Proibido no Trailer: A Mãe do Meu Melhor Amigo
Durante as férias, o Lucas de 24 anos fodeu o cu virgem da Miriam, mãe gostosa de 42 do seu melhor amigo, bem ao lado do filho dormindo.
Meu nome é Lucas, tenho 24 anos, e aquelas férias no trailer da família do meu melhor amigo Victor na praia começaram como qualquer outra viagem de verão: calorão, cerveja gelada, mar batendo na areia e muito ócio. O trailer era pequeno, daqueles modelos antigos com dois quartos apertados, uma cozinha minúscula e um sofá-cama na sala que virava meu colchão todas as noites. Victor e eu nos conhecíamos desde moleques, e ele me chamou porque sabia que eu estava precisando relaxar depois de um ano pesado no trabalho. O que ele não sabia era que a mãe dele, a Miriam, uma divorciada de 42 anos com corpo de academia, se transformaria na maior tentação da minha vida.
Miriam era gostosa pra caralho. Pele bronzeada, cabelo castanho ondulado que caía pelos ombros, seios grandes e firmes que mal cabiam nos biquínis minúsculos que ela usava o dia inteiro. A bunda redonda, empinada de tanto agachar na academia, balançava toda vez que ela andava pela areia ou dentro do trailer. Divorciada há seis anos, ela vivia com um apetite que dava para sentir no ar. De manhã, quando Victor ainda dormia, ela preparava café só de fio dental e top de biquíni, o corpo suado do calor. Eu tentava disfarçar, mas meu pau endurecia só de ver ela se inclinando para pegar algo no chão. E o pior — ou o melhor — era que ela sabia. Quando Victor virava as costas para pegar onda ou conversar com os amigos na praia, Miriam me olhava direto nos olhos, mordia o canto do lábio inferior e sorria daquele jeito safado, como se estivesse imaginando exatamente o que eu queria fazer com ela. Às vezes passava a mão na própria coxa, “sem querer”, e eu ficava louco de tesão, o coração acelerado, o pau latejando dentro da bermuda. A tensão sexual era palpável, proibida, pesada. Eu me masturbava escondido no banheiro minúsculo pensando naquela bunda, imaginando como seria comer a mãe do meu melhor amigo bem ali, no trailer onde todo mundo dormia. Era errado. Era perigoso. E isso só me deixava mais duro.
Os dias foram passando assim, cheios de olhares roubados e sorrisos cúmplices. À noite, a gente tomava cerveja juntos os três, mas o ar entre mim e Miriam parecia eletrificado. Victor nunca percebeu nada. Ele era um cara tranquilo, roncava feito um trator depois de duas latas. E foi exatamente numa dessas noites quentes, abafadas, que tudo mudou.
Já passava da uma da manhã. O calor dentro do trailer era insuportável, nem o ventilador dava conta. Victor tinha apagado no quarto dos fundos, a porta entreaberta, e o ronco grave ecoava pela parede fina. Eu estava deitado no sofá-cama, suado, pau meio duro só de lembrar do biquíni molhado que Miriam usara o dia todo, quando a porta do quarto dela abriu devagar. Ela apareceu só com uma camisola fina de algodão que mal cobria as coxas, os mamilos marcando o tecido. Seus olhos brilhavam no escuro.
— Lucas... tá acordado? — sussurrou ela, voz rouca. — Vem cá fora comigo. Tá calor demais aqui dentro. Vamos tomar uma cerveja gelada na varanda.
Meu coração disparou. Eu me levantei, só de short, e saímos. A brisa do mar bateu no nosso rosto, mas não refrescou o fogo que já queimava entre nós. Sentamos nas cadeiras de plástico, abrimos as latas. O papo começou leve — sobre o dia, sobre Victor ter dormido cedo de novo. Mas Miriam foi chegando a cadeira mais perto, cruzando as pernas de forma que a camisola subia, revelando a curva da bunda. Seus olhos não saíam da minha boca.
— Sabe, Lucas... eu te observo desde que você chegou — confessou de repente, voz baixa e cheia de desejo. — Você me olha como se quisesse me devorar. E eu gosto. Faz tempo que não sinto um tesão assim. Sonho toda noite com um pau jovem, grosso, me comendo sem parar. Um pau como o seu.
Eu quase engasguei com a cerveja. Meu pau endureceu instantaneamente, empurrando o short. O jeito direto dela me deixou sem filtro.
— Miriam... caralho, eu quero te foder desde o primeiro dia que te vi de biquíni. Você me deixa louco. Essa bunda, esse corpo... eu bato punheta pensando em você toda noite aqui no trailer.
