder em todo canto da casa dele quando ele sair. No sofá, na piscina, no quarto de hóspedes.
Helena gozou gritando, o corpo sacudindo. Lucas tirou, virou ela de costas, ergueu as pernas e enfiou de novo no ângulo missionário anal, olhando nos olhos dela enquanto metia. Os seios balançavam. Ela enrolou as pernas na cintura dele e puxou pra mais fundo.
— Goza na minha cara dessa vez — pediu. — Quero sentir sua porra quente.
Ele acelerou, suado, o pau latejando, e saiu no último segundo. Ajoelhou sobre o peito dela e gozou jatos espessos na boca, no queixo, nos seios. Helena abriu a boca e engoliu o que pôde, lambendo os lábios, esfregando a porra nos peitos com as mãos.
Eles caíram lado a lado na cama suja, respirando pesado. O quarto cheirava a sexo e suor. Lucas passou a mão na bunda dela, sentindo o cu ainda aberto e quente.
Helena virou o rosto, o sorriso safado voltando mesmo cansada. Os dedos traçaram o peito suado dele.
— Meu marido volta amanhã à noite — disse baixinho, a mente já trabalhando. — Mas na sexta ele viaja de novo pra São Paulo, três dias. Andre vai ficar na casa da namorada. A casa fica só pra mim. Você vai aparecer de madrugada pela garagem dos fundos. Eu deixo a porta da suíte aberta. Quero que você me acorde metendo no cu sem avisar. Depois a gente fode no sofá da sala, na mesa da cozinha, na beira da piscina. Eu quero acordar domingo ainda cheia da sua porra, andando pela casa com o cu doendo, planejando a próxima vez que o marido viajar. E se Andre ligar, eu atendo com o seu pau enterrado até o fundo. Você topa destruir a madrasta do seu melhor amigo o fim de semana inteiro?
Lucas sentiu o pau mexer de novo só de ouvir o plano. Apertou a bunda dela com força e beijou o pescoço suado.
— Topo. E vou te arrombar tanto que você vai ter que inventar desculpa pro marido.
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