Ela sorriu, maliciosa, e se inclinou. Nossos rostos se aproximaram. O beijo veio quente, molhado, línguas se enroscando com fome. Suas mãos agarraram minha nuca, as minhas desceram para apertar aqueles seios pesados por cima da camisola. Ela gemeu baixinho na minha boca, depois colou os lábios no meu ouvido, ofegante:
— Eu quero mais. Quero sentir esse pau grosso bem no meu cu. É virgem, Lucas. Nunca deixei ninguém comer meu rabo... mas eu quero que seja você. Agora. Quero você me arrombando devagarinho até eu implorar por mais. Você quer isso tanto quanto eu?
— Quero pra caralho — respondi, apertando a bunda dela com as duas mãos. — Quero te comer bem ali dentro, mesmo com o Victor roncando do lado. Vamos.
Voltamos para dentro quase correndo, o tesão maior que o medo. O trailer estava escuro, só a luz fraca da cozinha ligada. Victor roncava alto no quarto ao lado, o som atravessando a parede fina. Miriam tirou a camisola num segundo, ficou completamente nua, os seios empinados, a buceta depilada brilhando de excitação. Pegou um frasco de lubrificante que claramente tinha deixado preparado na gaveta e me entregou.
— Me come com calma no começo — pediu, se colocando de quatro no sofá-cama, empinando aquela bunda perfeita para mim. — Mas depois quero sentir força. Quero sentir cada centímetro abrindo meu cuzinho virgem.
Eu me ajoelhei atrás dela, o coração martelando. O ronco de Victor parecia um alerta constante, mas só aumentava o tesão proibido. Comecei lambendo devagar, passando a língua quente e molhada no anel apertado dela. Miriam mordeu o travesseiro para não gemer alto.
— Ai, porra... que delícia... continua, Lucas...
Lambia com vontade, enfiando a ponta da língua, sentindo o gosto limpo e o cheiro de mulher excitada. Depois derramei bastante lubrificante, gel frio escorrendo pela fenda. Comecei a dedar, primeiro um dedo, girando devagar, depois dois, abrindo aquele cu virgem que apertava meus dedos como um torno. Ela rebolava contra minha mão, sussurrando:
— Mais... me prepara direito... quero esse pauzão dentro de mim.
Quando ela começou a implorar, “mete logo, por favor”, posicionei a cabeça grossa do meu pau no anelzinho rosado. Empurrei devagar, centímetro por centímetro. O cuzinho dela resistia, mas o lubrificante e o tesão dela ajudaram. Miriam soltou um gemido abafado no travesseiro quando a cabeça entrou.
— Devagar... ai, tá tão grosso... mas não para...
Entrei inteiro, sentindo o calor apertado me engolir. Comecei a meter devagar, entrando e saindo, vendo aquela bunda perfeita engolir meu pau. O ritmo aumentou. Logo estava fodendo com força, o som molhado de pele contra pele misturado ao ronco do Victor. Troquei de posição: ela sentou invertida em cima de mim, rebolando gostoso, a bunda subindo e descendo no meu pau, os movimentos circulares fazendo meu cacete girar dentro do cu dela. Miriam segurava os próprios joelhos, mordendo o lábio para não gritar.
— Tá me arrombando tão gostoso... continua metendo no meu rabo...
Depois coloquei ela de lado, depois em missionary anal, pernas dela por cima dos meus ombros, nossos rostos colados. Metia fundo, vendo os olhos dela revirarem de prazer. Ela sussurrava no meu ouvido, voz rouca:
— Goza dentro... enche meu cu de porra quente, Lucas... eu quero sentir você gozando bem no fundo da minha bundinha virgem.
Eu não aguentei mais. Gozei forte, jatos grossos enchendo o intestino dela, o cu apertando meu pau enquanto eu pulsava. Miriam tremeu, gozando também só com a pressão no cu, gemendo baixinho contra meu pescoço.
Ainda com meu pau enterrado até o talo dentro dela, ela sentou no meu colo, me beijou com carinho, língua lenta e molhada, os seios colados no meu peito. Ofegante, ela encostou a boca no meu ouvido e sussurrou:
— Isso foi o melhor sexo da minha vida, Lucas... nunca senti nada igual.
Ficamos assim, conectados, suados, respirando juntos. Meu pau ainda latejava dentro do cu cheio de porra. O ronco de Victor tinha parado de repente. Nós dois congelamos ao mesmo tempo. Um barulho de movimento veio do quarto ao lado — o colchão rangeu, como se ele estivesse se virando ou talvez acordando para ir ao banheiro. O coração dela disparou contra o meu. Miriam me olhou com os olhos arregalados, ainda empalada no meu pau, a porra começando a escorrer devagar pelo meu saco. Nenhum de nós se mexeu. O silêncio agora era pior que o ronco. E o tesão, em vez de diminuir com o perigo, só parecia crescer. Eu sabia que isso não ia acabar ali. Nem ela. Ainda tínhamos o resto da noite... e o resto das férias. O risco só tinha começado.
Meu pau ainda latejava enterrado até o talo no cu da Miriam, o sêmen grosso transbordando devagar pelo anel esticado e escorrendo quente pelas minhas bolas, formando uma bagunça pegajosa entre nossos corpos suados. O silêncio depois que o ronco parou era tão denso que eu conseguia ouvir as batidas do coração dela contra o meu peito. Miriam continuava empalada em mim, as coxas tremendo levemente, a bunda redonda e firme — aquela bunda de academia que eu tanto havia fantasiado — completamente aberta ao redor da minha rola. Seus olhos castanhos, arregalados, encontraram os meus na penumbra do trailer. Nenhum de nós respirava direito.
O colchão do quarto ao lado rangeu de novo. Passos. Victor estava se levantando. Senti o cu dela contrair forte, um espasmo involuntário que ordenhou meu pau ainda sensível e o fez endurecer mais uma vez dentro dela. “Caralho, ele vai passar bem aqui”, pensei, o pânico subindo pela espinha ao mesmo tempo que um tesão doentio me dominava. Miriam enterrou o rosto no meu pescoço, os seios pesados de 42 anos esmagados contra mim, os mamilos duros roçando minha pele. Ficamos absolutamente imóveis, meu cacete latejando fundo no intestino dela, enquanto os passos arrastados de Victor atravessavam a salinha.
Ele passou a menos de dois metros do sofá-cama, uma sombra alta e sonolenta, sem nem olhar na nossa direção. A porta do banheiro fechou. Ouvimos o jato de mijo, o barulho da descarga, a torneira. Miriam aproveitou o som da água para sussurrar no meu ouvido, a voz rouca e trêmula:
— Lucas... tá latejando dentro de mim... eu sinto cada veia. Meu cu tá ardendo, mas eu quero mais. Quero que você continue metendo. Devagar. Bem devagar.
Eu sabia que era loucura. Victor podia voltar a qualquer segundo. Mas o perigo transformou meu pau em pedra de novo. Quando a porta do banheiro abriu e os passos voltaram para o quarto, o ronco recomeçando pesado depois de alguns minutos, eu segurei aqueles quadris largos com força e comecei a mover o quadril para cima, bem lento. Meu pau saiu uns cinco centímetros, o anel rosado do cu virgem dela agarrando a cabeça grossa como se não quisesse soltar, depois desceu novamente, engolindo tudo com um som molhado e obsceno que tentei abafar com a respiração.
— Ai, porra... assim... tá abrindo meu rabinho de novo — gemeu ela baixinho, mordendo meu ombro para conter a voz. Eu sentia o calor apertado, as paredes internas pulsando, o lubrificante e minha porra anterior facilitando o deslize. Cada movimento era uma tortura deliciosa de silêncio. Meu pensamento girava: “Essa é a mãe do meu melhor amigo. Eu acabei de gozar nesse cu e agora tô fodendo de novo com ele roncando do lado. Se ele acordar...”
O tesão só crescia. Miriam começou a rebolar devagar no meu colo, movimentos circulares que faziam meu pau girar dentro do cu dela, esfregando pontos que a faziam tremer inteira. Os seios balançavam pesados, suor escorrendo pelo vale entre eles. Eu subi a mão e apertei um mamilo, torcendo de leve. Ela jogou a cabeça para trás, boca aberta em um gemido mudo.
— Dedo na minha buceta... por favor... enquanto mete no meu cu — pediu, a voz quase um sopro.
Enfiei dois dedos na buceta depilada e encharcada dela, sentindo como estava melada. Meti no ritmo do pau no cu, os dedos curvados roçando o ponto G enquanto minha rola grossa arrombava o intestino. Miriam começou a quicar mais rápido, a bunda batendo contra minhas coxas com pequenos estalos que nos fizeram congelar de novo quando o ronco falhou por dois segundos. O silêncio voltou. Ela olhou para mim, olhos brilhando de medo e luxúria, e sorriu safada mesmo assim.
— Não para, Lucas. Eu preciso gozar com você bem fundo no meu rabo.
Eu a virei de lado com cuidado, sem sair de dentro. Na posição de conchinha anal, uma perna dela por cima da minha, o ângulo mudou tudo. Meu pau entrava mais fundo, batendo no fundo do cu dela de um jeito que a fazia apertar os dedos dos pés. Eu metia com estocadas curtas e fortes, controlando o barulho do sofá-cama com as mãos firmes na bunda. A pele bronzeada dela brilhava de suor, a carne tremendo a cada impacto. Meu saco batia contra a buceta molhada, os dedos ainda trabalhando dentro dela.
— Tá me destruindo... meu cu nunca mais vai ser o mesmo depois dessa rola jovem de 24 anos — sussurrou ela, a voz falhando. — Mais forte... me arromba, caralho. Eu aguento.
Aumentei o ritmo, o som molhado de pele contra pele ficando mais alto apesar dos nossos esforços. O trailer parecia vivo, rangendo levemente. Cada vez que eu puxava quase tudo para fora, via o cu dela aberto, vermelho, piscando, minha porra branca escorrendo antes de eu enfiar tudo de volta com força. Miriam agarrou meu braço, unhas cravando, o corpo inteiro tensionando.
De repente o ronco parou completamente. Nós congelamos no meio de uma estocada, meu pau enterrado até as bolas, os dedos ainda dentro da buceta dela. Passos de novo. Victor se virou na cama, o colchão rangeu alto. Ficamos petrificados por quase um minuto inteiro, conectados, suando, meu pau pulsando dentro do cu arrombado. O tesão era insano — o medo deixava tudo mais intenso. Quando o ronco voltou, mais alto que antes, Miriam empurrou a bunda contra mim com vontade.
— Agora. Fode forte. Me faz gozar antes que ele acorde de verdade.
Eu segurei a cintura dela e meti como um animal, estocadas profundas e rápidas, o pau saindo e entrando no cu virgem com força bruta. O lubrificante fazia barulho molhado, obsceno. Ela rebolava contra mim, a bunda perfeita quicando, os seios balançando soltos. Eu sentia o orgasmo dela se aproximando pelo jeito como o cu apertava meu pau ritmadamente, como um punho quente.
— Tô gozando... ai, porra, tô gozando só com pau no cu! — gemeu ela abafado contra o travesseiro.
O cu dela convulsionou forte, ordenhando minha rola com espasmos violentos. Senti o jorro quente da buceta dela molhando meus dedos e minha coxa. Isso me levou ao limite. Gozei pela segunda vez, jatos grossos e longos enchendo o intestino dela até transbordar, a porra escorrendo em fios grossos pela bunda e coxas enquanto eu continuava metendo devagar, prolongando o prazer. Meu corpo inteiro tremia. O dela também.
Ficamos assim por longos minutos, ofegantes, meu pau amolecendo lentamente dentro do cu destruído. Quando finalmente saí, um plop audível, um rio de porra branca e espessa jorrou do buraco aberto, escorrendo pelo sofá-cama e pelas pernas dela. Miriam virou o rosto para mim. Os olhos não tinham mais o fogo de antes. Havia algo escuro ali agora.
Ela se sentou devagar, fez uma careta ao sentir a ardência no cu, e puxou a camisola por cima do corpo suado. O silêncio entre nós ficou pesado, pior que o ronco de Victor. Eu me limpei com a ponta do lençol, o pau mole e melado, o cheiro forte de sexo enchendo minhas narinas.
— Lucas... isso foi... — ela parou, passando a mão no rosto. — Foi o melhor sexo da minha vida, mas agora que passou o tesão... eu me sinto uma merda. Ele tá ali, dormindo, confiando na gente. Eu sou a mãe dele, caralho. Divorciada, madura, devia ter juízo. E você é o melhor amigo dele desde criança.
Eu engoli em seco, o peito apertado. O arrependimento veio como uma onda fria depois do fogo. “O que eu fiz? Gozei duas vezes no cu da mãe do Victor, bem do lado dele. Amanhã vou ter que sentar na mesa, tomar café, olhar na cara dele e fingir que não sei como é o sabor do cu da mãe dele.” Meu estômago revirou. O risco que antes me deixava duro agora parecia um erro gigantesco.
— Eu sei, Miriam. Eu também tô me sentindo um merda agora — respondi baixo, a voz rouca. — Foi incrível, mas... e se ele descobrir? Como vamos olhar na cara dele o resto das férias? Eu traí o cara que me chamou pra relaxar. Isso não pode se repetir. Não pode.
Ela assentiu, mas vi a dúvida nos olhos dela também. O cu ainda vazava minha porra no sofá, o trailer cheirava a sexo proibido, e o ronco de Victor parecia um julgamento constante. Nós nos olhamos por um longo tempo, o desejo ainda ali, latente, mas agora misturado a um arrependimento amargo que crescia a cada segundo. Eu me perguntei se conseguiria apagar isso da cabeça, se conseguiria fingir normalidade amanhã quando ele acordasse animado pra surfar. Algo estava quebrado. O prazer tinha sido grande demais, o preço talvez maior ainda. E enquanto a brisa do mar entrava pela janela, eu soube que o resto das férias seria um inferno silencioso de culpa e tensão. Nada mais seria como antes.
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